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quarta-feira, 22 de junho de 2016

EM BREVE NO BRASIL - TOYOTA COROLLA 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 


O Corolla não ficou parado vendo os seus concorrentes se renovarem e também mudou. A mudança, apresentada na Rússia, só não ficou ao nível do Chevrolet Cruze e nem do arquirrival Honda Civic. Foi apenas um face-lift, como no Nissan Sentra, suficiente para dar uma melhorada até a vinda da 12ª geração.

domingo, 19 de junho de 2016

NO MERCADO - MERCEDES GLC E GLE COUPÉ

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


No final do ano retrasado a Mercedes mudou a nomenclatura dos seus cupês e crossovers. A intenção foi padronizar e fazer referência aos sedãs (Classes A, E e S) que lhe davam origem. Entre os SUVs, o GLK foi substituído pelo GLC, o ML virou GLE e o GL passou a GLS. Só o compacto GLA já nasceu assim. Aliás, foi por causa dele que a marca alemã uniformizou as siglas.

O GLA já chegou ao Brasil no final de 2014. O GLE comum no final do ano passado. No começo de 2016 vieram o GLC e o GLE Coupé, dos quais vou falar a seguir. O GLS ainda está em fase de pré-lançamento.

domingo, 12 de junho de 2016

LANÇAMENTO - NISSAN SENTRA 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Na carona do lançamento do novo SUV compacto Kicks e sua promoção nos Jogos Olímpicos do Rio (se a mídia, fazendo tanta propaganda negativa da cidade, não conseguir convencer o COI a cancelar o evento), a Nissan trouxe também do México o face-lift do sedã médio Sentra.

Não se trata apenas de uma renovação visual de meio ciclo. A Nissan aproveitou para atualizar o sedã em equipamentos (como alertas de colisão, ponto cego e tráfego cruzado, além da nova tela TFT no quadro de instrumentos) e acabamento, melhorando o isolamento acústico no painel e dos vidros.

domingo, 5 de junho de 2016

HISTÓRIA - FORD DEL REY 35 ANOS

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Assim como hoje, em 1976 o Brasil estava em crise econômica. Por isso, ao projetar o seu novo modelo de luxo, que tinha a missão de substituir o já decano Landau (ex-Galaxie) e concorrer com o Chevrolet Opala, a Ford abriu mão do caro projeto do novo Sierra europeu (que seria lançado só em 1982) e partiu para uma solução caseira e mais barata: um sedã baseado no seu Corcel II.

Curiosamente, o projeto se chamava Ômega, que viria batizar um sedã de luxo da concorrente General Motors, lançado na Europa em 1986, com a marca Opel, e que só chegaria ao Brasil seis anos depois, como Chevrolet.


Depois de cinco anos e adaptações na carroceria para transformar um esportivo fastback como o Corcel em um comportado sedã de três volumes bem definidos e quatro portas, nascia o Del Rey, que chegava ao mercado, em duas versões (Prata e Ouro), em junho de 1981, um ano antes do primo rico Sierra. Seu estilo, contudo, foi propositalmente inspirado no sedã executivo Granada, outro europeu e que também foi estudado para ser lançado aqui. A carroceria de duas portas, que começaria a ser vendida alguns meses depois, lembrava os sedãs norte-americanos da época. 

sábado, 28 de maio de 2016

IMPRESSÕES - NISSAN VERSA SV 1.6 CVT



TEXTO: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: NISSAN

Xtronic CVT, esse é o nome da maior novidade da Nissan para o motor 1,6-litro do Versa. Como a única alteração mecânica é o câmbio, focamos nele nesse impressões ao dirigir. Ao decidir fazer o carro sem embreagem, a engenharia da marca abriu mão da caixa automática convencional de quatro marchas usada na argentina e partiu para o sistema continuamente variável com conversor de torque. Houve preocupação com a redução de peso, tamanho e atrito interno, assim como o uso de uma bomba 30% menor e calibração para o menor consumo de combustível possível. Não pudemos rodar no nosso trajeto padrão, por isso consideramos os números apurados pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular. Considerando as médias com etanol e gasolina, o lançamento gasta apenas 4,2% a mais de combustível que o equivalente com câmbio manual de cinco marchas.

COMPARATIVO - FIAT TORO 1.8 x RENAULT DUSTER OROCH 2.0

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO
Preços até o fechamento do texto



Praticamente juntas, Renault e Fiat criaram um novo segmento no mercado: o de picapes médio-compactas. É verdade que a marca francesa saiu na frente com a Oroch, mas isso porque já tinha um projeto pronto, tendo o trabalho apenas de enxertar uma caçamba no habitáculo do seu rústico SUV romeno Duster com os devidos reforços estruturais e na suspensão. Ambos são fabricados em São José dos Pinhais, PR. 

