sábado, 11 de julho de 2020


Após 22 anos, a picape compacta Fiat Strada mudou, enfim, de geração, ganhando novo estilo de carroceria, inspirado na média Toro, e uma plataforma mais ou menos nova. Ela foi pioneira em seu segmento na cabine estendida (1999), na cabine dupla de duas (2009) e três portas (2013). Agora, ela volta a inovar como a primeira picape compacta de cabine dupla e quatro portas.

A Strada foi lançada em 1998, derivada da primeira geração do Palio. As primeiras versões tinham motores 1.5 e 1.6 de oito e dezesseis válvulas. Com o tempo foi ganhando motor Fire 1.4, um 1.8 de oito válvulas oriundo da Chevrolet, as respectivas versões bicombustível, os E.TorQ 16 válvulas 1.8 e 1.6 (este de vida curta) e, agora na nova geração, o 1.3 Firefly.

Nos modelos estrangeiros, esta seção História em Fotos do Guscar costuma mostrar fotos de cada geração. Mas como, só agora, a Strada chegou à segunda versão de carroceria, os tópicos serão mostrados por fases, representados pelos quatro face-lifts (um deles de traseira) que ganhou ao longo desses 22 anos, incluindo a frente original e a nova geração.

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terça-feira, 7 de julho de 2020


O ciclo de vida médio de uma geração de um modelo europeu é de seis anos, com um face-lift em três anos. Na Ásia, mais especificamente nas montadoras japonesas e sul-coreanas, a duração é ainda menor e mal chega aos cinco anos. Nos Estados Unidos o prazo é incerto, podendo seguir o ciclo europeu ou asiático, dependendo do sucesso do modelo.

Já no Brasil, país mal investido pelas matrizes europeias e norte-americanas, uma geração pode chegar a 63 anos de duração. É o caso da Volkswagen Kombi, que teve apenas três face-lifts ao longo de todos esses anos. Já outros modelos com mais de vinte anos de carroceria básica tiveram inúmeras mudanças leves, como Opala e Fusca.

O último exemplo é o da Fiat Strada. Lançada em 1998, com base na primeira geração do Palio, a picape teve quatro face-lifts (2002, 2004, 2008 e 2013). Agora, em 2020, já está nas concessionárias a segunda geração, após 22 anos (!).


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terça-feira, 30 de junho de 2020


A moda de dar um visual aventureiro a um veículo de passeio começou em 1994 com a Subaru Outback, uma versão do gênero da segunda geração da Legacy Wagon. Ambas vieram importadas para o Brasil. Nos modelos nacionais, o modismo começou em 1999, com a Fiat Palio Weekend Adventure e logo se espalhou para outros modelos da marca italiana, como a picape Strada, o furgão Doblò e a minivan Idea. Nos hatches compactos, o sucesso das versões aparentemente preparadas para a lama teve início com o Crossfox, que ganhou até música (Eu sou Stephany no meu Crossfox). Desde então, já tivemos Chevrolet Celta Off-Road (na verdade, apenas um kit com quebra-mato, molduras pretas nas rodas e pneus de uso misto), Onix Activ, Ford Fiesta e Ka Trail, Volkswagen Gol Rallye, Citroën C3 XTR, Hyundai HB20X, entre outros.

Destes citados só sobrou o Hyundai HB20X, que ganhou segunda geração no ano passado e será agora comparado com dois modelos que não são exatamente um lançamento. O Ford Ka Freestyle foi lançado em 2018 com motor 1.5 e o Fiat Argo Trekking no ano seguinte, com motor 1.3 e câmbio manual, mas que no final do ano ganhou o motor 1.8 com câmbio automático de seis marchas, conjunto mecânico com o qual vai participar do comparativo. Só para informar: também em 2019, o Ka Freestyle ganhou a opção do 1.0, mas vou considerar o 1.5. O HB20X, infelizmente, não ganhou o motor 1.0 turbo GDi das outras versões. Ele tem apenas o velho 1.6 16v que já foi usado no Veloster, que ganhou dois cavalos na potência (agora 130 cv) com álcool e mais um com gasolina (123 cv). Estes hatches compactos com estilo "aventureiro" são a alternativa para quem acha os SUVs compactos muito caros, principalmente o Jeep Renegade, cujo motor e câmbio foram adotados no Argo Trekking.

