sábado, 31 de janeiro de 2009




Considerada a versão perua do compacto alto Fox, a Spacefox foi lançada em 2006. Talvez por ser fabricada na Argentina, ela tem uma participação discreta no nosso mercado. Mas só no mercado, porque seu visual chama a atenção por onde passa, inclusive a minha. Para incrementar as vendas, a Volkswagen investiu na divulgação do modelo, criando o curioso comercial do cachorro-peixe. Aproveitando esse marketing decidi fazer uma análise do modelo, que é o provável sucessor definitivo da Parati.

Volkswagen Spacefox Plus 1.6 Total Flex

Pontos Fortes

+ Estilo
+ Posição de dirigir
+ Visibilidade
+ Espaço interno
+ Porta-malas
+ Oferta de série de equipamentos essenciais como ar condicionado, direção hidráulica e trio elétrico
+ Airbag duplo e freios ABS presentes na lista de opcionais.
+ Custo-benefício
+ Consumo com gasolina
+ Câmbio
+ Rede de concessionárias da Volkswagen


Pontos Fracos

- Acabamento
- Ergonomia
- Consumo com álcool
- Desempenho


Pontos discutíveis

* O motor 1.6 é superior ao 1.4 utilizado pela maioria dos rivais. Mas se comparado ao 1.6 do Ecosport e o 1.6 16v do Peugeot 207SW fica atrás. A Spacefox é tão tímida na linha que ela acabou ficando sem o motor VHT lançado no ano passado para o Fox hatch, o Polo e o Gol. Deve receber este ano, talvez até com uma nova frente.

* A Spacefox só não é mais cara do que o Ecosport e o Fit. Em relação à perua e a minivan da Fiat (Palio Weekend e Idea), a diferença é de aproximadamente 800 e 900 reais. Para a Meriva ainda é menor: exatamente 142 reais. Porém é uns dois mil reais mais cara do que a Peugeot 207SW, que vem mais equipada. Contudo, os R$ 46.475 pedidos estão dentro da média.

* Equipamentos como airbags dianteiros e freios ABS são oferecidos como opcionais, mas o passageiro traseiro do meio, sempre esquecido não tem apoio de cabeça e nem cinto de segurança de três pontos.
* A Spacefox também é vendida nas versões Sportline por R$ 49.880 e Route por R$ 46.300.

Ficha técnica:

> Comprimento: 4,18m / Largura: 1,66m / Altura: 1,57m / Entre-eixos: 2,46m
> Motor 1.6 8 válvulas Total Flex
>> Potência: 101 cv a 5.750 rpm com gasolina / 103 cv a 5.750 rpm com álcool
>> Torque: 14,3 kgfm a 3.250 rpm com gasolina / 14,5 kgfm a 3.250 rpm com álcool
> Aceleração de 0 a 100 km/h - 11,1 e 10,8 segundos / Velocidade máxima - 173 e 175 km/h (álcool mais potente)
> Consumo: 11,6 km/litro na cidade e 17 km/l na estrada (com gasolina) / 7,8 km/l e 11 km/l (com álcool)

Equipamentos de série:

1 luz de leitura dianteira e 2 traseiras, 2 apoios de cabeça traseiros, Alarme keyless, Amplificador de sinal da antena, Antena no teto, Ar-condicionado, Banco do motorista com regulagem de altura, Banco e encosto traseiros rebatíveis, Banco traseiro com ajuste longitudinal, Brake-light, Calotas aro 15", Cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, Cintos laterais traseiros retráteis, Cobertura do porta-malas, Desembaçador do vidro traseiro, Direção hidráulica, Espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, Frisos laterais pretos
Gaveta sob o banco do motorista, Iluminação no porta-malas, Lavador e limpador do vidro traseiro, Limpador do pára-brisa com temporizador, Luz interna com temporizador e interruptores nas portas dianteiras, Painel de instrumentos com conta-giros, Pneus 195/55 R 15
Porta-copos, Pára-brisa com faixa escurecida degradê, Pára-choques na cor do veículo, Pára-sol do motorista com espelho, Pára-sol do passageiro com espelho, Rack de teto longitudinal, Revestimento lateral do porta-malas em carpete, Rodas de aço aro 15", Tampa do bocal do tanque com chave, Tape preto nas colunas externas, Transmissão manual de 5 velocidades, Travamento elétrico das portas com controle remoto, Vidros com acionamento elétrico e Vidros verdes.


