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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

ESPECIAL - GUSCAR 10 ANOS


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO 
FOTOS: INTERNET, DIVULGAÇÃO,  RUY BARBOSA E GUSTAVO DO CARMO


No último dia de setembro, o Google encerrou as atividades do Orkut, a maior rede social do mundo antes do surgimento do Facebook. Criado no dia 24 de janeiro de 2004, o Orkut, no início, só permitia a entrada de usuários convidados.

Na mesma época, outra rede social, o Fotolog.com (então chamado Fotolog.net), servidor de fotologs, um tipo de blog que só permitia a postagem de uma única foto na página, também tinha acesso bastante restrito no seu começo. Permitia apenas a criação de uma quantidade limitada de contas por dia no Brasil. Não lembro quantas. Só lembro que era preciso fazer plantão a uma hora da manhã (meia-noite nos Estados Unidos) para criar a página. E a procura era grande. Se a conexão estivesse lenta, adeus! Só no dia seguinte porque a cota já tinha se esgotado. Tentei várias vezes e nada.

Na ocasião eu tinha voltado a escrever sobre carros no E-Flog.net, uma rede social concorrente, também de fotologs. O chamado I Love Car era o substituto do antigo site caseiro Gustacar, que eu criei em 2001 e atualizei até 2003. Ambos já foram desativados. No E-Flog só a minha conta, pois o servidor ainda existe. 

Queria uma conta no Fotolog.com, que era o mais visitado. Acabei desistindo. Até que no dia 23 de outubro de 2004, um dia antes do Orkut completar nove meses, ganhei de presente do jornalista Celso Serqueira (que então se apresentava como Parroula e hoje está sumido) a tão sonhada conta.

Só que ele simplificou o nome para Guscar, que ficou bem melhor na sonoridade. A marca Guscar pode ser entendida como uma abreviação do antigo site e também do meu nome completo (Gustavo Carvalho do Carmo), além da expressão em "portunhol", Gusta Carro.

LEMBRA DE MIM? - SUZUKI SWIFT


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS DA INTERNET (VERSÕES ESTRANGEIRAS)
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


O relançamento do Suzuki Swift, agora na versão Sport, trouxe de volta a lembrança do velho compacto vendido no Brasil entre 1991 e 1999, nas versões hatch de duas e quatro portas, sedã de quatro portas e conversível.

O Swift (que alguns o associavam com a famosa marca de salsichas e patês) foi importado pelo Brasil já na segunda geração, lançada mundialmente em 1988. A primeira carroceria era de 1983. No Japão as duas gerações se chamavam Cultus. E na Austrália era vendido como Holden Barina, que depois passou a batizar o Corsa e o Sonic. 

domingo, 19 de outubro de 2014

NO MERCADO - SUZUKI SWIFT SPORT


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


A japonesa Suzuki é mais conhecida no Brasil pelas suas motos e seus carros utilitários esportivos compactos. No caso dos automóveis, foi muito popular por aqui nos anos 1990. Mas deixou o nosso mercado em 2003, quando tinha acabado de lançar o Ignis. Voltou apenas cinco anos depois, priorizando novamente os utilitários esportivos. 

Na primeira passagem da Suzuki Veículos entre nós, contudo, um carro de passeio fez muito sucesso: o hatch compacto Swift (que muitos brasileiros o associavam à famosa marca homônima de salsichas e patês). Ele tinha frente em cunha, teto alto e janelas amplas, com faixa preta degradê nas colunas traseiras. Era vendido tanto com motor 1.0 (que concorria em preço com o Kadett SL 1.8 e o Prêmio CSL 1.6), duas ou quatro portas, quanto o invocado GTi, com duas portas (que tinha o vidro traseiro mais curvado) e motor 1.3 de 100 cavalos (o downsizing ainda não era moda na época). Também tinha um conversível 1.3 e um sedã 1.6. O Swift foi embora quando reestilizado para a terceira geração (que não veio pra cá, assim como a primeira, de 1983. A vendida aqui era a segunda, de 1988) e demoraria quase duas décadas para voltar ao nosso país.

Swift 1993
O retorno só acontece agora, dezenove anos depois, com a carroceria da quinta geração. O antigo GTi foi a inspiração, pois o foco do novo Swift agora é a esportividade.  Tanto que ele só chega nas apimentadas versões Sport e Sport R. Ambas com motor 1.6 de 16 válvulas com comando variável, de incríveis 142 cavalos. Parece potência de turbo, mas é aspirado. O câmbio é manual de seis marchas.

O estilo ficou com aparência de monovolume. Lembra até o Kia Soul. Tão estranho quanto o coreano. Faróis e lanternas assumiram um formato vertical e côncavo. A grade dianteira ficou enorme, atravessando o para-choque e só dividido pelo suporte da placa. Para transmitir mais esportividade, o Sport R tem teto de cor diferente. Mas destoa ao ser oferecido apenas com quatro portas, um costume que se tornou moda no Brasil desde a última década. Lá no exterior, há a opção de duas portas, com motor 1.2, câmbio CVT e tração 4x4.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - LAND ROVER DISCOVERY SPORT

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


No mês passado, falei aqui no Guscar do XE, o novo sedã compacto da Jaguar. que poderá ser montado na fábrica que o grupo Jaguar-Land Rover está construindo em Itatiaia, no interior do estado do Rio de Janeiro. Mas o primeiro a sair da linha de produção deverá ser o SUV Discovery Sport, da Land Rover, outra tradicionalíssima marca inglesa adquirida pela indiana Tata Motors. 

