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quarta-feira, 25 de maio de 2016

AVALIAÇÃO - FORD RANGER LIMITED



TEXTO E MEDIÇÕES: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: FORD

Tecnologia, conforto de rodagem, custos menores e visual renovado por dentro e por fora. Como de praxe, a versão cedida para teste era a mais equipada e cara Limited, que marca R$179.900 na tabela. Aproveitamos para comparar a novidade com a Toyota Hilux SRX (R$188.120), Chevrolet S10 High Country (R$167.490), Volkswagen Amarok Dark Label (R$142.003) e Fiat Toro Volcano (R$116.500). Todas cabine dupla, motor diesel e câmbio automático. Acredite, a grande diferença de projetos e preços motiva a muitas reflexões, como a real necessidade de desempenho, tamanho de caçamba, maciez ao rodar
ou robustez a longo prazo.

Cara nova e painel renovado, laterais e traseira pernanecem como estão. O resultado é positivo e agradável, com muitos cromados na grade, retrovisores, maçanetas e estribos. "Visual gringo, ficou show", ouvi do dono de uma recém-comprada Toro Diesel. No geral, os comentários convergiram a uma impressão positiva, mais agradável que a Hilux, mais esportiva que Amarok, menos "oriental" que a S10 e não tão exótica quanto a Toro. Quanto à promessa de redução de custos nas revisões, confirmamos a queda dos valores na rede autorizada, ligando para nada menos que 23 concessionárias nas regiões metropolitanas dos estados de MG, RJ e SP. Restava comprovar as outras novidades do material de propaganda.

domingo, 22 de maio de 2016

HISTÓRIA EM FOTOS - SEDÃS MÉDIOS DA ALFA ROMEO

Alfa Giulia - 1962-1978


O novo Alfa Romeo Giulia homenageia o velho sedã homônimo, produzido entre 1962 e 1978. Um ano antes do seu fim (1977) surgiu a Nuova Giulietta, que deu lugar ao 75 em 1985. Em 1992 surgiu o 155, de estilo reto e discreto, embora famoso por ter participado do turismo alemão DTM e vendido no Brasil como importado em 1996. O 156, de 1997, foi eleito o Carro do Ano europeu. Também foi vendido aqui de 1998 até a marca italiana abandonar o país em 2006, quando foi lançado o seu sucessor 159, que tinha frente inspirada no cupê Brera e durou até 2011, marcando o início do jejum de quatro anos sem um sedã da Alfa Romeo.  

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - ALFA ROMEO GIULIA

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


No ano passado, mostrei aqui as primeiras fotos do Alfa Romeo Giulia, o primeiro sedã da marca italiana desde que a Fiat comprou a Chrysler e desde o fim de produção do antecessor 159 em 2011. Só que o modelo foi mostrado inicialmente na versão superesportiva Quadrifoglio Verde.

Agora é a vez de mostrar as versões "civis", ou melhor, as de aparência luxuosa que farão parte da linha. E, tirando as rodas escurecidas e de 19 polegadas do QV, não houve uma mudança radical no estilo externo. As versões mais "simples" têm rodas entre 16 e 17 polegadas com desenho cromado e para-choques um pouco mais comportados. Na frente é ligeiramente mais fechado e atrás há apenas um par de escapamentos. A tampa do porta-malas não tem o aerofólio.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

ESPECIAL - TESTE DE CONSUMO - TOYOTA COROLLA E VOLKSWAGEN JETTA



TEXTO E MEDIÇÕES: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

"Qual é o mais econômico: Corolla aspirado flex ou Jetta turbo a gasolina?". Recebemos essa questão com certa freqüência no GUSCAR e, após rodar 750 quilômetros e gastar R$200 nos postos, conseguimos algumas respostas para a dúvida. O Toyota rodou em dobro, com etanol e gasolina, e teve ajuda de sua transmissão CVT, já o Volkswagen teve a seu favor um motor moderno fruto do "downsizing" mundial. O trajeto-padrão de 250 km foi percorrido com algumas regras, para conseguirmos números confiáveis. Nos trechos de estrada, mantivemos velocidade mínima de 80 km/h, máxima de 110 km/h e média exata de 100 km/h , números garantidos por GPS e dois cronômetros. Na cidade, mínima de 15 km/h e máxima de 70 km/h, com média de 40 km/h. Vidros fechados e climatização desligada, por sugestão de ambas fabricantes. Não só os números de rendimento (km/litro) e consumo (litros/250km) foram importantes, mas também a proporção de preço e autonomia dos dois combustíveis para comparação direta dos dois carros.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

