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domingo, 12 de agosto de 2018


Com linhas retas, vidros dianteiro e traseiro amplos, traseira curta e alta dominada pelas lanternas e capô longo (que escondia um motor V12 5.0) com as tradicionais narinas da BMW em tamanho minúsculo, formado pela lataria, acima do para-choque e cercado pelos faróis de neblina e as luzes de direção, o Série 8 foi apresentado em 1989 para substituir o Série 6, sucesso nos anos 70.

Apesar dos faróis retráteis estarem fora de moda hoje em dia, o cupê esportivo - que não tinha moldura dos vidros nas suas duas portas e na lateral traseira (que abaixava) - ainda tem um estilo bem atual e atraente. Por isso, é lembrado por fãs da marca e também de todos os automóveis, inclusive este que vos escreve, que possui uma miniatura preta da Maisto em escala 1:18, aliás, o primeiro da minha coleção (também tenho um vinho de escala 1:43 do Auto Collection da Editora Del Prado).


Série 8 1989

Vinte e nove anos depois, o BMW Série 8 renasce com um novo estilo para substituir o Série 6, revivido nos anos 2000. Suas linhas estão ainda mais arredondadas. 
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domingo, 5 de agosto de 2018


O nome Blazer já tem quase meio século de história na Chevrolet. O utilitário surgiu nos Estados Unidos em 1969, como uma versão duas portas da grandalhona Suburban (equivalente à nossa Veraneio),  por sua vez derivada das antigas picapes C. Teve mais uma geração derivada da picape full size da marca e outras duas derivadas da compacta S10 (1982 e 1994). No Brasil, só teve uma única geração, com vários face-lifts, de 1995 a 2013. 




Quando a S10 americana deu lugar à Colorado em 2002, a Blazer passou a se chamar Trailblazer. Mas saiu de linha em 2010 e o nome passou a designar as versões da segunda geração da Colorado para o mercado asiático, aqui mantendo o nome de S10. A versão fechada também passou a se chamar Trailblazer em nosso país.

A Blazer pura e simples está voltando ao mercado norte-americano, muito mais esportiva que utilitário. Embora vá ter uma versão mais luxuosa, a Premier, com a frente de gravata dourada e grade horizontal com detalhes cromados, a maior atração do novo crossover é a versão RS, com frente nitidamente inspirada no face-lift do Camaro SS vendido nos Estados Unidos: emblema preto com contorno prateado e (enorme) grade com telas onduladas. As duas versões têm, em comum, as luzes diurnas de LED na parte superior e os faróis no para-choque.
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terça-feira, 31 de julho de 2018


No Japão, ele já está quase alcançando a maioridade. No Brasil, contudo, o Honda Fit vive uma adolescência complexa, pois o seu estilo monovolume caiu de moda e ele foi ofuscado pelo irmão com cara de utilitário esportivo HR-V. Tanto que a antiga versão aventureira Twist ganhou frente e traseira diferenciados e o nome de WR-V na atual geração. 

O Fit foi a primeira investida da montadora japonesa no segmento de compactos em nosso país, decidida um ano depois de seu lançamento por lá, em 2001. E é o segundo modelo da Honda fabricado na unidade de Sumaré (SP). O primeiro é o sedã médio Civic, desde 1997.

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sexta-feira, 20 de julho de 2018


Durante anos, a sueca Volvo ficou conhecida pelos seus sedãs e, especialmente, peruas de estilo quadradão. A linha compacta, formada pelo sedã S40 e a perua V40, deu início, em 1995, a um processo de arredondamento em suas linhas. Também pudera, o projeto era holandês (NedCar), desenvolvido em parceria com a Mitsubishi, que produziu sobre a mesma plataforma o Carisma.

O S80, sucessor do 960, levou o estilo arredondado para o segmento de topo em 1998, com a plataforma P2. Finalmente, em 2000, a Volvo suavizou as linhas do seu sedã médio com o S60, que ocupou o espaço do velho quadradão 850, renomeado S70 no face-lift para se alinhar ao novo padrão de nomenclatura da marca, assim como a perua 850SW virou V70. Começou a ser fabricado na Suécia, mas logo a produção também foi estendida à Bélgica e à Malásia.