Opcionais:

Volante regulável em altura e profundidade - R$ 435,00
Freios ABS - R$ 3.010,00
Airbags duplos, CD Player com MP3 com entrada USB, SDCard e Bluetoth (inclui volante com comando do rádio, 4 altofalantes e 2 tweeters) - R$ 3.605,00
Kit de som sem airbag - R$ 1.550
Faróis e lanternas de neblina - R$ 325,00

Cores:

Pinturas sólidas: Branco, Preto e Vermelho
Pinturas metálicas: Cinza Vulcan e Prata Sargas (R$ 905,00)
Pinturas perolizadas: Bege Gold e Cinza Báltico (R$ 1.350,00)
Preço básico: R$ 45.570

Concorrentes (com ar, direção, trio elétrico e pintura metálica):

>> Chevrolet Meriva 1.4 Maxx - R$ 46.333
>> Fiat Idea 1.4 - R$ 45.541
>> Fiat Palio Weekend 1.4 - R$ 45.611
>> Ford Ecosport 1.6 - R$ 50.537
>> Peugeot 207 SW 1.6 - R$ 44.200

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Por Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


Agora a temporada 2009 do Guscar começa pra valer. Desde o final do ano as postagens se limitavam a complementos dos temas falados no quadro Rádio Motor, que eu apresento na Rádio Teresópolis. A partir de hoje o blog volta a ter conteúdo exclusivo também. Começo o ano efetivamente falando dos lançamentos deste início de ano. São pequenas novidades que não merecem uma cobertura ampla mas não podem passar despercebidas. Apresento Citroën C4 Picasso, Chevrolet Captiva 2.4, os novos motores de Corsa Classic, Celta e Prisma, linha Palio 2010 e a linha Civic 2009. Confira as novidades de verão do nosso mercado.



Citroën C4 Picasso



O monovolume da linha C4 da Citroën que está à venda no Brasil desde maio do ano passado se chama Grand C4 Picasso e tem sete lugares. O C4 Picasso lançado este mês tem apenas cinco, como o derivado da antiga linha Xsara que ainda é fabricado aqui no estado do Rio de Janeiro e continua em produção com mais volume na versão 1.6. A versão compacta mede 4,47 metros de comprimento (doze centímetros a menos), 1,83 m de largura (sem alterações) e 1,68 m de altura (-3cm). O bagageiro varia entre 490 e 1.775 litros. O sistema Modubox, presente desde o Picasso nacional, ganhou a companhia de uma nova bolsa de tela flexível e removível de 40 litros.

O C4 Picasso de cinco lugares tem desenho diferente no parachoque dianteiro, na lateral e na traseira. A linha de cintura ganhou uma discreta ondulação. As lanternas não ocupam a coluna traseira, apenas invadem a lateral em forma de bumerangue. A parte que fica na tampa do porta-malas é meio ovalada. Enfim, seu estilo é mais esportivo. Ele sim se identifica mais com o modelo antigo, só que mais evoluído. O Grand parece ser de uma outra família. Está mais próximo de uma evolução do C8.


Os faróis, a grade, o interior (tirando dois bancos) e o conforto são os mesmos do Grand C4. O novo modelo tem o parabrisa panorâmico, painel com volante de miolo fixo e diversos porta-objetos. Só que o sistema de climatização digital de quatro zonas é opcional e custa 1.5oo reais. De série tem apenas para os dois da frente e saídas para trás. Entre os equipamentos de segurança estão freios ABS, controles de estabilidade (ESP) e tração (ASR), sete air bags (dois frontais, dois laterais, dois tipo cortina e um para os joelhos do motorista, entre outros.


Também foram herdados o câmbio automático autoactive sequencial de quatro velocidades com alavanca no volante e o motor 2.0 16v de 143 cavalos, movido apenas a gasolina. O C4 Picasso vem da Espanha, custa R$ 80.700 e vai se posicionar entre o Xsara nacional e o Grand C4 também espanhol.




Chevrolet Captiva 2.4


O utilitário esportivo importado do México com motor V6 3.6 do Omega ganhou a companhia de um modelo movido por um bloco de quatro cilindros, 2.4 litros e 16v que não é do Vectra. É da moderna família Ecotec, de origem Opel. Movido somente a gasolina, tem 171 cavalos de potência e 22,2 kgfm de torque máximo.

