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sábado, 10 de dezembro de 2016

HISTÓRIA EM FOTOS - FORD FIESTA

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 


Em 1976, ano seguinte ao lançamento da segunda geração do Escort europeu, a Ford lançou um modelo mais compacto, pois a crise mundial do petróleo, ocorrida em 1973, ainda obrigava veículos de todo o mundo a economizarem combustível. O Fiesta pretendia fazer uma festa no segmento representado na época pelo Volkswagen Polo (recém-lançado), Fiat 127, Renault 5 e Opel Kadett, que então tinha a mesma carroceria do nosso Chevette.

O projeto Torino, depois Bobcat, há havia começado em 1969 e foi desenvolvido não apenas pelas filiais da Ford na Alemanha e na Inglaterra, mas também com a participação da matriz norte-americana (com aprovação do próprio Henry Ford II, neto do fundador da empresa) e dos italianos da Ghia. A fabricação ficou a cargo da Alemanha (Saarlouis), Inglaterra (Dagenham) e Espanha (Valencia), mas também previa a venda nos Estados Unidos, América do Sul e Ásia. Foram investidos 1 bilhão de dólares. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - FORD FIESTA 2018

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


O Ford Fiesta se junta a Audi A4, Porsche Panamera, Honda CR-V e Hyundai Elantra na lista de modelos que parecem ter passado apenas por um face-lift, mas são novas gerações

No caso do Fiesta, a sensação maior foi de um "butt-lift", já que as lanternas traseiras foram a modificação mais visível. Elas deixaram de ser triangulares verticais, entre a tampa e o vidro traseiro para assumirem a trivial posição horizontal, tirando até a ousadia do estilo.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

HISTÓRIA EM FOTOS - HYUNDAI i30

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 


De olho no segmento de hatches médios, muito disputado na Europa, onde o líder é o Volkswagen Golf, a sul-coreana Hyundai lançou o i30 em 2007, nas versões hatch e perua (CW). No Brasil chegou em 2009, apenas com o motor 2.0 16v de 145 cavalos. No ano seguinte chegou a CW, com o mesmo motor. 

O bom custo-benefício fez com que o i30 fosse o hatch médio mais vendido do Brasil até 2013, quando chegou a segunda geração, mais bonita e elegante. Porém, esta foi um fiasco: cara (por culpa do aumento do IPI para veículos importados) e oferecida com o mesmo fraco motor 1.6 Flex do compacto HB20 de 122 e 128cv, não repetiu o feito do antecessor. A nova perua nem veio mais. Em 2014, o motor foi trocado pelo 1.8 a gasolina de 150 cv, que o Elantra tinha abandonado. Em 2016 ganhou um face-lift, para padronizá-lo com os outros carros da Hyundai. 

O fracasso da segunda geração pode inviabilizar a vinda da terceira para o nosso país. 


1a Geração - 2007 (2009 no Brasil) 

i30 CW

2a Geração - 2011 (2013 no Brasil)

i30 CW

Face-lift em 2016

3a Geração - 2016




LANÇAMENTO INTERNACIONAL - HYUNDAI i30 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Depois de uma segunda geração tão atraente e de linhas dinâmicas, que serviram até de inspiração para o nosso compacto HB20, a terceira edição do hatch médio Hyundai i30 passa a ser um patinho feio. Não que ele já seja rejeitado no mercado. Até porque ele só vai chegar na Europa no ano que vem. É que seu estilo lembra mesmo o personagem da fábula infantil. Culpa do capô longo, dos faróis pequenos e zangados da grade hexagonal muito grande e baixa, que lembra o bichinho cabisbaixo, em contraste com o resto da carroceria alta e reta.

sábado, 26 de novembro de 2016

HISTÓRIA EM FOTOS - SUZUKI VITARA

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

Lançado como um pequeno jipe valente de 3,62m de comprimento, 2,20m de entre-eixos e duas portas, o Suzuki Vitara surgiu em 1988, baseado no chassi do Samurai (o antecessor do Jimny) e era chamado de Escudo no Japão. Nos Estados Unidos recebia o nome de Sidekick, nome adotado nas primeiras unidades de quatro portas do modelo vendidas no Brasil a partir de 1992. O nome europeu Vitara valia apenas para o de duas portas, que também tinha uma versão targa, com teto de lona, que chegou um ano antes. Mas em 1994 passou batizar também o de carroceria longa (4,03m e 2,48m). A versão de equipamento completa era chamada de JLX.

Já na primeira geração, o Vitara foi vendido na América do Norte pela General Motors como Tracker, mas usando uma marca barata do grupo, a GEO. A segunda, chamada Grand Vitara, tinha estilo mais arredondado e passou a ser, com extinção da bandeira, o Chevrolet Tracker, que foi lançado no Brasil em 2001, importado da Argentina até 2004, voltando depois em 2006 e ficando até 2009. O Grand Vitara da Suzuki chegou aqui em 1998. Dois anos depois chegou o Grand Vitara XL7, uma versão esticada de 7 lugares.

Em 2002, a Suzuki deixou o Brasil, mas voltou seis anos depois, exatamente com o Grand Vitara, já na terceira geração, retomando as linhas retas. Ainda tinha estepe na tampa do porta-malas, mas sua aparência já era de um SUV luxuoso e o protetor do pneu sobressalente era de alumínio. Recentemente, foram lançadas algumas versões sem o estepe externo. No exterior, continuou sendo produzido na versão de carroceria curta e conversível.