Primeira geração (2000-2009)



O charme do S60 estava na caída arredondada do teto. Já a grade bem avançada em relação aos faróis retangulares arredondados (de máscara negra) e as lanternas traseiras em dois níveis, que acompanhavam os vincos da carroceria, eram comuns ao S80. Tinha 4,60m de comprimento e 2,71m de distância entre-eixos. Também teve a sua versão perua, mantendo a designação V70, que, aliás, foi lançada meses antes.


O primeiro S60 só tinha motores de cinco cilindros em linha, a gasolina ou diesel, com cilindradas 2.0, 2.3 e 2.4, esta última única sem turbo, e potência que ia dos 140 aos 250 cv. Hoje batizando praticamente todas as versões de modelos da Volvo, a T5 era apenas uma versão esportiva, com motor 2.3 turbo. Dois anos depois foram lançados dois motores turbodiesel, ambos 2.4, um com 130 cv, chamado simplesmente de D, e outro de 163 cv, chamado D5. A tração era dianteira, mas a versão 2.4T tinha opção integral. O câmbio era manual ou automático de cinco marchas. E ainda havia um pacote a mais de equipamentos chamado Optima.


Em 2004 ele ganhou um discretíssimo face-lift e mudanças na motorização, como a troca do 2.4 pelo 2.5, com a potência chegando a 210 cv, e a versão menos potente do 2.0T subindo para 180 cv. A T5 trocou o 2.3 pelo 2.4  de 260 cv. Uma nova versão esportiva passou a ser a top. A R tinha motor 2.5 turbo de 300 cv e opção de câmbio manual de seis marchas ou automático de cinco, ganhando uma velocidade a mais em 2005. O motor turbodiesel 2.4 do D5 passou a ter 185 cv, mantendo os 163cv para a versão básica, que substituiu o de 130 cv. Foram criados o pacote Kinetic, Momentum e Summum.



Segunda geração (2010-2017)

A segunda geração ficou ainda mais arredondada e musculosa em 2010. A frente continuava com a grade avançada em relação aos agora faróis ovalados, mas o que chamavam atenção eram as luzes diurnas de LED entre eles. A traseira ficou mais convencional, com as lanternas triangulares se concentrando na junção com a lateral e um aplique na tampa do porta-malas formando um bumerangue. Acima, o nome VOLVO mais espaçado.



A plataforma P2 deu lugar a P3, estreada na primeira edição do utilitário esportivo XC60. número que foi adotado na perua, que passou a se chamar V60. O comprimento aumentou para 4,63m e a distância entre-eixos para 2,77m.

Toda a linha passou a contar com turbo no motor, mas o de cinco cilindros passou a dividir espaço com os de quatro e seis cilindros e, ainda assim, inicialmente somente movidos a diesel, como o D3 2.0 de 136 e D4. de 163 cv. Com gasolina e quatro cilindros, apareceram duas versões 1.6, com 150 e 180 cavalos, batizados, respectivamente de T3 e T4, nomenclatura que era usada na versão esportiva da primeira geração, antes de chegar a R. A cilindrada baixa também estava presente com diesel, apenas com 114 cv. A 2.0 a gasolina era apenas chamada de 2.0T e rendia 203 cv. Com seis cilindros foi lançada a T6 3.0, com 305 cavalos e tração integral. O câmbio podia ser manual ou automático de seis marchas.





O maior destaque do segundo Volvo S60 foi a tecnologia de segurança, principal especialidade da Volvo, como o City Safety, que incluía detector de pedestres com redução de velocidade ou frenagem automática para evitar colisão com o carro da frente.

A tecnologia não se limitou à proteção dos ocupantes e pedestres, com a inclusão posterior do detector de tráfego cruzado e de ciclistas. Chegou à motorização também. Primeiro com o sistema Start-Stop nas versões Drive-E, que desliga o motor nas paradas de trânsito.