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domingo, 7 de junho de 2020


No início do mês passado, relembrei a história das duas gerações do Toyota Corona vendidas no Brasil. O modelo estava esquecido, mas voltou a ser lembrado por ser homônimo do vírus comunista chinês que matou mais de 300 mil pessoas no mundo, quase 30 mil delas em nosso país (por culpa dos governos estaduais e da mídia, que inflam os números).

Mas a sua história no Japão foi bem mais duradoura: foi lançado em 1957 e teve dez gerações (uma subgeração nos anos 1980 e três derivados premium nos anos 1970) até 2001. Neste post eu vou mostrar a história em fotos destas gerações, subgeração e alguns derivados.

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quarta-feira, 27 de maio de 2020


Em novembro, postei um comparativo entre sedãs médios, no qual os eternos rivais Honda Civic e Toyota Corolla ficaram em posições extremas, com o Honda vencendo e o Toyota ficando em quarto e último, atrás de Chevrolet Cruze e Volkswagen Jetta. Na ocasião, três modelos, incluindo o Civic, usavam motor turbo, enquanto o Corolla era híbrido (um fraco motor 1.8 de ciclo Atkinson combinando com um elétrico).

Desta vez, a intenção foi comparar o Civic contra o Corolla com motor 2.0, mecânica indisponível para Cruze e Jetta. Juro que eu queria colocar o Kia Cerato na briga, pois ele também tem a mesma cilindrada (sua única opção), mas, por falta de dados de nível de ruído da revista Quatro Rodas (que não tem divulgado com frequência, enquanto a Carro impressa acabou), infelizmente, tive que deixá-lo de fora. Assim, repito o duelo do mês passado entre Honda e Toyota, na ocasião com os maiores Accord e Camry. 

A versão considerada do Civic foi a EXL, pois a top Touring só está disponível com o motor turbo. Já a versão mais cara do Corolla, a Altis Premium oferece o 2.0, mas considerei a intermediária XEi, para dar um equilíbrio no preço. Quem será que vence agora?
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quinta-feira, 14 de maio de 2020


O Gol foi lançado em maio de 1980, fabricado em Taubaté (SP), com a missão de suceder o Fusca no Brasil (na época, com 20 anos de estrada). O nome foi ideia do jornalista da revista Quatro Rodas, Nehemias Vassão, que queria associar o nome ao momento máximo do esporte mais popular do nosso país: o futebol. Outro argumento foi a aproximação esportiva com os outros carros da Volkswagen na Alemanha: o Golf e o Polo. As primeiras versões de acabamento foram a básica (sem nome) e a L.

O projeto começou em 1976, mesmo ano da inauguração da fábrica de Taubaté e um ano depois do lançamento do Polo na Europa. Este foi importado pelo departamento de engenharia da montadora para estudos. Com o tempo foram surgindo esboços e protótipos até chegar ao modelo definitivo, inspirado no também europeu Scirocco.


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segunda-feira, 11 de maio de 2020


Desde a década de 1990, no mínimo, já eram apresentados carros-conceito com câmeras no lugar dos retrovisores. Posso até citar a minivan-conceito Renault Scénic, de 1991 como um exemplo. O nome foi usado cinco anos depois no monovolume do Mégane. Alguém conhece outro exemplo mais antigo? 

Pois é. Era uma tecnologia de um futuro distante que parecia que nunca iria chegar, mas chegou. E já está sendo vendida no Brasil: no Audi e-Tron, o primeiro automóvel 100% elétrico da marca alemã das quatro argolas, construído sobre uma plataforma modular exclusiva para veículos elétricos (MEB). 
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quarta-feira, 6 de maio de 2020



A marca brasileira de chuveiros e a de cerveja mexicana são as Coronas mais famosas a terem a imagem prejudicada pelo vírus que começou "coincidentemente" na China comunista, se espalhou, também por "coincidência", no ano da possível reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, matou mais de três centenas de milhares de pessoas no planeta e está sendo usada para tentar derrubar o nosso presidente Jair Bolsonaro, além de provocar a falência de diversos estabelecimentos comerciais, inclusive concessionárias de veículos, proibidos de abrir por muito tempo para não "espalharem" o vírus, o que vai gerar muita falência e desemprego. (Nota do editor: não estou dizendo que a pandemia não existe, mas que ela está sendo usada para derrubar o capitalismo mundial e os presidentes, além de implantar o comunismo no mundo, isto é fato!)

