domingo, 27 de março de 2011

LANÇAMENTO - VOLVO S60


Texto: Gustavo do Carmo

Fotos: Divulgação


Desde a década de 90 a Volvo vem se esforçando para perder as linhas retas e o perfil de carro de senhor que adotou nos anos 70, ao mesmo tempo em que pretende manter a segurança como a sua marca registrada.

O primeiro passo para ganhar respeito do público jovem foi lançar o hatch compacto C30, de apenas duas portas e com tampa do porta-malas de vidro. O segundo foi patrocinar a série de filmes sobre vampiros adolescentes Crepúsculo e incluir o modelo na história, graças à oportuna citação da marca sueca no livro. O crossover XC60 foi a estrela da continuação da saga e reforçou o novo posicionamento da Volvo.

Com o sucesso desses dois modelos nos novos segmentos, chegou a hora de aplicar as linhas suaves e arredondadas aos seus tradicionais sedãs. A começar pela segunda geração do S60, que já está à venda no Brasil, por enquanto, apenas na versão top de linha T6, por R$ 169.900.

O teto e as janelas ficaram mais inclinados, aderindo ao estilo dos cupês de quatro portas, moda lançada pela Mercedes CLS. A frente ficou mais bicuda, com o capô cadente, faróis amendoados e as luzes de neblina verticais próximas à grade levemente hexagonal. A traseira alta tem lanternas parecidas com as do Honda Civic, inscrição VOLVO no centro em letras separadas e um pequeno aerofólio. As rodas são de 18 polegadas.

Já na segurança a ordem é continuar inovando para manter a sua excelência. O grande destaque do S60 é o sistema infravermelho que, andando a até 35 km/h, detecta pedestres na rua (isso mesmo!), avisa no head up display e freia o carro automaticamente, caso não haja reação do motorista, evitando um atropelamento. Outro recurso tecnológico, muito útil para evitar batidinhas de trânsito, é o City Safety, que também para o veículo quando há a iminência de uma batida em baixa velocidade (também 35 km/h).

Tem ainda o BLIS, que são sensores laterais que monitoram os pontos cegos do retrovisor. Além de tudo isso vem com controle anticapotamento, sistema de proteção contra lesões na coluna cervical (WHIPS) e os já triviais airbags frontais, laterais e de cortina, freios com ABS e EBD, sensores de estacionamento (também na frente), chuva e acendimento dos faróis, alarme, imobilizador, câmera de estacionamento, cintos de segurança com pré-tensionador e fixador de cadeirinha infantil do tipo ISOFIX.

Os controles de tração e estabilidade são mais eficientes que os convencionais. O de tração auxilia nas curvas. Já o de estabilidade tem sensor de inclinação da carroceria e identifica a possibilidade de derrapagem, segurando o carro nas manobras mais bruscas.

O atrevimento prometido pela própria Volvo ainda não chegou ao interior, que continua com visual reto e conservador, instrumentos circulares e o console flutuante com display vertical de outros modelos recentes, mas com bons materiais de revestimento (couro e alumínio), de toque macio e muito conforto. A tecnologia não foi deixada de lado. O S60 tem sistema de câmeras com ângulo de 180º, som premium com oito alto-falantes, leitor de DVD com monitor de 7 polegadas, entradas auxiliares, GPS e piloto automático adaptativo com controles no volante. Este controle de cruzeiro (ACC) não só programa a velocidade como a reduz automaticamente quando encontra um carro na frente e ainda avisa sobre o perigo de batida. O ar condicionado digital tem duas zonas e duas saídas para os bancos traseiros. A partida é feita por um botão no painel, com o chaveiro encaixado. O porta-malas comporta apenas 380 litros, mas o encosto bipartido do banco traseiro aumenta a capacidade para 690 litros.

A versão T6 tem motor de seis cilindros em linha 3.0, turbo, com injeção direta, que rende 304 cavalos. Acelera de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos e tem velocidade máxima limitada a 250 km/h. A tração é integral e o câmbio é automático sequencial de seis marchas. O Volvo S60 leva vantagem no preço para competir com o trio alemão Audi A4 3.2 FSI quattro (R$ 238.500), BMW 325i (R$ 196.050) e Mercedes C300S (R$ 219.300), versões semelhantes a este T6. Até o final do primeiro semestre chegam o T5 (motor 2.0 quatro cilindros de 240 cv) e T4 (1.6 de 180 cv).

