DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO
O segmento de sedãs compactos não para. De receber novidades. No último comparativo da categoria, em outubro do ano passado, a mais recente era o Toyota Etios. Em 2013 foram lançados o Hyundai HB20S e o Chevrolet Prisma, versões três volumes do HB20 e do Onix, respectivamente.
Para avaliar estes dois últimos decidi compará-los com os seus maiores concorrentes: o Volkswagen Voyage e o Fiat Grand Siena, além de promover a última participação do Renault Logan antes dele dar lugar à nova geração no ano que vem.
O novo confronto, seis meses depois do anterior, reúne, então, cinco verdadeiros sedãs compactos em suas versões mais completas, como o Chevrolet Prisma LTZ 1.4, Hyundai HB20S Premium 1.6 16v, Fiat Grand Siena Essence 1.6 16v, Volkswagen Voyage Highline 1.6 e Renault Logan Privilegé 1.6 16v, este só disponível com câmbio automático.
Vale esclarecer que os dados de teste da revista Quatro Rodas do Siena e do Voyage são com câmbio automatizado, mas o preço considerado foi da versão manual. E os números do Logan são da revista Carro.
Com quase cinco anos de idade, o sedã da atual geração do Gol já demonstra sinais de cansaço no motor 1.6 (ainda de oito válvulas) e no estilo (apesar do face-lift adotado no ano passado, só é mais moderno que o Renault Logan).
O propulsor bicombustível só não ficou em último lugar porque, com gasolina, é mais potente que o 1.4 do Prisma (101 contra 98 cavalos). Já com álcool o Chevrolet rende mais potência (106 contra 104 cv).
Até que o custo-benefício, que nunca foi atraente, melhorou na linha 2014. Agora chamada de Highline, a versão top vem de série com ar-condicionado, alarme keyless, chave canivete, vidros elétricos nas quatro portas, espelho retrovisor externo elétrico com função tilt-down, freios ABS, airbags frontais e sensor de aproximação de obstáculos traseiro. O rádio com MP3, Bluetooth e gráficos do sensor de estacionamento e as rodas de liga-leve são opcionais. Assim, o pacote de série do Voyage só é mais completo que o do Grand Siena.
Por R$ 47.190, o Voyage 2014 ficou um pouco mais barato que o Comfortline 2013 equipado com estes itens, que eram opcionais. Contra os concorrentes só custa menos que os R$ 49.595 do HB20S Premium.
O Volks também supera apenas o Hyundai na capacidade do porta-malas: 480 contra 450 litros. No acabamento empatou em penúltimo lugar com o Fiat Grand Siena. Mas o espaço interno do Voyage é o mais acanhado de todos.
O desempenho e a frenagem foram medianos. A aceleração de 0 a 100 km/h é de 12,2 segundos e a retomada de 80 a 120 km/h em 9,5 segundos. Vale lembrar que esses dados são com o câmbio automatizado i-Motion (R$ 41.380 na versão básica e R$ 49.980 a Highline), mas o preço considerado foi do manual. A frenagem a 80 km/h foi feita em 28,7 metros, mesma distância do Chevrolet Prisma. O consumo de 8,3 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada, ambos com álcool, também empatado, desta vez com o Hyundai, foi o seu único segundo lugar.
As duas vitórias do Voyage foram na maior rede de concessionárias da Volkswagen à sua disposição (619) e no melhor nível de ruído a 80 km/h, dividido tecnicamente com o HB20S (58,4 a 58,6 decibéis). Apesar delas, o sedã da marca alemã ficou em último.
FICHA TÉCNICA
Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.598 cm³, 8 válvulas
Potência: 101 cv (gasolina) e 104 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,2 segundos (revista Quatro Rodas, com álcool e câmbio automatizado i-Motion)
Velocidade máxima: 191 km/h (com álcool e câmbio i-Motion)
Consumo: 8,3 km/l (cidade) e 11,3 km/litro (estrada) - Quatro Rodas, com álcool e i-Motion
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,21/1,65/1,46/2,46 m
Porta-malas: 480 litros
Tanque: 55 litros
Preço: R$ 47.190 (Highline manual) / R$ 49.980 (Highline i-Motion)
4º Renault Logan Expression 1.6 16v Automático
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Foto: Expression 1.6 8v - Meramente ilustrativa |
Eu não incluía o Renault Logan num comparativo do Guscar há quase seis anos, quando ele ainda era um fotolog. Na ocasião, fiz dois duelos contra modelos da Chevrolet. O Logan com motor 1.0 enfrentou e perdeu para o já veterano Corsa Classic, antes do seu último face-lift. E o 1.6 venceu o antigo Prisma, derivado do Celta.