E a simplificação do Captiva Sport não foi só no motor, não. No visual, a metade inferior dos parachoques, minissaias laterais e maçanetas passaram a ser cinza escuro. As rodas são de 17 polegadas, sem cromados e não há opção de tração integral. Só dianteira.

O pacote de equipamentos de série é semelhante ao da versão mais potente. O Captiva Sport
2.4 traz seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), freios ABS, controles de tração e estabilidade, direção com assistência elétrica e computador de bordo com monitoramento de pressão dos pneus. O revestimento em couro é opcional.


O Captiva 2.4 custa R$ 86.990, dez mil a menos que o V6 4x2, que aumentou de preço por causa do aumento do dólar (R$ 96.990). O 4x4 agora custa agora R$ 103.990.




Corsa Classic, Celta e Prisma com novos motores

Fabricados no país, Corsa Classic, Celta e Prisma também ganharam novos motores. Só que para se adequarem ao novo regulamento de emissão de poluentes do Conama e do Proncove, que já está em vigor em 2009.

O motor 1.0 VHC teve a potência aumentada de 70 e 72 cavalos para 77 e 78 cv, respectivamente com gasolina e álcool. Foi incluída uma letra E no nome, que para a Chevrolet significa "energético, ecológico e econômico", passando a ser chamado VHC E.


O 1.4 Econo.Flex do Prisma, por sua vez, teve a potência aumentada de 89 para 95 cavalos de potência com gasolina. Mas a potência com álcool permanece com 97 cavalos. Uma das modificações feitas para melhorar a economia de combustível nos três modelos foi o aumento do tanque de 47,8 para 54 litros. O Prisma 1.4 ganhou acelerador eletrônico.


Na lista de equipamentos o Celta e o Prisma passam a trazer brake light de série em todas as versões, uma exigência legal, pois a terceira luz de freio já é obrigatória desde o dia 1º de janeiro deste ano. O Celta Spirit agora incorpora conjunto elétrico e oferece ar-condicionado e direção hidráulica, antes disponíveis somente para o Super. No Classic, nada muda.


Linha Palio 2010


Já a Fiat festeja antes da hora. Antecipou 2010 em janeiro de 2009 para o Palio passar a usar grades e faróis que já eram usados desde 2007 no Siena. A dianteira do hatch ganhou faróis de dupla parábola e grade estendida até o parachoque com luzes de neblina emolduradas por detalhes cromados.

Outra novidade é a volta do motor 1.8 à versão ELX, o que não acontecia desde 2003. Na linha anterior estava restrita ao esportivo 1.8R. Esta versão também ganhou um novo quadro de instrumentos. Traz de fábrica direção hidráulica, volante com regulagem em altura, computador de bordo, comando interno de abertura de porta-malas e do tanque de combustível, rodas de 15 polegadas e pneus 185/60 R15. Entre os opcionais, temos ar-condicionado, sensores de farol e de chuva, airbag duplo e freios ABS.


O motor 1.8 não alterou a potência de 112 cavalos com gasolina e 114 com álcool. Mas o 1.0 e o 1.4 ganharam alterações para também se adequarem ao novo nível de emissões do Proncove. Foram trocados coletores, pistões e sedes das válvulas. O resultado é o ganho de 8 cavalos de potência no 1.0 que passa a render 73 e 75 cavalos. No 1.4 a potência subiu 5 cavalos aumentando para 85 e 86 cv.


O Novo Palio custa a partir de R$ 28.990 na versão ELX 1.0 de duas portas. O 1.8R 4 portas sai por R$ 41.590.


A linha 2010 em 2009 do Palio hatch foi bem-vinda, embora tardia. Mas foi desonesta, tanto que inspirou até projeto de lei de uma deputada que quer impor um prazo mínimo de três anos para reestilizações, já que a última alteração era de 2007.



E quando a gente pensava que o Palio Fire iria receber a frente de faróis e grade simples, descartados pelo modelo anterior, além do painel atual, eis que aparece o Palio Fire Economy 2010 ainda com a frente de 2003! Que decepção! Ia combinar muito bem com o econômetro usado também no Uno Mille.
O motor Economy, adotado também no Palio, é o mesmo 1.0 do ELX, mas este não recebeu o econômetro no quadro de instrumentos que o Siena ELX tem. Porém, Siena e Strada Fire também não ganharam o medidor de controle de economia e nem a frente luxuosa, mas o motor foi alterado e já são linha 2010. Vai entender...


