quinta-feira, 22 de agosto de 2013

HISTÓRIA - ESPECIAL ELES SÃO 10! - CITROËN C3

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


O Volkswagen Polo chegou antes, em 2002, mas foi o Citroën C3, lançado no Brasil em junho do ano seguinte, quem mais ganhou fama como Compacto Premium.

Assim como o Honda Fit, o C3 foi a primeira investida da Citroën no segmento de compactos e também o segundo modelo da marca francesa produzido em nosso país. A Honda já fabricava o Civic em São Paulo desde 1997 e a Citroën a minivan média Xsara Picasso, em Porto Real, aqui no estado do Rio.

Novamente a exemplo do colega decano japonês, o C3 também decepcionou por ser um compacto mais caro e não com preço popular, como se esperava. A Citroën tinha os seus motivos: a sócia Peugeot já vendia com sucesso desde 1999 e montava desde 2001, também no Rio, o igualmente hatch compacto 206. Para evitar concorrência dentro de casa, a marca do duplo acento circunflexo posicionou seu novo carro (lançado na França em 2001 para suceder o Saxo) em um novo segmento: o de hatches compactos mais sofisticados, que a imprensa começou a chamar de Premium.



As linhas arredondadas contínuas da traseira até o para-brisa côncavo, que criavam um teto alto, não foram criadas à toa. A inspiração veio do clássico modelo 2CV (1948-1990), mas as formas já haviam sido antecipadas no conceito já chamado de C3 (daí surgiu o atual padrão de nomenclatura, embora o primeiro a usá-lo comercialmente tenha sido o luxuoso C5) no Salão de Paris de 1998. O projeto também deu origem ao conversível (com colunas removíveis) C3 Pluriel, vendido na Europa entre 2003 e 2010.

C3 Concept 1998

Nas duas fotos acima, o conversível C3 Pluriel, vendido na Europa entre 2003 e 2010

O C3 hatch definitivo - que sempre teve quatro portas, mesmo na Europa - tinha faróis grandes, meio arredondados, meio trapezoidais, que cercavam a grade, que era protegida por quatro filetes na cor do carro, sendo o superior mais grosso. As janelas laterais acompanhavam a curvatura do teto e do para-brisa. Já a traseira tinha lanternas verticais finas e pontudas, que chegavam a invadir um pouco o amplo vidro traseiro. A parte de lataria da tampa era praticamente limpa, com o discreto baixo relevo e a régua para a placa. Uma curiosidade era que os retrovisores não tinham capa na cor da carroceria para não quebrar a harmonia dos traços redondos. 

O interior seguia o estilo externo. Bicolor (cinza escuro na parte superior e claro na inferior), o painel era arredondado na altura do console central, com difusores ar e vão da maçaneta das portas idem. A maçaneta em si era apenas uma tirinha arqueada de alumínio perfurada. As portas tinham pouco revestimento de tecido. A maior parte era de plástico. O toque futurista do C3 estava no velocímetro digital e conta-giros em arco. O lado ruim da ergonomia era o controle elétrico dos vidros espremido entre os bancos dianteiros, um problema também presente no primo Peugeot 206.



A tentativa de conforto para os passageiros de trás foi dada nas mesinhas de avião retráteis nas costas dos bancos dianteiros da versão mais cara. O recurso já era usado na Chevrolet Meriva. Mas no C3 o espaço atrás era tão apertado que foi preciso uma mesinha tão fininha que só dava para comer amendoim. O copo tinha que ser grande para ficar preso no buraco reservado a ele. Em caso de uma freada brusca ainda era um perigo. Para compensar, o porta-malas tinha 305 litros, o maior entre os hatches compactos até a chegada do Renault Sandero quatro anos depois.

O C3, que acabou conquistando as mulheres, tinha duas versões: GLX e Exclusive. A primeira só era premium no preço, pois custava R$ 32.350, mais cara que os rivais Corsa, Polo e 206. A GLX até tinha freios ABS com EBD e assistência de frenagem em urgência, trava elétrica e direção assistida elétrica. Porém, devia ar condicionado e vidros e retrovisores elétricos, que eram opcionais, mas de série na top Exclusive, que custava R$ 35.590 e ainda oferecia apoios de braço individuais entre os bancos dianteiros. Rádio/CD Player, airbags frontais e o sensor de estacionamento traseiro (novidade na época) precisavam ser pagos à parte nas duas versões, que possuíam o mesmo motor 1.6 de 16 válvulas, ainda a gasolina, de 110 cavalos.


