segunda-feira, 30 de janeiro de 2017


Já está nas ruas brasileiras o tão sonhado SUV compacto da Hyundai, planejado desde 2012, com o lançamento do HB20. O Creta é o primeiro utilitário esportivo produzido pela filial direta da marca sul-coreana, a Hyundai Motors do Brasil, em Piracicaba (SP), que também fabrica o hatch.

Mas a plataforma vem do Elantra, o sedã médio importado pela CAOA, que tem fábrica em Anápolis (GO). O motivo foi a necessidade de oferecer uma estrutura maior e mais rígida que o compacto.

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O primeiro mês de 2017 já está chegando ao fim, mas o Guscar volta ao batente depois de merecidas férias. Não sou de prometer nada, mas espero continuar trazendo lançamentos nacionais e internacionais do mercado, os que vão vir para o Brasil, os que não vão vir e os que já chegaram, como o utilitário esportivo compacto Hyundai Creta, tema da primeira matéria do ano.

Aliás, os utilitários esportivos continuarão mandando na agenda de lançamentos do mercado brasileiro. Em março chega o Renault Captur, enfim um francês de verdade. Ou quase, já que, embora o seu estilo seja o mesmo da versão vendida na Europa, a plataforma é do romeno Duster. Outro Renault legítimo na alfândega é o Koleos, que deve concorrer com o Chevrolet Equinox, substituto do Captiva Sport.
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sábado, 21 de janeiro de 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO E QUATRO RODAS
Publicado originalmente em 20 de março de 2016



A Citroën abandonou o segmento de hatches médios há dois anos. Seu último modelo na categoria foi a primeira geração do C4, que deixou de vir da Argentina em 2014. O hatch de geração equivalente ao sedã Lounge é um desconhecido para os brasileiros.

Seu antecessor, o Xsara até que fez bastante sucesso por aqui. Foi importado da França, do Uruguai e da Argentina nas carrocerias hatch de quatro e duas portas (pelo seu estilo era considerado um cupê) e perua Break. A primeira geração da minivan Picasso, que usava a sua plataforma, foi fabricada em Porto Real, aqui no estado do Rio de Janeiro.

Mas o primeiro hatch médio comercializado em nosso país foi o ZX. Seu estilo reto, de amplas janelas e cheio de quinas pode ser considerado velho nos dias de hoje, mas em 1991 estava na moda. Faróis e lanternas traseiras eram retangulares e a grade dianteira quase fechada. Apresentado no Salão de Genebra, na Suiça, há 25 anos, chegou oficialmente aqui em 1992, importado direto da França, apenas na versão Volcane, com carroceria de quatro portas e motor 1.9 de oito válvulas e 125 cavalos. Sua plataforma seria usada dois anos depois no Peugeot 306.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

TEXTO E FOTOS: GUSTAVO DO CARMO 
Publicado originalmente em 03/05/2016


Há 30 anos, em 1986, a perua Fiat Elba chegava ao mercado. Foi o segundo modelo derivado do Uno, lançado dois anos antes. Em 1985, já tinha sido lançado o sedã Prêmio (também homenageado pelos seus 30 anos nesta mesma seção). Faltava, ainda, para completar a nova linha de compactos da marca italiana, a Fiorino, nas versões picape e furgão, que viriam em 1988.

Se, esteticamente, com o Prêmio foi preciso adicionar um terceiro volume, na Elba bastou apenas esticar a carroceria hatch do Uno em 40 cm. O comprimento ficou em 4,04m e a janela lateral traseira cresceu, mas foi dividida por uma coluna. As lanternas traseiras eram verticais como no Uno e no Prêmio, só que um pouco mais finas. O lado negativo era que, inicialmente, a perua só tinha duas portas.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017



TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Publicado originalmente em 15 de março de 2016

Até 1992, a letra E designava as versões com injeção eletrônica (Einspritzung, injeção de combustível em alemão) da série W124 da Mercedes, lançada em 1984, e vinha sempre no final do número que representava a cilindrada do motor (ex.: 320E, motor de seis cilindros 3.2).

