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domingo, 19 de outubro de 2014

NO MERCADO - SUZUKI SWIFT SPORT


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


A japonesa Suzuki é mais conhecida no Brasil pelas suas motos e seus carros utilitários esportivos compactos. No caso dos automóveis, foi muito popular por aqui nos anos 1990. Mas deixou o nosso mercado em 2003, quando tinha acabado de lançar o Ignis. Voltou apenas cinco anos depois, priorizando novamente os utilitários esportivos. 

Na primeira passagem da Suzuki Veículos entre nós, contudo, um carro de passeio fez muito sucesso: o hatch compacto Swift (que muitos brasileiros o associavam à famosa marca homônima de salsichas e patês). Ele tinha frente em cunha, teto alto e janelas amplas, com faixa preta degradê nas colunas traseiras. Era vendido tanto com motor 1.0 (que concorria em preço com o Kadett SL 1.8 e o Prêmio CSL 1.6), duas ou quatro portas, quanto o invocado GTi, com duas portas (que tinha o vidro traseiro mais curvado) e motor 1.3 de 100 cavalos (o downsizing ainda não era moda na época). Também tinha um conversível 1.3 e um sedã 1.6. O Swift foi embora quando reestilizado para a terceira geração (que não veio pra cá, assim como a primeira, de 1983. A vendida aqui era a segunda, de 1988) e demoraria quase duas décadas para voltar ao nosso país.

Swift 1993
O retorno só acontece agora, dezenove anos depois, com a carroceria da quinta geração. O antigo GTi foi a inspiração, pois o foco do novo Swift agora é a esportividade.  Tanto que ele só chega nas apimentadas versões Sport e Sport R. Ambas com motor 1.6 de 16 válvulas com comando variável, de incríveis 142 cavalos. Parece potência de turbo, mas é aspirado. O câmbio é manual de seis marchas.

O estilo ficou com aparência de monovolume. Lembra até o Kia Soul. Tão estranho quanto o coreano. Faróis e lanternas assumiram um formato vertical e côncavo. A grade dianteira ficou enorme, atravessando o para-choque e só dividido pelo suporte da placa. Para transmitir mais esportividade, o Sport R tem teto de cor diferente. Mas destoa ao ser oferecido apenas com quatro portas, um costume que se tornou moda no Brasil desde a última década. Lá no exterior, há a opção de duas portas, com motor 1.2, câmbio CVT e tração 4x4.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - LAND ROVER DISCOVERY SPORT

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


No mês passado, falei aqui no Guscar do XE, o novo sedã compacto da Jaguar. que poderá ser montado na fábrica que o grupo Jaguar-Land Rover está construindo em Itatiaia, no interior do estado do Rio de Janeiro. Mas o primeiro a sair da linha de produção deverá ser o SUV Discovery Sport, da Land Rover, outra tradicionalíssima marca inglesa adquirida pela indiana Tata Motors. 

Engana-se quem pensa que o Discovery Sport, revelado no Salão de Paris deste ano, será o substituto do modelo homônimo, lançado em 1989 e que está em sua quarta geração (contando os face-lifts também). Ele faz parte de uma nova estratégia de mercado da marca-mãe dos utilitários esportivos de luxo. No entanto, substituirá o Freelander (de 1997), que perdeu o posto de menor Land Rover para o Evoque.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

LANÇAMENTO - MERCEDES GLA


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA CARRO 


O Mercedes GLA não chega a ser um utilitário esportivo. Mas o termo crossover também fica em dúvida com a ausência da tração integral na sua versão inicial  para o mercado brasileiro. A aparência de um Classe A (hatch médio que cedeu a sua plataforma) anabolizado e com suspensão elevada, além do espaço apertado e do porta-malas razoável, reforçam essa dúvida.

A força motriz nas quatro rodas só está disponível na versão GLA250 (com motor 2.0 de 211 cv), que só chegará no ano que vem. Em 2016 a versão nacionalizada sairá da fábrica de Iracemápolis, interior de São Paulo. A versão esportiva AMG também fica pra depois. 

Por enquanto ele vem direto da Alemanha e a única nomenclatura importada é a GLA200, com o velho conhecido motor 1.6 turbo e injeção direta de 156 cavalos, com comando variável das válvulas de admissão. O câmbio é o automatizado 7G-Tronic, de sete marchas e dupla embreagem, que fica exclusivamente no volante.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

COMPARATIVO - KA x UP! x MARCH x ONIX


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE E DE CUSTO DE MANUTENÇÃO: REVISTA QUATRO RODAS


O Volkswagen Up! chegou em fevereiro, para substituir a carroceria antiga do Gol (chamada de G4), fazer uma revolução no segmento de compactos e de preferência ser o novo Fusca. Não o luxuoso, mas o velho besouro e sua popularidade.