A Volvo oferece para o S60 o serviço On Call. Em caso de acidente basta apertar o botão SOS no painel do veículo para acionar um sistema de comunicação computadorizado controlado via satélite, que presta assistência ao proprietário do veículo.


FICHA TÉCNICA - VOLVO S60 T6

Motor: Seis cilindros, transversal, injeção direta, gasolina, 2.953 cm³, turbo
Potência: 304 cv
Aceleração de 0 a 100 km/h: 6,5 segundos
Velocidade máxima: 250 km/h
Consumo médio: 10 km/l
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,63/1,86/1,48/2,77 m
Porta-malas: 380 litros
Tanque: 67,5 litros
Preço: R$ 169.900

sexta-feira, 18 de março de 2011

LANÇAMENTO - JAC J3


Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


Mais uma marca chinesa está chegando ao Brasil. Aliás, mais uma, não. O objetivo da JAC Motors é se estabelecer no mercado brasileiro, vender 35 mil unidades até o final do ano e superar as conterrâneas em qualidade e confiabilidade.

Representada pelo empresário Sérgio Habib, responsável pela vinda da Citroën ao país na década de 90, a JAC investiu mais de R$ 380 milhões e começa as suas atividades com o hatch compacto J3, que também tem uma versão sedã, com o sobrenome de Turin. Ainda neste semestre chegam o sedã médio J5 e a minivan J6.

Com 3,97m de comprimento, 1,47m de altura, 1,65m de largura e 2,40m de distância entre-eixos - porte de um Ford Fiesta, de 3,94m - o J3 tem um desenho arredondado e atraente, criado na Itália. Não é uma cópia descarada de nenhum concorrente, mas guarda leves semelhanças com eles. Faróis e grade se parecem com um Hyundai, a lateral lembra rapidamente o Gol e a traseira pode ser comparada ao Renault Sandero ou ao primeiro Fiat Palio.

Melhorar a qualidade e ter maturidade a JAC conseguiu. De olho no preconceito do mercado contra os carros vindos da China, Habib encomendou pesquisas de mercado e exigiu diversas modificações no lote destinado a vir para cá. Materiais de revestimento, isolamento acústico e vedação foram trocados, a suspensão endurecida e o acelerador eletrônico ajustado. Tudo para acabar com a fama do mal acabamento do país comunista emergente.

Já no custo-benefício, a JAC fez como as patrícias: recheou o J3 com muitos equipamentos de série que são opcionais nos similares nacionais, como ar condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, som com MP3 e USB, alarme, destravamento das portas por controle remoto, freios ABS com EBD, airbag duplo, sensor de estacionamento traseiro, rodas de liga-leve de 15 polegadas, faróis com regulagem de altura do facho, faróis auxiliares de neblina e volante regulável em altura. E está cobrando R$ 37.900 pelo hatch e R$ 39.900 pelo sedã.

O preço é menor que os concorrentes nacionais, como o Sandero, o Fiesta, o Fox e o Agile, que custam na faixa de 40 mil reais com os equipamentos opcionais equiparados ao J3. Mas a JAC já paga pela sua superioridade sobre as conterrâneas, pois o hatch é mais caro que o Chery Face (R$ 32.990) e o Lifan 320 (o Mini Cooper genérico, que sai por R$ 29.990)

Ficou devendo, porém, o ajuste de altura do cinto de segurança dianteiro e dos bancos dianteiros, além do cinto de segurança de três pontos e apoio de cabeça para o passageiro central de trás. Deixou como opcionais os bancos em couro (na verdade, acessório de concessionária por mil reais) e a pintura metálica (990 reais).

O interior mostra que o J3 já está adaptado ao Brasil: aparentemente simples, com plásticos duros e sem tecido nas portas, mas com materiais bem montados e muitos cromados. No quadro de instrumentos de iluminação azul, o conta-giros fica dentro do velocímetro, o que confunde a leitura. O marcador de combustível tem indicação invertida: tanque cheio na esquerda. Também há confusão no comando do retrovisor elétrico, no qual a palavra UP (cima) está na parte de baixo.

O espaço interno é bom, apesar do passageiro de 1,80m poder raspar a cabeça. O acesso ao banco traseiro é um pouco difícil por causa da caixa da roda e da altura do assento. O porta-malas é o destaque do J3 com 350 litros, maior até que o do Sandero.