Como a então nova tecnologia se expandiu para toda linha de sedãs médio-grandes da marca alemã, a letra acabou se tornando uma série, batizando todas as versões de carroceria, exceto as com motores a diesel, que recebiam a letra D. O sedã era simplesmente o 300E ou 300D (número como exemplo). A perua 280TE ou 280TD, e o cupê e conversível CE ou CD. 

Com o face-lift de 1992, a letra E foi oficializada como Classe, passando a vir antes do número, como E220 (motor quatro cilindros 2.2, 150 cv), E280 (seis cilindros em linha, 2.8, 197 cv), E420 (V8 4.2, 279 cv). 

Em 1995, o chamado Classe E foi reestilizado, ganhou linhas arredondadas e duplos faróis ovais. A terceira geração surgiu em 2002 (com face-lift em 2006), a quarta em 2009 (com face-lift em 2013) e agora a quinta geração, apresentada no post anterior. 


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domingo, 15 de janeiro de 2017


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS
Publicado originalmente em 12 de maio de 2016
Preço não atualizado


Se estivesse na década de 1980, o BMW i8 seria chamado de o carro do futuro. Mas já estamos no Século XXI e o futuro já começou, como diz a música da mensagem de fim de ano da Rede Globo de Televisão. E o i8 também já está à venda no Brasil. Os R$ 799.000 pedidos pelo cupê fazem dele um verdadeiro sonho de consumo.

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Texto originalmente publicado em 19 de maio de 2016


Esta seção, normalmente, é frequentada por modelos da Renault e da Opel, mas agora é a vez da Fiat fazer a sua terceira participação com o ressuscitado Tipo (já falei do "novo" Doblò em 2011 e do 500X em 2014). Uma parte da culpa pela sua presença no Baba, Brasil! é a incerteza político-econômica do Brasil. A outra é a arrogância da marca italiana com fábricas em Betim (MG) e Goiana (PE).

No ano passado, a Fiat turca lançou o Aegea, um moderno sedã - construído sobre a plataforma do Renegade, da picape Toro e do 500x - que pretende substituir o Linea, derivado do Punto, que também nasceu lá. A matriz italiana gostou tanto do projeto, apesar da traseira muito curta e da caída um pouco brusca do teto, que decidiu vendê-lo em todo o continente europeu, mantendo a fabricação na Turquia. Mas para isso era preciso um nome mais apelativo e novas carrocerias.


Assim, ela decidiu resgatar o Tipo, que batizou o hatch médio da Fiat entre as décadas de 80 e 90 (mais precisamente 1988-1995), agora também num sedã. Curiosamente, a montadora já tinha feito isso com o antecessor do Novo Tipo, o Bravo, que por sua vez resgatou a versão de três portas do sucessor do velho Tipo. Deu pra entender? Só falta batizar o sucessor do novo Tipo de Stilo.

Fiat Tipo, vendido na Europa entre 1988 e 1995 e no Brasil entre 1993 e 1997
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO
Texto originalmente publicado em 28 de maio de 2016
Texto não atualizado. Preços até o fechamento do texto original



Praticamente juntas, Renault e Fiat criaram um novo segmento no mercado: o de picapes médio-compactas. É verdade que a marca francesa saiu na frente com a Oroch, mas isso porque já tinha um projeto pronto, tendo o trabalho apenas de enxertar uma caçamba no habitáculo do seu rústico SUV romeno Duster com os devidos reforços estruturais e na suspensão. Ambos são fabricados em São José dos Pinhais, PR. 

Já a Fiat precisou começar do zero com o projeto a partir da plataforma do Jeep Renegade (afinal, a marca italiana é dona da Chrysler). Com desenho mais elaborado, a Toro chegou depois, fabricada em Goiana, Pernambuco. Mas não demorou tanto. Foram apenas cinco meses, aproximadamente, de espera.

