segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


Muitos brasileiros que fazem do Toyota Corolla o sedã médio mais vendido do país não imaginam que ele tem 45 anos de história.

Não. Ele não foi um dos pioneiros da nossa indústria, embora sua produção em São Bernardo do Campo tenha sido especulada desde que foi lançado no Japão em 1966. O Corolla começou a ser fabricado no Brasil apenas em 1998, mas em Indaiatuba, também no estado de São Paulo. Seis anos antes começou a ser importado e já estava na sétima geração.

Seu nome, escolhido em pesquisas de mercado, significa coroa de flores em latim. Essa coroa representaria triunfo e vitória, que o Corolla conseguiu em 1997, quando se tornou o carro mais vendido do mundo. com mais de 32 milhões de unidades.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


1a Geração - 1995 

Apresentado no Salão de Tóquio de 1995, o CR-V foi a resposta da Honda ao sucesso do rival Toyota RAV-4, lançado no ano anterior.

O utilitário esportivo nasceu para ser um veículo recreativo, que pudesse enfrentar trilhas leves. Daí o R-V do nome. Já o C podia ter dois significados. Para uns queria dizer Civic, que lhe emprestava a plataforma. Outros o identificavam como Compact, posicionamento que só valia se comparado ao antigo Passport, desconhecido no Brasil.

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sábado, 10 de dezembro de 2011

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


Para enfrentar o estilo arrojado dos sul-coreanos Hyundai ix35 e Kia Sportage, o único utilitário esportivo da Honda vendido no Brasil precisou se renovar. Entretanto, o novo CR-V se inspirou bastante na versão anterior para não perder a identidade. Aliás, curiosamente, a largura (1,82m) e a distância entre-eixos (2,62m) não mudaram. E o comprimento (4,58 para 4,55m) e a altura (1,68 para 1,66m) ainda diminuíram. 

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


No mês passado, fiz aqui no Guscar uma análise do Freemont, o primeiro utilitário esportivo da Fiat vendido no Brasil, que na verdade é um Dodge Journey com a bandeira da marca italiana.

Quem leu o texto, viu que, para diferenciá-lo do modelo original, a Fiat criou novos para-choques, grade, lanternas em LED e um painel interno mais moderno e caprichado, além de um acerto na suspensão, mais adaptada ao piso brasileiro. Agora, essas modificações chegaram ao Journey original.

Obviamente que a grade tem o logotipo da Dodge, que também mudou. A cruz, que era totalmente cromada, agora é preta com bordas prateadas e sem nenhum emblema. Saiu a figura da cabeça de búfalo que ornamentava os carros da marca nas duas últimas décadas. Reestruturada, a Dodge mudou a identidade visual. Portanto, há apenas a assinatura por extenso no lado direito da grade (do ponto de vista do pedestre).


Por dentro, o animal também deu lugar ao nome Dodge sobre uma estrela no centro do volante. Já o resto do interior é igual ao clone italiano. Até a capacidade do porta-malas é a mesma (embora a Chrysler divulgue números menores que a Fiat: 136/472/1.461). Aliás, tudo não, porque os porta-objetos do assoalho do Journey são refrigerados.


Os equipamentos do Freemont Precision já estão presentes na versão básica do Journey, a SXT, vendida por R$ 97.500. Até o display do sistema multimídia passou pelo mesmo problema de fornecimento para a Fiat e vem com 4 polegadas, com promessa da tela de 8" com GPS. 


Além dos bancos rebatíveis e reclináveis da terceira fileira, para acomodar sete passageiros, o Journey também tem rodas de liga-leve de 17 polegadas, airbags frontais e laterais para os bancos dianteiros, laterais tipo cortina para todas as fileiras de bancos, apoios de cabeça dianteiros ativos (em caso de colisão traseira), ar-condicionado automático de três zonas, bancos revestidos de couro, bancos da segunda fileira rebatíveis, bipartidos (1/3 e 2/3), reclináveis, com assentos infantis embutidos; banco do motorista com regulagem elétrica em seis direções, bancos dianteiros aquecidos, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, volante revestido de couro com controles integrados de áudio e do controlador de velocidade, sistema Bluetooth com comando de voz, entrada USB, sistema de som com tela de LCD sensível ao toque e HD interno, entrada e partida do motor sem chave, freios a disco nas quatro rodas com ABS, BAS (assistente de frenagem de emergência), TCS (controle de tração), ERM (controle anti-rolagem de carroceria), HSA (assistente de segurança em subidas) e TSC (controle de oscilação de reboque), entre outros.


