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quinta-feira, 25 de abril de 2013

LANÇAMENTO - VOLKSWAGEN SAVEIRO 2014

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

As picapes compactas, derivadas dos hatches de mesmo porte, vêm sendo subvalorizadas justo no Brasil, onde se popularizaram. Culpa do perfil exportador que o nosso país assumiu. Como as picapinhas não fazem muito sucesso lá fora, a exportação não tem dado lucro para as montadoras. E fazer só para o mercado interno também não.

Assim, projetos inteiramente novos desse gênero vêm sendo esquecidos, apesar de especulados. Outros são totalmente descartados, como uma nova Fiat Strada, que ainda usa a plataforma do primeiro Palio. A Ford já tirou a velha Courier de linha. Ela era de 1997, derivada do Fiesta de então. A Chevrolet Montana vem do Agile, que usa o chassi do Corsa de 1994. A última picape compacta inteiramente nova foi a Hoggar, da Peugeot, lançada em 2010. Não fez sucesso e está ameaçada de extinção com o lançamento do 208. Há quem diga que a Renault esteja preparando uma picape da Duster, mas ela já tinha desistido da picape do Logan, existente no Leste Europeu.

Sem muita vontade de desenvolver um novo projeto, a solução para as montadoras tem sido fazer face-lifts para deixar as picapes mais atuais no mercado. No ano passado foi na Fiat Strada. Este ano a novidade é  a Saveiro, que enfim adotou a identidade visual frontal do Gol, do Voyage e de toda linha Volkswagen.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

HISTÓRIA - CHEVROLET CHEVETTE 40 ANOS


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO E REVISTA QUATRO RODAS
(Fotógrafos Fernando Brunhosa, Cláudio Larangeira, Heitor Hui, Milton Shirata e Jorge Meditsch)


Segundo modelo fabricado pela General Motors do Brasil, o Chevette era lançado há 40 anos e saía de linha há quase vinte para dar lugar ao Corsa.

O sedãzinho de 4,12 metros de comprimento foi lançado no Brasil em abril de 1973 (cinco anos depois do Opala) como um projeto mundial, o chamado T-Car, que teve versões na Austrália (Holden Gemini), Japão (Isuzu Gemini), Alemanha, Inglaterra (Vauxhall) e Estados Unidos. Destes dois últimos países veio o nome Chevette. Os norte-americanos também tiveram uma versão da Pontiac chamada T-1000.

domingo, 21 de abril de 2013

LANÇAMENTO - KIA CERATO

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 
DADOS DE TESTE: QUATRO RODAS


O Kia Cerato é mais um daqueles carros que ilustram a famosa frase "Quem te viu, quem te vê!". De um sedãzinho insosso em 2006, passando pelo atraente sedã compacto de 2009 até este ano, o sul-coreano se transformou em um charmoso sedã médio, com porte para concorrer de verdade com o japonês Honda Civic, embora já tivesse 4,53m de comprimento, a mesma medida do rival. O novo Cerato agora tem 4,56m. Antigo concorrente de mercado, o Honda City tem 4,40m.

As linhas retas e angulosas do antigo Cerato ficaram para trás. Ele agora tem traços arredondados, com faróis maiores em formato de olho e luzes diurnas de LED, colados à grade também crescida. A lateral tem teto e área envidraçada arqueados, com friso cromado na base das janelas que termina na coluna, como um aplique. Por fim, as lanternas traseiras, ainda horizontais, ficaram mais longas, finas e inclinadas, lembrando uma asa delta (e também o irmão maior Optima).




quinta-feira, 11 de abril de 2013

PRÉ-ESTREIA INTERNACIONAL - MASERATI GHIBLI

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 
MOSAICO DOS MODELOS ANTIGOS: BLOG AUTO REALIDADE


Eu ainda não tinha mostrado a sexta geração do sedã Maserati Quattroporte. Mas este modelo das fotos é o Ghibli, um sedã menor, com nome tão tradicional quanto o irmão mais velho. A denominação já foi usada em dois cupês: um genuíno - que também teve uma versão conversível - produzido entre 1967 e 1973 e um três volumes de duas portas entre 1992 e 1997. 