Entre as outras concorrentes do mercado, especula-se que a Ford seja a próxima a entrar no segmento que é uma evolução das antigas picapes compactas, como a Saveiro (que ganhou um face-lift diferenciado justamente para enfrentar estas novas picapes) e a velha Strada. Pensei em colocar a primeira, mas a picape da Volks está mais próxima em porte da Oroch, que também tem motor 1.6 e comprimento menor que a Toro (4,69 contra 4,92m).

Como as duas, por enquanto, ainda não têm concorrentes diretíssimas. podem ser consideradas grandes rivais, embora haja um desequilíbrio. Para atenuá-lo coloquei frente a frente a versão básica da Toro, a Freedom, com motor 1.8 Flex e a versão completa da Oroch, a Dynamique, com motor 2.0, também flex. O problema é que Fiat não oferece câmbio manual com este motor e a Renault ainda não oferece o automatizado Easy'R para a Oroch. 

Pensei em colocar a Toro a diesel, que é 2.0, mas a diferença de preço, que já é grande com o 1.8 (R$ 77.800 contra R$ 73.790 da Duster), ficaria abismal com a Freedom 2.0 4x2, que custa R$ 95.500. Ela até tem o câmbio manual (é a única versão com ele), mas aí já não tenho dados de teste. Assim, optei por um modelo de cilindrada menor com câmbio automático contra um de maior cilindrada com câmbio manual.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Originalmente publicado em 11 de abril de 2016


Em dezembro de 2015, eu apresentei, aqui no Guscar, a nova geração do sedã Volvo S90, sucessor do S80, já mencionando a versão perua que ainda seria lançada sobre a mesma plataforma modular SPA. E aqui está ela: a V90, um modelo para honrar a tradição da marca sueca neste tipo de carroceria.

Cada perua da história da Volvo teve a sua personalidade, mesmo a maioria tendo linhas retas e traseira vertical, como a 760, 850 e 960. Algumas até tiveram linhas arredondadas, como a V40, V50 e a V60. A V90 inscreve o seu nome na história com um estilo próximo do "shooting brake", mais esportivo e de teto baixo. As lanternas representam uma outra ousadia: um complexo L, que começa no vidro traseiro, invade a lateral e termina na tampa do porta-malas, com vincos convexos e a placa de licença entre elas. A designação VOLVO aparece próxima ao vidro. O resultado ficou um pouco poluído. O restante é igual ao do S90.
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sábado, 7 de janeiro de 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Texto original, publicado em 27 de março de 2016
Preços atualizados


Em 2015, o chinês JAC T6 foi anunciado como o utilitário médio com preço de compacto por diversos meios, inclusive o Guscar. Tanto que eu o incluí no comparativo contra os então recém-lançados SUVs compactos Honda HR-V, Jeep Renegade e Peugeot 2008, o então líder Ford Ecosport, o Chevrolet Tracker e o japonês Suzuki S-Cross. Infelizmente, ficou em último.

No mesmo texto eu dissera que o verdadeiro concorrente da turma seria o T5, que estava para chegar este ano. E aqui está ele. Com 4,33m de comprimento, 1,63m de altura, 1,77m de altura e 2,56m de distância entre-eixos, ele tem porte semelhante aos dos concorrentes, mas o formato das janelas, das lanternas traseiras e da frente fazem do T5 um Hyundai ix35 "anão". Se o T6 "copiou" a frente antiga, o T5 já simula o face-lift que o sul-coreano ganhou no Brasil e em outros países desfavorecidos. No entanto, a grade dianteira, demasiadamente trapezoidal e com frisos cromados, do chinês ficou um tanto desproporcional no tamanho.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

TEXTO (TRECHOS DO TEXTO ORIGINAL): GUSTAVO DO CARMO E MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

Lançamento Nacional - Ford Edge (1.314)



Um dos modelos ícones do conceito de crossover, misto de perua e utilitário esportivo, o Ford Edge teve a sua segunda geração apresentada há dois anos. No texto de apresentação internacional, em 2014, eu encerrei dizendo que a sua vinda ao Brasil dependeria do ritmo de produção no Canadá e dos custos de importação.