Hoje, perto de ser substituído, voltei a comparar o modelo criado pela romena Dacia. E assim como o Voyage, ele não tem mais o mesmo fôlego. O Prisma se modernizou e o superou. O Siena e o novato Hyundai HB20 também. O Renault só foi melhor que o sedã da Volkswagen.
O Logan é o mais seguro (freia a 80 km/h em 26,2 metros, segundo a revista Carro). E também o mais barato. Custa R$ 40.900 na versão Expression com câmbio automático, única que tem o motor 1.6 16 válvulas, que rende 107 cavalos com gasolina e 112 com etanol. Só consegui o teste da revista Carro para esta versão, que já vem equipada com rodas de liga-leve de 15 polegadas, ar condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, banco do motorista e volante com regulagem de altura, freios ABS, airbags frontais e sistema multimídia com rádio, Bluetooth, entrada USB e navegador na tela touchscreen de sete polegadas. Só não tem sensor de estacionamento. Enfim, o nível de equipamentos é mediano.
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Foto: Revista Quatro Rodas |
Quem quiser abrir mão dos retrovisores elétricos e dos vidros elétricos atrás, além das rodas de liga-leve pode escolher o mesmo Expression com motor 1.6 de oito válvulas, que tem o navegador opcional, por R$ 36.980 ou ficar com o simples rádio com CD, por R$ 36.380.
O sedãzinho da Renault ficou em segundo lugar em três itens: no porta-malas de 510 litros, no espaço interno para as pernas e no acabamento (que melhorou muito no face-lift realizado em 2010). Neste último, só não é mais caprichado que o do Hyundai HB20S. Nos dois primeiros perdeu apenas para o Grand Siena.
O que prejudicou a classificação do Logan foram os últimos lugares no estilo (o mais antiquado, mesmo se tivesse sido lançado no ano passado), assistência (apenas 200 concessionárias), desempenho (aceleração de 0 a 100 km/h em 14,5 segundos e retomada entre 80 e 120 km/h em 11,2 segundos) e consumo (5,1 km/l na cidade e 9.4 km/l na estrada). O nível de ruído de 63,7 decibéis é quatro décimos maior que o do Prisma, mas considerei empate técnico.
FICHA TÉCNICA
Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.598 cm³, 16 válvulas
Potência: 107 cv (gasolina) e 112 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 14,5 segundos (revista Carro, com álcool e câmbio automático)
Velocidade máxima: 171 km/h (álcool e automático)
Consumo: 5,1 km/l (cidade) e 9,4 km/litro (estrada) - Carro, com álcool e automático
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,28/1,74/1,53/2,63 m
Porta-malas: 510 litros
Tanque: 50 litros
Preço: R$ 40.900
3º Hyundai HB20S Premium 1.6 16v
Um dos estreantes do segmento, o Hyundai HB20S tinha tudo para vencer o comparativo. Seu acabamento interno é o mais requintado. O motor de 128 cavalos com álcool e 122 cv com gasolina vence com sobras os rivais (o segundo mais potente é o do Siena, com máxima de 117 cv). E o ruído interno a 80 km/h é um dos mais baixos: 58,6 decibéis, dois décimos a mais que o Voyage, mas ainda assim divide a pontuação máxima com o rival.
O HB20S é moderno e elegante. Suas linhas foram inspiradas no formato das lanternas e caída do teto dos irmãos maiores da Hyundai, como o Sonata e o Elantra. Mas o design do Prisma é mais original e esportivo. No desempenho, ele se destacou com a melhor aceleração de 0 a 100 km/h, em apenas 10,2 segundos. Por outro lado, o Grand Siena tem a melhor retomada entre 80 e 120 km/h (8,6 segundos, graças ao câmbio Dualogic), além de ser o mais veloz (194 km/h) e, portanto, levou o item. Pela vitória na aceleração, o Hyundai garantiu o segundo lugar. No entanto, não foi bem na retomada (16,1 seg) e tem a terceira maior velocidade (189 km/h).