Honda Civic 2009




A Honda foi mais honesta ao alterar levemente o sedã Civic. Só que o seu face-lift parece um jogo das diferenças. À primeira vista e de longe é imperceptível. Mas as mudanças foram adotadas no mercado norte-americano.


A barra cromada ganhou um recortezinho na parte de cima para destacar o emblema da Honda. A grade tem forma de colméia. E os faróis de neblina agora estão nas extremidades do parachoque e não no centro. No esportivo Si, a barra da grade agora é preta e não mais na cor do carro. Suas rodas de liga-leve de 17 polegadas também foram redesenhadas. Na traseira de toda linha, nada mudou.


Por dentro apenas novos tecidos para o LXS, que ganhou piloto automático. O EXS, por sua vez, ganhou sistema de som com conexão USB, luzes internas com leds de alta intensidade e controle de estabilidade. O Si também conta com novo revestimento interno e entrada USB para equipamentos de áudio externos.



Na mecânica nada muda. O Civic LXS e o EXS mantêm o motor 1.8 16V que produz 140 cv de potência e 17,7 kgfm de troque máximo a 4.300 rpm com álcool e 138 cv e 17,5 kgf.m a 5.000 rpm com gasolina. O câmbio do LXS pode ser manual ou automático, sempre com cinco marchas. No EXS existe somente a opção automática, com trocas sequenciais por meio de borboletas atrás do volante.O Civic Si traz o 2.0 16V i-VTEC, movido somente a gasolina, com bloco, cabeçote e cárter em alumínio. Alcança 192 cv a 7.800 rpm e 19,2 kgfm de torque máximo a 6.100 rpm com uma taxa de compressão de 11:1. Além disso, vem com transmissão manual de seis velocidades dotada de diferencial com deslizamento limitado LSD (Limited Slip Differential), que distribui melhor o torque tanto em curvas como em arrancadas.


Mudança notável só no preço. Tudo para o Fit não pagar o mico de ser mais caro que o Civic. O LXS agora custa R$ 64.365 e o automático R$ 70.955. O EXS sai por R$ 83.810. O Si é vendido por R$ 96.965,00.


Peugeot 207 SW Escapade

A Escapade foi lançada em dezembro, mas não posso deixar de falar dela. É a versão com aparência de aventureira da SW já com a frente da linha 207.

Ela tem motor 1.6 Flex com 110/113 cv, altura 2,5cm elevada em relação à SW comum, parachoques, saias laterais e moldura das rodas em plástico cinza, além de apliques cromados na base de cada parachoque imitando reforço. Tudo que tinha na Escapade do 206. A novidade é que os faróis ganharam máscara escura e as lanternas traseiras são brancas.

O interior é quase igual ao restante da linha 207, principalmente o novo painel. As diferenças são o quadro de instrumentos com fundo branco e os bancos com apoio de cabeça vazado e encosto com a assinatura Escapade.

Entre os equipamentos de série, a Escapade passa a contar com computador de bordo, sensores automáticos de farol e limpador do pára-brisa. Completam o pacote ar-condicionado com controle automático de temperatura, direção hidráulica e trio elétrico. No entanto, os freios ABS, que eram de série na 206, passaram a ser opcionais. Outro item pago é o airbag frontal.

Quando foi lançada no início de dezembro, a 207 Escapade já seria mais barata que a sua antecessora. Depois da redução do IPI está custando ainda menos: R$ 46,1 mil.
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sábado, 24 de janeiro de 2009


Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação

Lançado no final do ano passado, o Audi A5 é a opção mais sóbria entre os cupês da marca alemã. Os outros são os arrojados TT e o superesportivo R8.
O A5 é baseado no sedã compacto A4, com quem compartilha a plataforma e o estilo dos faróis de duplo xenônio e lanternas iluminados com iluminação por LEDs. Com 4,63m de comprimento, diferencia-se do irmão pelas duas portas a menos e alguns vincos na carroceria. As suas rodas são de 17 polegadas. As de aro 18 e 19 opcionais.

Mesmo com o visual elegante o A5 é impulsionado por um motor V6 3.2 de injeção direta de gasolina (FSI) com 269 cavalos de potência. A aceleração é feita em seis segundos e meio e a velocidade é limitada a 250 km/h. O consumo médio anunciado pela Audi surpreende: 11,5 quilômetros por litro (8 km/l na cidade e 15 km/l na estrada). A tração é dianteira e o câmbio é automático sequencial de oito velocidades com opção de troca no console ou atrás do volante multifuncional.

