segunda-feira, 29 de setembro de 2008


Pretérito para o futuro
Por Gustavo do Carmo

Atendendo a pedidos, a Volkswagen ressuscitou o Voyage. Claro que não é o mesmo sedã que existiu entre 1981 e 1995, derivado da carroceria do Gol e que foi até exportado para os Estados Unidos (onde era chamado de Fox).

É a versão do Novo Gol com o baú do porta-malas separado da carroceria. O chamado terceiro volume. Apesar de ser o mesmo Gol dos faróis até a porta traseira, a Volkswagen garante que projetou o sedã separadamente. As provas são a caída mais suave do teto e a suspensão traseira mais reforçada. Mas o espaço interno para as pernas atrás é o mesmo por causa da distância entre-eixos de 2,46m, igual a do hatch, que tem comprimento de 3,93m, enquanto o Voyage mede 4,23m. O porta-malas tem capacidade para 480 litros e abertura elétrica pelo painel (pela chave é opcional). Mas seu tamanho poderia ser maior e a dobradiça tradicional ainda rouba espaço da carga.

As lanternas são levemente diferentes do hatch, com estilo ainda mais discreto. A Volks deixou de lado a ousadia das lanternas com prolongamentos e refletores circulares como a Space Fox, o Polo Sedan, o Bora, o Passat e o Jetta Sedan. A discrição começou exatamente com a perua deste último. A tampa do Voyage ainda tem um sutil aerofólio.


Além do espaço interno, o painel também é o mesmo. Entretanto mudam as cores e os revestimentos dos bancos e das portas, mais avermelhados, pois a proposta do sedã é ser mais requintado. Outra diferença do Voyage para o Gol está nas versões de equipamento. Além da básica e da Trend, o Voyage ganhou o nível Comfortline só para ele.



O básico, mesmo 1.0, já tem refletor duplo dos faróis de série (simples no Gol). Custando a partir de R$ 30.990, ele e o 1.6 standard (de R$ 35.180) vêm com banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, pára-sóis com espelho, vidros verdes, desembaçador do vidro traseiro, apoios de cabeça traseiros, porta-malas com abertura elétrica, iluminação e revestimento integral. O aro das rodas é de 14 polegadas. O Trend (R$ 37.600), que só tem motor 1.6, inclui direção hidráulica, conta-giros e chave tipo canivete. O revestimento das portas é em tecido, substituindo o plástico das versões básicas. O Comfortline (R$ 39.430), também exclusivo do 1.6 vem com vidros e travas elétricos, antena de teto, amplificador de sinal e seis alto-falantes, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, faróis de neblina, rodas aro 15, brake light, rede porta-objetos no porta-malas, aerofólio traseiro e detalhes exclusivos de acabamento. Este é o mais atraente em custo-benefício. Porém, falta o ar condicionado que deveria ser de série, mas é opcional até para o topo de linha.

Para quebrar o galho dou o preço do Voyage com os obrigatórios equipamentos de conforto e conveniência (ar, direção, vidros e travas elétricos): o 1.0 sai por R$ 36.435 e o 1.6 custa R$ 42.905.



Outros opcionais são os airbags para motorista e passageiro, freios ABS, CD Player com MP3, Bluetooth e entradas auxiliares e o I-System, o vistoso computador de bordo equivalente ao My Car da Fiat. Navegador GPS, sensor de estacionamento, bancos em couro, roda de 15" de desenho próprio, outros equipamentos de áudio e alarme são acessórios vendidos nas concessionárias.

Os motores também são os mesmos do campeão nacional de vendas. O 1.0 de 72 e 76 cavalos e o 1.6 de 101 e 104 cavalos. Ambos VHT e TotalFlex. Segundo a VW, o Voyage chega a velocidades máximas de 168 km/h e 166 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13,3 s e 13,8 s. Abastecido com gasolina, o Voyage 1.0 tem consumo de 18,6 km/l na estrada e 14,1 km/l na cidade. Já o 1.6 fornece tem máxima de 193 km/h e 191 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é de 9,8 s e 10,1s. Com o derivado de petróleo, roda 18,5 km/l na estrada e 13,1 km/l na cidade. Na potência e no desempenho os números do motor álcool são sempre melhores.