A top R/T custa R$ 107.900 e adiciona rodas de 19 polegadas, cromados no bagageiro e nas maçanetas externas das portas, teto solar elétrico (sobre os bancos dianteiros) e sistema de áudio premium com seis alto-falantes e subwoofer da marca Alpine.

A maior diferença para o irmão gêmeo é a motorização, que também é nova para o Journey. O propulsor Pentastar V6 de 3.6 litros, com comando variável de válvulas (VVT), que rende 280 cavalos de potência a 6.350 rpm e possui torque máximo de 35 kgfm a 4.350 giros, substituiu o antigo V6 2.7. A transmissão é automática de seis velocidades, que o coloca, também pelo preço, em um segmento acima do Freemont. O modelo da Fiat custa entre R$ 81.900 e 86 mil e tem motor 2.4 de 172 cv e câmbio de quatro marchas.


O Brasil é o único lugar do mundo onde as duas marcas estão vendendo o mesmo modelo. O Freemont deve ter a preferência dos querem pagar menos e dos que confiam mais na rede autorizada maior da Fiat. Já o Journey deve atrair aqueles que desejam mais desempenho (0 a 100 km/h em 8 segundos e velocidade máxima de 208 km/h) e exclusividade.      


FICHA TÉCNICA - DODGE JOURNEY V6 3.6 

Motor: Seis cilindros em V, transversal, gasolina, 3.605 cm³, 24 válvulas
Potência: 280 cv
Aceleração de 0 a 100 km/h: 8 segundos
Velocidade máxima: 208 km/h
Consumo Médio: 9,2 km/l (revista Carro Hoje)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,88/1,88/1,75/2,89 m
Porta-malas: 136 (com 7 lugares) /472 (5) /1.461 litros (2)
Tanque: 77,6 litros
Preço: R$ 97.500 (SXT) / R$ 107.900 (RT)
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sábado, 3 de dezembro de 2011

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


Fabricado em São Caetano do Sul (SP), o Chevrolet Cobalt, novo sedã da General Motors, vai substituir, de uma só vez, as versões similares do Corsa e do Astra. Mas foi neste último que os designers da empresa devem ter se inspirado para criar o seu estilo. Ao contrário das formas curvadas do médio-grande Cruze e da projeção mostrada em março no Guscar, o Cobalt adotou linhas retas, com colunas cegas. 

A traseira é alta e curta, com lanternas verticais, que invadem a lateral. A grade dividida pela barra na cor do carro segue a identidade visual da Chevrolet, mas a sua altura e os faróis, quase em formato de losango, deixaram o sedã com um aspecto desengonçado, mais do que o Agile, hatch compacto com o qual o Cobalt não tem nenhuma ligação técnica. Nem no porte: são 4,48m de comprimento, que o classifica como um médio.


A plataforma é a mesma do Corsa europeu, que está em sua quarta geração. A do Agile é derivada da segunda, de 1994. A busca por um espaço interno que supere Nissan Versa e Renault Logan justifica o conservadorismo das linhas, principalmente para acomodar melhor a cabeça dos passageiros mais altos. Apesar do teto parecer baixo, o objetivo foi cumprido. A altura externa mede 1,51m, a mesma do Versa. E a interna traseira supera a do rival. As pernas de quem vai atrás também vão confortáveis. A largura é o destaque (por fora, 1,74m), mas o passageiro do meio tem um ressalto no seu assento, que pode causar um leve desconforto. Também contribui para o bom espaço a distância entre-eixos de 2,62m. O porta-malas de 563 litros é, sem dúvidas, o seu maior destaque. Supera e muito os 510 do Logan. É maior até que o do Cruze (450). Um recorde entre os sedãs.