Um face-lift, três anos depois do lançamento da segunda geração, aumentou os faróis e eliminou aquelas luzes de LED junto à grade, e também trouxe novidades na mecânica e na segurança, com direito a uma nova versão esportiva: a Polestar, inicialmente com motor turbo de seis cilindros 3.0 com 351 cv, substituído depois por um de quatro cilindros 2.0 biturbo de 367 cv. O motor de cinco cilindros a gasolina 2.4 voltou à linha na versão T5 com 254 cv. E o acabamento R-Design, antes restrito ao mercado norte-americano (quando tinha um 6 cilindros de 329 cv), tornou-se mundial na versão T6 com o 2.0 4 cilindros biturbo de 306 cv. O câmbio automático passou a ter oito marchas. Outra nova versão foi a Cross Country, uma série especial com suspensão elevada limitada a 500 unidades. Em 2015 foi lançado o Volvo S60L T6 Twin Engine PHEV (Plug-in Hybrid Eletric Vehicle), que combinava um motor 4 cilindros 2.0 a gasolina com um elétrico que podia ser carregado na tomada. mas era exclusivo do mercado chinês, onde também passou a ser fabricado, depois que a Volvo foi comprada pela Geely.



Terceira geração (2018)

Apresentada este ano, a terceira geração passa a adotar a plataforma modular SPA e elementos estéticos de seus irmãos S90, XC90, V90, XC60 e V60, como a grade mais vertical e recuada, faróis com luzes de LED em forma de T (o chamado Martelo de Thor) e traseira com lanternas em C com luzes formando um E, como no sedã maior. Só o perfil é mais esportivo, com teto mais arredondado e linha de cintura elevada.



Se o S60 anterior tinha botões no centro do console flutuante (o painel central era fino e curvo, abrindo um vão na parte de trás) na posição vertical, lembrando um controle remoto de televisão, o novo, seguindo a tendência da redução de botões de celulares, tem a tela vertical, como os irmãos. O City Safety agora também detecta animais de grande porte, como cavalos e bois (ou alces, comum nas estradas europeias, principalmente suecas). O Pilot Assist comanda a direção, aceleração e frenagem em estradas a até 130 km/h; aviso de saída de faixa com correção; alerta de tráfego cruzado com frenagem automática e sistema de entretenimento Sensus Connect com Android Auto, Apple CarPlay e navegador, entre outros.



Além dos botões, também foram eliminados os motores a diesel, pivô de escândalos de fraude no controle de emissão de poluentes por outras montadoras. Toda a linha terá motores a gasolina ou híbridos. E toda com o mesmo motor 2.0 turbo com injeção direta, que se desdobra em várias versões, como a T5, com 254 cavalos e a T6, com 320 cv. Associada a um motor elétrico, esta última versão, com sobrenome Twin Engine gera 344 cv. Na versão T8 Twin Engine são 410 cv. A esportividade com rodas escurecidas, spoilers, pinças de freio e cintos de segurança amarelos está no pacote Polestar Engineered e mais dez cavalos. O câmbio é automático de oito velocidades e, inicialmente, só as versões híbridas têm tração nas quatro rodas.






Se as duas primeiras gerações foram fabricadas na Suécia, Bélgica, Malásia e China, o terceiro S60, começará a ser produzido em Charleston, nos Estados Unidos, mais um país incluído no mapa de produção do sedã médio da Volvo. 

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO




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quarta-feira, 11 de julho de 2018



O Volvo S60 é o segundo sedã da marca sueca (de propriedade da chinesa Geely), depois do S90, a usar a plataforma modular SPA (Scalable Product Architecture), o estilo com grade côncava, os faróis com leds em "Martelo de Thor", a traseira com lanternas em formato de colchete (quando acesas formam a letra E) e o painel interno com tela multimídia vertical. Mas seu estilo é aparentemente mais esportivo, com para-choques mais recortados, linha de cintura lateral ascendente e teto com caída mais suave.


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terça-feira, 3 de julho de 2018



Primeiro sedã compacto da Ford no Brasil, o Corcel foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em 1968. O nome aproveitou o sucesso do Mustang nos Estados Unidos e também fazia referência a uma raça de cavalos. 

O Corcel tinha quatro portas, linhas retas, bom espaço (tinha opção de bancos dianteiros individuais ou um inteiriço), boa visibilidade, bom acabamento e posição de dirigir cômoda. Seu projeto, chamado M, era da Renault e aqui no país seria lançado pela Willys, mas, quando a Ford comprou esta marca um ano antes, ela assumiu o desenvolvimento, fazendo algumas modificações no motor, câmbio e suspensão para se ajustar ao terreno irregular do país. Na Europa, o projeto foi lançado como Renault 12 e também tornou-se um carro emblemático.