Parece que o modelo demorou bastante, mas eu disse que ele só chegaria ao mercado norte-americano este ano, 2016. Se levarmos em consideração também a crise político-econômica em que vivemos, até que não demorou muito. Mas o Edge chegou ao país bem mais caro: na faixa dos 220 mil reais (R$ 229.900 para ser mais exato), em versão única (Titanium) e com o mesmo motor V6 3.5 das outras gerações.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

Mesmo com as baixas vendas no mercado, 2016 foi um ano de muitos lançamentos, entre modelos inéditos, reestilizações totais e parciais, nacionais e importados. Alguns não puderam ter cobertura do Guscar, como os face-lifts dos Chevrolet S10 e Onix. 


Modelos novos 


A perua do Mini Cooper, antes com uma pequena porta auxiliar com abertura suicida no lado do passageiro, transformou-se numa elegante station-wagon com quatro portas convencionais, mantendo as portas traseiras de abertura dividida, mas agora de forma automática. O motor é um 2.0 turbo de 192 cavalos. 

Volkswagen Passat



A sexta geração do Volkswagen Passat, cuja primeira foi um hatch médio fabricado no Brasil entre 1974 e 1989 e a segunda foi o Santana, chegou no final de janeiro, sem a perua Variant. Carro do Ano na Europa em 2015, trouxe recursos tecnológicos como o quadro de instrumentos virtual, como os dos Audi (vendido como opcional), o sistema próativo de proteção dos passageiros (que os aperta no banco através do cinto de segurança em caso de iminência de acidente), o Front Assist, a terceira geração do Park Assist, o controle de cruzeiro adaptativo e o assistente de mudança de faixa, além da abertura automática do porta-malas como o Mini Clubman mostrado acima e o ar condicionado de três zonas. Seu único motor é o 2.0 TSI de 220 cv.



Fabricada em Goiana, Pernambuco, junto com o Jeep Renegade, a Fiat Toro faz parte de um novo segmento: o de picapes compactas médias, que por enquanto só tem ela e a Renault Duster Oroch. Tem motores 1.8 Flex, 2.0 Turbodiesel e, desde o final do ano, 2.4 Flex Tigershark de 176 cavalos, câmbio manual de cinco marchas, automático de seis e de nove, tração dianteira e 4x4, exclusiva da versão turbodiesel. Foi eleita a Picape do Ano da revista Autoesporte. 

Toyota SW4


A Toyota SW4 chegou em março, ainda importada da Argentina, com opção de cinco e sete lugares e duas opções de motor: 2.8 Turbodiesel (177 cv) e V6 4.0 (238 cv) e tração 4x4, com reduzida e desligamento. Meses depois veio o 2.7 Flex, de 159 e 163 cv. 


JAC T5

Depois do médio T6 em 2015, a chinesa JAC trouxe o T5 no ano passado, mais compacto e mais apropriado para enfrentar concorrentes como o Jeep Renegade e o Honda HR-V. Chegou apenas com motor 1.5 Flex de 125/127 cv e câmbio manual. No final do ano chegou o câmbio automático CVT. 


Fiat Mobi


O Fiat Mobi foi construído sobre a plataforma do Uno para ser mais acessível e substituir o Palio Fire e o velho Uno Mille. Para isso reduziu ainda mais o espaço interno, que já não era tão amplo. Para piorar o acabamento é muito simples. Mas a maior mancada foi ter lançado o subcompacto (segmento ao qual o brasileiro não está adaptado) apenas com motor 1.0 de 4 cilindros. O tricilíndrico, mais moderno, foi privilégio justamente do irmão mais velho, o Uno. Somente no final do ano passado ganhou o propulsor Firefly, que só tem duas válvulas em cada cilindro. Aí já pode ser tarde demais.
O único destaque positivo foi a tampa traseira de vidro, que faltou no Volkswagen Up!.
Audi A4 e Avant 



Parece que o Audi A4, ex-sedã compacto da marca alemã das quatro argolas, não mudou nada, mas mudou tudo. Além da nova plataforma, ganhou novo painel, quadro de instrumentos virtual (opcional) e itens tecnológicos de segurança como assistente de congestionamento, que chega a assumir o controle do carro em curvas leves, e monitor de tráfego traseiro e lateral, restritos às versões mais caras. O Audi A4 chegou nas versões Attraction, Launch Edition e Ambiente, apenas com motor 2.0 turbo TFSI de 190 cavalos, mas no fim do ano já tinha a perua Avant, com o mesmo propulsor, e a versão top esportiva Ambition, com tração integral Quattro e motor 2.0 de 252 cavalos. Foi eleito o Carro Premium do Ano da revista Autoesporte, pela terceira vez. 