Mas houve um carro também chamado Corona, fabricado pela Toyota e vendido no Japão e em alguns mercados do mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, ninguém se lembraria do sedã médio-grande, vendido em duas gerações na década de 1990, se não fosse o vírus chinês.

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quinta-feira, 30 de abril de 2020


No dia 11 de março, mostrei aqui no Guscar as primeiras imagens e informações da nova geração (a quarta) do Audi A3, mas só na carroceria Sportback. Um mês e dez dias depois foram apresentadas as fotos da versão Sedan, que chega à segunda geração.
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terça-feira, 28 de abril de 2020


A Toyota está há um bom tempo tentando trazer um SUV compacto para o Brasil. A escolha deve ser o Raize, derivado do Daihatsu (que pertence ao grupo) Rocky, de construção mais simples e voltado para países emergentes. Portanto, nada do ousado C-HR e muito menos o recém-lançado Yaris Cross, que ficará restrito à Europa e ao Japão, mercados mais desenvolvidos.



Toyota Raize - O SUV compacto para o Brasil, derivado do Daihatsu Rocky




Toyota C-HR, o crossover europeu mais sofisticado, que nunca vai chegar ao Brasil

O Yaris Cross seria até uma melhor alternativa ao arrojado C-HR em nosso país, pois tem estilo discreto, muito parecido, inclusive, com o médio RAV4 no perfil (bicolor no Yaris) e na traseira. Os dois têm lanternas horizontais, mas no compacto há uma régua escura e um filete iluminado entre elas. Só a frente é bem diferente: o Yaris Cross tem faróis mais arredondados no capô e acima da grade, enquanto o RAV4 tem conjunto ótico mais reto e um pouco alinhado à entrada de ar.
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sexta-feira, 24 de abril de 2020


Bem populares nos Estados Unidos, onde são os carros de passeio mais vendidos, Honda Accord e Toyota Camry não desfrutam do mesmo prestígio por aqui. Em 2020, até março, o irmão maior do Civic só vendeu 16 unidades, mas nenhuma no mês passado. Já o modelo acima do Corolla só emplacou 9 unidades neste ano, apenas uma no terceiro mês do ano.

E a culpa não é só do comuna, digo, coronavírus, que fechou concessionárias no mundo todo já em março. Mas também do preço (custam acima de R$ 200 mil) e da preferência pelos utilitários esportivos, que vendem bem mais que estes dois sedãs médio-grandes que serão comparados aqui agora.
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quarta-feira, 15 de abril de 2020


O utilitário esportivo Kia Sorento foi lançado mundialmente em 2002, para se posicionar acima do então compacto Sportage, que ainda estava na primeira geração. Com o crescimento deste, o Sorento se tornou um médio-grande. Ganhou novas gerações em 2009, 2014 e agora em 2020.


Primeira geração (2002-2009. No Brasil a partir de 2004)




O primeiro Sorento tinha carroceria sobre chassi, com 4,57m de comprimento, 2,71m de distância entre-eixos e estilo de cantos mais arredondados, terceira janela lateral depois da coluna na cor do carro, grade trapezoidal ainda sem o conceito nariz de tigre e faróis trapezoidais. As lanternas traseiras eram verticais também trapezoidais. Só chegou ao Brasil, em 2004, com motor V6 3.5 de 197 cavalos, câmbio automático de quatro marchas e tração integral. Pouco tempo depois, a Kia também trouxe a versão com motor 2.5 turbodiesel de 140 cavalos. Ainda levava somente cinco passageiros. Após um discreto face-lift na grade, faróis e para-choques, o motor turbodiesel passou a 170 cavalos e o V6 passou a ser um 3.8 de 267 cavalos.