E falando no interior, ele é bem acabado e aconchegante, sem deixar de lado a esportividade. Misturando couro e alumínio, os bancos possuem posição baixa. Atrás, cabem dois adultos, mas o conforto é maior na frente. O porta-malas comporta 455 litros.

Na lista de equipamentos de série do A5 estão presentes o sistema multimídia (Infotainement) operado pela tela de LCD e seletor no painel, ar condicionado automático de duas zonas com sensor de intensidade solar, sistema de áudio com entradas para MP3, cartão SD, CD changer para seis discos e 10 alto-falantes, porta-malas com abertura automática e sensor de estacionamento com gráficos no display. Um destaque na segurança é o sistema Audi Hill, que evita que o veículo deslize acidentalmente para trás quando estiver em uma ladeira. Freios ABS, distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e seis airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros e duas cortinas no habitáculo) também não faltam.
Como opcionais, o A5 tem dois interessantes recursos. O primeiro é o sistema Audi Drive Select, que permite ao motorista regular a suspensão do carro de três formas diferentes: automática (standard), confortável (com a direção mais leve e suspensão macia) ou dinâmica (com suspensão mais rebaixada, marchas mais esticadas e direção mais dura). O outro, o Adaptive Cruise Control, permite que o carro praticamente dirija sozinho. Funciona assim: o motorista acelera até a velocidade que deseja e aciona o piloto automático. Ele também escolhe, por meio de uma alavanca atrás do volante, qual é a distância que quer ter do carro da frente. A partir daí, os sensores do A5 entram em ação. Se a pista está livre, ele segue na velocidade definida. Se aparecer um carro mais lento à frente, o veículo automaticamente freia sem que o motorista precise pisar no pedal.
Outros opcionais relevantes são o sistema de abertura de portas e acionamento do motor sem chave (R$ 4.370); bancos dianteiros com ajuste elétrico e memória para o banco do motorista, algo fundamental num cupê de duas portas (R$ 1.450); e o assistente de mudança de faixa, que detecta veículos que possam ameaçar a manobra (R$ 3.910). O A5 é vendido no Brasil por 254,5 mil reais. Completo, o preço chega a R$ 321.360.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ontem foi o Dia Nacional do Fusca, que em 2009 comemora 50 anos de fabricação no Brasil. A data de 20 de janeiro foi instituída pela Volkswagen do Brasil no final dos anos 80. Mas somente hoje foi possível fazer uma homenagem aqui no Guscar.


A ALEGRIA DE FAZER HISTÓRIA
Por Gustavo do Carmo

Fotos: Divulgação

Força através da alegria. Este foi o primeiro nome do nosso velho Fusca. Para aumentar a popularidade do regime nazista nos anos 30, o ditador Adolf Hitler encomendou um veículo robusto, resistente, que possa transportar quatro pessoas, trafegue continuamente a 100 km/h e custasse no máximo 1.000 marcos imperiais. Após a apresentação de protótipos da Daimler-Benz (atual Mercedes) e Opel, o engenheiro Ferdinand Porsche venceu a concorrência e levou adiante o projeto com o qual tanto sonhava.


O carro foi batizado de Kdf-Wagen. KDF são as iniciais de Kraft durch Freude, o que em alemão significa Força através da Alegria. Este era o lema do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. O carro foi lançado em 1938 e era vendido inicialmente através da compra de selos (como fazem os jornais populares de hoje).


O nome Volkswagen surgiu após uma irritação do ditador Adolf Hitler com um diretor da Opel que apresentara o seu “carro do povo” (volkswagen em alemão). Hitler respondeu: carro do povo só tem um, o Kdf-Wagen. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, a produção do KDF ficou parada até 1948, quando a fábrica de Wolfsburg, destruída pelos bombardeios, foi reconstruída para voltar a produzir o Volkswagen. Naquela época, a fábrica passou a ser administrada por Heinrich Nordhoff, ex-diretor da Opel caminhões. Ele criticou e mandou fazer várias alterações no motor e no acabamento e o carro aumentou bem a sua produção, saltando das 10 mil em 1945 (ano do fim da guerra) para 25 mil unidades três anos depois. O Fusca reergueu a Volkswagen e a indústria alemã.