Acelerava, segundo a revista Quatro Rodas, em 11,6 segundos, retomava entre 80 e 120 km/h em 20,1 segundos e alcançava velocidade máxima de 177,9 km/h. O consumo era de exatos oito quilômetros por litro na cidade e 13,5 km/l na estrada. Parava a 80 km/h em 28,5 metros e gerava 61,2 decibéis de ruído com mesma velocidade.

Dois meses depois do lançamento, a versão GLX ganhou a opção do motor 1.4 de oito válvulas, ainda importado da França, que rendia 75 cavalos. Custava bem mais barato (R$ 28.690) porque perdeu as rodas de liga-leve (trocadas por calotas de desenho parecido), os freios ABS e a ventilação do disco dos dianteiros e os traseiros passaram a ser a tambor.


Em 2004 a maior novidade foi a série especial Ocimar Versolato, que tinha de série interior todo preto, bancos em couro, som, ABS, sensor de estacionamento e uma bolsa criada pelo famoso estilista internacional da sociedade paulista exclusivamente para a Citroën. O motor era o 1.6. Detalhe: a "homenagem" acabou em barraco chique entre Ocimar e a esposa do então presidente da Citroën no Brasil, Sérgio Habib. O motivo foram divergências financeiras na sociedade entre os três nas butiques que abriram juntos. Sérgio rompeu a parceria e a amizade.



No ano seguinte, o motor 1.4 a gasolina foi nacionalizado, ganhando ar condicionado, trio elétrico e alerta sonoro de velocidade de série. Mas logo se tornou um mico de mercado porque, no final daquele 2005, ele passou a ser flex, ou seja, abastecido com gasolina e álcool ao mesmo tempo. A potência subiu de 75 para 80/83 cavalos. O 1.6 16v também virou flex, com potência de 110 e 113 cv.


Ainda em 2006 a maior novidade para o C3 foi a versão aventureira XTR, que se limitava aos para-choques, grade e saias laterais escuros, faróis auxiliares e bagageiro no teto. As rodas de liga-leve tinham desenho estrelado. A lista de equipamentos era a mesma da série Ocimar Versolato: ar-condicionado, trio elétrico, direção elétrica, air bag para motorista e passageiro, freios ABS, EBD (Programa de Estabilidade Eletrônica) e sistema de auxílio de frenagem de emergência (AFU), bancos de couro com o logotipo XTR, painel digital, CD player com comando no volante, computador de bordo e alerta sonoro de velocidade, além do interior todo preto. Também naquele ano foi lançado o kit especial Musique para todas as versões, que incluía, além do CD Player Pioneer com MP3, um iPod Nano e alto-falantes mais potentes.



O Citroën C3 já estava com nova frente na Europa desde 2005. A grade perdeu uma aleta e as três que restaram ficaram com a mesma espessura e alinhadas ao emblema, embora ainda estejam na cor da carroceria. O painel interno teve algumas pequenas mudanças notáveis no quadro de instrumentos, no display central no alto e uma nova moldura cromada no console.


Acima o painel do C3 europeu 2006. Mais acima, o face-lift frontal de lá.   

Aqui no Brasil, a mudança frontal só chegou em 2008 e diferente, até mais chamativa que o europeu: as aletas eram pretas e a grade tinha um contorno cromado. Desde o ano anterior, o motor 1.4 já era oferecido também no Exclusive e no XTR, que aqui ganhou para-choques na cor do carro com detalhes em preto fosco e em imitação de aço, presente também nas saias laterais, fazendo papel de estribo e protetor do cárter. Já o interior ficou apenas definitivamente escuro em todas as versões, sem mudanças nas linhas do painel, que ganhou ar condicionado digital. Meses depois, o C3 brasileiro ganhou a opção do câmbio automático sequencial de quatro marchas para entrar na briga com os automatizados Easytronic (Chevrolet), Dualogic (Fiat) e i-Motion (Volkswagen) que viraram febre entre os compactos nos anos posteriores.