Como aquele convidado de festa de aniversário que chega primeiro e precisa esperar os outros para partir o bolo, o Up! precisou aguardar a chegada dos renovados Ford Ka e Fiat Uno para ser comparado aqui no Guscar.

Os dois já chegaram ao mercado. Mas como o Up! só é vendido com motor 1.0 e as revistas não liberaram o teste do Uno com esta cilindrada, decidi excluir o Fiat da festa, deixando-o para um outro comparativo, com motores maiores, que eu farei nos próximos meses. Mesmo se eu fizesse um meio a meio, com Up e Ka 1.0 e Onix e Uno Evolution 1.4 com Start-Stop haveria um desequilíbrio técnico.

Sem o Uno, decidi, então, "chamar" o Chevrolet Onix (que já estava convidado) e o Nissan March (me recuso a chamar o face-lift de New) para enfrentar os estreantes Up! e Ka. Todos com motor 1.0, claro, câmbio manual e nas versões mais completas.

No ranking dos mais vendidos do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), no acumulado de janeiro a setembro, o líder entre os quatro foi o Onix (104.809), seguido pelo Up! (41.469) e o March (16.280).

Lançado apenas em agosto, o Ka tem apenas 10.767 unidades emplacadas este ano, mas em setembro vendeu mais que o Volkswagen Up! (7.093 contra 6.272). O Onix foi o terceiro mais vendido de setembro, Ka e Up! ficaram em 12º e 14º respectivamente e o March apenas o trigésimo, entre todos os carros do mercado.

A intenção do comparativo, no entanto, não é apontar o melhor hatch compacto do mercado, mas avaliar os dois novatos contra os seus principais concorrentes, além de saber como o March renovado fabricado em Resende se sai com motor 1.0 (ele já venceu um comparativo em junho com o 1.6) e se o Onix ainda tem fôlego aos dois anos de idade. Os dados de teste são da revista Quatro Rodas.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

AVALIAÇÃO - VOLKSWAGEN FOX HIGHLINE 1.6 16V




TEXTO: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

O Fox chega à sua linha 2015 com novidades relevantes para a segurança e desempenho. Motor 16 válvulas, câmbio de seis marchas e controles eletrônicos de tração e estabilidade chamam a atenção de quem estava acostumado à mania da Volkswagen em não instalar em seus carros os equipamentos já apresentados pela concorrência. Novo caminho.

A potência e torque subiram pouco. Considerando a força dos motores abastecidos com gasolina, são 101 cavalos e 15,4 kgfm no 8v contra 110 cavalos e 15,8 kgfm do novo 16v. E a sexta marcha, na verdade, é uma "overdrive", para baixar a rotação, ruído e consumo na estrada. Resumindo, as novidades do conjunto motor/transmissão não vão fazer o Fox andar muito na frente da concorrência.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

LANÇAMENTO - NOVO HONDA CITY

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


O City começou a ser fabricado no Brasil em 2009, com a missão de colocar a Honda no concorrido mercado de sedãs compactos. Além de ter ficado muito caro em relação aos seus desejados concorrentes, seu preço se aproximou demais do Civic e ele acabou perdendo compradores para o modelo médio, pois ficava devendo quando comparado ao irmão mais velho.

Passados cinco anos, dois deles depois de receber um face-lift, o City produzido em Sumaré (SP) está de cara nova em quatro níveis de equipamento (DX, LX, EX e EXL). Aliás, quase tudo novo. Só o motor 1.5 i-VTEC foi mantido, mas agora tem sistema de partida a frio, chamado FlexOne. O câmbio automático passa a ser o CVT, de relações continuamente variáveis.

sábado, 20 de setembro de 2014

EM BREVE NO BRASIL - JEEP RENEGADE

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO E GUSTAVO DO CARMO


Criadora dos utilitários esportivos, a Jeep não poderia ficar de fora do novo segmento do gênero: o dos compactos. Mais de dez anos depois da rival norte-americana Ford lançar no Brasil o Ecosport -que não inventou a categoria, mas a impulsionou e chegou à Europa - a divisão off-road da Chrysler apresentou em março, no Salão de Genebra, o Renegade.

O modelo começará a ser fabricado no Brasil em março, após a inauguração da fábrica que o grupo FCA (Fiat-Chrysler Automotive) está construindo em Goiana, interior de Pernambuco. A Fiat é dona das marcas Dodge e Jeep há quatro anos e deve produzir também lá o sedã Viaggio. O Renegade será uma das grandes atrações do próximo Salão de São Paulo.