Por outro lado, o acabamento interno não me agradou. Apesar do desenho moderno do painel e do quadro de instrumentos com velocímetro digital e conta-giros analógico (conjunto emprestado do compacto premium Sonic/Aveo, que chegará em abril do ano que vem), a aparência dos plásticos é muito pobre. Detalhes prateados na versão mais cara apenas disfarçam as rebarbas no painel e nas portas. Estas ainda têm revestimentos modestos e o tecido dos bancos passa a impressão de que vai desfiar facilmente. Mas o isolamento acústico funciona e o nível de ruído é baixo.


O único motor do Cobalt é o Econoflex 1.4 VHCE de oito válvulas. Fraco para um carro desse tamanho. Tem 97 cavalos para receber gasolina e 102 cv para o álcool. O câmbio manual tem cinco marchas. A GM divulgou números muito otimistas de aceleração de 0 a 100 km/h: 11,5 segundos com álcool e 11,9 seg. com gasolina. A Quatro Rodas obteve 13,5 seg. Já a velocidade máxima de 170 km/h anunciada pela fábrica é realista. Nem no consumo de combustível, o Econoflex se mostrou econômico. Novamente de acordo com a Quatro Rodas, os números ficaram em 7,2 km por litro na cidade e 9,9 km/l na estrada, com etanol. A Chevrolet promete para o ano que vem um Cobalt com motor 1.8 e câmbio automático de seis marchas. Vamos esperar.


Como o rival da Nissan, o Cobalt está sendo vendido em três versões de acabamento. A básica é a LS, que custa R$ 39.980. Vem com calotas integrais, ar condicionado, direção hidráulica, trava elétrica das portas e porta-malas, desembaçador traseiro, encostro traseiro do banco rebatível 60/40, chave tipo canivete com abertura à distância e banco do motorista com regulagem em altura.

A intermediária LT custa R$ 43.780 e adiciona ao LS airbag duplo frontal, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, freios ABS (antitravamento) com EBD (distribuidor eletrônico da frenagem), vidros elétricos nas portas dianteiras, alarme antifurto, além de pequenas diferenças como interior em dois tons e revestimento dos bancos.

Finalmente, a versão top de linha LTZ, por R$ 45.980, adiciona às duas anteriores rodas de liga leve, farol de neblina dianteiro, maçanetas internas e comandos do ar-condicionado cromados, barra cromada na traseira, rádio AM/FM com leitor para CD/MP3, Bluetooth e entrada USB, computador de bordo, espelhos retrovisores com regulagem elétrica e acionamento elétrico para todos os vidros.


A distribuição de equipamentos das duas versões mais caras foi mal-feita. Ou deixasse a LT completa ou colocasse vidros elétricos integrais e computador de bordo para esta versão, reservando os airbags e os freios ABS para a LTZ.

As opções de cores também não são muito variadas. De sólidas só há branco e preto. De metálicas, por R$ 903, tem tonalidades escuras de azul e verde, além de prata, cinza e bege.

No mercado, o Cobalt ficou caro. Considerando a sua versão básica LS e em comparação a concorrentes com ar condicionado, no mínimo, o Chevrolet pede mais que o Nissan Versa S (R$ 37.990), o Renault Logan Expression (R$ 38.450), o Symbol Expression (R$ 38.990) e o JAC J3 (R$ 39.900), que vem completo. É mais barato apenas que o Voyage (R$ 41.110) e o Peugeot 207 Passion XR (R$ 40.990). Já o Chery Cielo Sedan (R$ 43.990) e o Lifan 620 (R$ 40.990) são completos e para competir com eles, é melhor a versão LTZ, que é mais cara que os chineses. O Cobalt LTZ só leva vantagem em relação ao Ford New Fiesta (R$ 50.450) e o Honda City (R$ 53.620), 

Para compensar a desvantagem de preço, a Chevrolet deu, pela primeira vez para um carro da sua linha, 3 anos de garantia. Qualidades como espaço interno e porta-malas o Cobalt tem. E que elas ajudem o Chevrolet a ser bem-sucedido neste disputadíssimo mercado de sedãs compactos.





