sexta-feira, 23 de maio de 2014

COMPARATIVO - HONDA FIT X HATCHES COMPACTOS PREMIUM


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO (PUNTO)


Totalmente renovado no Brasil, o Honda Fit já vai participar do seu primeiro comparativo aqui no Guscar. Mas contra quem? Lançado em 2003 como um monovolume, ele foi ficando mais esportivo e também caro a cada geração.

Nesta terceira o Honda está mais próximo em estilo, preço e mercado dos hatches compactos premium do que dos monovolumes compactos como Fiat Idea, Nissan Livina e Citroën C3 Picasso. Aliás, compará-lo com estes três (já cansados) modelos chega a ser covardia, pois fica nítida a sua modernidade. Um bom adversário no seu porte seria o Kia Soul, mas este aguarda a nova geração no Brasil, que deve chegar até julho. Quando chegar, farei o duelo que já aconteceu em 2009.

Por isso, direcionei-o contra os hatches compactos premium. E bota Premium nisso. De compactos eles só têm o tamanho. Os modelos aqui analisados custam no mínimo 55 mil reais e alguns até passam de R$ 60 mil. Os cinco participantes do comparativo (Chevrolet Sonic LTZ 1.6 16v, Citroën C3 Exclusive 1.6 16v, Fiat Punto, Ford New Fiesta Titanium 1.6 e Peugeot 208 Griffe 1.6) feito no ano passado voltam para enfrentar o monovolume que quer ser esportivo.

As versões são as mesmas, exceto a do Punto, que tinha participado com a Essence 1.6 e agora foi de Blackmotion 1.8, atendendo o pedido de alguns leitores. C3 e Punto foram considerados com todos os opcionais. Sonic, Fiesta, Fit e 208 são vendidos em pacote único nas suas versões de topo. As pinturas metálicas não foram incluídas na comparação dos preços. Ah! E todos foram avaliados com câmbio automático (Sonic, C3 e 208), automatizado (Fiesta e Punto) ou o CVT do Fit. o novo desafiante.

A apresentação dos concorrentes será feita em novo formato, mais objetivo, embora mantendo a ordem decrescente de classificação. Houve mudanças de avaliação em relação ao comparativo anterior e elas serão explicadas no tópico do modelo atingido. 

6º Fiat Punto Blackmotion 1.8 16v Dualogic



Gosto muito dos carros da Fiat e sempre gostei do Punto. Mas passa ano, passa comparativo e ele vai ficando cada vez mais para trás. Lá se foram nove anos desde que ele foi lançado na Itália. No Brasil chegou em 2007. Em 2012 passou por um face-lift que fechou a grade e mudou o painel. Seu sucessor é esperado para 2016.

Bons Resultados

O Punto só venceu na potência do velho motor E.TorQ Flex 1.8 de 130 cavalos com gasolina e 132 cv com álcool e no acabamento mais caprichado com textura mais suave no painel. Outro bom resultado foi o segundo lugar na rede de 580 concessionárias da Fiat.


Medianos 

O desempenho do Fiat é o terceiro melhor após um desempate com o Sonic. Cada um ficou em terceiro em aceleração de 0 a 100 km/h e retomada entre 80 e 120 km/h. O Punto se saiu melhor nesta segunda prova com 9 segundos e ficou em quarto na arrancada com 12,7 segundos, empatado com os franco-fluminenses Peugeot 208 e Citroën C3. O Chevrolet ficou em terceiro na aceleração mas em último na guinada de velocidade.

O câmbio robotizado Dualogic de cinco marchas com borboletas no volante, a frenagem de 26 metros a 80 km/h e o espaço para as pernas no banco de trás, agora considerando a medição da revista Quatro Rodas, ficaram em quarto lugar.

Resultados Ruins  

O porta-malas de 280 litros ficou na penúltima posição. Os piores resultados do Punto foram no seu estilo já bem cansado após sete anos de Brasil, no consumo de 5,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada, no nível de ruído, com elevados 64,8 decibéis a 80 km/h. Todos os dados de teste do Punto são da revista Carro. 

