quarta-feira, 29 de abril de 2009


Fotos: Divulgação / Old Cars and Trucks Pictures / Wikipedia
Texto: Gustavo do Carmo


A crise econômica mundial fez mais uma vítima. A Pontiac teve o seu fim anunciado no último dia 27 de abril pela General Motors, que está em concordata. A medida faz parte do plano de reestruturação do conglomerado automobilístico para se livrar da falência.

Identificada como a divisão esportiva da maior montadora norte-americana (e segunda maior do mundo), a Pontiac nasceu em 1926 como uma linha da fabricante Oakland Car, que existia desde 1907 e foi vendida para a GM dois anos depois do seu lançamento. A Oakland (nome de um bairro) era sediada em Pontiac, uma cidade no estado de Michigan (norte dos Estados Unidos). O nome do município vem de um chefe indígena que participou de uma batalha no século XVIII.

Os dois primeiros adereços do capô dos modelos Pontiac

O primeiro modelo Pontiac tinha motor de seis cilindros em linha, 3.1 litros e 40 cavalos de potência. Era o carro mais compacto da época e em 1928 vendeu pouco mais de 76,4 mil unidades.


Pontiac 1926 Coupé
A Pontiac começou sua participação na GM como uma marca mais econômica. Por isso, o motor de oito cilindros lançado em 1933 para aumentar a potência era em linha. Mas a marca acabou voltando aos seis cilindros por ser mais leve e compacto. Naquela década quem fez sucesso foi o Master Six Coupé.

Master Six Coupé

Em 1948, três anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, os Pontiacs passaram a ser equipados com câmbio automático (na verdade, hidramático, criado pela General Motors), o que salvou a marca da falência.


Pontiac Streamliner 1949


Pontiac Streamliner Wagon 1950
Catalina 1950


Até 1956 o emblema era a cabeça de um índio. A partir de então foi trocado pelo símbolo atual que representa a ponta de uma flecha nativa. O primeiro sucesso da marca foi um ensaio no segmento de luxo, com o grande sedã Boneville, lançado em 1958, que durou até 2006. No ano seguinte o modelo venceu o Grande Prêmio de Daytona. A marca tornou-se definitivamente esportiva com o surgimento do GTO em 1964, que tinha carrocerias cupê e conversível e chegou a ser comparado até com a Ferrari homônima por uma revista norte-americana. Mas a Pontiac ficou afastada das corridas por vinte anos, retornando apenas em 1983 na Stock Car americana.

Boneville 1959


GTO 1964


Firebird 1967

Outro sucesso foi o Firebird, mais compacto, também em carrocerias fechada e aberta. Durou entre 1967 e 2002. Na sua segunda geração, ficou famoso no filme Agarra-me se puderes (1977). Já a versão seguinte, de 1982, se destacou como o K.I.T.T. do seriado Supermáquina.


Firebird 1970


Firebird 1982 - O K.I.T.T. do seriado Supermáquina, exibido no Brasil pelo SBT nos anos 80
Como a Pontiac é uma divisão da General Motors desde os anos 20, apesar da personalidade que os modelos tiveram, todos foram baseados em carros da matriz. O Boneville, por exemplo, era derivado do Impala. O GTO do Chevelle e o Firebird do Camaro. Outros modelos que fizeram história na Pontiac foram o Silver Streak, Star Chief, Tempest, Catalina, GrandPrix, Sunbird, Fiero e GrandAm. TransAm era uma versão do Firebird.


Firebird Trans Am 1993


Boneville 2003


Antes da criação da Saturn em 1992, a Pontiac também era a principal representante norte-americana dos modelos compactos e médios de outras subsidiárias da GM pelo mundo como o Kadett (Le Mans), Chevette (T-1000) e Suzuki Swift (Firefly). Os recentes GTO e G8, por sua vez, são as duas últimas gerações do australiano Holden Monaro, coupé do Holden Commodore, conhecido entre nós brasileiros como Chevrolet Omega.


Le Mans 1993


GTO 2004

Alguns modelos, no entanto, não deram o retorno esperado e acabaram, involuntariamente, contribuindo para a atual decisão de extinguir a marca, como aconteceu com a Oldsmobile em 2004: Sunfire, o monovolume Montana (sucessor do bem-sucedido Trans Sport) e o feioso crossover Aztec, que lembrava aqueles modelos da coreana Ssangyong.

Sunfire 1999






Montana 1999


Aztec 2001


A linha atual da Pontiac é composta pelo hatch compacto G3 (que deve dar origem ao nosso Chevrolet Viva), o crossover Vibe, o cupê G5, o familiar G6 em versões sedã, cupê e conversível, o jipe Torrent, além dos já citados G8 e Solstice, que também ganhou uma carroceria fechada. Todos deixarão de ser produzidos no final de 2010.
G8

A Saturn e a Hummer podem ser as próxima vítimas. Com a medida, que também inclui demissões e fechamento de fábricas e de concessionárias, além de corte de custos, a General Motors vai se concentrar nas marcas Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC.
A perda da identidade da marca em troca da necessidade por lucros que não vieram contribui para a extinção de uma marca que vai deixar saudades não apenas nos Estados Unidos como também nos fãs espalhados pelo mundo.