Segunda geração (2009-2014. No Brasil em 2010)




Na segunda geração, lançada mundialmente em 2009 (no Brasil no ano seguinte), o Sorento foi desenhado pelo alemão Peter Schreyer e adotou a tal grade felina, com um traço horizontal em cima e em baixo, além de linhas retas, com o terceiro vidro lateral mais próximo ao segundo. O comprimento subiu para 4,68m, mas a distância entre os eixos foi reduzida para 2,70m. Veio com motores a gasolina de quatro cilindros 2.4 de 16v e 174 cavalos e V6 3.5 de 278 cv. Tinha opção de sete lugares, mas a tração integral também passou a ser opcional.




Apesar de ser equipado com dez airbags, ar condicionado digital, banco do motorista com regulagem elétrica, retrovisores externos rebatíveis eletricamente e câmera de ré, os primeiros Sorento de segunda geração vendidos no Brasil não traziam sistema multimídia. As imagens da traseira eram projetadas no retrovisor interno. Só depois do face-lift, que chegou em 2013, que a tela colorida tátil foi incluída no centro do painel. A pequena reestilização só mudou o para-choque dianteiro, deixando a moldura das luzes de neblina verticais e criou um novo prolongamento das lanternas traseiras, mais horizontal, na tampa do porta-malas.


Terceira geração (2014-2020. No Brasil em 2015)




A terceira geração, de 2014 (aqui em 2015) voltou a ter linhas mais arredondadas e grade mais vertical e  proeminente, com filetes tracejados e discretamente cromados. Os faróis ficaram maiores, com luzes diurnas de LED e menos diagonais. As luzes de neblina se tornaram trapezoidais. Na lateral, a caída final da janela se tornou mais arredondada e na traseira, as lanternas passaram a totalmente horizontais. O comprimento passou para 4,78m e a distância entre-eixos para 2,78m. Por dentro, o painel ficou mais horizontal, com a tela multimídia mais retraída entre as saídas de ar centrais. O quadro de instrumentos deixou de cobertura redonda para ter tela eletrônica no miolo do velocímetro.

Ele continuou com a opção de sete lugares, mas perdeu quatro dos dez airbags que tinha e a tração integral, retomada no face-lift de meia vida. Mesmo assim, era equipado com tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos por aproximação, ar condicionado digital de duas zonas, com saída para a segunda fileira, banco do motorista com ajuste elétrico de dez posições, memória e extensor de joelhos, entrada e partida sem chave e por botão de partida, freio de estacionamento elétrico, faróis de xenônio direcionais, piloto automático, bancos em couro, sistema multimídia com GPS, rádio, MP3, Bluetooth e câmera de ré, detector de ponto cego nos retrovisores, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, seis airbags e teto solar panorâmico.

O motor V6 também foi reduzido para 3.3 de 270 cavalos. O câmbio automático de seis marchas com comando manual na alavanca foi mantido da geração anterior. 




Em 2018, a terceira geração ganhou um face-lift que deixou a grade com os traços cromados nos filetes mais intensos, mudou o recorte do para-choque, da disposição dos faróis de neblina e o arranjo das luzes das lanternas traseiras. Voltaram o motor 2.4, dois cavalos menos potente (172 cv) e a tração 4x4. Já o motor V6 voltou a ser 3.5 e ganhou 10 cavalos de potência e o câmbio automático, somente desta motorização, passou a ter oito marchas. O modelo ganhou equipamentos como detector de ponto cego, chave presencial e carregador de celular sem fio.


Quarta geração (2020)


A quarta geração foi apresentada antes de um momento dífícil no mundo: a pandemídia, digo, pandemia de coronavírus, criada pela China e a imprensa em ano eleitoral norte-americano para impedir a reeleição do Presidente Donald Trump e derrubar o capitalismo. Com a produção mundial de veículos parada e as concessionárias fechadas, juntamente com o comércio, pela quarentena imposta por governos dispostos a implantar o comunismo, ficou difícil prever o início das vendas no exterior e a sua vinda para o Brasil. 