No comparativo anterior, o Punto tinha sido apontado como o mais barato. Foi considerada a versão básica da Essence 1.6 na ocasião. Agora, atendendo a pedidos de leitores insatisfeitos com o resultado, usei a Blackmotion 1.8. A emenda saiu pior que o soneto e complicou bastante a sua relação custo-benefício, deixando-o em último tanto no preço quanto nos equipamentos de série. 

A versão Blackmotion, que se destaca pelo visual esportivo das rodas diamantadas de liga-leve e spoilers dianteiros, traseiros e laterais, custa R$ 54 mil na linha 2015 mas com o câmbio manual. Trocando-o pelo automatizado Dualogic o preço sobe para R$ 56.230. Vem de série com ar condicionado manual, direção hidráulica, trio elétrico, CD Player com MP3, sensor de estacionamento traseiro e rodas de liga-leve de 16 polegadas. Seria o segundo mais barato, mas ficaria com menos itens que os concorrentes como os bancos em couro do Sonic e do Fit, o ar condicionado digital e o para-brisa panorâmico do Citroën C3, o sistema multimídia e o teto solar panorâmico do 208 e os sete airbags do Fiesta, por exemplo. Colocando estes equipamentos (ficaria apenas com seis airbags) e ainda alarme e sensores de chuva e de faróis, seu preço já salta para R$ 70.180.

Não vou nem acrescentar a pintura metálica, que aumentaria o custo ainda mais. Custam R$ 1.218 e estão disponíveis grafite, cinza, prata, preto, vermelho e azul. A boa notícia é que há uma paleta sólida, sem custo, mais variada, com dois tons de vermelho e um amarelo, além de prata, preto e branco.

Outras versões

O Punto é o modelo com maior variedade de versões e motor. Além da Blackmotion, lançado como série especial e efetivado como versão permanente, também tem a Attractive 1.4 EVO (R$ 43.450), a Essence 1.6 16v (R$ 46.740), Sporting 1.8 (R$ 51.280) e a T-Jet 1.4 turbo (R$ 61.840)


FICHA TÉCNICA 

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.747 cm³,16 válvulas
Potência: 130 cv (gasolina) e 132 cv (álcool)
Câmbio: Automatizado Dualogic, 5 marchas
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,7 segundos (revista Carro, com álcool)
Velocidade máxima: não divulgado
Consumo: 5,8 km/l na cidade e 10,0 km/l na estrada (Carro, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,06/1,69/1,49/2,51 m
Porta-malas: 280 litros
Tanque: 47 litros
Preços: R$ 54 mil (básico) / R$70.180 (completo)

5º Citroën C3 Exclusive 1.6 16v Automático



Fabricado em Porto Real com o Peugeot 208, o Citroën C3 caiu do terceiro para o quinto lugar. Ele havia empatado empatado em pontos com o Sonic, mas perdeu no confronto direto, item a item por 7x6. Houve mudanças no critério de avaliação que eu vou explicar ao longo do texto.

Bons Resultados

O C3 venceu na frenagem de 24,5 e no nível de ruído de 59,4 decibéis, ambos a 80 km/h. Neste último ele agora é o melhor sozinho porque passei a considerar os décimos, abolindo o empate técnico. O porta-malas de 300 litros só foi ultrapassado pelo novo Fit, que é quase um utilitário.

Medianos 

Motor, estilo e acabamento ficaram em terceiro lugar. O 1.6 VTi FlexStart, que dispensa o tanquinho de combustível, é dividido com o 208 e rende 115 cv (gasolina) e 122 cv (álcool). O estilo e o acabamento tiveram mudanças de avaliação em relação ao comparativo do ano passado. Assim, a carroceria arredondada do Citroën passou a dividir a posição com o Fiesta e o acabamento interno agora empata com o 208, apesar dos plásticos duros e a aparência mais modesta que o painel usado na Europa, que é exatamente o mesmo do esportivo DS3 importado.