Se não fosse a voz do povo (que faz parte do nome da Volkwagen), o Voyage receberia o insosso nome de Gol Sedan. Isso é que é democracia. A montadora alemã há muito tempo queria um sedã mais simples para concorrer com Chevrolet Prisma e Corsa Sedan, Fiat Siena, Ford Fiesta Sedan e Renault Logan no seu segmento, pois os sucessores do modelo antigo, Polo Classic e Polo Sedan, se sofisticaram demais. Resgatar o nome do passado foi uma ótima estratégia de marketing e deve render boas vendas no futuro.


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Texto do Rádio Motor da Rádio Teresópolis do último sábado:

"Bom dia ouvintes da Rádio Teresópolis. Hoje e nas próximas quatro semanas o Rádio Motor falará de uma seqüência de lançamentos do nosso mercado, que já estão nas concessionárias antes mesmo do início do Salão do Automóvel de São Paulo, que abre as portas no dia trinta de outubro.

Começo pela linha 2009 do Mille e da Meriva. Ambos ganharam alterações na aparência e estão com um motor mais econômico.

O compacto da Fiat é o veterano Uno, que está prestes a completar vinte e cinco anos no ano que vem. Atualmente é chamado apenas de Mille e agora ganha o sobrenome Economy. Seu motor um ponto zero Fire Flex passou por modificações no coletor de escapamento, catalisador e alimentação, ficando menos poluente e dez por cento mais econômico.

Na aparência ganhou uma nova grade dianteira com dois frisos cromados e pára-choques na cor da carroceria. O quadro de instrumentos recebeu um econômetro, um ponteiro que indica se o motorista está ou não forçando demais o consumo de combustível. O kit Way, com pára-choque e grade cinzas e suspensão elevada permanece na linha.

Já a minivan Chevrolet Meriva ganhou o motor 1.4 Econoflex e uma nova grade com a barra central na cor do carro e a gravata dourada sem o círculo cromado, adaptando o modelo ao novo padrão mundial de estilo da marca norte-americana. O motor 1.8 agora tem de série o câmbio automatizado Easytronic.

Nas próximas edições vou falar do Fiat Línea, do Ford Focus, do Chevrolet Captiva e do Voyage, que renasce para ser a versão sedã do novo Gol.

Preços e outras informações aqui no blog.

O Rádio Motor volta na semana que vem. Um grande abraço e até lá."


E então vamos às informações:

Fiat Mille

>> A fim de adequá-lo aos níveis de emissões de poluentes que entrarão em vigor no Brasil em 2009 (Fase V Proconve), torná-lo até 10% mais econômico e com funcionamento mais suave, o motor 1.0 Fire Flex ganhou novo coletor de escapamento tubular e um catalisador com maior volume. O comando de válvulas teve sua massa reduzida em 27% e recebeu tuchos, pastilhas de regulagem, pratos de mola e válvulas mais leves. As bielas agora são fraturadas e forjadas, pesam 30% menos e produzem menos vibração e ruídos. A alimentação também passou por modificações. A injeção de combustível no momento da partida agora é feita em um cilindro de cada vez, evitando desperdício. Há uma nova calibragem e a marcha lenta passou de 850 para 750 rpm. A engenharia também mudou os mapas de mistura para o consumo e o controle da sonda lambda para as emissões e alongou a relação da quinta marcha, para menor consumo rodoviário. Por fim, com o objetivo de diminuir a resistência ao rolamento, adotou uma nova geometria na suspensão, com valores de convergência e câmber revisados e novos pneus. Estas mudanças deram o sobrenome Economy ao modelo. (Fonte: Portal Alpini - www.alpini.com.br )

>> Potência e Torque: 65 cv com gasolina e 66 cv com álcool, a 6.000 rpm / 9,1 e 9,2 kgfm, respectivamente, a 2.500 rpm.