Já a Fiat precisou começar do zero com o projeto a partir da plataforma do Jeep Renegade (afinal, a marca italiana é dona da Chrysler). Com desenho mais elaborado, a Toro chegou depois, fabricada em Goiana, Pernambuco. Mas não demorou tanto. Foram apenas cinco meses, aproximadamente, de espera.

Entre as outras concorrentes do mercado, especula-se que a Ford seja a próxima a entrar no segmento que é uma evolução das antigas picapes compactas, como a Saveiro (que ganhou um face-lift diferenciado justamente para enfrentar estas novas picapes) e a velha Strada. Pensei em colocar a primeira, mas a picape da Volks está mais próxima em porte da Oroch, que também tem motor 1.6 e comprimento menor que a Toro (4,69 contra 4,92m).

Como as duas, por enquanto, ainda não têm concorrentes diretíssimas. podem ser consideradas grandes rivais, embora haja um desequilíbrio. Para atenuá-lo coloquei frente a frente a versão básica da Toro, a Freedom, com motor 1.8 Flex e a versão completa da Oroch, a Dynamique, com motor 2.0, também flex. O problema é que Fiat não oferece câmbio manual com este motor e a Renault ainda não oferece o automatizado Easy'R para a Oroch. 

Pensei em colocar a Toro a diesel, que é 2.0, mas a diferença de preço, que já é grande com o 1.8 (R$ 77.800 contra R$ 73.790 da Duster), ficaria abismal com a Freedom 2.0 4x2, que custa R$ 95.500. Ela até tem o câmbio manual (é a única versão com ele), mas aí já não tenho dados de teste. Assim, optei por um modelo de cilindrada menor com câmbio automático contra um de maior cilindrada com câmbio manual.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

AVALIAÇÃO - FORD RANGER LIMITED



TEXTO E MEDIÇÕES: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: FORD

Tecnologia, conforto de rodagem, custos menores e visual renovado por dentro e por fora. Como de praxe, a versão cedida para teste era a mais equipada e cara Limited, que marca R$179.900 na tabela. Aproveitamos para comparar a novidade com a Toyota Hilux SRX (R$188.120), Chevrolet S10 High Country (R$167.490), Volkswagen Amarok Dark Label (R$142.003) e Fiat Toro Volcano (R$116.500). Todas cabine dupla, motor diesel e câmbio automático. Acredite, a grande diferença de projetos e preços motiva a muitas reflexões, como a real necessidade de desempenho, tamanho de caçamba, maciez ao rodar
ou robustez a longo prazo.

Cara nova e painel renovado, laterais e traseira pernanecem como estão. O resultado é positivo e agradável, com muitos cromados na grade, retrovisores, maçanetas e estribos. "Visual gringo, ficou show", ouvi do dono de uma recém-comprada Toro Diesel. No geral, os comentários convergiram a uma impressão positiva, mais agradável que a Hilux, mais esportiva que Amarok, menos "oriental" que a S10 e não tão exótica quanto a Toro. Quanto à promessa de redução de custos nas revisões, confirmamos a queda dos valores na rede autorizada, ligando para nada menos que 23 concessionárias nas regiões metropolitanas dos estados de MG, RJ e SP. Restava comprovar as outras novidades do material de propaganda.

domingo, 22 de maio de 2016

HISTÓRIA EM FOTOS - SEDÃS MÉDIOS DA ALFA ROMEO

Alfa Giulia - 1962-1978


O novo Alfa Romeo Giulia homenageia o velho sedã homônimo, produzido entre 1962 e 1978. Um ano antes do seu fim (1977) surgiu a Nuova Giulietta, que deu lugar ao 75 em 1985. Em 1992 surgiu o 155, de estilo reto e discreto, embora famoso por ter participado do turismo alemão DTM e vendido no Brasil como importado em 1996. O 156, de 1997, foi eleito o Carro do Ano europeu. Também foi vendido aqui de 1998 até a marca italiana abandonar o país em 2006, quando foi lançado o seu sucessor 159, que tinha frente inspirada no cupê Brera e durou até 2011, marcando o início do jejum de quatro anos sem um sedã da Alfa Romeo.  

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - ALFA ROMEO GIULIA

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


No ano passado, mostrei aqui as primeiras fotos do Alfa Romeo Giulia, o primeiro sedã da marca italiana desde que a Fiat comprou a Chrysler e desde o fim de produção do antecessor 159 em 2011. Só que o modelo foi mostrado inicialmente na versão superesportiva Quadrifoglio Verde.

Agora é a vez de mostrar as versões "civis", ou melhor, as de aparência luxuosa que farão parte da linha. E, tirando as rodas escurecidas e de 19 polegadas do QV, não houve uma mudança radical no estilo externo. As versões mais "simples" têm rodas entre 16 e 17 polegadas com desenho cromado e para-choques um pouco mais comportados. Na frente é ligeiramente mais fechado e atrás há apenas um par de escapamentos. A tampa do porta-malas não tem o aerofólio.