Engana-se quem pensa que o Discovery Sport, revelado no Salão de Paris deste ano, será o substituto do modelo homônimo, lançado em 1989 e que está em sua quarta geração (contando os face-lifts também). Ele faz parte de uma nova estratégia de mercado da marca-mãe dos utilitários esportivos de luxo. No entanto, substituirá o Freelander (de 1997), que perdeu o posto de menor Land Rover para o Evoque.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

LANÇAMENTO - MERCEDES GLA


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA CARRO 


O Mercedes GLA não chega a ser um utilitário esportivo. Mas o termo crossover também fica em dúvida com a ausência da tração integral na sua versão inicial  para o mercado brasileiro. A aparência de um Classe A (hatch médio que cedeu a sua plataforma) anabolizado e com suspensão elevada, além do espaço apertado e do porta-malas razoável, reforçam essa dúvida.

A força motriz nas quatro rodas só está disponível na versão GLA250 (com motor 2.0 de 211 cv), que só chegará no ano que vem. Em 2016 a versão nacionalizada sairá da fábrica de Iracemápolis, interior de São Paulo. A versão esportiva AMG também fica pra depois. 

Por enquanto ele vem direto da Alemanha e a única nomenclatura importada é a GLA200, com o velho conhecido motor 1.6 turbo e injeção direta de 156 cavalos, com comando variável das válvulas de admissão. O câmbio é o automatizado 7G-Tronic, de sete marchas e dupla embreagem, que fica exclusivamente no volante.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

COMPARATIVO - KA x UP! x MARCH x ONIX


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE E DE CUSTO DE MANUTENÇÃO: REVISTA QUATRO RODAS


O Volkswagen Up! chegou em fevereiro, para substituir a carroceria antiga do Gol (chamada de G4), fazer uma revolução no segmento de compactos e de preferência ser o novo Fusca. Não o luxuoso, mas o velho besouro e sua popularidade.

Como aquele convidado de festa de aniversário que chega primeiro e precisa esperar os outros para partir o bolo, o Up! precisou aguardar a chegada dos renovados Ford Ka e Fiat Uno para ser comparado aqui no Guscar.

Os dois já chegaram ao mercado. Mas como o Up! só é vendido com motor 1.0 e as revistas não liberaram o teste do Uno com esta cilindrada, decidi excluir o Fiat da festa, deixando-o para um outro comparativo, com motores maiores, que eu farei nos próximos meses. Mesmo se eu fizesse um meio a meio, com Up e Ka 1.0 e Onix e Uno Evolution 1.4 com Start-Stop haveria um desequilíbrio técnico.

Sem o Uno, decidi, então, "chamar" o Chevrolet Onix (que já estava convidado) e o Nissan March (me recuso a chamar o face-lift de New) para enfrentar os estreantes Up! e Ka. Todos com motor 1.0, claro, câmbio manual e nas versões mais completas.

No ranking dos mais vendidos do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), no acumulado de janeiro a setembro, o líder entre os quatro foi o Onix (104.809), seguido pelo Up! (41.469) e o March (16.280).

Lançado apenas em agosto, o Ka tem apenas 10.767 unidades emplacadas este ano, mas em setembro vendeu mais que o Volkswagen Up! (7.093 contra 6.272). O Onix foi o terceiro mais vendido de setembro, Ka e Up! ficaram em 12º e 14º respectivamente e o March apenas o trigésimo, entre todos os carros do mercado.

A intenção do comparativo, no entanto, não é apontar o melhor hatch compacto do mercado, mas avaliar os dois novatos contra os seus principais concorrentes, além de saber como o March renovado fabricado em Resende se sai com motor 1.0 (ele já venceu um comparativo em junho com o 1.6) e se o Onix ainda tem fôlego aos dois anos de idade. Os dados de teste são da revista Quatro Rodas.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

AVALIAÇÃO - VOLKSWAGEN FOX HIGHLINE 1.6 16V




TEXTO: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

O Fox chega à sua linha 2015 com novidades relevantes para a segurança e desempenho. Motor 16 válvulas, câmbio de seis marchas e controles eletrônicos de tração e estabilidade chamam a atenção de quem estava acostumado à mania da Volkswagen em não instalar em seus carros os equipamentos já apresentados pela concorrência. Novo caminho.

A potência e torque subiram pouco. Considerando a força dos motores abastecidos com gasolina, são 101 cavalos e 15,4 kgfm no 8v contra 110 cavalos e 15,8 kgfm do novo 16v. E a sexta marcha, na verdade, é uma "overdrive", para baixar a rotação, ruído e consumo na estrada. Resumindo, as novidades do conjunto motor/transmissão não vão fazer o Fox andar muito na frente da concorrência.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

LANÇAMENTO - NOVO HONDA CITY

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


O City começou a ser fabricado no Brasil em 2009, com a missão de colocar a Honda no concorrido mercado de sedãs compactos. Além de ter ficado muito caro em relação aos seus desejados concorrentes, seu preço se aproximou demais do Civic e ele acabou perdendo compradores para o modelo médio, pois ficava devendo quando comparado ao irmão mais velho.

Passados cinco anos, dois deles depois de receber um face-lift, o City produzido em Sumaré (SP) está de cara nova em quatro níveis de equipamento (DX, LX, EX e EXL). Aliás, quase tudo novo. Só o motor 1.5 i-VTEC foi mantido, mas agora tem sistema de partida a frio, chamado FlexOne. O câmbio automático passa a ser o CVT, de relações continuamente variáveis.