>> Desempenho: Aceleração de 0 a 100 km/h em 15,1segundos e Velocidade Máxima de 151 km/h (gasolina) / 14,7 seg. e 153 km/h (álcool)

>> Consumo: Cidade - 15,6 km/litro (G) e 11,1 km/l (A) / Estrada: 22,2 km/l (G) e 15,6 km/l (A) (Divulgação)

>> Preços:

Mille Economy 2 portas - R$ 23.240
Mille Way Economy 2 portas - R$ 23;740
Mille Economy 4 portas - R$ 24.970
Mille Way Economy 4 portas - R$ 25.470

>> Equipamentos de série relevantes: Banco trraseiro rebatível, cintos de segurança traseiros laterais fixos de 3 pontos, Fiat Code, tomada de 12 volts e vidros verdes.

>> Um Mille Economy 4 portas com ar, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, pintura metálica e 2 encostos de cabeça traseiros sai por R$ 31.023

Mais informações sobre equipamentos: www.fiat.com,br

Chevrolet Meriva 1.4 Econo.Flex



>> Ganhou o motor 1.4 Econo.Flex já usado no Prisma e na linha Corsa (Hatch, Sedan e picape Montana)

>> 1.4 apenas para as versões Joy e Maxx

>> Potência: 99 cv a 6.000 rpm; torque de 13,2 kgfm a 2.800 rpm com gasolina. / 105 cv a 6.000 rpm; torque de 13,4 kgfm a 2.800 rpm) com álcool.

>> Desempenho: Aceleração de 0 a 100 km/h em 13,9 segundos e Velocidade Máxima de 165 km/h (gasolina) / 13,1 seg. e 173 km/h com álcool

>> Consumo: Cidade - 11,9 km/litro (G) e 8,2 km/l (A) / Estrada: 15,4 km/l (G) e 10,7 km/l (A)

>> O motor 1.8 passa a ser exclusivo das versões Expression (novidade da linha 2009), Premium e a esportiva SS, todas agora com câmbio automatizado (corrigindo se eu disse automático) Easytronic, com trocas automáticas ou manuais seqüenciais.

>> Preços:

Meriva Joy 1.4 - R$ 45.790
Meriva Maxx 1.4 - R$ 47.790
Meriva Expression 1.8 Flexpower - R$ 48.240
Meriva Premium 1.8 Flexpower - R$ 50.740
Meriva SS 1.8 Flexpower - R$ 51;840

>> A Meriva Joy 1;4 já é interessante, pois já traz ar condicionado, vidros e travas elétricos de série.

>> CD Player com conexão Bluetooth e entradas USB são acessórios.

Mais informações sobre equipamentos no site www.chevrolet.com.br
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008


Renovado para a briga
Por Gustavo do Carmo / Foto: Divulgação

A linha Focus chegou ao Brasil no final do ano 2000. Mesmo já importado da Argentina, nas versões hatch e sedan, ainda era caro demais. Tornou-se acessível quando ocupou definitivamente o lugar do Escort em 2003. No ano seguinte ganhou motor 1.6 Rocam e uma leve reestilização na grade, que ficou em forma de colméia, e nos faróis que tiveram as lentes e os refletores reorganizados.

Mas o Focus já era um modelo defasado. Na Europa ele havia sido totalmente reestilizado, enquanto aqui ficamos com a primeira geração. E a concorrência começou a apertar para as duas versões de carroceria. O Hatch ainda conseguia enfrentar de igual pra igual o Fiat Stilo, o VW Golf e o Chevrolet Astra. Mas a coisa ficou feia quando chegaram, no ano passado, o Vectra GT e o Nissan Tiida. Para o Sedan, a situação era pior: Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Vectra, Renault Mégane, Peugeot 307, Nissan Sentra e o Citroën C4 Pallas. Todos modernizados. Apesar de algumas qualidades técnicas até superiores às dos concorrentes, o estilo do três volumes era conservador demais. O cliente tinha a impressão de que comprava um carro 0 km e saía com um usado de dez anos atrás (as lanternas lembravam o antigo Versailles). O hatch ainda era mais ousado.