O consumo rigorosamente igual ao do primo francês (7,2 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada) ficou em quarto lugar. Ganhou uma posição porque o Punto passou a gastar mais combustível com motor 1.8.


O C3 Exclusive 1.6 automático custa R$ 55.490. Mas foi preciso adicionar opcionais como o navegador GPS e os airbags laterais, que são de série no 208 e no Fit, respectivamente. Com tudo isso o preço já dispara para R$ 60.590, sem a pintura metálica que sai por R$ 1.390 (a mais cara do comparativo) e só tem um leque quase monocromático como prata, preto, grafite. Só o vermelho sai do tom. A única cor perolizada é uma branca por R$ 1.790. O branco também é a única cor sólida, sem custo. Em preço, o C3 é o terceiro mais caro.

De série o Citroën traz ar condicionado digital, direção elétrica, trio elétrico, luzes diurnas de LED, sensores de chuva e faróis, piloto automático, faróis de neblina, airbags frontais e freios ABS, computador de bordo, apoio de braço dianteiro, porta-luvas refrigerado, CD Player com MP3, Bluetooth e comandos de rádio no volante, o para-brisa panorâmico Zenith, entre outros. Agora, na linha 2015, foram incluídos o sensor de estacionamento traseiro e o alarme, que antes eram opcionais.

Resultados ruins

No desempenho e espaço interno o C3 perdeu pontos por mudanças na avaliação. No primeiro caso, agora leva quem for o melhor nas duas provas de aceleração e retomada da Quatro Rodas e da Carro (só o Punto). Se houver dois vencedores, desempata-se a favor do que teve a melhor classificação subsequente (segundo, terceiro, ...) na outra prova. E não há mais empate técnico (que o beneficiou no nível de ruído). Qualquer décimo ou litro de porta-malas faz diferença.   

Assim, o francês fabricado em Porto Real junto com o Peugeot 208 ficou apenas com a quarta melhor aceleração de 0 a 100 km/h e ainda empatado com o primo e o Fiat Punto Blackmotion em 12.7 segundos. O primeiro e o segundo lugar no desempenho já foram abocanhados pelo Fit e o New Fiesta. O terceiro ficou entre o italiano e o Sonic (perdeu no desempate) pela terceira melhor marca em aceleração e retomada cada um. Restou aos franceses o quinto lugar. Como a retomada de 80 a 120 km/h do Peugeot foi melhor (9,2 x 9,5 segundos), o Citroën ficou com a lanterna. 

No espaço interno agora vale a distância do encosto do banco traseiro para o banco da frente de acordo com a Quatro Rodas (inclusive o Punto). Só que a revista da Editora Abril não divulgou as medidas do C3. Desta forma, deduzi que a menor distância entre-eixos de 2,46m proporcionaria o pior espaço. 

Peugeot e Citroën, que já compartilham a mesma ultrapassada caixa automática sequencial de quatro marchas, também têm o mesmo número de 165 concessionárias. C3 e 208 dividem as piores posições nestes dois itens.

Outras versões

O C3 também tem motor 1.5 nas versões Origine (R$ 40.990), a nova Attraction (R$ 43.990), na Tendance (R$ 45.490) e agora também na Exclusive (R$ 48.990). O motor 1.6 também está na Tendance, por R$ 49.990, com câmbio automático.    

FICHA TÉCNICA 

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.587 cm³, VVT, 16 válvulas
Potência: 115 cv (gasolina) e 122 cv (álcool)
Câmbio: Automático sequencial, 4 marchas
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,7 segundos (Quatro Rodas, com álcool)
Velocidade máxima: 199 km/h
Consumo: 7,2 km/litro na cidade e 9,6 km/l na estrada (Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 3,94/1,71/1,52/2,46 m
Porta-malas: 300 litros
Tanque: 55 litros
Preço: R$ 60.590

4º Chevrolet Sonic LTZ 1.6 16v Automático




O Sonic continua vendendo pouco. Em março foi apenas o 46º no ranking da Fenabrave com poucas 497 unidades. E nos comparativos do Guscar ele continua sem se impor, embora tenha segurado o quarto lugar após vencer um confronto direto contra o Citroën C3.