Mercedes GLC e  GLE Coupé


O primeiro é construído sobre o sedã Classe C, tem o estilo conservador, mas bem mais elegante que o seu antecessor, o GLK. O outro é arrojado, com estilo de coupé utilitário como o seu arquirrival BMW X6. Os dois chegaram ao Brasil em 2016. O GLE Coupé usa a base do Classe E, com conforto e refinamento semelhante, mas ainda sem a nova tecnologia da nova geração do sedã. Chegou apenas em uma versão com motor V6 3.0 biturbo de 333 cavalos e câmbio de 9 marchas, chamada GLE450. O GLC veio apenas com motor 2.0 turbo de injeção direta de 211 cavalos e o mesmo câmbio de 9 velocidades do GLE, mas em duas versões chamadas GLC250 4Matic e GLC250 4 Matic Sport. 4Matic é o nome da tração integral, disponível nos dois utilitários. O GLC também ganhou a sua versão Coupé, de estilo semelhante ao GLE e o GLE Coupé ganhou um motor a diesel, chamado GLE350d, com 3.0 V6 de 258 cavalos, nas versões comum e Sport além da versão Night para o motor a gasolina.  


BMW X1




A segunda geração do SUV "compacto" da BMW chegou ao Brasil no início do ano passado em três versões: sDrive20i GP, sDrive20i X-Line e xDrive25i Sport. Todas usam câmbio automático de oito marchas e motor 2.0 Active Flex, sendo que na sDrive20i rende 192 cavalos e na xDrive25i rende 231 cv e ainda tem tração 4x4. A sDrive básica já traz seis airbags, tecnologia de regeneração de energia da frenagem, sistema multimídia com BMW ConnectDrive, um serviço de concierge, e rodas de 18 polegadas. O pacote X-Line adiciona bancos elétricos, teto solar panorâmico, espelhos rebatíveis e tampa do porta-malas com abertura elétrica. Já a xDrive25i tem rodas de 19 polegadas e som de alta fidelidade. O X1 começou vendido como importado e hoje já é fabricado em Santa Catarina. 

Chevrolet Cruze


A segunda geração do Chevrolet Cruze, agora fabricada na Argentina, foi a versão norte-americana. O sedã médio da General Motors ganhou o badalado estilo cupê de quatro portas, mas perdeu identidade com a frente copiada por todos os modelos da marca, inclusive o popular Onix, e a traseira típica de carro sul-coreano (Ok. O primeiro Cruze tinha essa origem). O velho motor 1.8 deu lugar a um 1.4 Turbo Flex, de 150 e 153 cavalos de potência. A grande atração tecnológica é o sistema de estacionamento autônomo, mas ele também tem aviso de colisão e sistema de manutenção em faixa. Esses itens são exclusivos da versão LTZ completa. A outra versão é a LT. Agora em janeiro está chegando o Cruze Hatch. 

Toyota Prius


A quarta geração do primeiro automóvel híbrido produzido em grande série chegou ao Brasil no ano passado, com um motor elétrico e outro 1.8 16v, combinando 123 cavalos. O estilo ficou estranho, parecendo um monstro japonês. Mas o Prius será o futuro da Toyota, que pretende transformar todos os seus modelos em híbridos. A plataforma TNGA já será usada pelo próximo Corolla. 