Para contornar esse problema a Ford decidiu antecipar o lançamento da segunda geração do seu modelo médio, que só estava prevista para o ano que vem. Segunda geração autêntica, tanto no Brasil quanto na Europa. Alguns veículos da imprensa estão dizendo que é a terceira, mas não é verdade. A carroceria que está chegando, ainda importada da Argentina (vem da planta de Pacheco), é aquela mesma lançada em 2004/2005 para os europeus, só que com a reestilização frontal apresentada no Salão de Frankfurt do ano passado. A frente tem o estilo Kinetic, atual filosofia de estilo da Ford. Os modelos anteriores ainda tinham o New Edge, que já era old.

Tanto o Hatch quanto o Sedã conservaram traços do modelo original. No primeiro, as lanternas permanecem na coluna, mas agora se limitam apenas a traseira (no antigo podiam ser vistas até de lado) e possuem a lente branca. A tampa do porta-malas - com capacidade para 328 litros - ganhou um spoiler próximo ao teto. A terceira janela lateral tem um desenho diferente. O comprimento aumentou de 4,15m para 4,34m. A altura, antes de 1,48m, cresceu dois centímetros e a distância entre-eixos de 2,61m, três. A largura, entretanto, estreitou-se de 1,99m para 1,84m.

Por sua vez, o Sedan peca por continuar conservador demais na traseira. Ela se modernizou, mas deixou o Versailles para lembrar o Vectra de 1997. A capacidade do porta-malas é de 526 litros, também melhorada, pois o antigo tinha 477 litros. A lateral vincada na altura da maçaneta e a frente, detalhes comuns ao hatch, salvam o estilo do carro. A dianteira agora tem faróis alongados, grade trapezoidal e, sobre ela, um friso cromado, resultando num conjunto que lembra o atual Mondeo (preterido no Brasil pelo Fusion, mas comercializado na Argentina). No pára-choque, amplas entradas de ar. As medidas do Sedan são de 4,48m de comprimento (era de 4,36m), 1,84m de largura (1,73m) e 1,50m de altura (1,48m). A distância entre-eixos de 2,64m é a mesma do hatch, mas o antigo tinha 2,49m.


O estilo sóbrio pode desatualizar o carro mais rápido, mas o novo Focus evoluiu muito em relação ao modelo antigo. O chassi é o mesmo do Volvo C30, tanto que o capô e a grade um pouco salientes em relação ao faróis lembram vagamente o hatch da marca sueca controlada pela Ford.

No interior estão as maiores qualidades do Focus: bom acabamento, conforto, espaço interno e equipamentos. O painel perdeu a ousadia do modelo antigo, mas a impressão de modernidade agora é maior. Do modelo anterior restaram apenas os difusores de ar ovais, que agora são alinhados.

O Novo Focus tem duas versões: GLX e Ghia para ambos. Os dois níveis compartilham detalhes cromados no quadro de instrumentos, no console e centro do painel, que é pintado em dois tons. Porém, o acabamento do GLX é mais escuro e o volante é totalmente preto. O Ghia tem um acabamento mais acinzentado e os mesmos quatro braços do volante são cromados, assim como as maçanetas internas.

Entre os equipamentos, airbags frontais, freios ABS com distribuição eletrônica e controle em curvas, lanterna de neblina traseira, alarme antifurto e imobilizador, retrovisores externos com piscas integrados, vidros elétricos com comando de um toque e sensor antiesmagamento, trava elétrica com travamento automático, computador de bordo, CD e MP3 player Sony com seis alto-falantes e entrada auxiliar USB e para iPod, coluna de direção ajustável em altura e profundidade e abertura elétrica da tampa do porta-malas e combustível estão disponíveis para os dois.

Também há nos dois a direção eletro-hidráulica, que pode ser regulada em três níveis de assistência pelo computador de computador de bordo no painel: Normal, Conforto e Esportivo, que é mais firme. A medida das rodas de liga-leve de 16 polegadas também é a mesma, mas cada uma tem o seu desenho. Entretanto, o ar condicionado e o ajuste de altura do banco do motorista são manuais no acabamento mais simples.