O motor de 1.332 cm³ foi desenvolvido pela austríaca AVL. Tem comando variável de abertura das válvulas (sistema VVT), que são dezesseis ao todo, sendo quatro por cilindro e rende 108 cavalos, mais potente que os concorrentes 1.6, como o Sandero e 1.4, como o Chevrolet Agile (102/97 cv). Na prática ele é considerado 1.3, mas o marketing o reclassificou como 1.4. A JAC anuncia uma velocidade máxima de 186 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos, mas a revista Quatro Rodas obteve 13,4 segundos, o deixando atrás do VW Fox e do Fiesta. No mercado, o J3 pode levar desvantagem por não poder ser abastecido também com álcool. Mas se sobressai no consumo com gasolina: 11 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada, também segundo a Quatro Rodas. O motor flex deve chegar no ano que vem. Apesar do isolamento acústico ajustado e dos freios ABS, o J3 foi mediano nas provas de nível de ruído e frenagem.



Fundamental para a implantação de qualquer marca no mercado, o marketing foi bastante usado para promover a JAC, que pretende fabricar seus carros no Brasil em dois anos. O representante decretou seis anos de garantia sem limite de quilometragem para os seus carros. Também foram prometidos a assistência 24 horas gratuita por dois anos (em parceria com a seguradora Porto Seguro) e o menor custo de manutenção do segmento.

Inicialmente serão 50 concessionárias distribuídas pelo Brasil, sendo cinco aqui no estado do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Botafogo, Campinho, Tijuca e em Niterói). Todas foram inauguradas simultaneamente nesta sexta-feira (18 de março). Como porta-voz foi contratado o Faustão. Seria um reforço literalmente de peso se o apresentador não tivesse emagrecido, mas pela sua popularidade a expressão ainda faz sentido.


Sobre a JAC Motors

JAC é sigla da Jianghuai Automobile Co, estatal chinesa de capital misto, que tem 25% de ações na bolsa de valores de Shenzen. Foi fundada em 1969 como fabricante de caminhões e em 2007 passou a fabricar automóveis de passeio em Hefei. A empresa também tem um centro de design em Turim na Itália e de design de interiores em Tóquio, no Japão.

Sobre Sérgio Habib

Sérgio Habib foi representante da Citroën no Brasil e presidente da filial brasileira da marca francesa, que chegou em 1991 com a empresa IVXM. Executivo de ideias ousadas e polêmicas, desfez sociedade com o estilista Ocimar Versolato e uma vez falou mal do Rio de Janeiro, justamente onde a Citroën construiu sua fábrica em parceria com a Peugeot. Dono de 83 revendas de várias marcas, Habib apostou na JAC Motors e, através de sua nova empresa SHC, decidiu trazer seus carros para o Brasil. Tornou-se, assim, presidente da JAC Motors do Brasil e responsável pelo marketing, comercialização, assistência técnica, serviços pós-venda e distribuição de peças originais da marca no país.

Avaliação do J3

Estilo ***
Acabamento ***
Espaço Interno ***
Porta-malas *****
Motor ****
Desempenho ***
Consumo ****
Segurança ***
Conforto ***
Equipamentos de Série ****
Preço ****

FICHA TÉCNICA - JAC J3 HATCH ****

Motor: Quatro cilindros, transversal, gasolina, 1.332 cm³, 16 válvulas
Potência: 108 cv
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,7 segundos
Velocidade máxima: 186
Consumo Médio: 12,4 km/litro (Revista Quatro Rodas)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 3,97/1,65/1,47/2,40 m
Porta-malas: 350 litros
Tanque: 48 litros
Preços: R$ 37.900

terça-feira, 15 de março de 2011

NOTÍCIA: Kia Optima/Magentis sofre recall mundialmente


Texto: Auto Realidade
Fotos: Divulgação

O Kia Optima/Magentis terá 70 000 unidades comercializadas mundialmente convocadas para recall. O defeito está no câmbio e envolve modelos 2006, 2007 e 2008 (fabricados entre setembro de 2005 e junho de 2007).

Outras matérias: http://www.autorealidade.blogspot.com

A instalação errada do cabo de transmissão é o problema: ela pode se romper e deixar o carro engatado. Felizmente, não existe registro de acidentes.