Renault 12


O motor do Corcel era de quatro cilindros, 1.3 de 68 cavalos brutos de potência. Em seu primeiro ano de mercado, em 1969, o Corcel vendeu quase 50 mil unidades.
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sexta-feira, 29 de junho de 2018



Como hatch de entrada na linha da Audi, a primeira geração do A1 fracassou. Era caro para ser um carro acessível, um pouco apertado, estava com equipamentos desatualizados, tinha acabamento muito simples e não era esportivo o suficiente - apesar da coluna do teto prateada ou de cor diferenciada - para conseguir agradar alguém. Surgiu com apenas com duas portas e demorou um ano para ganhar a versão Sportback, de quatro, para ver se decolava. Não decolou.


A segunda geração quer mudar tudo isso. Para começar, ficou maior em comprimento, que passou de 3,95m para 4,03m. A distância entre-eixos não foi divulgada, mas como ele usa a mesma plataforma modular MQB A0 do Polo, provavelmente é de 2,56m, medida do modelo da Volkswagen. A estrutura também é usada nos Seat Ibiza e Arona. Largura (1,74m) e altura (1,41m), no entanto, foram reduzidas em um centímetro.



O estilo ficou bem mais esportivo. Se o anterior se destacava pela coluna de sustentação do teto contínua, o novo A1 chama atenção pela larga e inclinada coluna C que parece flutuante com o escurecimento do teto, de quem "se separou". O recurso estético foi inspirado no antigo cupê Audi Quattro, campeão mundial de rali na década de 1980, de quem também "tomou emprestado" a fenda para entrada de ar tripartida acima da grade hexagonal com filetes tridimensionais, assim como a barra para a placa de licença. O conjunto se sobressai sobre o para-choque de texturas variadas entradas de ar, algumas delas falsas. 


Audi Quattro - campeão de ralis na década de 1980

Os faróis têm máscara escura e são delineados por luzes de LED, assim como as lanternas traseiras. As rodas podem ter de 15, 16, 17 e 18 polegadas. O A1 chegará ao mercado exclusivamente na versão Sportback, com quatro portas.




Esqueça aquele painel minimalista, com saídas redondas de ar, quinas arredondadas e tela multimídia próxima ao para-brisa. No novo A1, o painel ficou maior, mais sofisticado, voltado para o motorista com uma inclinação de 13 graus e com saídas de ar retangulares, verticais ao redor do quadro de instrumentos virtual e uma única seção horizontal, ao estilo do A8, do Volkswagen Passat e do Honda HR-V, que lançou este estilo de difusor de ar contínuo. As versões mais esportivas têm molduras coloridas nas saídas de ar, console e maçanetas. 



O espaço interno aumentou bastante com o aumento da distância entre-eixos. O banco traseiro agora dispõe de três lugares e não mais dois, como o antigo. O assoalho ficou mais baixo. O porta-malas também cresceu: passou de 270 para 335 litros de capacidade.



O sistema multimídia MMI terá duas opções de tela sensíveis ao toque: uma com 8 e outra com 10,1 polegadas. Entre outros equipamentos de conforto se destacam o ar condicionado digital de duas zonas (com botões físicos), iluminação ambiente em LED com 30 opções de cores, carregador de smartphone por indução magnética e o sistema de som Bang and Olufsen com 11 alto-falantes e 560 watts.

Entre os itens de segurança e condução autônoma estão programador de velocidade ativo (funciona até 200 km/h), sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, sistema de frenagem de emergência, alerta de mudança involuntária de faixa, que também corrige a trajetória, alerta de veículos em ponto morto e sistema de estacionamento semi-automático (o motorista deve controlar os pedais do freio e do acelerador). 

Assim como a Volkswagen, a Audi passou a designar as versões de motorização de seus modelos usando uma característica do propulsor. No entanto, enquanto a marca popular está usando, no Brasil, simplesmente o torque em Newton-metro, a premium adotou uma estranha escala de potência em kilowatts (kw), unidade padrão na Alemanha. 

Desta forma, os dois motores tricilíndricos, com turbo e injeção direta 1.0 TFSI são diferenciados pelo código 25 TFSI (95 cv) e 30 TFSI (115 cv). O 1.5 e o 2.0 são de quatro cilindros e são identificados, respectivamente como 35 TFSI (150 cv) e 40 TFSI (200 cavalos). 