O Ghia adiciona o ar condicionado de controle digital para motorista e carona, que tem o requinte do comando de voz, como o som e o telefone celular (este graças ao Bluetooth), Ford Power - partida sem chave e através de um botão no console (outra bossa), controle do rádio e do piloto automático no volante, revestimento interno em couro, sensor de estacionamento traseiro, banco do motorista com ajuste elétrico de altura e ajuste lombar manual e maçanetas internas em alumínio. Externamente, as exclusividades do Ghia são teto solar elétrico, faróis de neblina dianteiro, retrovisores externos com espelhos aquecidos, luz de cortesia, grade frontal inferior e régua do porta-malas com acabamento cromado e o inconfundível escudo do estúdio de design italiano que há anos dá nome aos modelos luxuosos da Ford, tradicionalmente colocado na coluna do vidro traseiro.

O motor é único: Duratec 2.0 16v, movido apenas a gasolina, com 145 cavalos de potência e torque de 18,9 kgfm. O detalhe curioso modificado neste bloco é o revestimento em teflon dos pistões. Com câmbio manual, ele rende 204 km/h de velocidade máxima nas duas carrocerias, 10,4 e 10,5 segundos de aceleração de 0 a 100 km/h respectivamente no hatch e no sedã, e consumo médio de 12,8/12,9 km/litro.Toda a linha do Novo Focus também pode ser equipada com o câmbio automático de quatro marchas com opção de trocas seqüenciais. Com ele a velocidade cai para 192 km/h, o tempo de aceleração aumenta para 12,1/12,2 segundos e a distância de economia cai 11,2/11,3 km/l.

A antecipação do projeto foi a causa do Novo Focus não ter o motor 2.0 Flex, que ainda está sendo preparado e virá no ano que vem. Bicombustível, por enquanto, só no 1.6 com carroceria antiga que permanece à venda.

Além de bem equipado, o Novo Focus também se destaca pelo bom preço de R$ 58.190 pedido para o hatch e R$ 59.690 para o sedan, ambos GLX com câmbio manual. Os outros preços: Hatch GLX Automático - R$ 62.690; Sedan GLX Automático - R$ 64.190; Hatch Ghia Manual - R$ 69.890; Sedan Ghia Manual - R$ 70.390; Hatch Ghia Automático - R$ 73.390 e Sedan Ghia Automático - R$ 74.890. A garantia é de três anos.

O Focus finalmente foi atualizado no Brasil, depois de quatro anos de espera. Agora precisamos torcer para que os europeus demorem a conhecer a terceira geração. Assim, o comprador brasileiro terá um bom tempo para aproveitar o Novo Focus enquanto ele está em sintonia com o velho continente.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Esta semana, no Rádio Motor da Rádio Teresópolis, falei da Nissan Livina, a família de minivans que chegará ao Brasil no ano que vem. Para ver mais detalhes clique na foto.

O Rádio Motor vai ao ar todos os sábados. por volta das 11h da manhã no programa SuperSábado da Rádio Teresópolis AM 1510 (somente para moradores de Teresópolis e arredores).
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Mais uma chance
Por Gustavo do Carmo / Fotos Divulgação
Referências: Portal Alpini, Best Cars e Fabricante

Alfa Romeo, Tempra, Marea e agora Linea. A Fiat apresentou esta semana a sua quarta tentativa de se firmar no mercado brasileiro de sedãs de luxo. Embora tenham conquistado, em trinta anos, muitos fãs saudosos, os sedãs médio-grandes da montadora italiana no Brasil nunca foram uma referência do segmento.

Quando chegou em 1976 a Fiat se representou na categoria, entre 78 e 86, pelo Alfa Romeo 2300. Mas vendia menos que o Opala, o Monza e o Del Rey. Ficou afastada por cinco anos até voltar com o primeiro sedã de luxo com a marca Fiat fabricado no país: o Tempra, projeto derivado do hatch médio Tipo. Este só chegaria ao nosso mercado três anos depois, como importado. O sedã enfrentou Monza, Omega, Santana e Versailles. A terceira tentativa foi há dez anos com o Marea, derivado do Bravo/Brava, sucessor do Tipo. Não conseguiu superar o Vectra, o Astra Sedan, o Civic e nem conquistar os taxistas órfãos do Santana.