Bons Resultados

Mesmo considerado absurdo, o preço de 58 mil reais (mais precisamente R$ 57.996) e a rede de 600 concessionárias da Chevrolet - que na ausência da Volkswagen se torna a maior deste comparativo - foram as duas únicas vitórias do Sonic. Ele também se saiu bem no espaço interno para as pernas no banco de trás e ficou com o seu único segundo lugar.

Uma crítica 

A pintura não foi adicionada ao preço de nenhum carro por causa das ofertas monocromáticas, como cinza, preto, branco e prata. O Sonic tem todas essas e mais o vermelho e o azul. Acontece que a Chevrolet tem uma peculiaridade: o vermelho é metálico e oferecido de graça, mas o branco é a única sólida e custa R$ 250. As demais metálicas saem por mil reais.

Medianos

O Sonic tem uma boa lista de equipamentos de série. A versão LTZ tem pacote único com câmbio automático de seis marchas, ar condicionado manual, direção hidráulica, trio elétrico, sistema multimídia My Link com Mp3 e Bluetooth e comando no volante (mas sem GPS, que precisa ser baixado), computador de bordo, sensores de estacionamento traseiro e de chuva, piloto automático e bancos em couro sintético. Mas ficou em terceiro, mesma posição do consumo de 7,4 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada e do câmbio automático de seis marchas.

No desempenho, o Sonic perdeu um desempate pela terceiro melhor posto para o Punto. Alcançou a tal posição na aceleração de 0 a 100 km/h em 11.9 segundos. Mas ficou com a pior retomada de 80 a 120 km/h entre os seis e acabou ficando em quarto lugar. Mesma classificação que ele obteve no nível de ruído de 61,decibéis a 80 km/h.



Resultados Ruins

O Chevrolet só ficou uma vez no último lugar: no porta-malas de 265 litros. Mas acumulou quatro penúltimas posições, que colaboraram para a sua classificação intermediária. A primeira no motor Ecotec 1.6 de 120 cavalos com álcool (116 cv a gasolina). Outra na frenagem de 26,3 metros a 80 km/h, segundo a revista Quatro Rodas. A terceira no acabamento e finalmente no estilo reto demais.

O novo Sonic apresentado na China
Um face-lift com faróis convencionais (aposentando os refletores desprotegidos do atual) e grade mais fina foi apresentado na China, que o deixou ainda mais sem graça.

Outra versão: LT 1.6 a partir de R$ 49.496. com câmbio manual.

FICHA TÉCNICA 

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.598 cm³, VVT, 16 válvulas
Potência: 116 cv (gasolina) e 120 cv (álcool)
Câmbio: Automático sequencial, 6 marchas
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,9 segundos (revista Quatro Rodas, com álcool)
Velocidade máxima: 180 km/h (fabricante)
Consumo: 7,4 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada (Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,04/1,74/1,52/2,53 m
Porta-malas: 265 litros
Tanque: 46 litros
Preço: R$ 57.996

3º Peugeot 208 Griffe 1.6 16v Automático 
Minha Escolha pelo melhor custo-benefício


Para aqueles que estranharam o vencedor do comparativo anterior ter caído para o terceiro lugar, com os mesmos dados de teste vale a mesma explicação para o resultado do C3, fabricado em Porto Real junto com ele. Não tive a intenção de beneficiar ou prejudicar nenhuma marca.

Bons Resultados

Das três vitórias que o 208 conquistou em 2013, ele só manteve a no estilo, que tem linhas mais limpas que as o do Fit.

