domingo, 5 de julho de 2015

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - MINI CLUBMAN

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Aos poucos, a linha da nova geração do Mini vai aumentando. Depois do hatch e de sua inédita versão de quatro portas, a releitura luxuosa do clássico compacto inglês, agora de propriedade da alemã BMW, ganhou a tradicional perua Clubman, que substitui a carroceria lançada em 2007.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

LANÇAMENTO - VOLKSWAGEN GOLF VARIANT

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Vemaguet, Caravan, Belina, Variant, Marajó, Parati, Panorama, Quantum, Elba, Ipanema, Escort SW, Palio Weekend, Corolla Fielder, Spacefox, Mégane Grand Tour, Jetta Variant... há quase sessenta anos as peruas têm um lugar especial no coração dos brasileiros.

No entanto, com a reabertura das importações, veio o modismo das minivans (que também não pegou) e dos SUVs, veículos mais altos, que deveriam ser usados em terrenos acidentados, mas ocuparam o lugar das internacionalmente chamadas station-wagons nas cidades, no mercado e também na preferência nacional.

Por isso, as peruas (como ficaram conhecidas no Braail) foram desaparecendo do catálogo das montadoras. A Fiat Palio Weekend resiste, mas ela não entrou na segunda geração do Palio e a sua plataforma é de 1997, quando foi lançada. Modelos como Logan, Focus, Fusion, Civic e Cruze possuem versões peruas no exterior que não vieram para cá. A Corolla Fielder e a Mégane Grand Tour, que fizeram sucesso por aqui, foram renovadas lá fora, mas não no Brasil.



Além da Spacefox, ainda à venda com carroceria de 2006 e que sepultou a Parati, a Volkswagen também tinha as versões com porta-malas alongado do Jetta e do Passat, ambas chamadas Variant. Este último aguarda a nova geração. Já a perua do Jetta deu lugar à perua do Golf de sétima geração.

E é com esta última que a Volks tenta reativar o segmento no Brasil. Após muita procura no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado, onde foi exposta, ela decidiu trazer do México a Golf Variant, derivada da moderna plataforma modular MQB do hatch (por enquanto, também fabricado lá, mas em breve será nacional), para o mercado brasileiro. E pensar que eu apresentei este mesmo modelo na coluna Baba, Brasil!, lá em 2013. 

A Golf Variant está disponível em duas versões, ambas com o motor 1.4 TSI de 140 cavalos (com o sistema Start-Stop) e câmbio automatizado DSG de sete marchas. São as mesmas versões do hatch: Comfortline, que custa R$ 87.490, e Highline, por R$ 94.990. E a mesma grande quantidade de opcionais também. Só não tem a GTI.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

GUSCAR MOTO - AVALIAÇÃO - DUCATI PANIGALE 1199S / DUCATI PANIGALE 899





TEXTO E MEDIÇÕES: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DUCATI

"Dois hipopótamos no parque de diversões, um irmão mais velho e um irmão mais novo". Sim, foi essa comparação bizarra que ouvi durante a avaliação destas duas Ducati Panigale. E o local foi dos mais interessantes: O kartódromo onde Ayrton Senna correu quando era iniciante. Inigualável!

O foco era a "babygale", mas claro que o GUSCAR não perderia a chance de comparar a 899 com a 1199. As motos compartilham algumas ideias, como o motor bicilíndrico cheio de torque fazendo parte da estrutura principal e a exigência de perícia para domar tanta brutalidade em pistas travadas. Só para comparar, no circuito de 8 curvas e 2.100 metros do ECPA, a 1199 marcou 1m10s30 contra 1m13s33 da 899. Dessa vez, as voltas na pista não foram medidas, apenas serviram de referência subjetiva e aperitivo para as provas de arrancada do final da tarde.

domingo, 28 de junho de 2015

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - MERCEDES GLC

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Recentemente, a Mercedes anunciou a mudança de nomenclatura de seus crossovers, cupês e roadsters, de acordo com a plataforma dos sedãs tradicionais da marca alemã (A, C, E e S). Um exemplo é o roadster SLK que vai passar a se chamar SLC. Alguns já estavam adaptados, como o crossover GLA e o cupê de quatro portas CLA, derivados do Classe A. O luxuoso Classe S vai se chamar Maybach. O roadster SL vai manter o nome por causa da tradição de seus mais de 60 anos. 