Agora é a vez do Linea. E a base para o sedã de luxo da Fiat brasileira passa a ser um carro considerado compacto, o Punto, e não um médio, como foi no passado e seria hoje com o Stilo ou, para manter a tradição, o novo Bravo que chegará no ano que vem. Cheguei a acreditar que fosse o cúmulo da decadência da nossa frota de veículos querer transformar um carro popular em um sedã de luxo para o empresário bem-sucedido. Já imaginava que um dia o Siena ou o Prisma seria o carro do Presidente da República.

Felizmente, a Fiat me tranqüilizou e alongou a plataforma do Punto. Conseguiram o milagre de transformar um compacto premium em um sedã de 4,56 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,50 m de altura, 2,60 m de distância entreeixos e com 500 litros de capacidade no porta-malas. E o que é melhor: tem o mesmo porte dos seus concorrentes Honda Civic, Toyota Corolla, Renault Mégane e Ford Focus. Só ficou menor que o velho rival Vectra e o C4 Pallas. Aí seria milagre demais.

Aliás, suas linhas laterais lembram bastante o modelo da Citroën por causa das grandes janelas que vão até o limite da coluna traseira, o teto curvado e os ombros em relevo na linha de cintura. A tampa do porta-malas do Linea é mais plana e as lanternas mais horizontais. A frente é parecida com a do hatch que lhe deu origem. Parecida, mas não igual. Seus faróis amendoados são um pouco maiores e a grade, também aumentada, tem moldura cromada, como no Siena.


O interior é muito bem acabado. O painel é quase igual ao do Punto. O console central é o mesmo. Só que tem uma cobertura que vai até o quadro de instrumentos. Tudo para dar um toque mais requintado e conservador. A própria grafia dos instrumentos analógicos tem formato clássico. O estilo acabou lembrando o Tempra. Como no hatch, dependendo da versão, o console pode ser escuro ou prateado. Nas versões mais caras o conjunto é bicolor. A novidade é que na versão top de linha a parte inferior e o estofamento são na cor bege. O espaço para as pernas está dentro da média da categoria.

O banco traseiro é bipartido 60/40 e tem três cintos de segurança de três pontos, além de três encostos de cabeça reguláveis em altura, que são recolhidos quando não há passageiros, para não interferir na visibilidade do motorista. O nível de equipamentos depende da versão escolhida. O Linea tem três: 1.9 16V Flex, Absolute e T-Jet.


O 1.9 é o mais barato e custa R$ 60.900. Tem de série direção hidráulica, o HSD (High Safety Drive), composto por freios com ABS, EBD e air bag frontal duplo, CD player com MP3, vidros elétricos com sistema um toque e antiesmagamento nas quatro portas, ar-condicionado com saída para o banco traseiro, direção hidráulica, espelhos retrovisores externos com comandos elétricos, telecomando para abertura e fechamento das portas, vidros e porta-malas, banco do motorista com regulagem de altura, rodas de alumínio de 15 polegadas, vidros das portas laminados, volante com regulagem de altura e profundidade revestido em couro e com comandos de rádio, computador de bordo A e B, My Car Fiat, faróis de neblina, bancos revestidos em veludo, entre outros.

O sistema Blue&Me, estreado no Punto, que canta os torpedos e a agenda do celular pelo sistema Bluetooth, além de fazer e receber chamadas pelo painel e ainda tem MP3 e entrada USB para pen-drives, é opcional nesta versão, junto com revestimento em couro cinza, piloto automático e sensores de farol e de chuva. O câmbio automatizado Dualogic, de mudança automática ou seqüencial, que estreou no Stilo, também é opcional, mas quem paga três mil reais por ele leva de "brinde" o piloto automático.

1.9 16v e Dualogic
A transmissão eletrônica é de série na intermediária Absolute, de R$ 68.640 e que acrescenta ao básico ar-condicionado automático digital (de apenas uma zona), Blue&Me, sensor de estacionamento, cortina pára-sol no vidro traseiro, interior em couro cinza ou bege, rodas de alumínio 16” com pneus 205/55 (inclusive estepe) e sobretapete cinza ou bege. Um opcional é o espelho retrovisor interno eletrocrômico.