O custo-benefício é outro ponto forte do Peugeot, embora não tenha vencido. Mesmo com a inflação que elevou, em um ano, o preço da versão Griffe 1.6 16v automática de R$ 55.790 para R$ 58.590, ele continua em segundo lugar, mas agora atrás do Sonic. O Punto que o derrotara em 2013 mudou de versão e passou a ser considerado na versão completa.

A Griffe é a versão top e traz de série ar condicionado digital de duas zonas, direção elétrica, trio elétrico, sistema multimídia com tela colorida e GPS, airbags frontais, freios ABS com distribuição eletrônica, computador de bordo, sensores de estacionamento traseiro, faróis e de chuva, luzes de iluminação diurna em LED, piloto automático e teto solar panorâmico, entre outros.

A pintura metálica para o 208 custa R$ 1.190 e tem várias opções: vermelha, preta, prata, marrom e branca. A única opção sólida sem custo é a vermelha.

Frenagem e nível de ruído também mantiveram a segunda colocação com, respectivamente, 25,6 metros e 59,5 decibéis, todos a 80 km/h. No ruído o Peugeot caiu para segundo porque perdeu por um décimo para o Citroën.

Medianos

Com 115 cv com gasolina e 122 cv a álcool, o 1.6 VTi FlexStart, que dispensa o tanquinho de combustível e é compartilhado com o C3, caiu para terceiro com a troca do Punto. O acabamento foi superado pelo Fit e agora ocupa a mesma posição junto com o Citroën C3.

O consumo de 7,2 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada rigorosamente igual ao do Citroën ficou em quarto lugar. O porta-malas de 285 litros também ficou em quarto.


Resultados Ruins

O espaço interno e o desempenho foram os mais atingidos pela mudança de critérios em relação ao desafio anterior. No primeiro eu tinha dado vitória ao Peugeot por causa da sua maior distância entre-eixos. Agora, passa a valer a medida de distância do encosto do banco traseiro para as costas do dianteiro, segundo a Quatro Rodas. Por isso, o Peugeot perdeu três pontos, ficando à frente apenas do Citroën C3. 

No desempenho entraram em cena o número de vitórias com desempate por posições subsequentes e a abolição do empate técnico. O 208 perdeu dois pontos. Caiu de segundo para quinto e penúltimo. Venceu o C3 no confronto direto e nos décimos da retomada entre 80 e 120 km/h: 9,2 contra 9,5 segundos. Na aceleração, empataram em 12,7 segundos. junto com o Punto Blackmotion, que ficou em terceiro porque obteve a terceira melhor retomada.

O câmbio automático sequencial de quatro marchas continua em penúltimo lugar, empatado com o do C3, que tem exatamente a mesma caixa. A rede de 165 concessionárias da Peugeot também é igual à da conterrânea. O Peugeot não ficou sozinho em último em nenhum item.

Outras versões

A gama do 208 começa com a Active manual, com motor 1.5 e preço de R$ 42.190. A seguir vem a Active Pack, novidade da linha 2015, com motor 1.5 e câmbio manual (R$ 46.290) ou 1.6 de transmissão automática (R$ 51.990). A Allure é exclusivamente 1.5 e manual, por R$ 49.490. A Griffe 1.6 manual custa R$ 55.090.

FICHA TÉCNICA

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.587 cm³, VVT, 16 válvulas
Potência: 115 cv (gasolina) e 122 cv (álcool) 
Câmbio: Automático sequencial, 4 marchas
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,7 segundos (Quatro Rodas, com álcool) 
Velocidade máxima: 191 km/h 
Consumo: 7,2 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada (Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 3.97/1,70/1,47/2,54 m
Porta-malas: 285 litros
Tanque: 55 litros
Preço: R$ 58.590


2º Ford Fiesta Titanium 1.6 TiVCT Powershift



O Fiesta (não vou mais chamá-lo de New) também foi atingido pelas mudanças criteriais, mas manteve a segunda colocação. Até porque foi mais beneficiado do que prejudicado.