Em 1949, o Fusca começava a ser exportado. Holanda e Estados Unidos foram os destinos do besouro antes de chegar ao Brasil um ano depois, importado pela Brasmotor. Em 1953, em parceria com o Grupo Monteiro Aranha, a Volkswagen se instalava no país e abria a primeira linha de montagem em São Paulo. Junto com a Kombi, o Fusca passou a ser montado com todas as peças vindas da Alemanha. Com os incentivos do governo de Juscelino Kubitschek através do GEIA (Grupo Executivo da Indústria Automobilística) em 1956, a Volkswagen inaugurou a fábrica de Anchieta em São Bernardo do Campo e em três anos, o Fusca já era inteiramente produzido no Brasil.

Quando chegou ao nosso país, o Fusca era chamado de Sedan e equipado com motor 1200 cm³ de apenas 36 cavalos de potência. As lanternas traseiras eram minúsculas e os vidros traseiros ovalados. Não tinha seta, a indicação de mudança de direção era feita por uma haste escondida na coluna central do carro e que era aberta mecanicamente ao virar o volante. Já em 1961, a primeira marcha passou a ser totalmente sincronizada, o chassi passou a ser nacional no ano seguinte, vieram as luzes de direção até que, em 1967, a cilindrada aumentava para 1300, com ganho de dez cavalos na potência. No mesmo ano, houve mais um aumento nas dimensões do vidro traseiro e mais melhorias no acabamento.

A partir dos anos 70, chegaram os motores 1500 (Fuscão) e 1600 (Super Fuscão). Em 1972, o Fusca batia na Alemanha o recorde de vendas do Ford Modelo T: 232.852 unidades. Saía de linha por lá em 1978, enquanto aqui ia ganhando pequenas alterações estéticas na traseira como a adoção dos faróis Fafá, em homenagem aos seios da cantora Fafá de Belém. Isso em 1980. Com a chegada do Gol, no mesmo ano, o Fusca começava a preparar a sua aposentadoria. Em 1983, o nome Fusca foi oficializado pela Volkswagen. Ganhou uma série especial em 1984, onde os destaques eram os novos revestimentos internos e o encosto de cabeça dos bancos dianteiros. Saiu de linha em 1986 para voltar a ser produzido em 1993, sob a chancela do então presidente da república Itamar Franco. Mas o Fusca ressuscitado só durou três anos até sair definitivamente de linha e deixar novamente na saudade os admiradores brasileiros de suas formas arredondadas, mecânica resistente e grande agilidade.

Em setembro de 2003, deixou de ser produzido no México, o último país que fabricava o besouro em todo o mundo. Seu sucessor espiritual dos novos tempos, o New Beetle, desenvolvido nos Estados Unidos, completou dez anos no ano passado.

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sábado, 17 de janeiro de 2009

Conforto e segurança no trabalho
Por Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação

O Brasil finalmente vai poder comprar um dos utilitários comerciais mais tradicionais da Europa. E não falo da Kombi, mas sim do Ford Transit, um furgão que no velho continente está em sua sétima geração, lançada em 2006, já dentro do estilo Kinetic. A exemplo de lá, ele vai enfrentar os seus velhos conhecidos Renault Master, Mercedes Sprinter, Fiat Ducato, Peugeot Boxer e Citroën Jumper. Mas aqui o Ford levará vantagem porque o Master e o trio da PSA são vendidos com carrocerias antigas.

O Ford Transit chega ao nosso mercado importado da Turquia em três versões: furgão curto de teto médio, furgão longo de teto alto e de passageiros para 13 ocupantes mais o motorista. As versões de carga possuem área de 7,5 e 11,3 m³ e capacidade para 1.400 e 1.420 kg.






Todas têm tração traseira e um motor turbodiesel 16 válvulas de 115 cavalos, chamado Duratorq TDCI, com 2.4 litros de cilindrada. O torque é de 31,5 kgfm, obtido entre 1.750 e 2.000 rpm. O câmbio é manual e de seis marchas sincronizadas. Sua alavanca está posicionada no painel.

Para estrear num segmento do qual nunca participou oficialmente no Brasil (aqui foram usados muitos furgões independentes transformados a partir da antiga picape F-1000 ou da grandona F-4000), a Ford apostou no conforto, na sofisticação e na segurança, incomuns em veículos deste tipo por aqui, onde são utilizados no transporte alternativo, de turistas e de entrega de encomendas.