C3 XTR nas duas fotos acima

Pena que logo em 2009 o C3 europeu mudou radicalmente. Aqui demorou três anos para chegar. Mas a sua nova plataforma fez a pré-estreia no Aircross, que apareceu antes e na verdade era a versão (quase) realmente aventureira do utilitário estilo caixote C3 Picasso. Ambos chegaram ao mercado, respectivamente, em 2010 e 2011, com grade frontal aberta e o interior simplificado para cá. Lá, o velocímetro é digital e no centro do painel. Aqui, o Picasso veio com mostradores analógicos.





C3 Picasso. Mais acima Citroën Aircross
Enquanto o novo C3 não vinha, o modelo brasileiro foi ganhando novas séries especiais como a França-Brasil (para comemorar o ano da França no Brasil em 2009), a Plus, que adicionou sensores crepuscular e de chuva, e a Solaris, com teto solar pequeno (o europeu tinha um panorâmico), que voltou outras duas vezes. A primeira geração se despediu com faróis escurecidos.



Segunda geração

Finalmente, no ano passado, chegou ao país a segunda geração do Citroën C3. Os contornos ficaram mais modernos, tentando agradar mais ao público masculino, mas é possível notar que a silhueta em arco continua a mesma. Os faróis de formato triangular, com pequena extensão até a grade, são os mesmos do europeu. Mas a grade aberta, unida ao emblema, foi desenvolvida no Brasil. Pegou tão bem que virou face-lift na Europa. O para-choque dianteiro ganhou luzes diurnas em LED desde a versão intermediária. A traseira trocou as lanternas verticais pontudas pelo formato de bumerangue na tampa do porta-malas.


O vidro traseiro continua amplo. Já o para-brisa ficou ainda maior com o charme desta nova carroceria, que é o seu prolongamento chamado Zenith, que termina um pouco antes da metade do teto, proporcionando um comprimento de 1,35m e um ângulo de 80º. A visibilidade gigante, já uma característica da Citroën, também está presente desde o segundo nível de acabamento. Aliás, as versões mudaram de nome. A GLX se dividiu em duas, passando a se chamar Origine e Tendance. A top continua sendo a Exclusive. 


Por dentro, o motorista pode deixar o vidro frontal no tamanho normal com uma proteção corrediça (que inclui os para-sois). O painel perdeu o quadro de instrumentos digital e ganhou três mostradores analógicos, colados ao outro. O europeu também agora é assim. Mas lá, há mais sofisticação com faixa na cor do carro e difusores de ar centrais retangulares (é o mesmo painel do luxuoso DS3). Aqui, a exemplo do utilitário C3 Picasso/Aircross, ficou com uma aparência totalmente preta e rústica, com três saídas de ar redondas de aro cromado. embora o acabamento tenha melhorado bastante.


A distância entre-eixos de 2,46m foi mantida, mas o comprimento aumentou de 3,85 para 3,94m, a largura de 1,66m para 1,70m e a altura de 1,51m para 1,52m. O espaço atrás continua apertado. Pelo menos as dispensáveis mesas atrás dos bancos dianteiros foram retiradas e ficaram restritas ao C3 Picasso. A capacidade do porta-malas caiu para 300 litros, mas ainda é um dos maiores da categoria. Além do para-brisas panorâmico, o novo C3 ganhou equipamentos inéditos como computador de bordo, piloto automático, porta-luvas refrigerado, airbags laterais, navegador por GPS e borboleta de mudança do câmbio atrás do volante, alguns deles opcionais. Os preços agora variam entre R$ 39.990 (o Origine básico) e R$ 55.360 (o Exclusive automático).


Os motores continuam sendo dois e um deles 1.6. Mas ambos foram modificados. O 1.4 cresceu de tamanho e passou a ser 1.5 (1.449 cm³), que estreou no C3 Picasso e também é usado no Peugeot 208, lançado este ano. Flex, como manda o mercado, ainda tem oito válvulas, mas a potência subiu para 89 e 93 cavalos. O 1.6 ganhou sistema de partida a frio, que dispensa o tanquinho de gasolina para partida a frio. Chamado de VTI 120, também ficou mais potente, passando de 110/113 para 115 e 122 cavalos. 