Agora o Ghibli volta com quatro portas e as mesmas linhas sinuosas e elegantes do Quattroporte. Tem 4,60 metros de comprimento, contra 5,26m deste último. O interior tem painel com desenho mais moderno, dividido pela tela multimídia e as saídas de ar. O console é longo e largo. O quadro de instrumentos, com dois túneis e o display colorido entre eles, e o volante são iguais ao do Quattroporte, assim como o refinamento. Não faltou o relógio analógico no centro do painel. 

terça-feira, 9 de abril de 2013

LANÇAMENTO - CHERY CELER

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


A Chery foi a primeira marca chinesa a se popularizar no Brasil, com o compactíssimo QQ. Antes, vieram o utilitário esportivo compacto Tiggo, montado no Uruguai, e o médio Cielo (cujo nome foi escolhido aqui em concurso), nas versões hatch e sedã.

Seu último lançamento, o compacto S-18, marcado por ser o primeiro chinês com motor bicombustível, ainda não empolgou no mercado e já está  até ameaçado pela reestilização do QQ. Culpa do pedal de freio mal projetado, que entorta facilmente. A imagem ficou arranhada.

Agora atuando por conta própria e não mais representada pela Venko, a Chery tenta dar a volta por cima com um modelo que terá outro marco: a partir do ano que vem o Celer será o primeiro chinês a ser produzido em nosso país, mais precisamente na fábrica que está sendo erguida em Jacareí, interior do estado de São Paulo. Isso se a conterrânea e concorrente JAC não inaugurar a sua unidade em Camaçari antes, que também está prevista para 2014.


Por enquanto, o Celer (que iria se chamar Fulwin) vem importado direto da China, da planta de Wuhu, nas versões hatch e sedã, custando R$ 35.990 e R$ 39.990, respectivamente, e em pacote único de equipamentos como ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios ABS com EBD, alarme antifurto, vidros, travas e retrovisores elétricos, rádio AM/FM com CD player MP3 e entrada USB, banco do motorista e volante com regulagem de altura, regulagem elétrica de altura dos faróis com sistema “siga-me” (que mantém os faróis ligados após o travamento ou destravamento das portas), abertura elétrica do porta-malas e rodas de liga-leve de 15 polegadas.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

LANÇAMENTO - MERCEDES CLASSE A

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


O monovolume que até capotou no Teste do Alce (manobra brusca para desviar do animal comum nos países frios) e foi fabricado em Juiz de Fora ficou no passado. Depois de duas gerações no formato de minivan, o Classe A agora é um hatch esportivo de 4,29m de comprimento, 1,78m de largura e 1,43m de altura, apto para enfrentar os eternos rivais conterrâneos BMW Série 1 (de R$ 89.950 a 134.950) e Audi A3 (que ainda vai chegar ao Brasil), além do também ainda esperado Volvo V40.

Com suas linhas musculosas, marcadas por vincos, traseira arredondada e grade avançada, o Classe A já está à venda no Brasil em duas versões de acabamento: Style (R$ 99.900) e Urban (R$ 109.900). Ambas dotadas do motor 1.6 turbo, com dezesseis válvulas, injeção direta e 156 cavalos de potência. O único câmbio que veio foi o automatizado de sete marchas e dupla embreagem. Apesar da cilindrada, todas as versões do novo compacto da Mercedes-Benz vão se chamar A200 Turbo, que acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e alcança 224 km/h. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

PRÉ-ESTREIA INTERNACIONAL - CITROËN C4 PICASSO

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


A segunda geração do Citroën C4 Picasso (terceira se contarmos o Xsara) está cada vez mais próxima das obras do pintor espanhol que lhe emprestou o nome. O C4 anterior já era levemente reto, mas ainda tinha muitas curvas e quinas arredondadas. O capô, por exemplo, era praticamente integrado ao para-brisa. O modelo novo está totalmente trapezoidal.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

NO MERCADO - CITROËN DS4

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


O DS3 é um hatch compacto que quer estar na moda. O DS5 é uma perua que quer ser crossover. E agora o DS4: um hatch que quer ser cupê esportivo. A verdade é que não são os modelos, mas a Citroën que quer estes perfis para os seus modelos luxuosos da linha DS, completa no Brasil com o DS4, por R$ 99.900.