A quarta geração do SUV sul-coreano ficou com a frente mais próxima ao do Porsche Macan e melhorou em acabamento, conforto e segurança, ganhando itens como assistente de tráfego cruzado na traseira e alerta de mudança de faixa. Chegou em duas versões (LX e EX) com motor 2.0 Flex de 156 e 167 cv de potência, que foi reduzida. 

Nissan Kicks


O SUV compacto da Nissan, rival do Honda HR-V e do Jeep Renegade, foi criado para ser fabricado em Resende, aqui no estado do Rio de Janeiro, mas chegou importado do México apenas na versão SL, a tempo de ser promovido durante os Jogos Olímpicos sediados no Rio, do qual a Nissan era patrocinadora. O estilo ousado (até demais) e na lista de equipamentos se destacam o sistema de câmera 360º e detector de objetos em movimento. Mas o seu motor 1.6 16v Flex tem apenas 111 cavalos. 


Honda Civic


A décima geração mundial do Honda Civic (quinta vendida no Brasil) chegou apenas um ano depois da sua apresentação nos Estados Unidos. O Civic abandonou as linhas conservadoras e assumiu formas de um fastback bem moderno. O motor 1.5 Turbo Flex, de 150 e 155 cv, veio, mas é restrito à versão top Touring, assim como o para-brisa fonoabsorvente, detector de pontos cegos, faróis full-LED, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, banco do motorista com ajuste elétrico (8 posições), sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, teto solar elétrico e sistema de partida por botão no painel ou pelo controle remoto. As versões Sport, EX e EXL ficaram com o mesmo 2.0 Flex One da geração passada. E todos têm câmbio automático CVT, que é opcional na Sport. Esta, apesar de esportiva, é a versão básica do novo Civic, eleito o Carro do Ano da revista Autoesporte. 

Ford Edge


O crossover de luxo norte-americano demorou para chegar ao Brasil por causa de negociações tarifárias por ser importado do Canadá. A segunda geração do Ford Edge ganhou estilo que serviu de inspiração para o face-lift do Ecosport, além de novos recursos de tecnologia (assistente de estacionamento), segurança (oito airbags, cintos de segurança infláveis e alerta de colisão), conforto (DVDs para os passageiros de trás) e conveniência (abertura elétrica do porta-malas por sensor embaixo do para-choque). O motor V6 3.5 de 284 cavalos foi mantido em nome da manutenção.  

Mitsubishi L200 Triton Sport



A quarta geração da picape Mitsubishi L200 vendida no Brasil chegou direto na linha de produção da marca japonesa em Goiás. Ganhou atualizações no estilo, equipamentos e motor, que agora é um turbodiesel 2.4 de 190 cv. Além do sobrenome Triton que já tinha, ganhou outro e agora é chamada de L200 Triton Sport. As versões são a GLS, HPE e HPE Top. 

Jeep Compass


O Renegade já não é mais o único Jeep fabricado no Brasil. De Goiana, PE, agora sai o médio Compass, cuja primeira geração tinha um estilo controverso. O novo ficou mais elegante, com grade estreita assemelhando-se ao Grand Cherokee. Chegou em quatro versões: Sport, Longitude, Limited e Trailhawk. Sport e Limited só têm o novo motor 2.0 Flex Tigershark, de 159/166 cv. A Longitude tem a opção deste e do 2.0 Multijet Turbodiesel de 170 cv, conhecido do Renegade e da picape Fiat Toro. A Trailhawk só tem o diesel. O diesel também tem a exclusividade da tração 4x4 seletiva e do câmbio automático de nove marchas. O 2.0 Flex só tem tração dianteira e câmbio automático de seis velocidades. 