BABA, BRASIL! - FIAT TIPO

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Esta seção, normalmente, é frequentada por modelos da Renault e da Opel, mas agora é a vez da Fiat fazer a sua terceira participação com o ressuscitado Tipo (já falei do "novo" Doblò em 2011 e do 500X em 2014). Uma parte da culpa pela sua presença no Baba, Brasil! é a incerteza político-econômica do Brasil. A outra é a arrogância da marca italiana com fábricas em Betim (MG) e Goiana (PE).

No ano passado, a Fiat turca lançou o Aegea, um moderno sedã - construído sobre a plataforma do Renegade, da picape Toro e do 500x - que pretende substituir o Linea, derivado do Punto, que também nasceu lá. A matriz italiana gostou tanto do projeto, apesar da traseira muito curta e da caída um pouco brusca do teto, que decidiu vendê-lo em todo o continente europeu, mantendo a fabricação na Turquia. Mas para isso era preciso um nome mais apelativo e novas carrocerias.


Assim, ela decidiu resgatar o Tipo, que batizou o hatch médio da Fiat entre as décadas de 80 e 90 (mais precisamente 1988-1995), agora também num sedã. Curiosamente, a montadora já tinha feito isso com o antecessor do Novo Tipo, o Bravo, que por sua vez resgatou a versão de três portas do sucessor do velho Tipo. Deu pra entender? Só falta batizar o sucessor do novo Tipo de Stilo.

Fiat Tipo, vendido na Europa entre 1988 e 1995 e no Brasil entre 1993 e 1996

domingo, 15 de maio de 2016

EM BREVE NO BRASIL - CHEVROLET TRACKER 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO



A importação do México, com cotas limitadas a 12 mil unidades por mês, intimidou a participação do Chevrolet Tracker no selvagem mercado dos utilitários esportivos compactos, disputado no Brasil por Ford Ecosport, Renault Duster, Honda HR-V, Jeep Renegade e Peugeot 2008.

Desde 2013, quando chegou, não vendeu mais do que 15 mil unidades. Em abril deste ano foi o quinto mais vendido com apenas 922 unidades. O quarto colocado, o Renault Duster, vendeu 1.932. Somente no final do ano passado ele ganhou a versão mais simples, a LT. 

Em dezembro, a GM espera mudar a sua história e o Tracker terá uma segunda chance no mercado brasileiro com uma nova frente.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

SONHO DE CONSUMO - BMW i8


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


Se estivesse na década de 1980, o BMW i8 seria chamado de o carro do futuro. Mas já estamos no Século XXI e o futuro já começou, como diz a música da mensagem de fim de ano da Rede Globo de Televisão. E o i8 também já está à venda no Brasil. Os R$ 799.000 pedidos pelo cupê fazem dele um verdadeiro sonho de consumo.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

AVALIAÇÃO - BMW X1 SDRIVE20i X-LINE



TEXTO: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

"Menos SW, mais SUV", foi o resumo que ouvi do gerente da concessionária que cedeu o carro para avaliação. Visual mais robusto e agressivo, nova plataforma (do crossover 225i e Mini Clubman), tração dianteira e a troca da transmissão ZF por uma Aisin, mantendo as oito marchas. E acredite: A lista de equipamentos de série é mais longa que o texto que eu tinha preparado para esta avaliação! O carro melhorou em quase tudo e nos pontos onde teria piorado, a diferença não é significativa. Vale a análise.

Embora o modelo já seja produzido no Brasil desde a primeira quinzena de março deste ano, o carro que avaliamos ainda é o trazido da cidade alemã de Leipzig e com motor "mono". A avaliação do flex fica prometida para o quanto antes possível. O X1 sDrive20i "básico" é oferecido por R$167mil. Com o pacote X-Line passa para R$180mil. Já a única versão com tração 4X4 fica nos R$200mil. Como os vendedores afirmaram que mais da metade das vendas são da "versão do meio", é com elas que demos nossas voltas.