Também em segundo ficou o seu consumo, na soma dos percursos em cidade (8,3 km/l) e estrada (11 km/l), abastecido com álcool. Tecnicamente, empata com o Voyage (8,3 e 11,3 km/l).
A lista de equipamentos da versão Premium, composta por ar condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, travamento central das portas e porta-malas, freios ABS com EBD, airbags frontais, volante com regulagem de altura e profundidade, banco do motorista com regulagem de altura, alarme, rádio com MP3, entradas USB e auxiliares, Bluetooth e comandos no volante, computador de bordo, faróis de neblina, fixação ISOFIX para cadeirinhas de criança, rodas de liga-leve e sensor de estacionamento traseiro, só não é mais completa que a do Prisma, que tem sistema multimídia.
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Versão automática |
Esta versão top custa R$ 49.595. Quem preferir o modesto câmbio automático de quatro marchas vai ter que pagar R$ 52.795 pela Premium. É o mais caro dos cinco com qualquer câmbio. A versão Comfort Style (R$ 47.095) já estaria de bom tamanho e é mais barata que o Voyage Highline (R$ 47.190).
Como este comparativo considera as versões completas, o preço, então, é o primeiro ponto negativo que atrapalhou as prentensões do HB20S. Outros resultados piores foram na frenagem (30,7 metros) e no porta-malas de 450 litros. Ele ainda tem um espaço interno apertado (só maior que no Voyage) e uma rede de concessionárias da Hyundai maior apenas que a da Renault (203 contra 200).
Assim, estas três piores colocações, mais as duas segundas piores minaram o "favoritismo" do novo sedã nacional da Hyundai, que acabou ficando com a terceira posição no seu primeiro comparativo. Se servir de consolação, o HB20S venceria se eu contasse apenas as vitórias e desempatasse com os segundos lugares.
FICHA TÉCNICA
Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.591 cm³, 16 válvulas
Potência: 122 cv (gasolina) e 128 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,2 segundos (revista Quatro Rodas, com álcool, câmbio manual)
Velocidade máxima: 189 km/h (com álcool, câmbio manual)
Consumo: 8,3 km/l (cidade) e 11 km/litro (estrada) - Quatro Rodas, com álcool, manual)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,23/1,68/1,47/2,50 m
Porta-malas: 450 litros
Tanque: 50 litros
Preço: R$ 49.595 (Premium manual) / R$ 52.795 (Premium automática)
2º Chevrolet Prisma LTZ 1.4
Apesar do motor menor e do acabamento mais simples, o Prisma superou o HB20S. Os dois chegaram ao mercado com um mês de diferença (o Chevrolet primeiro). Suas versões hatch, que o originaram, também foram lançadas quase juntas e comparadas no fim do ano passado.
Na ocasião, ambos ficaram com os dois primeiros lugares, mas em cada opção de motorização um ficou na frente. O Onix 1.0 8 válvulas venceu o HB20 1.0 de três cilindros 12 válvulas, enquanto que o Hyundai 1.6 foi melhor do que o Chevrolet 1.4.
Na carroceria sedã o Prisma superou o HB20 também com a sua cilindrada maior (novamente 1.4 contra 1.6). Só que eles ficaram em segundo e terceiro lugares, atrás do Fiat Grand Siena.
O três volumes do Onix, que herdou o nome do modelo derivado do Celta, é o mais bonito, gasta menos combustível (8,4 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada) e tem a lista de equipamentos de série mais completa, desde que seja a LTZ 1.4.
Esta vem de série com air bags frontais, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento traseiro, rodas de liga leve de 15 polegadas, antena, banco do motorista e volante com ajuste de altura, direção hidráulica, travas elétricas das portas e porta-malas, vidros dianteiros e traseiros elétricos, espelhos retrovisores externos elétricos, alarme, chave canivete, ar condicionado, faróis de neblina, computador de bordo e o sistema multimídia MyLink. Custa R$ 45.990.