Solstice
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação
A Nissan já fabricava veículos no Brasil desde 2002. Mas de sua linha de montagem em São José dos Pinhais (PR) só saíam a picape Frontier e o utilitário esportivo X-Terra. A primeira já foi reestilizada e o segundo não é mais produzido. Como Tiida e Sentra são importados do México, o monovolume Livina é o primeiro veículo de passeio da marca japonesa com o orgulhoso status de nacional, mesmo com o índice de 70%.

Pena que o nosso país foi e será sempre visto como emergente pela Renault, dona da Nissan, para receber o projeto do Livina junto com Vietnã, Filipinas, Taiwan, Indonésia, Malásia, África do Sul e China, onde nasceu de fato. Por isso o novo carro tem um estilo controverso. A ousada e baixa dianteira foi inspirada no crossover Murano. A lateral tem os vidros com o corte invertido na coluna que já virou clichê. Já a discreta traseira lembra o Volkswagen Polo. A plataforma é do Logan e o acabamento é muito simples, como veremos em comentários mais abaixo.

O Livina terá duas versões de comprimento de carroceria e capacidade de passageiros. Primeiro está chegando a versão curta, para cinco passageiros, com comprimento de 4,18 metros, largura de 1,69m, altura de 1,57m e distância entreeixos de 2,60 m. No porta-malas cabem 449 litros de bagagem. Vai concorrer com o Fit, o Idea e o Meriva. Ainda não está confirmado, mas é possível que o Livina substitua o Renault Scénic. Ainda este ano chegará o Grand Livina, de carroceria longa e sete lugares, para concorrer com Picasso, Zafira e, se bobear, com a C4 Picasso e a Grand Scénic.
Em relação ao acabamento, o Livina possui duas opções: a básica e a SL. Cada uma pode ter motor 1.6 ou 1.8, totalizando quatro versões. Todas têm para-choque na cor da carroceria, mas a SL também tem as maçanetas e capas dos retrovisores desta forma (pretos no básico) e a grade cromada (cinza). Até na top 1.8 o acabamento é muito simples. O painel de linhas comportadas tem detalhes prateados no console, volante e maçanetas, além do plástico liso. Já os estofados são de veludo claro, que sujam e desfiam com mais facilidade. Falta revestimento em couro nos bancos, pelo menos como opcional (a SL tem no volante).
Em compensação, estão no interior os dois grandes atrativos do Livina. O primeiro é o espaço. Tanto para os passageiros (bom para as pernas e cabeça de quatro ocupantes) quanto para objetos (como porta-copos e porta-trecos). O outro é o pacote de equipamentos de série. A versão básica 1.6 já vem com ar condicionado, direção elétrica, travas, vidros e retrovisores elétricos e airbag para o motorista. A SL inclui, ainda, rodas de alumínio 15", freios com ABS, EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) e BA (que aplica toda a força em frenagens de emergência), faróis de neblina dianteiros, travamento automático das portas com sensor de velocidade, travamento das portas por controle remoto, alarme (somente versão 1.8 SL), airbag duplo, CD MP3 com entrada auxiliar para iPOD e quatro alto-falantes e banco traseiro bipartido. Spoilers e aerofólios, sensor de estacionamento traseiro e tocador de DVDs são vendidos como acessórios nas concessionárias. Mas faltam regulagem de altura dos cintos dianteiros, cinto de segurança e apoio de cabeça para o passageiro do meio de trás.
O motor 1.6 é o mesmo Hi-Flex 16v da Renault, só que é menos potente do que o Symbol, por exemplo, apresentado no post abaixo. Enquanto o sedã tem 110 e 115 cv, o monovolume rende 104 cv com gasolina e 108 cv com álcool. O desempenho é razoável: velocidade entre 180 e 183 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h entre 12,1 e 11,7 segundos, respectivamente com gasolina e álcool. O consumo com petróleo agrada mais: 12,8 km/litro na cidade e 17,5 km/l na estrada. Com o combustível vegetal o consumo é de respectivos 7,7 e 10,5 km/l.

O 1.8, por sua vez, é o motor utilizado no Tiida, mas que agora tem a tecnologia Flex. Curiosamente, o nome Flexfuel adotado pela Nissan é o que a imprensa utilizava quando se referia aos bicombustíveis antes de serem lançados. Também tem quatro válvulas por cilindro e rende entre 125 e 126 cavalos. A aceleração é mais rápida, como se espera, mas o melhor desempenho é com gasolina: 10,7 e 10,8 segundos. A velocidade máxima com álcool é que decepciona: 182 km/h, menos que no 1.6. Com gasolina o Livina chega a 181 km/h. O consumo é quase igual ao do 1.6: 11,6 km/l e 17,2 km/l com gasolina e 7 e 10,3 km/l com álcool. Esses números uniformes entre as cilindradas e combustíveis se devem pelo tipo de câmbio. O 1.6 só é vendido com manual de cinco marchas. O 1.8 só tem transmissão automática de quatro marchas.