EM BREVE NO BRASIL - CHEVROLET COBALT: NOME DEFINITIVO DO GSV


Texto: Auto Realidade - http://www.autorealidade.blogspot.com
Fotos: Divulgação

A partir de hoje o Guscar inicia uma parceria com o blog Auto Realidade, de Júlio Max, para atualizar, com mais rapidez, as notícias sobre o mundo do automóvel. As seções habituais, de minha autoria, vão continuar com a mesma periodicidade.

Começo com o Chevrolet GSV, que está para ser lançado no Brasil e deverá se chamar Cobalt, como informa o site Autos Segredos. Curiosamente, o nome já foi utilizado para batizar o GM de porte compacto e verve esportiva, substituido pelo Cruze recentemente (foto abaixo).

O Cobalt LT (designação básica) deverá custar R$ 38 000 e será bem diferente do Agile, apesar dos preços próximos. O estilo segue as tendências globais da GM, mas não compartilhará tantas peças com o hatch. O Sail será outra fonte de inspiração para o (novo) Cobalt, a ser lançado no segundo semestre deste ano.

Para ler outras matérias acesse: http://www.autorealidade.blogspot.com

segunda-feira, 14 de março de 2011

HISTÓRIA EM MINIATURA - JAGUAR E-TYPE

Texto e Fotos: Gustavo do Carmo


O Jaguar E-Type não é fabricado desde 1975. Mesmo assim, este nobre inglês está completando 50 anos de lançamento sendo lembrado como um dos carros mais elegantes de todos os tempos da indústria automobilística. Sua história se confunde até com a do antecessor, o roadster XK120/150.

Inspirado no D-Type, modelo de corrida que venceu duas edições das 24 Horas de Le Mans em 1955 e 1957, e sua versão de rua XK-SS, o E-Type foi apresentado no salão de Genebra de 1961. Tinha carroceria semi-monobloco, tração traseira e suspensão independente nas quatro rodas, uma novidade da marca inglesa na época. O motor de seis cilindros em linha, com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), carburação tripla e 3.8 litros de capacidade cúbica foi herdado do antecessor XK. Rendia 265 cavalos de potência.

Acelerava de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos, alcançava os 230 km/h e andava 6,4 km com um litro de combustível. Seus concorrentes da época eram a Ferrari 250, Aston Martin DB4, Jensen Interceptor, Lamborghini 350GT, Marcos Volvo, Chevrolet Corvette e Ford Thunderbird. O Jaguar levava vantagem pelo preço mais baixo.

O capô longo, a grade oval baixa, o para-choque frontal separado, os faróis protegidos por uma cobertura envolvente de acrílico e as rodas de vários raios cromados eram a marca registrada do seu estilo. O E-Type surgiu nas versões cupê (fechada) e conversível, ambas de dois lugares.

O cupê tinha para-brisas reto para proporcionar um teto mais alto. A tampa traseira abria-se para o lado esquerdo. No conversível, como o das fotos, a traseira lembrava a popa de um barco. A primeira série do esportivo tinha 4,45m de comprimento, por 1,65m de largura e 2,44m de distância entre-eixos.

O interior tinha câmbio de quatro marchas, volante com aro de madeira e três braços de alumínio, muitos mostradores circulares e vários interruptores. Os bancos eram confortáveis, mas o habitáculo era apertado.

Nos Estados Unidos o esportivo ficou conhecido como XK-E e seu motor tinha menos potência por causa das leis anti-poluentes: 245 cavalos. As primeiras modificações europeias vieram em 1964, como o motor 4.2 que manteve a potência e o 2+2, um modelo com banco traseiro rebatível para dois pequenos lugares, bancos dianteiros mais confortáveis, novos revestimentos, teto mais alto, distância entre-eixos maior (2,66m) e comprimento de 4,67m. Em 1967 o E-Type foi levemente reestilizado, perdendo a carenagem dos faróis, mas ganhando uma grade maior e mais grelhada, além de para-choques reforçados para atender ao mercado norte-americano.

Em 1971, o E-Type ganhou motor V12 (doze cilindros), com 5.3 litros, quatro carburadores e 272 cavalos. A velocidade subiu para os 235 km/h, mas a aceleração ficou dois décimos de segundo mais lenta.

Em 1975, o Jaguar E-Type teve sua produção encerrada, após 71.071 unidades, que hoje são consideradas clássicas e valiosas nas mãos de colecionadores, além de atrações em diversos encontros de carros antigos.

domingo, 13 de março de 2011

ESTÃO COMENTANDO


Finalmente, consegui um tempo para mostrar os muitos comentários dos leitores do Guscar. Alguns até criticaram e pediram para tirar dúvidas. No entanto, vou começar com os primeiros comentários, a partir de 2008. Quinzenalmente, vou atualizando.