Suzuki Vitara

De jipe luxuoso o Suzuki Vitara (que perdeu o prenome Grand) ganhou um estilo crossover, de linhas caretas, mas com várias opções de personalização de teto, grade, protetor do para-choque e painel. Cada uma das três versões tem uma grade diferente. Na básica 4All é pontilhada, na intermediária 4You é horizontal e na top 4Sport é vertical. Só esta última o motor é um 1.4 Turbo de 146 cavalos. Nas demais é o mesmo 1.6 16v do S-Cross, que agora rende 126 cavalos. A grande atração interna do novo Vitara é a tela multimídia de 10 polegadas. 
BMW Série 7

A sexta geração do sedã mais luxuoso da BMW, o Série 7 chegou em junho do ano passado na versão top 750Li MSport, equipada com motor V8 4.4 de 450 cv e câmbio automático Steptronic de oito marchas. O preço inicial era de R$ 710 mil, Se destaca por trazer quadro de instrumentos totalmente digital, operação do sistema multimídia da frente por gestos e tablet para operar o entretenimento do banco traseiro, frigobar, apoio para os pés no banco traseiro, som premium, teto solar de cristal que cria pontos luminosos simulando estrelas, perfumador de ambiente e detecção de pedestres à noite. A chave com tela de LCD veio, mas o sistema de estacionamento por controle remoto, não.  Manobras e direção autônoma só com o motorista presente, pronto para assumir o volante em caso de extrema urgência. 

Jaguar F-Pace



A Jaguar estreou no segmento de SUVs com o F-Pace e seu primeiro modelo chegou logo ao Brasil, no final do ano passado (detalhes na volta das férias do Guscar), Ele pode ser considerado a "perua" do sedã XE, já que a plataforma é a mesma. O F-Pace chegou em quatro versôes: Prestige, com motor 2.0 turbodiesel de 180 cv, câmbio automático de oito marchas e tração integral permanente; R-Sport, com motor V6 3.0 de 340 cv e S, com o mesmo V6 de 380 cv, além da First Edition, um S  com bancos em couro quadriculados, cores exclusivas, como o azul da foto acima, e rodas pretas de 20 polegadas.

A versão Prestige custa R$ 309.300 e traz de série, entre outros, rodas de 18 polegadas, teto solar panorâmico, sistema multimídia de 8 polegadas, sistema de entrada e partida sem chave e bancos com ajustes elétricos. Ar condicionado digital de quatro zonas é opcional. A R-Sport custa R$ 360.500  e adiciona faróis de LED, quadro de instrumentos virtual, câmera de ré, sensores 360º e tampa do porta-malas elétrica comandada por gestos.  A S sai por R$ 406 mil e completa com controle eletrônico de amortecimento e head up display. A First Edition, que era limitada a 19 unidades, custava R$ 416.400. Piloto automático adaptativo e assistente de estacionamento são opcionais em todas as versões. 

Mercedes Classe E



O novo Classe E chegou rápido ao Brasil. Em menos de um ano. Tem como maior atração, embora nem tão inédito, o sistema de direção semi-autônoma, que controla o anda e para no trânsito, faz curvas, desvia de pedestres, para e corrige a faixa de rolamento e mantém a distância para o veículo da frente a até 210 km/h. Mas a Mercedes deu uma mancada ao não trazer o quadro de instrumentos digital para o Brasil nas versões Avantgarde (R$ 310 mil, com grade esportiva) e Exclusive (R$ 320 mil, com grade fina). Mas tem ar condicionado de três zonas e teto solar. E ainda tem a Launch Edition (R$ 326 mil), limitada a 60 exemplares e iluminação ambiente com 64 cores. Apesar do nome E250, o motor é 2.0 turbo de 211 cv, com transmissão automática de nove velocidades. 

Hyundai Elantra



O Hyundai Elantra chegou importado à sua nova geração aparentando ter a mesma carroceria do anterior. Mas é possível perceber a nova grade hexagonal, como todos os modelos da marca sul-coreana, novos vincos na lateral e lanternas traseiras mais finas e alongadas. O motor continua sendo o 2.0 Flex, com potência reduzida para 157 e 167 cv. Detector de ponto cego, controles eletrônicos de estabilidade e tração, faróis de xenônio, sete airbags, teto solar elétrico, espelhos retrovisores rebatíveis eletricamente e seleção do modo de condução são itens presentes apenas na versão top, que custa R$ 113.900. A versão básica sai por R$ 84.900. A intermediária Special Edition custa R$ 103.900 e adiciona airbags laterais e de cortina, sistema multimídia, câmera de ré, ar condicionado dual zone, abertura e partida sem chave, bancos em couro, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, banco do motorista com ajuste elétrico e faróis em LED,   