Quem quiser pode economizar pouco mais de três mil reais na versão LT (R$ 42.390), mas tem que abrir mão das rodas de liga-leve, do computador de bordo e dos vidros elétricos traseiros. O Prisma ainda não tem opção de câmbio automático. Deve ganhar no final do ano o mesmo 6 marchas do Cobalt/Sonic/Cruze.
O preço é uma das classificações medianas do Prisma, que também ficou em terceiro na frenagem a 80 km/h (28,7 metros), no porta-malas (500 litros) e nos subjetivos espaço interno e acabamento.
O Prisma foi o único que não ficou totalmente em último em nenhum dos itens. Seus piores resultados foram no motor 1.4 (empatado com o Voyage por ter potência maior (106 cv) com álcool e pior (98 cv) com gasolina), no nível de ruído (63,3 decibéis a 80 km/h, empatado tecnicamente com os 63,7 dB do Logan) e no desempenho (aceleração de 12,4 segundos e retomada de 17,3 seg, melhor apenas que o Logan).
As três vitórias e a ausência de últimos lugares não foram suficientes para fazer do Chevrolet Prisma o melhor sedã compacto do país, mas chegou perto com o segundo lugar geral.
FICHA TÉCNICA
Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.389 cm³, 8 válvulas
Potência: 98 cv (gasolina) e 106 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,4 seg. (Quatro Rodas, com álcool)
Velocidade máxima: 180 km/h
Consumo: 8,4 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada (Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,28/1,71/1,48/2,53 m
Porta-malas: 500 litros
Tanque: 54 litros
Preço: R$ 45.990
1º Fiat Grand Siena Essence 1.6 16v
Não deu para os novatos Chevrolet Prisma e Hyundai HB20S. O melhor sedã compacto na soma dos itens técnicos é o Fiat Grand Siena e pela segunda vez no Guscar.
Contra os sedãs mais caros como o Ford New Fiesta, Chevrolet Sonic, Honda City e até o JAC J5 o Grand Siena também, na versão Essence, foi o melhor, principalmente no custo-benefício. Era mais barata até com todos os opcionais. O Grand Siena mais simples, o Attractive 1.4 Evo, só ficou em quarto lugar no seu comparativo, também no ano passado, contra Nissan Versa, Toyota Etios, Chevrolet Cobalt e Voyage. Há também a versão Tetrafuel, movida a motor flex e gás natural, que custa R$ 46.510.
Agora, o Siena volta a participar de um desafio com a opção intermediária, equipada com motor E.TorQ 1.6 de 16 válvulas. Embora tenha vencido, seu custo-benefício não é o mesmo contra os concorrentes mais baratos.
O Essence básico custa R$ 42.060 e já vem equipado com ar condicionado, direção hidráulica, travas e vidros dianteiros elétricos, airbags frontais e freios ABS com EBD. Já com vidros elétricos atrás, retrovisores elétricos, sensor de estacionamento traseiro e o som com CD, MP3 e Bluetooth - itens de série na maioria dos rivais e opcionais no Fiat - ele sai por R$ 44.661. É o segundo mais barato nas duas condições. Só que como eu considero a lista de série, o Siena fica em último neste quesito.
Com o câmbio automatizado Dualogic, que equipou o modelo testado pela Quatro Rodas, de onde eu tirei os números dinâmicos, ele custa R$ 47.168 com os tais opcionais citados ou R$ 44.567 sem eles. Outros opcionais são o apoio de braço entre os bancos dianteiros, a faixa colorida no painel, sensores de farol e chuva, airbags laterais, piloto automático, controle do som no volante em couro e borboleta de mudanças de marcha no mesmo para o Dualogic (ambos de série no Dualogic) e teto solar. Com tudo isso ele passa a custar R$ 50.160, que o faria o mais caro dos cinco sedãs, embora o mais equipado e com a vitória no comparativo mantida.
Só que relação de equipamentos de série foi o pior resultado do Grand Siena, que ainda ficou em penúltimo no consumo (8,1 km/l na cidade e 10 km/l na estrada) e no acabamento (empatado com o Voyage).