Oi, Gustavo;
Muito boa idéia começar o novo Guscar com o Gol. É realmente um carro que ficou! Eu gostaria de ter um!
Antigamente a VW arrasava com o fusquinha, agora é com o Gol, que é muito mais caprichado!!
Sucesso no novo Blog!

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Vocês fizeram um comparativo com carros 1.6, gostaria de um com carros 1.0, pois tenho um Sandero 1.0 e ele é super econômico e arrojado. Ele faz mais de 15 km por litro de gasolina. Estou muito feliz e satisfeita com meu carro novo.
Grata pela atenção.
Cláudia

Já tive 2 clios 1.0 8v e 16v a gasolina. O primeiro era absurdamente econômico já fiz de curitiba a foz com 1 tanque o que resulta em 20.5 km/l na estrada. E era bem fácil até render mais se andar a 80 km/h fazia 21 ou 22.
O segundo já era mais bebedor, faz 14 a 15 km/l na estrada. O que é pior que o Sandero não tem nem perto a qualidade que tinha o Clio. Nem de acabamento, nem de desempenho. Pena que o Brasileiro só pense em comprar carrinho maquiados.


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prezados amigos eu adorei a historia do escort e vou imprimir futuramente todas as fotos e reportagem que aqui eu vi peço a vocês que, pelo amor de deus, nao tire esse maravilhoso site

tenho o europeu 96,e um carro espetacular,economico,anda muito e lindo.sou apaixonado por esse modelo.parabens pela otima narrativa.nos apaixonados pelo ESCORT agradecemos.
Por sandro

Eu gosto muito de escort,inclusive tenho um xr3 conversivel vermelho (1994)é um carro muito bom veloz e bonito,tem muita estabilidade e é confortavel... ele tem ar condicionado,freios ABS,farois de milha,bancos de couro,nitro NOS e turbo HKS estagio 4,emfim é uma maquina e tanto ja arranquei 287km/h,afinal eu sou o fã numero 1 do escort...

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Bela matéria, Gustavo. Parabéns pelo trabalho, e é sempre um prazer conversar sobre nossa paixão automobilística e poder ajudar o amigo.

Um forte abraço,

Ruy


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ficou um belo post, hein?

uma historinha interessante para quem gosta de carro...

[]s

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Recordo-me que, quando foi lançado o ford corcel 1969, nas primeiras páginas dos jornais da época estavam estampados que a VW ficou com os pátios lotados de fuscas, porque os consumidores preferiram o corcel, não só pela beleza, mas por ser novidade. A vw tentou, na época, sem sucesso, lançar o vw 4 portas, conhecido hoje como "zé do caixão", para tentar frear a velocidade das vendas do corcel.

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Já havia decidido pelo i30 e sua coluna me ajudou a confirmar que tomei a decisão acertada.
Parabéns pelo trabalho!
Por Marcela

Nota 1 para o estilo do Focus é ruim hein! O focus externamente é o mais belo do teste seguido pelo Hyundai, internamente o I30 mata os concorrentes salvo o C4 pelo acabamento geral, mas aquele painel no meio do carro.... ainda vomito para aquilo! O ideal seria o Focus custar um pouco menos, mais caro que C4 e I30 não dá para engolir por mais belo que me pareça. A troféu para o i30 foi justo, belo por fora, lindo por dentro e preço razoável.
Por Rogerio