Bons Resultados

O Fiesta tem a melhor lista de equipamentos de série: ar condicionado digital, trio elétrico, sete airbags (frontais, laterais, cortina e joelho para o motorista), bancos parcialmente em couro, sensores de estacionamento traseiro, chuva e faróis, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e sistema de som sincronizado com o celular (só peca por não oferecer GPS).

O Ford também tem o melhor desempenho, mas dividido com o Honda Fit. O japonês venceu na retomada e o Fiesta na aceleração, com 10,5 segundos. Sua retomada entre 80 e 120 km/h foi de 8,7 segundos.

O consumo é de 8,4 km/l na cidade e 12 km/l na estrada, ficando em segundo lugar. Mesma classificação do motor 1.6 Sigma TiVCT, que rende 125 e 130 cv, e do câmbio automatizado Powershift de seis marchas e dupla embreagem.

Medianos 

O Fiesta Titanium 1.6 Powershift custa R$ 59.590, o terceiro mais barato.

A única pintura metálica é a prata e custa R$ 1.029. Azul, Preta e Vermelho Vermont, que é mais escura é perolizada e sai por R$ 1.270. As sólidas sem custo são a Branca e a Vermelho Arizona.

Também ficaram em terceiro o nível de ruído (59,8 decibéis a 80 km/h - caiu do primeiro lugar considerando os décimos), porta-malas (290 litros), estilo (agora empatado com o Citroën C3), assistência (374 concessionárias Ford) e o polêmico espaço interno para as pernas, que subiu do último lugar.



Resultados Ruins 

A frenagem a 80 km/h em 28,3 metros, segundo a Quatro Rodas, e o acabamento com plásticos duros e montagem desnivelada, um retrocesso em relação ao New Fiesta que era importado do México (o sedã ainda é manteve a qualidade, enquanto o nacional agora é fabricado em São Bernardo do Campo) ainda são os pontos fracos do ainda vice-campeão Ford Fiesta, que não teve penúltimos e nem quarto lugares.

Outras versões

O Fiesta mais barato é o S 1.5 (R$ 42.190). Depois vem o SE 1.5 (R$ 45.490), o SE 1.6 manual (R$ 48.990) ou Powershift (R$ 53.490). O Titanium 1.6 manual custa R$ 55.090.

 FICHA TÉCNICA

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.596 cm³, Dual VVT, 16 válvulas
Potência: 125 cv (gasolina) e 130 cv (álcool)
Câmbio: Automatizado Power Shift, dupla embreagem, 6 marchas
Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,5 segundos (Quatro Rodas, com álcool)
Velocidade máxima: 190 km/h 
Consumo: 8,4 km/l na cidade e 12 km/l na estrada (Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 3.97/1,72/1,46/2,49 m
Porta-malas: 290 litros
Tanque: 52 litros
Preço: R$ 59.590


1º Honda Fit EXL 1.5 16v CVT



Posicionado entre os monovolumes e os hatches compactos premium, a terceira geração do Honda Fit provou o favoritismo no segundo segmento e estreou vencendo o comparativo do Guscar. Apesar de ser o melhor em cinco itens, o custo-benefício, a assistência e o ruído complicaram uma vitória que parecia fácil, mas ela veio com apenas um ponto de diferença em relação ao Ford Fiesta.

Bons Resultados

O câmbio automático continuamente variável (CVT) voltou atendendo a pedidos (lançado na primeira geração de 2003, estava ausente na anterior) e dando uma das cinco vitórias para o Honda Fit. O consumo de 8,9 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada foi outra. O lado minivan utilitário falou mais alto e o Fit também ganhou no espaço interno imbatível para as pernas dos passageiros de trás (o reformulado sistema ULTRa deve ter dado uma forcinha na medição da revista Quatro Rodas) e no porta-malas de 363 litros, apesar da redução de volume que sofreu.

No desempenho o Fit não brilhou sozinho, mas o fraco motor 1.5 fez milagres. Levou o japonesinho ainda fabricado apenas em Sumaré a uma retomada de 7.6 segundos entre 80 e 120 km/h e ficou na frente. Mas a aceleração de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos só foi ultrapassada pelo Fiesta, que também levou os louros no pega.