Absolute
Finalmente a top é a T-Jet, que tem motor turbo 1.4 e custa R$ 78.900. Possui todos os itens de série da versão Absolute (exceto o câmbio automático Dualogic) e ainda rodas de alumínio de 17 polegadas com pneus 205/50 (inclusive estepe), sensores de chuva e farol, retrovisor interno eletrocrômico, subwoofer + amplificador + quatro alto-falantes + quatro tweeters, quadro de instrumentos com grafia diferenciada (em itálico), sobretapete exclusivo e revestimento interno em microfibra e tear bege. Como opcionais, air bags laterais dianteiros e air bags do tipo cortina e o exclusivo revestimento em couro bege.

T-Jet 1.4 16v Turbo
As bolsas de ar também aparecem como opcionais nas outras versões, mas a maior atração, também opcional para todos, é o Blue&Me NAV, que trata-se do primeiro navegador por GPS embutido no painel de um carro nacional e não aquele aparelho separado pregado no pára-brisa de diversos carros fabricados aqui. Mas quem esperava ver aquele vistoso e colorido mapa no lugar do display do rádio ou retrátil no centro do painel vai se decepcionar. O navegador do Linea está na pequena tela do quadro de instrumentos e apenas indica o caminho através de voz e setas vermelhas vistas exclusivamente para o motorista. Mas já é um bom começo. Ele recebe informações de um pen-drive que contém mapas de 111 cidades brasileiras que vem incluído no kit de bordo.



Como já foi citado acima o Linea tem duas opções de motor. E ambos inéditos no Brasil. O 1.8 Powertrain dividido com a General Motors deu lugar a um 1.9 (1.850 cm3) 16v bicombustível com potência variando entre 130 e 132 cavalos. A novidade tecnológica está no quinto bico injetor para o sistema de partida a frio. Mas houve um retrocesso em relação ao Marea que tinha cinco cilindros. O 1.9 é fabricado na Argentina. Acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos com gasolina e 10,5 seg. com álcool. A velocidade máxima varia entre 186 e 188 km/h. Na cidade, ele roda 11,5 km com um litro de gasolina e 8,1 km com um litro de álcool; na estrada, faz 15,3 km/l (gasolina) e 10,7 km/l (álcool). T-Jet é o nome do motor 1.4 Turbo, também de dezesseis válvulas, que rende 152 cavalos de potência. Ele é fabricado na Itália, onde já equipa o Punto Turbo, e é movido apenas a gasolina. O nosso hatch também vai receber o motor. A baixa cilindrada é para proporcionar uma melhor economia de combustível e menor emissão de poluentes. O turbo, um desempenho ágil para os 1.305 kg do sedã repleto de equipamentos de conforto. E os números não mentem, apesar do otimismo da fábrica: consumo urbano de 12 km/l e rodoviário de 16 km/l. Aceleração de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e velocidade máxima de 203 km/h. Vale lembrar que o T-Jet tem o apenas o câmbio manual de cinco marchas.

O projeto do Linea fez a Fiat investir R$ 620 milhões e levou dois anos para ser desenvolvido. Para ter retorno a montadora espera vender 2.500 unidades do Linea por mês, das quais 40% do 1.9 Dualogic, 30% do 1.9 Manual, 20% do Absolute e 10% do T-Jet. O Linea tem garantia de três anos e revisões a cada 15.000 quilômetros. O proprietário conta com uma central de atendimento exclusiva para o modelo, onde o mesmo profissional fará o atendimento do início ao fim. Além disso, tem o programa de relacionamento Clube L’único, com convites exclusivos para shows e eventos, possui uma área exclusiva no hotsite do modelo.

Mais do que o retorno financeiro a Fiat quer que o Linea consiga o que os seus antecessores Alfa Romeo, Tempra e Marea não conseguiram: liderar permanentemente o mercado de sedãs médios e conquistar o exigente executivo bem-sucedido.

Semana que vem: Novo Ford Focus
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Bela traseira, Sr. Mégane!
Por Gustavo do Carmo / Fotos: Divulgação

Com apenas dois anos o Renault Mégane brasileiro, que ainda usa o capô da primeira reestilização européia de 2002, já está desatualizado. O mundo já conhece a terceira geração do médio. Por enquanto, apenas a versão hatch, que não é vendida aqui desde 2005, ainda na primeira geração fabricada na Argentina (lançada na França em 1995 e chegando até nós três anos depois). A esportiva RS chegou a ser anunciada para importação no início deste ano, junto com o Cabriolet e a Grand Scénic, mas acabou não vindo.