O acabamento do Transit é bom, a dirigibilidade é de um carro de passeio, o ruído é baixo e a lista de equipamentos de série é o seu grande destaque. Ar-condicionado, travas, vidros e retrovisores elétricos, travamento automático das portas e freios a disco nas quatro rodas com ABS podem ser triviais, mas estão ausentes ou relegados a opcionais nos concorrentes. O que surpreende mesmo é a oferta básica de itens de segurança como controle de tração, controle eletrônico de estabilidade, assistência para arrancadas em aclives e assistência para frenagens de emergência, inéditos em veículos comerciais vendidos no Brasil. Outro item de vanguarda neste tipo de utilitário é o controle do rádio AM/FM na direção. O ar condicionado só é opcional na versão de carga. Na versão de passageiros todos os ocupantes dispõem de cinto de segurança de três pontos e o ar tem saída traseira. Só que para pagar todos estes mimos o airbag é apenas para o motorista.




Pena que o Transit não oferece mais por menos. Custando R$83 990 a versão curta de carga, R$ 93 290 a longa e R$103 990 a de passageiros, o utilitário é mais caro que os concorrentes, que ficam abaixo dos noventa mil. Mesmo estreando neste segmento a Ford já quer conquistar 11% do mercado com o modelo.

A esperança é que a importação da Turquia sirva de aperitivo para uma futura produção nacional e torne o Transit tão famoso e tradicional no Brasil como é na Europa e a Kombi é por aqui. Desde que se atualize junto com o europeu.



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sábado, 10 de janeiro de 2009



Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação e Revista Quatro Rodas

Primeiro sedan compacto da Ford no Brasil, o Corcel foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo em 1968.

O Corcel era um sedan de quatro portas, linhas retas, espaçoso, com boa visibilidade, acabamento e posição de dirigir. Seu projeto era da Renault e aqui no país seria lançado pela Willys, mas quando a Ford comprou esta marca um ano antes, ela assumiu o desenvolvimento. Na Europa, o projeto foi lançado como Renault 12 e também tornou-se um carro emblemático.

O motor do Corcel era de quatro cilindros, 1.3 de 68 cavalos de potência. Em seu primeiro ano de mercado, em 69, o Corcel vendeu quase 50 mil unidades.



No mesmo ano foi lançada a versão cupê, de apenas duas portas. Logo depois a sua versão esportiva GT com faróis de milha no pára-choque, faixa preta no capô e na grade e motor 1.4 de 80 cavalos. Em 1970 surgiu a perua Belina, também de duas portas. Neste ano, o Corcel foi o responsável pelo primeiro recall do país, ao convocar os seus proprietários para reparar a coluna de direção. No ano seguinte ocorreu a primeira reformulação frontal. A grade de diversos filetes cromados, com um V na frente, inspirado no Renault 16, deu lugar a um conjunto mais reto e um emblema. Sedã e coupé ganharam lanternas pequenas e duplas. O GT recebeu capô inteiramente preto com difusor de ar, faróis de milha na grade e mais cinco cavalos na potência.



Na linha 73 as modificações frontais foram mais profundas. A grade passou a ser vertical e as lanternas voltaram a ser inteiriças. O conjunto foi inspirado no médio Maverick, lançado naquele mesmo ano. O motor 1.4 passou a ser de série para todas as versões, mas com 72-75 cavalos. O GT passou a ter faixas duplas no capô. Em 1975 o Corcel ganhou mais uma alteração na grade. Outra novidade foi a versão luxuosa LDO. Era a despedida da primeira geração que daria lugar, no início de 78, ao Corcel II, com carroceria mais moderna e reta.
O novo modelo teve as versões básica, L, LDO e GT. A Belina também foi reestilizada. O modelo quatro portas ficou de fora. Em 1979 o motor passou a 1.6 de noventa cavalos. A versão a álcool veio logo depois. O Corcel II deu origem ao famoso e luxuoso Del Rey. Foi em 1981. No ano seguinte duas novidades: a picape Pampa e a perua Scala, que era a Belina com a frente do Del Rey.
Em 1986 o II desapareceu do nome do Corcel e ele ganhou uma nova frente, quase junto com a linha Del Rey. A Belina assumiu a identidade do luxuoso e ganhou tração quatro por quatro.
O Corcel saiu de linha em oitenta e sete. Del Rey e Belina duraram até 91. E a picape Pampa só foi substituída pela Courier em 1997.

O Ford Corcel conquistou três títulos de Carro do Ano da Autoesporte (1969, 1973 e 1979) e deixou saudades pelo espaço e bom acabamento.


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