Quase todos os Audi A1 serão equipados basicamente com câmbio manual de seis marchas, tendo como opcional um automatizado de dupla embreagem e sete velocidades, que é de série na versão mais potente. Apesar de ter o estilo inspirado no Quattro, que ainda batiza a tração integral da Audi, no A1 a força motriz está apenas nas rodas da frente. 

Haverá, também, duas opções de suspensão: a mais simples é mais esportiva, com ajuste mais firme, e a outra tem amortecedores controlados eletronicamente e vários níveis de ajuste pré-definidos. É preciso lembrar que a versão 25 TFSI, a mais simples, tem freios traseiros a tambor, enquanto nas demais são a disco. 


Fabricado na planta da SEAT, em Martorell, Espanha, o novo Audi A1 ficou maior, mais esportivo, tecnológico e equipado. Tem de tudo para fazer esquecer a primeira geração. 

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO



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segunda-feira, 25 de junho de 2018


A Volkswagen, que só tinha no Brasil o Tiguan de primeira geração e o Touareg, de segunda, pretende lançar quatro novos utilitários por aqui até 2020: o compacto T-Cross, o médio-grande Tarek e o grande Atlas. E o quarto?

O quarto já está nas concessionárias: é a segunda geração do médio Tiguan, que era compacto e agora cresceu de tamanho, passando de 4,42 para 4,71 metros no comprimento, de 1,81 para 1,86m na largura e de 2,60 para 2,79m na distância entre-eixos. Só a altura que baixou de 1,70 para 1,66m. Ele ganhou linhas mais retas, muitos vincos e cantos mais vivos. A parte frontal, que mistura faróis e a grade de aletas perfuradas, é tão reta quanto o resto da carroceria. A traseira tem lanternas retangulares diagonais, com lentes em LED realçando um bumerangue quando acesas. No interior, o painel tem revestimento com toque macio, mas notei algumas folgas na montagem.
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quarta-feira, 13 de junho de 2018



Quando a Volkswagen lançou o Up! na Europa, em 2011, ela desejava que o compacto fosse o Fusca do século XXI. Não conseguiu. Aqui no Brasil, o modelo acabou se sofisticando e virando um veículo para gente jovem. Foi posicionado até acima do Gol. 

Assim, desde os anos 70 do século passado, a montadora alemã tenta encontrar um verdadeiro sucessor para o seu primeiro carro do povo.

Na Europa, Golf, Polo, Lupo e o próprio New Beetle foram os que ganharam a promessa de suceder o velho besouro. Aqui no Brasil, antes do Gol e do Fox (o VW 1600 Zé do Caixão, Variant e TL eram derivados para formar linha), a primeira tentativa quase bem sucedida foi com o Brasília, em 1973.

Construído sobre a plataforma derivada do Fusca, mas configurada para o Karmann Ghia, o carro batizado em homenagem à capital do país mantinha o conceito de tração traseira e motor de quatro cilindros opostos, refrigerado a ar e instalado atrás usado em todos os modelos da marca até a chegada do Passat, com o seu motor dianteiro a água. O propulsor no caso era o 1600 com um carburador de corpo simples, que rendia 60 cavalos de potência bruta. Os pneus eram diagonais e de aro 14.

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sábado, 9 de junho de 2018


Há vinte anos, o Brasil vivia o último ano da sua economia próspera, com moeda estável, apenas um pouco mais cara que o dólar e atraindo investimentos estrangeiros. Montadoras já instaladas no país, como a General Motors, fabricavam aqui os seus melhores modelos, poucos meses depois de lançados na Europa, como as segundas gerações do Vectra e do Corsa.

A calmaria financeira também motivou a montadora de matriz norte-americana a importar da Europa, embora com um certo atraso, interessantes cupês esportivos como o Calibra, derivado do Vectra, e o Tigra, lançado no Brasil exatamente em 1998, importado da Espanha, quatro anos depois de chegar ao mercado europeu e cinco após ser apresentado como conceito de um roadster no Salão de Frankfurt 1993.
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domingo, 3 de junho de 2018


Da série "Até tu, Brutus?!", falamos agora da Rolls-Royce, que é mais uma marca de luxo a aderir ao segmento de utilitários esportivos. Sua primeira investida na categoria é com o Cullinan, baseado na plataforma chamada de "Arquitetura de Luxo", totalmente de alumínio, usada no sedã Phantom. Como ele, tem as portas laterais traseiras de abertura suicida.
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