O estilo bem atualizado (a Honda é uma das poucas marcas que colocam seus modelos em sintonia com o mercado externo) seria o mais atraente se a traseira não fosse tão poluída. Ficou apenas com o segundo lugar. Já o acabamento tem boa qualidade dos materiais, mas fica atrás do refinamento do Fiat Punto.


Medianos

Com 25,9 metros a 80 km/h e 200 concessionárias da Honda, a frenagem (terceiro) e a assistência (quarto) foram os poucos quesitos que deixaram o Fit em posição média na tabela.


Resultados Ruins

O motor 1.5 VTEC FlexOne, que agora dispensa o tanquinho de gasolina, é o mais fraco dos seis que participaram do comparativo. Tem 115 cv com gasolina e 116 cv com álcool. Ele só está aqui no capítulo do mal resultado por causa da sua potência, mas fez milagre ao levar o Fit à melhor retomada do comparativo. Foi o único último lugar do Fit.

O pior desempenho do Fit em provas realizadas pela revista Quatro Rodas foi nível de ruído de 61,8, que ainda assim ficou em penúltimo lugar.

O Honda também só superou um único adversário nos dois itens de custo-benefício: preço e equipamentos de série, nos quais só o Fiat Punto foi melhor do que ele. A versão top EXL, exclusivamente com câmbio CVT custa R$ 65.900 e vem com ar condicionado manual, direção com assistência elétrica com volante regulável em altura, trio elétrico, airbags frontais e laterais dianteiros, freios ABS (estes dois últimos obrigatórios por lei), cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes, pontos de ancoragem para assentos infantis compatíveis com os padrões Isofix e Latch, travamento de portas a distância, rádio com entrada USB, interface Bluetooth para celular, comando no volante e tela de 5 polegadas, câmera de ré, rodas de alumínio aro 16”, faróis de neblina, ajuste do volante também em distância e chave canivete, retrovisores com repetidores das luzes de direção, revestimento dos bancos em couro e o sistema ULTRa. O Fit icou devendo sensores de estacionamento, ar condicionado digital e navegador por GPS.

As pinturas extras do Fit são as mais baratas: custam R$ 990, tanto as metálicas quanto a única perolizada, a preta. As metálicas são duas tonalidades de cinza, uma prata e a nova Azul Netuno. Só a vermelha e a branca não têm custo.

Outras versões

Sempre com motor 1.5, o Fit também tem as versões DX manual (R$ 49.900) ou CVT (R$ 54.500), LX manual (R$ 54.200) ou CVT (R$ 58.800) e a EX exclusivamente CVT (R$ 62.900).

FICHA TÉCNICA

Motores: Quatro cilindros em linha, transversal, flex, 1.497 cm³, 16 válvulas
Potência: 115 cv (gasolina) e 116 cv (álcool) 
Torque: 15,2 kgfm (G) e 15,3 kgfm (A)
Câmbio:  CVT 
Tração: dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,5 segundos (revista Quatro Rodas, com álcool)
Velocidade máxima: não divulgada
Consumo: 8,9 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada (Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,00/1,69/1,53/2,53m
Porta-malas: 363 litros
Tanque: 46 litros
Preço:  R$ 65.900



7 comentários:

Anônimo disse...

Acabamento do New Fiesta nota "1"? Você tá de sacanagem, nunca entrou em um por certo. Não quer dizer que porque ele passou a ser nacionalizado e teve o nível de acabamento reduzido que ficou ruim, muito pelo contrário, já tive um Punto, tão aclamado pelo bom acabamento, e o do New Fiesta não deixa nada a desejar. A textura do painel, apesar de não mais emborrachado como o do sedan, é suave, as peças são bem encaixadas, o único porém são as portas terem pouco forro e muito plástico. Os primeiros NF nacionais (início e meados de 2013) tiveram problemas com desalinhamento de peças da carroceria, já corrigidos e hoje inexiste reclamação de novos proprietários quanto a isso. Por fim, pelo preço e itens de série, o NF é sim melhor opção que o Fit, pau a pau, mas segurança se sobrepõe, em qualquer ocasião, à espaço interno. Fiquei na dúvida entre os dois, testei ambos em duas versões de cada (mais o sedan do NF), passei a me inclinar mais ao Ford e, na hora de negociar, aí sim a dúvida se acabou.