A traseira do segunda geração, que misturava curvas na tampa do porta-malas com linhas retas na coluna, era tão esquisita, que teria sido o motivo da ausência do hatch em nosso mercado, o que poderia provocar uma reprovação dos brasileiros. Felizmente esse erro foi corrigido nesta nova geração que os europeus vão conhecer pessoalmente no Salão de Paris a partir do dia 04 de outubro e poderão comprar em novembro.

A nova carroceria mede 4,30 m de comprimento e 2,64m de distância entre-eixos. A capacidade do porta-malas é de 405 litros. Vidro e tampa são arredondados, sendo que o primeiro tem um recorte em V em sua base. As lanternas cresceram e envolvem, em formatos distintos, a própria traseira e as laterais. Falando nelas, as janelas posteriores e a coluna ficaram melhor resolvidas. As linhas do novo Mégane perderam originalidade, ficando muito parecidas com as do Fiat Bravo, mas o resultado ficou bem melhor. A polêmica, na minha opinião, passou para a dianteira. Achei estranhas a ranhura para a abertura do capô e os dois vincos: um transversal arqueado, na altura dos faróis e do emblema, e o longitudinal que atravessa toda a tampa. Os faróis (herdados do luxuoso Laguna) também envolvem laterais, capô e frente, que passa a ser fechada como o Peugeot, deixando a grade de ar no pára-choque. É mais um com o novo padrão estético da Renault, o que deixa o nosso Sandero bem demodèe.


Por dentro, um painel de linhas simples, mas ao mesmo tempo modernas. O friso que vai do console até a altura do porta-luvas é ascendente e visto de lado parece que a parte superior desce como uma onda. O quadro de instrumentos do lado do motorista é composto por três elementos: no centro o velocímetro digital e dentro dele os marcadores de combustível e óleo, o display do computador de bordo à direita e o conta-giros - único analógico - à esquerda. Até as luzes de seta são em alta definição. Os painéis do ar condicionado e do CD são horizontais com formato levemente trapezoidal. O volante tem três braços, sendo que o inferior é vazado. O painel segue o padrão atual da Renault na Europa, que ainda não chegou ao país.

De equipamentos de segurança e conforto, o novo Mégane mantém a partida por cartão e botão e traz CD-player com MP3, Bluetooth e entrada USB como item de série. DVD-player e navegador via satélite são opcionais. Como novidade, ele oferece cintos de segurança fabricados especialmente para evitar lesões na região do abdômen, além de faróis de xenônio, airbag, freios ABS e EBD. O controle de estabilidade também é opcional, assim como o ar condicionado de controle digital de uma ou duas zonas, freio de mão eletrônico e programador de velocidade.
A gama de motores tem oito opções. Os de gasolina são um 1.6 16V de 100 ou 110 CV (dependendo do país), um 2.0 16V de 140 CV (inicialmente com cambio manual e mais adiante um automático de variador continuo) e o 2.0 TCe de 180 CV. Futuramente terá outro motor 1.4 TCe de 130 CV. Os motores com a denominação TCe são turbinados. Os motores Diesel terão apenas uma cilindrada: o 1.5 dCi. A potência varia entre 90 e 160 cavalos (esta última com câmbio automático, dimiuindo dez cavalos com o manual).

Por enquanto foram divulgadas apenas as imagens do hatch de quatro portas. O de três também estará no salão francês. A linha Mégane ainda terá, na seqüência, as Scénic de cinco e sete lugares, a perua Grand Tour, o Coupé-Cabriolet e o sedã para mercados emergentes como o nosso. Isso até 2010, quando o hatch de quatro portas poderá chegar ao Brasil, embora a Renault já tenha corrido pra desmentir a notícia e dizer que pensa em lançar o face-lift que já aparece no Cabriolet. Provavelmente deveremos ter apenas o sedã (talvez a perua) e o hatch sósia do Bravo, que também vem no próximo ano.


Neste sábado: tudo sobre o sedã Fiat Linea.

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