Discordo desta reportagem em muitos pontos: Primeiro, o estilo dos carros, como pode colocar 1 para o Focus ? e dar 4 para o i30 ? Francamente tenho outra opnião, e o i30 estaria em ultimo neste quesito e C4 e Fucus daria como empate. O fucus e c4 tem estilo próprio e bem arminico, o Vectra é também bonito mas ficou desado na Europa e o i30 pra mum é uma mistura de gêneros sem harmonia, outro ponto tanto c4 e focus, vão mudar sim e possivelmente vai ser em 2012, já que o focus continua vendendo bem por la. Espaço interno 1 pro c4 ???? o i30 que eu andei deve ser outro pq novamente andar no focus e no c4 no banco da frente e atrás e mais confortável e aconchegante. Motor 2 pro c4 e um coviniente empate pro focus ??? porá o motor do c4 e um pouco gastador mas é um dos melhores do segmento, no mínimo era pra ele ficar próximo do focus e c4 em ultimo, pois se der pane naquela josa do i30 onde tu acha . Desempenho 1 pro focus e 4 pro Vectra, devo ter andado num Vectra diferente pois nunca vi uma banheira pior pra andar Se colocar um focus e um Vectra e mandar ver>>> tu vai ver um Vectra comendo poera na arranca e na final pro fucus..... e neste quesito acho que so o c4 tem o mesmo calibre do focus. Sem contar que um comparativo deve por escencia ter os mesmos opcionas e não um carro sem cambio AT. No preço considero que fica irrelevante pois se tu completar os opcionais dos carros vão ficar tudo na mesma faixa, fora que o teto do fucus agrega muito valor !!! como dar um ponto neste quesito !! Me desculpe mas o mínimo é então se o quesito e ordem de números que não tenha nenhum empate onde for mais conveniente pra um ou pra outro !!! Quero perguntar outra coisa quantos dias demora pra vir uma peça do i30 da coréia !! 3 messes como o diferencia da minha spotage ??? Ou quanto custa um seguro ???? Enfim , este comparativo está extremamente superficial e muito direcionado a enfatizar os pontos fortes de um concorrente, deixando o coitado do Vectra que tem muitos méritos em extrema desvantagem, so que o mundo real é diferente !! Aqui de 3 anos quem compra um i30 usado ??? ninguemmmmmm ai teu carro de 70 conto pasa a valer 20 conto !! heheheh
Por Lucas

Itens <>vectra<>c4<>focus<>i30 stilo <>1<>3<>2<>4 acabamento <>1<>4<>3<>2 espaço interno <>3<>1<>2<>4 mala <>4<>1<>2<>3 motor <>1<>2<>4<>3 desempenho <>2<>4<>3<>1 consumo <>2<>1<>3<>4 frenagem <>3<>4<>2<>1 conforto <>1<>4<>3<>2 assistencia <>4<>1<>3<>2 preço <>3<>4<>1<>2 equipamentos <>1<>4<>3<>2 Preço de revenda<>4<>1<>3<>2 Garantia <>1<>2<>3<>4 Custo Peças\mec <>4<>1<>3<>2 Seguro <>3<>2<>4<>1 Total <>38<>39<>44<>39
Por Lucas

Interesante mas incompleto o seu trabalho. Desculpe mas o custo de propriedade deveria constar os preços de revisão com o tempo integral de garantia. Na media são 3 anos, assim temos o cusmo mais proximo do real, dai o Focus se torna barato.... Outro item de fora o valor do seguro que pesa bastante na propriedade deste mesmo. E só um detalhe interesante o Focus G3 foi lançado ano passado!!! não será remodelado tão cedo Tambem tem outro dado interesante que falta, o desempenho mesmo é o de aceleração de 0-100km??? Bem um bom trabalho caso voce trabalhe para a Hyundai... Mascara bem os numeros ahh eu tenho um Citroen VTR e é bem melhor que o i30...

Lucas, sua opinião é sempre muito importante para o blog. Gostei da sua pontuação.
Obrigado Marcela. Rogério, todos os carros são muito bonitos. Eu escolhi os mais modernos. Só que o Focus já está desatualizado por cauda da nova geração europeia. O novo só chega em 2013. O 1 não foi a nota, mas a pontuação obtida pelo quarto lugar, mas se foi injusta, você tem todo o direito de protestar. Shiroma, a geração do Focus atualmente vendida no Brasil é apenas a segunda. Apenas não tivemos a frente original, de 2004. O modelo que foi lançado esse ano é que é a terceira geração. Outra coisa: eu não trabalho para a Hyundai. Não quis favorecer ninguém. Quanto aos custos do seguro, não consegui apurar, mas fica registrada a sua sugestão. Obrigado a todos pela visita, pelos comentários e desculpem a demora para a resposta.


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A Volks errou e não tem como voltar no tempo, é tarde...

Eu vou aproveitar a oportunidade pra desabafar: eu sou fã incondicional do Voyage, só fico triste e lamento por uma coisa: não sei que diabos ocorre na mente dos voyageiros em colocar 200kg de turbo, rebaixam suspensão e não sei o que mais... Parem com isso, senão não haverá mais veículos originais...

Concordo com você, Maverick. Além dos rebaixados tem os caindo aos pedaços.