Pontos Fortes 


+ Espaço interno
+ Porta-malas
+ Nível de ruído
+ Garantia




Pontos Fracos 


- Acabamento  
- Motor fraco
- Desempenho
- Consumo  



FICHA TÉCNICA - CHEVROLET COBALT 1.4 ECONOFLEX VHCE 

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.389 cm³, 8 válvulas
Potência: 97 cv (gasolina) e 102 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,9 (gasolina) e 11,5 (álcool) segundos
Velocidade máxima: 170 km/h
Consumo Médio: 8,55 km/l (Revista Quatro Rodas, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,48/1,74/1,51/2,62 m
Porta-malas: 563 litros
Tanque: 54 litros
Preço: R$ 39.980 (LS), R$ 43.780 (LT) e R$ 45.989 (LTZ)

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação

Já houve um tempo em que a Nissan se orgulhava de não oferecer um modelo popular. Em um anúncio de 1993, quando estava chegando ao Brasil, ela dizia com todas as letras: "Os carros nada populares da Nissan", apresentando as gerações antigas do médio Sentra e do extinto top Maxima.

O tempo passa. A vida muda. Hoje, sob o domínio do grupo Renault, a marca japonesa reviu os seus conceitos e finalmente entrou de cabeça no segmento dos populares, com direito a slogans como "Agora todo mundo pode ter um carro japonês" e "Agora todo mundo pode ter um sedan japonês".


Em janeiro, abri a temporada deste ano do Guscar antecipando os tais carros japoneses que todo mundo pode ter. Só errei o nome do sedã, que eu citei como Sunny, como é chamado na China. 

O March já está no mercado desde outubro. Agora é a vez do sedã Versa (e não Sunny) chegar às concessionárias, importado do México, como o irmão. Em 2014, os dois serão fabricados em Resende, aqui no estado Rio. 

O Versa não vai substituir o Tiida. Pelo menos, por enquanto, rouba apenas o seu posto de sedã mais barato da marca. O médio custa a partir de R$ 44.500. O novo modelo vai até R$ 42.990. 

Apesar de compartilhar a mesma plataforma - a V, de versátil - e o mesmo painel interno do hatch, o Versa tem estilo e proposta completamente diferentes.

O desenho mistura ousadia e sobriedade. A traseira, com queda do teto lembrando um cupê, tem lanternas triangulares curvadas e tampa do porta-malas destacada. Já a frente, apesar dos faróis maiores em formato de gota, é conservadora pela grade trapezoidal com filetes e moldura cromada.


Se o March tem a pretensão de ser realmente um carro popular, com direito a motor 1.0, o Versa quer brigar com o primo Renault Logan para mostrar quem oferece mais espaço interno.

A versatilidade do nome da plataforma está na possibilidade dela ser estendida. E realmente foi. A distância entre os eixos do Versa é de 2,60m (a mesma do Toyota Corolla), enquanto no March é de 2,45m. O comprimento é 4,45m contra 3,78m. A largura é de 1,69m contra 1,67m. O March só é mais alto: 1,53m contra 1,51m.


O Versa é realmente espaçoso para quem vai atrás. As pernas vão mais folgadas e a cabeça só raspa no teto dos passageiros mais altos. Só a largura que decepciona. Neste quesito, o Renault Logan ainda é imbatível. O acabamento está acima dos rivais, como o próprio Logan, o Chevrolet Cobalt, o Voyage, o Fiat Siena (que será substituído) e até o Ford New Fiesta. As portas são revestidas de tecido e plástico de boa aparência, apesar de duro. Só deveria ter um painel mais sofisticado que o do irmão popular. No Sunny chinês, as saídas de ar do console central são retangulares, o que dá um aspecto mais fino. O porta-malas tem 460 litros de capacidade. Deveria ter mais. O Logan tem 510 e o Cobalt, 563.