Em 2015 foi lançada a quarta geração, que perdeu o prenome Grand e chegou agora ao nosso país. Seu visual agora é de um crossover careta, inspirado nos Land Rover e tem carroceria com pintura "saia e blusa", com a opção de cores vivas, como azul, laranja e vermelho, e, definitivamente, sem o estepe externo. No exterior, ele também perdeu as versões curtas. 

O Vitara e o Tracker já tiveram motores 1.6 e 2.0 a gasolina. 2.0 diesel e V6 2.0, 2.5 e 3.2, esta última chegando a 232 cavalos. Atualmente, a versão vendida no Brasil tem um motor 1.6 16v e um 1.4 Turbo. O câmbio automático começou com três marchas e hoje tem seis. A tração integral era de série, depois passou a ser opcional, com reduzida, operada pela alavanca até chegar ao All Grip de hoje. Já a tração normal era traseira e nesta nova geração passou a ser dianteira. 


1a Geração - 1988 (1991 no Brasil)













GEO Tracker, modelo vendido na América do Norte pela extinta divisão de baixo custo da General Motors.

2a Geração - 1997 (1998 no Brasil)







Grand Vitara XL7
Chevrolet Tracker

3a Geração - 2005 (2008 no Brasil)












4a Geração - 2015 (2016 no Brasil)









quinta-feira, 24 de novembro de 2016

LANÇAMENTO - SUZUKI VITARA 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO (NÍVEL DE RUÍDO)


O Vitara tem para a Suzuki a mesma importância que o Golf tem para a Volkswagen. Principalmente no Brasil. Foi com ele, então um jipinho, que a marca japonesa chegou ao nosso mercado, na década de 90. Foi ele que forneceu a própria carroceria para a Chevrolet vender a primeira geração do Tracker em suas concessionárias. E foi com o Vitara que a Suzuki retornou ao mercado brasileiro em 2008, após seis anos fora.

Agora, no final de 2016, a Suzuki renova o Vitara, que já não é mais o jipinho de 25 anos atrás, nem o clone do Tracker, nem tem mais o prenome Grand e muito menos o SUV da sua volta. Ele se transformou em um crossover. E com um estilo bem conservador, apesar de personalizável. E de gosto duvidoso. A marca afirma que a inspiração foi no Range Rover, mas ficou lembrando o antigo Lifan 320, o mal-sucedido clone do Mini Cooper.

sábado, 19 de novembro de 2016

CARRO DO ANO AUTOESPORTE 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
LOGO: AUTOESPORTE


No dia 31 de outubro, a revista Autoesporte, da Editora Globo, anunciou em um restaurante de São Paulo, os vencedores do Carro do Ano 2017. Este ano foi a 50a edição. A premiação é anunciada desde 1965. Pela lógica seriam 52 nomeações, mas em 1968 (quando a antiga organizadora Mecânica Popular fechou) e em 2001 (quando a Editora Globo reestruturou a Autoesporte) não houve.

A Honda foi a maior vencedora do ano, com três vitórias, inclusive na categoria principal, seguida pela Audi, com duas. Fiat, Grupo PSA, Jeep, Chevrolet e Volkswagen (indiretamente) ganharam uma cada.

CARRO DO ANO AUTOESPORTE 2017 - HONDA CIVIC

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO 
FOTOS: DIVULGAÇÃO COM MONTAGEM DO LOGO DA AUTOESPORTE


O segundo título de Carro do Ano da Autoesporte do Honda Civic foi apertado e sobre um concorrente direto de mercado. Tal como em 2006 (ano do lançamento do modelo e da festa de premiação), quando a oitava geração do sedã japonês superou o Renault Mégane por 84,83 contra 80,35. Dez anos depois, muita coisa mudou. Regulamento, nomes de categorias, jurados, o estilo dos modelos e, principalmente, a pontuação.

O agora fastback de três volumes e quatro portas, em sua décima geração mundial, quinta produzida no Brasil, somou 1.513 pontos, apenas 44 pontos a mais que o segundo colocado, o atual concorrente Chevrolet Cruze (1.469), que também chegou com nova carroceria no Brasil em 2016.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

CARRO PREMIUM DO ANO AUTOESPORTE 2017 - AUDI A4 2.0 TFSI

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


A Audi só foi ser campeã da segunda categoria mais antiga de Carro do Ano da Autoesporte na quarta eleição do então chamado Importado do Ano, em 1996, com a primeira geração do então sedã compacto A4. Dois anos depois, ganhou pela segunda vez com o luxuoso A6. Esperou cinco anos para voltar a vencer com o top A8 e, depois de um tricampeonato seguido da rival alemã Mercedes, engatou um tetra entre 2008 e 2011.

A4 - Carro Importado do Ano em 1996

A4 - Carro Premium do Ano 2009
A partir daí, a marca das quatro argolas já estava consagrada como a maior vencedora da hoje chamada Carro Premium do Ano, que premia os modelos que custam mais de 100 mil reais. E em 2017, a Audi arredonda a conta para 10 títulos com um tri do A4, promovido a sedã médio depois do lançamento do A3 Sedan.