A nova geração ficou mais reta, com grade maior e novamente integrada aos faróis, agora mais retangulares, um broto de coluna na lateral e lanternas voltando a ser verticais. O comprimento agora é de 4,81m e a distância entre-eixos de 2,81m. No interior, tela multimídia destacada e horizontal de dez polegadas, botão do câmbio automático giratório, quadro de instrumentos eletrônico e muitos equipamentos de tecnologia como internet a bordo, programador de velocidade ativo que freia o carro automaticamente e sistema de estacionamento automático que movimenta o carro sozinho ao destravá-lo. 

Terá motorização híbrida (motor 1.6 turbo T-GDi de 180 + elétrico de 60 cavalos + bateria de 1,49 kWh, resultando numa potência combinada de 230 cv) e turbodiesel 2.2 litros CRDi de 201 cv. 


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 


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sexta-feira, 10 de abril de 2020


O utilitário esportivo médio-grande Kia Sorento é mais um automóvel apresentado em nova geração (a quarta) pouco antes do comuna, digo, coronavírus chinês. Ele ficou um pouco estranho ao adotar linhas mais retas, nas quais se destacam a grade nariz de tigre com novo recorte e filetes simulando focos de cristal, faróis trapezoidais de máscara escura e três canhões de LED, para-choque dianteiro com abertura em forma de bigode e luzes de neblina mais para o meio, um desnecessário broto de coluna ao lado da porta lateral traseira, as lanternas traseiras totalmente verticais, com uma ponta na lateral e as luzes dispostas também verticalmente, inclusive no prolongamento na tampa do porta-malas, esta com relevos acima e entre a placa de licença. O comprimento é  de 4,81m e a distância entre-eixos de 2,81m, um aumento de 1 cm e 3,5 cm respectivamente.

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segunda-feira, 6 de abril de 2020


Parece mais um face-lift, já que as linhas laterais permanecem as mesmas, mas o Fiat 500 ganhou uma geração inteiramente nova, inclusive na plataforma. Pois é difícil reestilizar um carro que já é a modernização de um ícone do passado.


Aparentemente mudaram só os faróis, que estão mais para ovais do que redondos. Na verdade, estão em meia-lua e são inteiramente em LED. O círculo se fecha apenas com as luzes diurnas de LED no capô, como se fosse uma sobrancelha. Não há mais aquela fina ranhura na altura da grade, que permanece fechada. E no lugar do emblema redondo avermelhado da FIAT está a assinatura 500, entre dois pares de frisos horizontais (antes era apenas um). A entrada de ar no para-choque também foi reduzida, isso porque o novo 500 é totalmente elétrico. 
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quarta-feira, 1 de abril de 2020


Em fevereiro, antes da declaração da pandemídia, perdão, pandemia do comunavírus, digo, coronavírus, a Hyundai apresentou a terceira geração do seu hatch compacto na Europa: o i20, um primo rico do brasileiro HB20, que no ano passado chegou à segunda edição. 

Além de maior que o nosso (4,04m contra 3,94m de comprimento, 1,75m contra 1,72m de largura e 2,58m contra 2,53m de distância entre-eixos), o i20 também tem desenho mais harmônico e ainda ficou muito mais agradável esteticamente que a anterior geração do próprio compacto europeu.

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sexta-feira, 27 de março de 2020


Sedã médio que acabou de ser revelado em sua sétima geração, com 4,67m de comprimento, o Hyundai Elantra foi apresentado na Coreia do Sul em 1990, com linhas retas e trinta centímetros mais curto. Sucessor do Stellar, usava motores 1.5, 1.6 e 1.8 com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro. Em alguns mercados, incluindo o seu país-natal, era chamado de Avante. Na Europa, as duas primeiras gerações eram chamadas de Lantra.

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segunda-feira, 23 de março de 2020


Sedã médio da Hyundai, o Elantra chega a mais uma nova geração (a sétima), com nova plataforma (chamada de K3) e estilo bem ousado, para não dizer de gosto duvidoso, rompendo completamente com o modelo anterior, que também surpreendeu quando foi lançado, mas tinha linhas arredondadas e agradou mais. 
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quarta-feira, 18 de março de 2020


Com estilo muito parecido com o do utilitário esportivo Q3, o Audi A3 Sportback, apresentado há duas semanas em fotos e informações (porque o Salão de Genebra foi cancelado por causa do coronavírus), é a quarta geração de um modelo lançado em 1996, apenas na carroceria hatch de duas portas, para marcar a volta da marca alemã ao segmento de compactos, ausente desde o fim de produção do 50, um Volkswagen Polo de primeira geração com os quatro anéis na grade, em 1978.

