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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Comparativo - Fiat Uno x JAC J2

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS




O JAC J2 chegou em dezembro do ano passado, recheado de equipamentos de série e mais barato que os concorrentes nacionais, como é comum nos carros chineses. Os brasileiros já estão acostumados com isso. Afinal, as montadoras da China estão presentes por aqui há cerca de quatro anos (algumas importando do Uruguai). A própria JAC, que traz direto da sua terra natal, vai completar seu segundo ano em nosso mercado.

O brasileiro só não está acostumado com o estilo incomum do J2: curtinho e alto, com jeitão de micro-minivan. Ou está? O conterrâneo Chery QQ está vendendo razoavelmente bem. Porém, o S18, muito parecido com o J2, não. Já o Fiat Uno, aparentemente, não é alto e curto, mas tem um desenho bem diferente, trabalhado nos cantos arredondados do quadrado.

Assim, escolhi exatamente o Uno Economy 1.4 para desafiar o chinês, para saber se um carro nacional de estilo incomum, mas com poucos equipamentos de série, é páreo em qualidade técnica para o custo-benefício superior do chinês JAC J2, em versão única.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Lançamento - Hyundai i30


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 

A nova geração do Hyundai i30 já foi mostrada no final de outubro, aqui no Guscar. Na época eu disse que o hatch médio era esperado para janeiro, embora algumas previsões mais pessimistas apostassem que ele só chegaria em junho ou julho.

Os otimistas estavam certos. De fato, o novo i30 começou a sua pré-venda no primeiro mês do ano. Mas somente agora está oficialmente à venda no mercado brasileiro, com os compradores que o encomendaram recebendo o seu carro.

Pena que vai ser difícil o i30 repetir a façanha do modelo anterior, que foi o mais vendido do seu segmento no país. A segunda geração começa custando R$ 75 mil, quase 20 mil reais mais cara que a antiga versão.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Em Breve no Brasil - Peugeot 2008


Ford Ecosport e Renault Duster que se preparem. Vem aí, até meados de 2014, mais um concorrente para vocês. É o Peugeot 2008, mais um para disputar um lugar ao sol, quer dizer, na lama ou mesmo na cidade, do segmento dos utilitários esportivos compactos. Até lá, também já terá chegado ao Brasil, importado do México, o Chevrolet Tracker.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

História - Chevrolet Corvette C7: 2013


A sétima geração do Chevrolet Corvette foi apresentada no Salão de Detroit 2013 para comemorar os 60 anos do Orgulho Norte-Americano e também os 50 anos da segunda geração. Por isso, o reformulado Corvette  ganhou o sobrenome Stingray, tal como o modelo de 1963.

O Corvette Stingray 2014 chega inovando logo no material de construção da carroceria. Saíram a fibra de vidro e o plástico. Entraram o carbono e o alumínio (na plataforma).

História - Chevrolet Corvette C6: 2005 a 2012



Os faróis escamoteáveis já estavam fora de moda nos carros esportivos havia alguns anos. A Ferrari, a Lamborghini e as marcas japonesas já tinham os abandonado. O Chevrolet Corvette não podia ficar cafona.

Por isso, para a sua sexta geração (a C6), o grande esportivo norte-americano rompeu com quatro décadas de tradição e adotou os faróis expostos, que não eram usados desde a linha 1958, a do último face-lift do C1. Desde o C2 Sting Ray, o Corvette tinha faróis que se escondiam no capô e só apareciam quando eram acionados.


História - Chevrolet Corvette C5: 1997 a 2004



O Corvette nasceu para enfrentar os esportivos europeus, mas veio dos japoneses, mais precisamente o Mazda RX7 de 1992, a inspiração para o C5, a quinta geração, revelada em 1997. Os puristas achavam que o único Vette de estilo genuinamente americano era os StingRay, já que o primeiro tinha visual europeu e o anterior também tinha aparência oriental.

O capô ondulado, os faróis retráteis e a placa dianteira com o nome Corvette continuaram. Já as entradas de ar no para-choque, abolidas na versão anterior, estavam de volta, só que mais inclinadas. As lanternas traseiras se tornaram ovais, mas o vidro envolvente como tampa do porta-malas foi mantido. No entanto, nesta quinta geração este ganhou um discreto afundamento a partir do teto. Mesmo com os detalhes tradicionais, de um plano geral, o novo Vette estava mais arredondado e musculoso. Mas a carroceria, desde 1953, ainda era de plástico.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

História - Chevrolet Corvette C4: 1984 a 1996



Ao contrário das duas gerações anteriores, a quarta edição do Chevrolet Corvette, lançada em 1983, como modelo 84, não teve ensaio em algum conceito, como foram nos dois Mako Sharks. Mas a sua frente foi inspirada no último face-lift da terceira geração.