Aos dez anos a concorrência está bem maior. Tem o primo Peugeot 208, o Chevrolet Sonic, Fiat Punto, Ford New Fiesta, o chinês JAC J3 e ainda o Volkswagen Polo, que continua do mesmo jeito que foi lançado em 2002, a não ser pela grade modernizada. No ano que vem chega o novo Renault Sandero. 

Talvez o termo Premium, com o qual o C3 ficou famoso, seja até desculpa das montadoras para o alto preço dos compactos não-populares. Mas de qualquer forma, o primeiro hatch compacto fabricado pela Citroën no Brasil já tem uma década de história pra contar. Uma história de estilo.  


Leia também: 

Honda Fit
Ford Ecosport 

Nenhum comentário:

últimos posts

Tópicos

Lançamento Nacional (188) Chevrolet (103) Volkswagen (102) História (96) Ford (89) Fiat (81) Carro do Ano (73) Comparativos (72) Lançamento Internacional (72) Em Breve no Brasil (56) Retrospectiva (51) Renault (46) Honda (45) Toyota (44) Citroën (39) Nissan (39) Especial (38) Hyundai (38) Peugeot (37) Sonhos de Consumo (36) Audi (33) Baba Brasil (28) Kia (27) Mercedes (27) BMW (24) No Mercado (22) História em Miniatura (19) Cruze (18) Gol (18) Lembra de mim? (17) Motor do Ano (17) Mário Coutinho Leão (17) Corolla (16) JAC (16) Opel (16) Pré-estreia (16) Rádio Motor (16) Analisando (15) Fiesta (15) História em Fotos (15) Ka (15) Civic (14) Editorial (14) Golf (14) Focus (13) Salão de Genebra 2014 (12) Volvo (12) Carro do Ano 2013 (11) Carro do Ano 2014 (11) Carro do Ano 2015 (11) Guscar em Genebra (11) Mitsubishi (11) Palio (11) Retrospectiva 2016 (11) Uno (11) Carro do Ano 2010 (10) Carro do Ano 2011 (10) Corvette (10) Fox (10) HB20 (10) Utilitário do Ano (10) Avaliação (9) Carro do Ano 2012 (9) Fit (9) Jaguar (9) March (9) Suzuki (9) up! (9) 500 (8) Carro do Ano 2016 (8) Chery (8) Duster (8) Ecosport (8) Jeep (8) Onix (8) Retrospectiva 2015 (8) Siena (8) i30 (8) 3008 (7) Carro Premium (7) City (7) Dodge (7) Fluence (7) Land Rover (7) Melhores do Ano (7) Mini (7) Polo (7) Porsche (7) Prêmios Suplementares (7) Ranger (7) Salão de Genebra 2012 (7) Versa (7) Voyage (7) 208 (6) 308 (6) Aircross (6) Alfa Romeo (6) C3 (6) C4 (6) CR-V (6) Carro do Ano 2017 (6) Etios (6) Ferrari (6) Fusion (6) McLaren (6) Mustang (6) Passat (6) Punto (6) Renegade (6) S10 (6) Salão de Xangai (6) Sandero (6) Sentra (6) Sportage (6) Strada (6) Toro (6) A3 (5) Accord (5) Cerato (5) Classe E (5) Cobalt (5) Eles são 10! (5) Guscar MOTO (5) Hilux (5) Jetta (5) Lamborghini (5) Lifan (5) Logan (5) Picape do Ano (5) Salão de Pequim 2014 (5) Saveiro (5) Seat (5) Teste de pista (5) Tracker (5) 2008 (4) 408 (4) A4 (4) Agile (4) Amarok (4) Astra (4) Bentley (4) Campeões de Audiência (4) Captiva (4) Classe C (4) Corsa (4) DS4 (4) Edge (4) Escort (4) Especial Crossovers (4) Frontier (4) Fusca (4) HB20S (4) HR-V (4) Hilux SW4 (4) L200 (4) Livina (4) Mini Cooper (4) Mégane (4) Optima (4) Picanto (4) Prisma (4) Q3 (4) Sonic (4) Swift (4) Série 1 (4) Série 3 (4) XE (4) 911 (3) A5 (3) Bravo (3) Camaro (3) Camry (3) Captur (3) Celta (3) DS3 (3) Direto do Arquivo (3) Discovery (3) GLC (3) Giulia (3) Ibiza (3) J3 (3) Kicks (3) Malibu (3) Monza (3) Outlander (3) P1 (3) Panamera (3) Polara (3) Prius (3) RAV4 (3) Salões (3) Sorento (3) T5 (3) TT (3) Tiggo (3) Utilitário do Ano 2011 (3) Vectra (3) Vitara (3) X60 (3) XC90 (3) 147 (2) 507 (2) 508 (2) A1 (2) A8 (2) AMG GT (2) ASX (2) Adam (2) Aero (2) Altima (2) Ayrton Senna (2) Azera (2) Bentayga (2) Bolt (2) C1 (2) C4 Lounge (2) C4 Picasso (2) CLA (2) Calibra (2) Carro Verde do Ano (2) Challenger (2) Chevette (2) Chrysler (2) Classe A (2) Classe B (2) Classe ML (2) Classe S (2) Classic (2) Creta (2) DS5 (2) Daewoo (2) Datsun (2) Elantra (2) Elba (2) Espero (2) Estão comentando (2) Expert (2) Fim de Temporada (2) Fiorino (2) GLA (2) GLE (2) Genesis (2) Go (2) Golf Variant (2) Importados de Ontem (2) Insignia (2) J2 (2) J5 (2) J6 (2) Journey (2) Jumpy (2) Kadett (2) Kadjar (2) La Ferrari (2) Lancia (2) Linea (2) Matérias Especiais (2) Mazda (2) Mille (2) Mini Clubman (2) Mobi (2) Mondeo (2) Montana (2) Motor do Ano 2011 (2) Motor do Ano 2013 (2) Motor do Ano 2014 (2) Motor do Ano 2015 (2) Motor do Ano 2016 (2) Motor do Ano 2017 (2) Opala (2) Oroch (2) Pajero Dakar (2) Parati (2) Pontiac (2) Pré-estréia (2) QQ (2) Qoros (2) RS6 (2) Range Rover (2) Rinspeed (2) S-Cross (2) S60 (2) Santana (2) Skoda (2) Smart fortwo (2) Soul (2) Spacefox (2) Symbol (2) Série 2 (2) Série 4 (2) T6 (2) Tiguan (2) Tipo (2) Transit (2) Twingo (2) Utilitário do Ano 2010 (2) Utilitário do Ano 2013 (2) Utilitário do Ano 2014 (2) Utilitário do Ano 2015 (2) V40 (2) V90 (2) Vectra GT (2) Veneno (2) Volkswagen Jetta (2) Volt (2) Willys (2) X1 (2) X3 (2) X6 (2) ZX (2) i8 (2) 107 (1) 108 (1) 124 Spider (1) 155 (1) 156 (1) 159 (1) 164 (1) 206 (1) 207 Passion (1) 2CV (1) 300C (1) 301 (1) 4008 (1) 405 (1) 4C (1) 500X (1) 530 (1) 570GT (1) 650S (1) 75 (1) A Concept (1) A6 (1) Alaskan (1) Ami (1) Ampera (1) Anísio Campos (1) Apollo (1) Argo (1) Arona (1) Arteon (1) As Belas do Salão (1) Aston Martin (1) Audi A3 Sedan (1) Aygo (1) B-Max (1) BMW K 1300 R (1) Bertone (1) Brasília (1) Brivido (1) Bugatti (1) C-Elysée (1) C-XR (1) C3 Picasso (1) C4 Cactus (1) C5 (1) Cadenza (1) Cambiano (1) Carens (1) Carro Premium 2010 (1) Carro Premium 2011 (1) Carro Premium 2012 (1) Carro Premium 2013 (1) Carro Premium 2014 (1) Carro Premium 2015 (1) Carro Premium 2016 (1) Carro Premium 2017 (1) Carros Antigos (1) Cee'd (1) Celer (1) Cherokee (1) Citigo (1) Classe X (1) Clio (1) Clubman (1) Colorado (1) Compass (1) Concept Coupé (1) Concept Estate (1) Concept XC Coupé (1) Continental (1) Continental GT (1) Corcel (1) Cordoba (1) Cross Coupé (1) Crossland X (1) D-Max (1) DS 6WR (1) Dacia (1) Dacia Logan (1) Dauphine (1) De olho na Notícia (1) Del Rey (1) Delta (1) Direto da Tela (1) Divulgação (1) Doblò (1) Dock+Go (1) E-Pace (1) E-Type (1) EC7 (1) Emerge-E (1) Enjoy (1) Entre linhas (1) Eos (1) Equinox (1) Equus (1) Espace (1) Evoque (1) Explorer (1) F-Type (1) FF (1) Face (1) Faróis (1) Ferrari 812 Superfast (1) Fiat Coupé (1) Fiat Uno Turbo i.e. (1) Fiat. Ford (1) Firebird (1) Ford GT (1) Ford T (1) Ford. Ka (1) Freemont (1) GS (1) GT4 Stinger. Soul (1) GTC4Lusso (1) Geely (1) Ghibli (1) Giulietta (1) Guscar 10 Anos (1) Hall da Fama Autoesporte (1) Hi-Cross (1) Hoggar (1) Honda CB 600F Hornet (1) Huracan (1) I-Oniq (1) Idea (1) Inca (1) Infiniti (1) Intrado (1) Invitation (1) Isuzu (1) Italdesign (1) KAWASAKI Z300 (1) KTM 390 Duke (1) Karl (1) Kawasaki (1) Kawasaki Ninja 250R (1) Kawasaki Ninja 300 (1) Koleos (1) Kombi (1) Kona (1) Kuga (1) LF320 (1) LF620 (1) Leaf (1) Lexus (1) Lincoln (1) Lodgy (1) Lotus (1) MX3 (1) Maserati (1) Maverick (1) Mercedes. A3 (1) Meriva (1) MiTo (1) Mii (1) Miura (1) Model S (1) Mokka (1) Motor do Ano 2010 (1) NMC (1) NS4 (1) NSX (1) New Beetle (1) Nexon (1) Notícias (1) Nuccio (1) Oldsmobile (1) Omega (1) Pacifica (1) Pajero (1) Picape do Ano 2010 (1) Picape do Ano 2011 (1) Picape do Ano 2013 (1) Picape do Ano 2014 (1) Picape do Ano 2015 (1) Picape do Ano 2016 (1) Picape do Ano 2017 (1) Pininfarina (1) Ponto a Ponto (1) Proace (1) Prêmio (1) Pulsar (1) Q2 (1) Q5 (1) Qoros 2 (1) Qoros 3 (1) RX (1) RX7 (1) Raridade (1) Romi (1) Romi Isetta (1) S18 (1) S90 (1) SL (1) SLK (1) SP2 (1) SX4 (1) SXC (1) Santa Fe (1) Scirocco (1) Scudo (1) Scénic (1) Smart (1) Smart forfour (1) Sonata (1) Spin (1) Ssangyong (1) Sunny (1) Série 5 (1) Série 6 (1) Série 7 (1) T-Roc (1) T8 (1) Talisman (1) Tata (1) Tempra (1) Tempra Pick-up (1) Tesla (1) Teste de Consumo (1) Tiida (1) Toledo (1) Toronado (1) Touareg (1) Tourneo (1) Toyota Corolla (1) Trailblazer (1) Trax (1) Tucson (1) Utilitário do Ano 2012 (1) V60 (1) Vale a Pena? (1) Vario (1) Vedette (1) Veloster (1) Veraneio (1) Versailles (1) Vezel (1) Viaggio (1) Vision C (1) Volkswagen GOLF (1) Volkswagen Gol Comfortline 1.0 (1) Vídeos (1) X-ChangE (1) XF (1) XIV-2 (1) Yamaha XT 600Z Ténéré (1) Yamaha YBR 250 Fazer (1) Yaris (1) Z4 (1) Zest (1) Zoe (1) ix35 (1) recall (1)