A partir das colocações medianas no nível de ruído (60,3 decibéis), estilo e assistência (580 concessionárias da Fiat), a sua pontuação começa a melhorar. A frenagem (28,1 metros) e o motor E.TorQ 1.6 16v (115/117 cv) só não foram melhores que o Logan e o HB20S, respectivamente.
Enfim, as vitórias no desempenho (destaque para a retomada entre 80 e 120 km/h de 8,6 segundos e velocidade de 194 km/h do Dualogic), no porta-malas de 520 litros e no espaço interno confirmam que eu disse lá no início do texto do Grand Siena. E a versão Essence é a sua versão mais vantajosa.
Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.598 cm³, 16 válvulas
Potência: 115 cv (gasolina) e 117 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12 seg. (revista Quatro Rodas, com automatizado Dualogic e álcool)
Velocidade máxima: 194 km/h com álcool
Consumo: 8,1 km/l na cidade e 10 km/l na estrada (Quatro Rodas, Dualogic e álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,29/1,70/1,51/2,51m
Porta-malas: 520 litros
Tanque: 48 litros
21 Comentários
O melhor custo-benefício é do HB20S, mas se você quer mais espaço interno e câmbio automático mais moderno, a melhor opção é o Cobalt.
Mudando de assunto, fiquei um pouco em dúvida na troca do carro pois ainda esse ano deve chegar o novo Logan, ao menos foi o que me disse o vendedor da Renault de minha cidade. Vi as fotos do carro no salão de Frankfurt e está muito bonito. Na realidade é outro carro. Por isso vou aguardar um pouco antes de trocar. Gustavo do Carmo, já tens alguma informação sobre ele, o novo Logan???
Não é do O Globo mas a notícia combina.
Já que estamos falando de sedans compactos, nada mais justo avaliar todos que tenham algo de bom a oferecer. Por isso, eu pergunto: cadê o NISSAN VERSA? Alguém pode me dizer o motivo do boicote? Se em praticamente todas as comparações o NISSAN VERSA está presente e sempre vence o duelo? Ainda não consegui entender....alguém me ajuda?
Antes de me ofender você poderia ter dado uma olhada no terceiro comentário, que é uma resposta ao comentário anterior.
Mas vou repetir, até porque o comentário já está desatulizado:
O Versa ficou de fora, primeiro por causa da cota para veículos mexicanos. Na época do comparativo não sei se já estava estourada. Segundo que ele estava (e ainda está) próximo de passar por uma modificação e será fabricado aqui no estado do Rio.
E finalmente porque o Versa fica num segmento acima, comparado ao Cobalt.
Talvez quando a nova versão vier farei um frente-a-frente com o Chevrolet, já que o novo Santana não vem mais.
Antes de me ofender você poderia ter dado uma olhada no terceiro comentário, que é uma resposta ao comentário anterior.
Mas vou repetir, até porque o comentário já está desatulizado:
O Versa ficou de fora, primeiro por causa da cota para veículos mexicanos. Na época do comparativo não sei se já estava estourada. Segundo que ele estava (e ainda está) próximo de passar por uma modificação e será fabricado aqui no estado do Rio.
E finalmente porque o Versa fica num segmento acima, comparado ao Cobalt.
Talvez quando a nova versão vier farei um frente-a-frente com o Chevrolet, já que o novo Santana não vem mais.
Antes de me ofender você poderia ter dado uma olhada no terceiro comentário, que é uma resposta ao comentário anterior.
Mas vou repetir, até porque o comentário já está desatulizado:
O Versa ficou de fora, primeiro por causa da cota para veículos mexicanos. Na época do comparativo não sei se já estava estourada. Segundo que ele estava (e ainda está) próximo de passar por uma modificação e será fabricado aqui no estado do Rio.
E finalmente porque o Versa fica num segmento acima, comparado ao Cobalt.
Talvez quando a nova versão vier farei um frente-a-frente com o Chevrolet, já que o novo Santana não vem mais.
Além disso, o Siena é mais espaçoso, tem porta-malas maior, acabamento melhor, motor mais potente e é mais econômico.
A favor do Prisma, além da diferença do preço por diferença mínima, só o estilo.