Desde então, o A3 foi ganhando carroceria de quatro portas, motores turbo com injeção direta, as versões esportivas S3 e RS3, novos equipamentos de conforto (como sistema multimídia) e segurança (como controlador de distância à frente e frenagem automática), uma carroceria conversível (sem capota) e outra sedã (três volumes), face-lifts e três novas gerações (2003, 2012 e agora em 2020). Foi fabricado no Brasil na primeira geração e na terceira, apenas como sedã.

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quarta-feira, 11 de março de 2020


Quando não extinguem uma carroceria tradicional, como sedã, perua, monovolume, cupê ou hatch, os utilitários esportivos influenciam no estilo. É o caso da quarta geração do Audi A3 Sportback (hatch de quatro portas), cada vez mais parecido com o crossover Q3. 
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sábado, 7 de março de 2020


O Peugeot 208 foi eleito o Carro do Ano na Europa. A segunda geração do hatch compacto da marca francesa foi lançada por lá no ano passado e, nos próximos meses, chegará  ao Brasil, agora importado da Argentina.

A liberdade de escolha entre um motor a combustão (gasolina ou diesel) ou elétrico foi um dos destaques que motivaram os 60 jurados de 23 países a premiá-lo. A outra característica determinante foi o seu estilo, que mistura a nova identidade visual da Peugeot - já vista no sedã grande 508, como a grade texturizada, a identificação do modelo na ponta do capô, os faróis com tripla assinatura de LED vertical, simulando as garras de um leão, e a traseira de lanternas horizontais finas e escurecidas, também com três luzes verticais, ligadas por uma faixa preta - com a coluna traseira larga e triangular, inspirada no antigo 205.

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sábado, 29 de fevereiro de 2020


A Peugeot vai realizar o sonho de entrar no segmento de picapes médias no Brasil, e brigar com Toyota Hilux, Ford Ranger e Volkswagen Amarok, a partir do ano que vem, com a Landtrek, um modelo projetado em parceria com a Changan. 

Na verdade é uma Kaicene (submarca da fabricante chinesa) F70 com o leão da marca francesa na grade (em formato de teia de aranha, moldura cromada e a assinatura Peugeot no topo), tampa da caçamba e volante. Faróis e lanternas com assinatura em LED serão usados nas versões mais caras.


A Landtrek começará a ser vendida no México e em alguns países da África no segundo semestre deste ano e vai chegar aos mercados da América Central e do Sul em 2021. A tendência é que seja importada do Uruguai.
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sábado, 22 de fevereiro de 2020



A Alfa Romeo abandonou o Brasil, pela primeira vez, em 1986, quando foi encerrada a fabricação do sedã grande 2300 Ti em Betim, unidade da Fiat, que já controlava a filial brasileira da conterrânea italiana desde 1978. Ela a trouxe de volta em 1993, importando o sedã também grande 164.

Em 1995, a Fiat ampliou a linha Alfa Romeo por aqui e passou a importar, também, o sedã médio-esportivo 155 (famoso nas corridas de turismo inglês (BTCC) e alemão (DTM)) e o 145. Este último era um hatch compacto de estilo ousado e reto, de cantos arredondados e linha de cintura alta, desenhado por Chris Bangle, americano que provocaria polêmica na BMW no início dos anos 2000. Tinha ampla janela lateral (a dianteira tinha uma descida na base e a traseira era dividida por um vidro basculante), capô terminando no cuore característico da marca italiana, dividindo a grade interna em duas, vidro traseiro com base em V e lanternas horizontais com prolongamento na tampa do porta-malas. 
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020


O SEAT Leon apresentado no início deste ano e mostrado aqui no Guscar é a quarta geração de um hatch médio surgido pela primeira vez em 1999 e nunca vendido oficialmente no Brasil. 

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