O único motor do Versa é o 1.6 16v Flex, com comando variável de abertura das válvulas e potência de 111 cavalos, tanto com álcool quanto com gasolina. Mas a aceleração se difere. Abastecido com álcool, o percurso de 0 a 100 km/h é feito em 10,7 segundos e com gasolina, 11,1 segundos. A velocidade máxima é de 189 km/h, independente do combustível. O consumo urbano é de 8,9 km/l com etanol e de 13,6 km/l com gasolina. Na estrada o modelo faz 13 km/l com etanol e 18,8 km/l com gasolina. O câmbio é manual de cinco marchas. Não há previsão da transmissão automática, muito menos a CVT. 

O Versa tem três versões de equipamentos. A mais barata é a S, que custa a partir de R$ 35.490 e já vem com airbag duplo, direção elétrica, banco do motorista com regulagem de altura, volante de três raios também com ajuste de altura, computador de bordo (com autonomia, média de consumo e consumo instantâneo), relógio, dois hodômetros parciais, console central longitudinal com porta objetos e três porta-copos, tampa de combustível com abertura interna, travas acionáveis por controle remoto, cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e limitador de carga, alarme antifurto e aviso sonoro de chave no contato e faróis acesos.


A SV é a intermediária, que por R$ 39.990 adiciona ar condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, retrovisor elétrico e na cor da carroceria, CD player com entrada para iPod e auxiliar, maçanetas externas cromadas, cintos de segurança traseiros de 3 pontos para os três passageiros, sistema Isofix de fixação de cadeirinhas de crianças, abertura interna e iluminação do porta-malas.

A top é a SL, que tem o preço de R$ 42.990 e oferece freios ABS (antitravamento) com EBD (distribuição eletrônica da frenagem) e BA (assistência à frenagem), rodas de liga leve aro 15 com pneus 185/65R15, maçanetas internas, cromadas, painel "fine vision" (maior visibilidade, luz branca e acabamento de luxo, com textura em torno dos anéis) e faróis de neblina. Há ainda vários pacotes de acessórios instalados nas autorizadas.


O Versa tem garantia de três anos, com um pacote chamado Compromisso Nissan Versa, que inclui dois anos da assistência 24 horas em caso de pane, batida ou pneu furado (dependendo do local do problema, há carro-reserva e até quatro dias de hospedagem) e preços fixos de revisão com mão de obra, tabelados nas 117 concessionárias da marca no país inteiro - a primeira, de 10 mil quilômetros, custa R$ 149. As opções de cores são azul Onyx, vermelho Fuji, branco Aspen (sólida), cinza Titanium, preto Premium (sólida) e Prata Classic. 

O ar condicionado deveria vir de série já na versão S (é opcional, por mais 2.500 reais) e os freios ABS, pelo menos, já na versão intermediária. Mesmo assim, o Nissan Versa leva vantagem no custo-benefício contra os seus principais rivais, equipados no mínimo com ar condicionado e direção hidráulica: Chevrolet Cobalt (R$ 39.980), Ford New Fiesta (R$ 50.450), Honda City (R$ 53.620), Peugeot 207 Passion (R$ 40.990), Renault Logan Expression (R$ 38.450) e Symbol Expression (R$ 38.990), Volkswagen Voyage (R$ 41.110), Chery Cielo Sedan (R$ 43.990) e Lifan 620 (R$ 40.990). A exceção é o JAC J3 (R$ 39.900). 

Com tantos rivais, o Nissan Versa terá trabalho para se impor no mercado. Ou foram os concorrentes que tiveram mais uma preocupação?


Resumo

Estilo ****
Acabamento ***
Espaço interno *****
Porta-malas ****
Motor ****
Desempenho ****
Consumo ****
Segurança **
Conforto **
Preço ***
Equipamentos de série **




FICHA TÉCNICA - NISSAN VERSA 1.6 16V

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.598 cm³, 16 válvulas
Potência: 111 cv
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,1 (gasolina) e 10,7 (álcool) segundos
Velocidade máxima: 189 km/h
Consumo Médio: 16,2 km/l (gasolina) e 10,95 km/litro (álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,45/1,69/1,51/2,60 m
Porta-malas: 460 litros
Tanque: 41 litros
Preço: R$ 35.490 (S), R$ 39.990 (SV) e R$ 39.990 (SL)
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