O Livina básico com motor 1.6 custa R$ 46. 690. O SL sai por R$ 51.490. O 1.8 é vendido por, respectivamente, R$ 50.690 e R$ 56.690. A garantia do Livina é de três anos. A Nissan pretende vender cerca de 800 unidades por mês do Livina no mercado brasileiro. Deste total, a marca prevê inicialmente uma divisão de 35% para o 1.6; 20% para 1.6 SL; 25% para o 1.8 e 20% para o 1.8 SL.

O primeiro veículo de passeio da Nissan fabricado no Brasil tem os seus defeitos, mas os concorrentes já estão preocupados.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação
É um Sandero Sedan? Ou uma nova geração do Clio Sedan? Teoricamente nenhum dos dois. A Renault garante de pés juntos que o novo Symbol, importado da Argentina e que vai preencher uma lacuna de porte e preço entre o Logan e o Mégane, é um carro totalmente novo. Mas acaba admitindo que a sua plataforma é do três volumes do seu antigo compacto. A prova é a mesma distância entre-eixos de 2,47m.

E a aparência não nega. As linhas centrais da carroceria, ou seja, a área que envolve para-brisa, teto e coluna traseira, lembram bastante o Clio Sedan, que deixa finalmente de ser fabricado. O resto é maquiagem para dar a impressão de um novo carro. Essas mudanças esticaram o comprimento em sete centímetros, o deixando com 4,26 metros.

Há muitas referências de outros modelos da marca francesa e até da Fiat no estilo do Symbol, nome já usado no Clio Sedan na Turquia. Os faróis, por exemplo, são parecidos com os do Sandero. Capô e grade remetem ao médio-luxuoso Laguna de 2001. As amplas e retas janelas, principalmente a terceira lateral, lembram o italiano Tempra. Bonita mesmo ficou a traseira, que se saiu a parte mais moderna e equilibrada do veículo. As lanternas amendoadas, concentradas no para-lama, se destacam no conjunto. Os arremates foram a assinatura Symbol no centro, embaixo do losango, e a barra cromada na base da tampa do porta-malas, que tem 506 litros, inferior ao Logan e ao próprio Clio, mas que mantém a boa fama da marca em oferecer amplo bagageiro.

No interior é agradável o desenho do painel que, enfim, parece seguir o atual padrão mundial da Renault. O acabamento é mediano entre os seus primos "romenos" (Logan e Sandero são projetos da Dacia) e os modelos europeus. Pena que o forro das portas é o mesmo do Clio, mas com os controles dos vidros incorporados, uma localização melhor do que no "antecessor", que ficava espremido no console do assoalho. O espaço interno, infelizmente, é apertado.

Para posicionar o Symbol acima do Logan, a Renault caprichou pra valer na oferta de equipamentos, que depois do estilo refinado, é o outro atrativo do estreante. Já se antecipando a nova lei, ele vem com air bag duplo de série desde a versão de entrada Expression, que também sai de fábrica com ar condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros e travas com acionamento elétrico, airbag duplo, regulagem da altura do volante e do banco do motorista, entre outros.

Há, ainda, a versão Privilège, mais completa, com ar condicionado digital, computador de bordo, CD Player com MP3 e comando na coluna de direção, vidros traseiros elétricos (opcionais no Expression), revestimento interno em veludo, rodas de alumínio de 15 polegadas (de aço 14" com calotas no Expression), faróis de neblina, entre outros. Os freios ABS são opcionais nas duas versões. Os respectivos preços básicos são de R$ 41.190 e 44.490.

O Symbol só tem o motor 1.6 16 válvulas HiFlex, com 110 cavalos a gasolina e 115 cv a álcool. O câmbio é o simples manual de cinco marchas. O desempenho anunciado de 10,1 e 9,9 segundos de aceleração de 0 a 100 km/h e 186/187 km/h de velocidade máxima é satisfatório. A montadora não divulgou o consumo, mas de acordo com os testes realizados pelas duas principais revistas do país a média de quilômetros por litro ficou muito baixa. A suspensão ficou mais macia que a do Clio para dar mais conforto. Só que com isso perdeu um pouco de estabilidade.

A intenção da Renault é fazer o Symbol concorrer diretamente com o Polo Sedan da Volkswagen, mas com certeza brigará com o Voyage, o Fiat Siena e o Peugeot 207. A sua garantia é de três anos, tempo bastante para avaliar se o novo modelo vai conquistar os fãs dos sedãs compactos como o seu primo Logan ou comprovará que é apenas um Clio Sedan maquiado.
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