Ulisses M. Stecca disse...

Sempre fui um admirador e proprietário de Hondas. Vejo comentários negativos quanto a muito pontos, como falta GPS, ar condicionado manual e não digital, preço elevado, carro de mulher e por aí vai.
Seguinte, sem desmerecer os demais carros, mas compre um e mantenha ele. Depois de 3 anos, vá vende-lo. Durante estes 3 anos, faça todas as manutenções em concessionária e vamos comparar no final.
Os carros franceses são mais baratos, mas possuem uma manutenção cara e uma desvalorização absurda. Sempre digo que é uma ótima comprar seminovos destas marcas, pois o valor é lá embaixo, mas aguente as manutenções também.
Para os carros da Honda, manutenção não é de graça também, mas eu saio da concessionária e não abro o capô do carro durante os próximos 10 mil km. É só abastecer e calibrar pneus. Falta de GPS...esclarecendo tenho uma CRV com GPS e um FIT sem GPS. Viajo sempre com a CRV e utilizei o GPS umas duas três vezes, no resto, o mapa fica no visual a toa. Duvido que os proprietários que exigem um GPS no carro só porque o concorrente possui o utiliza com frequência.
A conclusão que chego é que hoje existe tantas opções para o bolso que se colocarmos ainda carros usados nos comparativos, aí sim ficamos malucos. hoje em dia a escolha é pelo que você quer. Se ele custa mais ou menos, se ele tem isso ou não tem aquilo...se você quer e tem condições de comprar, você compra e fica feliz com a sua escolha.
Os comparativos nos dão uma idéia do que existe no mercado, mas como disse, as opções são inúmeras.
Só digo o seguinte, vou trocar meu FIT pelo novo modelo. Só de informar isso aos amigos, tem 3 querendo e me oferecendo valores acima da tabela FIPE.
A Honda inovou em alguns pontos e tirou em outros, como pintura interna do capô, ar manual e freio a tambor nas rodas traseiras, mas continua um carro seguro, econômico, confiável e de fácil revenda. Não é isso que todos queremos?
Abraço,
Ulisses

Unknown disse...

Gostei do comentário do amigo Ulisses

Thiago Fernandes de Souza disse...

O acabamento do NF é nota 1 sim, talvez ele vencesse o comprarativo se tivesse interior de carro de 42 mil. Mas tem interior de "popular" de 30 mil.
Tem pessoas que não ligam, eu não suporto carro com acabamento pobre.
O Fit certeza que é um bom carro, mas o preço pedido é absurdo.
Pela elegância conforto, preço de reparo e revisões iria de Peugeot 208, tem cara e atributos de carro acima de 40 mil.(Detalhe, manutenção de francês foi cara na décade de 80 a 90, brasileiro nao se atualiza ...

Anônimo disse...

Esse fit parece q não anda, fiz o teste Drive e me decepcionei. So o espaço é bom pois perdeu o acabamento primoroso. Acho q ele deveria ficar so na frente dos franceses por questão de valorização. Fica a minha opinião. 70mil nisso?

Anônimo disse...

tenho um new fiesta titanium 2016,,,e realmente de todos, é o melhor,,,inclusive, o problema do powershift - fabricado em 2013 e 2014 - já foi resolvido...basta dirigir todos eles e ver a incomparável superioridade do New Fiesta...só não se compara ao vindo do México...esse realmnte é o melhor de todos....

Anônimo disse...

Se no focus o acabamento é tosco para um carro de 80mil, imagino um fiestinha!

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