Não será uma mudança brusca. À medida que os modelos forem reestilizados totalmente ou parcialmente mudarão de nome. O Classe M já virou GLE com um face-lift. Agora é a vez do quadradíssimo GLK dar lugar ao elegante GLC, derivado do sedã Classe C.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - CHEVROLET CRUZE 2016

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Este é o verdadeiro Chevrolet Cruze de segunda geração. Não que o modelo apresentado no Salão de Pequim do ano passado e que foi mostrado aqui no Guscar seja o falso. É que este é voltado para os mercados asiáticos. O Chevrolet Cruze ocidental tem linhas mais arrojadas. 

Se a versão chinesa tem aparência coreana, o modelo norte-americano, apresentado ontem, parece mais europeu. A frente é mais bicuda. A grade fina mais curvada. Os faróis têm desenho mais recortado e trazem xenônio e LEDs. O do chinês é elíptico. A grade maior no para-choque também é trapezoidal, mas o para-choque é mais musculoso. 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

TESTE RÁPIDO - CHEVROLET COBALT GRAPHITE



TEXTO E MEDIÇÕES: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: CHEVROLET

A propaganda diz “sofisticação com um acabamento mais sóbrio e elegante”. Toda publicidade é otimista, ainda mais a da Chevrolet. E neste Cobalt Graphite a história segue previsível. Ela é oferecida por R$64.690, nada menos que R$5.840 mais cara que a versão LTZ (R$58.850). Se optar pelo câmbio manual, o preço baixa para R$61.150. Sim, você leu certo, Cobalt por mais de R$60mil.

LANÇAMENTO - MITSUBISHI OUTLANDER 2016


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA CARRO


No texto de lançamento da atual geração do Outlander, em setembro de 2013, eu já dizia que a Mitsubishi ousou tanto no estilo que ele ficou careta demais. E parece que eu não fui o único insatisfeito com o novo visual do crossover japonês. A rejeição foi mundial.

Tanto que, menos de dois anos depois do seu lançamento no Brasil, o Outlander já está de cara nova para a linha 2016. Ok. No exterior a mudança obedeceu aos três anos necessários para o face-lift. Mas a Mitsubishi do Brasil tratou logo de trazer a reestilização, apresentada no Salão de Nova York, há apenas dois meses, que se limitou à frente e a traseira.

Outlander 2014

Aquela grade estreitíssima entre os faróis igualmente retos, com prolongamento na lateral em formato de bumerangue deu lugar a um conjunto, desta vez, agradavelmente arrojado e futurista, com grossos filetes cromados na grade, faróis com novo recorte e outro par de frisos cromados que nasce horizontalmente em cada farol e segue verticalmente até o para-choque, emoldurando também a entrada de ar e os faróis de neblina. A ideia da nova frente veio de dois conceitos (XR-PHEV e GC-PHEV) apresentados no Salão de Genebra do ano passado. O novo Outlander ficou com cara de samurai.




segunda-feira, 22 de junho de 2015

LEMBRA DE MIM? - VOLKSWAGEN APOLLO

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


O primeiro carro nacional clonado por uma marca diferente e vendido simultaneamente com o modelo original está completando 25 anos. O Volkswagen Apollo foi a primeira experiência de um novo passo da Autolatina, holding que controlava a Volks e a Ford entre 1987 e 1995: carrocerias iguais com marcas diferentes. Antes, já compartilhavam os motores AP1800 da Volkswagen e o CHT 1.6 da Ford. A unificação das concessionárias, que aconteceu na Argentina, não foi levada adiante no Brasil. 

O modelo clonado foi o Ford Verona, versão três volumes e apenas duas portas do Escort, lançado no finalzinho de 1989. Em junho de 1990 chegou o Apollo, ironicamente batizado em homenagem ao Deus grego da beleza, nas versões GL e GLS, que se diferenciava do Verona por outros pequenos detalhes estéticos e mecânicos além do emblema Volkswagen.