História - Chevrolet Corvette C3:1968 a 1983

Foto: Gustavo do Carmo


Os anos 60 ainda estavam na metade quando, em 1965, a General Motors apresentou o ensaio para a carroceria que seria o retrato do Corvette na década seguinte. O conceito Mako Shark II se converteria em 1968 na versão de produção.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

História - Chevrolet Corvette Sting Ray C2: 1963 a 1968



Mesmo começando a empolgar o Corvette precisava de um novo estilo para os anos 60. Dois ensaios para a nova geração foram os conceitos Sting Ray, apresentado em 1959, e Mako Shark, de 1961. Este último desenhado por Larry Shinoda e chefiado por Bill Mitchell, vice-presidente de estilo da General Motors que caçou um tubarão feroz chamado mako (shark é tubarão em inglês).

História - Chevrolet Corvette C1: 1953 a 1962


O desenho arredondado da carroceria foi inspirado, ao mesmo tempo, nos esportivos europeus e na tal embarcação corveta. O estilo americano tinha que estar presente nos cromados da grade, do para-choque  apenas nos cantos da frente e até os faróis ovais verticais com tela, além da traseira rabo-de-peixe, onde ficavam as pequenas lanternas.

História - Chevrolet Corvette: Introdução


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTO: DIVULGAÇÃO 
FONTE DE CONSULTA: BEST CARS

No pós-guerra, no início da década de 1950, os italianos já tinham a Ferrari e a Alfa Romeo, os alemães a Mercedes, a Auto Union e a BMW e os ingleses a Jaguar e a MG. Nos Estados Unidos havia a Cadillac, a Lincoln e a Plymouth. Mas estes eram carros luxuosos, muito formais, e os norte-americanos queriam carros esportivos como os europeus.

A primeira solução foi importá-los direto da Europa. Os ex-combatentes da Segunda Guerra tinham mais facilidade. Já o cidadão comum não tinha como comprá-los, pois eram muito caros. E, patriotas como sempre, desejavam comprar um esportivo genuinamente norte-americano, que ainda não existia.

Após ver a rival Ford superar suas vendas pelo segundo ano seguido, a General Motors, além de comprar este sonho nacionalista, agarrou a oportunidade de criar o primeiro cupê esportivo 100% fabricado nos Estados Unidos.

Em 1951 foi dado o pontapé inicial para o projeto Opel (sem ligação com a bandeira europeia da GM). A homenagem ao barco de escolta da Marinha inglesa na Segunda Guerra, chamado corveta, já estava decidida: mas o nome seria Korvette, com K. Mudaram para C, para se aproximar do nome da marca que iria fabricá-lo, a Chevrolet.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Em Breve no Brasil - Mercedes CLA


A Mercedes-Benz obteve tanto sucesso com o seu sedã de luxo CLS, lançado em 2004, que seu conceito cupê de quatro portas foi imitado por várias montadoras, como as arquirrivais Audi (A5 Sportback e A7) e BMW (6 Grand Coupé), Volkswagen (Passat CC), Porsche (Panamera) e até a sul-coreana Hyundai (Azera, Sonata e Elantra).

Os cupês de quatro portas são aqueles carros de três volumes de carroceria (capô, habitáculo e baú do porta-malas) com caída do teto arqueada ou bem inclinada como um cupê esportivo, mas com as quatro portas.

Agora chegou a vez da própria Mercedes levar o estilo que lançou moda para um público de poder aquisitivo um pouco menor com o seu novo CLA, que pode ser chamado de versão sedã da terceira geração do seu renovado Classe A, que se transformou de monovolume para hatchback. A versão minivan da linha agora é representada pela Classe B, que também usa a mesma plataforma.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Baba, Brasil! - Renault Captur


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

Enquanto a Renault vende no Brasil o rústico e simplório Duster, projetado na Romênia, mas fabricado no Paraná, os europeus terão um crossover genuinamente francês, com estilo arredondado e arrojado, dentro da nova identidade da marca.