Hyundai Tucson



Cheguei a pensar que ele não viria, mas a terceira geração do Hyundai Tucson veio mesmo. E já chegou ao mercado saindo de Anápolis (GO), unidade da CAOA, onde também convive com as duas gerações anteriores: o Tucson 2005 e o ix35. O New Tucson, como está sendo chamado para se diferenciar da primeira edição, está sendo vendida em três versões: GL, GLS e Top, todas com o novo motor 1.6 T-GDi (enfim, ele veio para o Brasil, mas é só a gasolina, combustível identificado na sigla), com turbo e injeção direta, e câmbio automatizado de dupla embreagem e sete velocidades. Outro diferencial para as outras gerações de SUVs da marca é o preço, muito caro no New Tucson. A GL custa R$ 138.900 e traz  botão de partida (Start/Stop), acesso ao veículo sem uso de chave (Smart Entry), ajuste de altura e profundidade da coluna de direção, ar-condicionado Dual Zone, central de entretenimento com tela touch de 7 polegadas, conectividade Android Auto e Carplay, assistente de partida em rampa, seis airbags e bancos dianteiros com ajustes elétricos. A GLS custa R$ 147.900 e adiciona luzes diurnas em LED, teto solar panorâmico e tela TFT de 4,2 polegadas no quadro de instrumentos. A Top, em edição limitada a 30 unidades, sai por R$ 156.900 e completa com abertura do porta-malas por aproximação, bancos dianteiros climatizados (aquecimento e resfriamento), faróis full-LED, assistente de estacionamento, detector de ponto cego e faróis direcionáveis em curvas. 

Chevrolet Camaro




A nova geração do mítico pony-car norte-americano chegou ao Brasil no final do ano passado, um ano depois de apresentado nos Estados Unidos. Inicialmente veio na série especial Fifty do cupê, para comemorar os 50 anos de lançamento do modelo, por R$ 297 mil. O motor é V8 6.2 de injeção direta e 428 cavalos. O câmbio é automático de oito velocidades, com controle no volante. Até o fim do primeiro trimestre de 2017 chegam o SS nas carrocerias cupê e conversível. 


Face-lifts 


Citroën DS5



Volkswagen Gol


O novo painel é a novidade mais visível do que o próprio face-lift na carroceria. Um destaque foi a adoção do sistema multimídia espelhável com Android e Apple. Na mecânica, a novidade foi o motor 1.0 de três cilindros. 


Volkswagen Saveiro




Chevrolet S10 e Trailblazer





Chevrolet Onix e Prisma




Além do novo visual, a maior novidade do Onix 2017 foi a versão aventureira Active, de suspensão elevada, rack no tetoe painel com detalhes laranjas. Seu motor é 1.4. 


Ford Fusion



Fiat Uno

O Fiat Uno enfim ganhou um motor 1.0 de três cilindros, o GSE FireFly, de duas válvulas, que rende 72 cavalos com gasolina e 77 cv com álcool. Outro novo motor é o 1.3 da mesma família, só que de quatro cilindros. Rende 101 e 109 cavalos. A nova grade (que abandonou os três quadradinhos no canto) e os novos para-choques vieram de brinde. 


Peugeot 208


O Peugeot 208 passou por face-lift mais no para-choque. E passaria despercebido não fossem os novos motores que ganhou na linha 2017: o tricilíndrico 1.2 Active Flex de 84 e 90cv, que substituiu o 1.5, e o 1.6 THP de 166/173 cv da nova versão esportiva topo de linha GT, de quatro portas. 


Chevrolet Tracker



Mais do que um face-lift para padronizá-lo com o restante da linha Chevrolet, o SUV compacto Tracker ganhou um novo painel (agora com quadro de instrumentos analógico), tela multimídia e recursos de segurança como alerta para motorista distraído. A novidade mecânica é o motor 1.4 Turbo, o mesmo do Cruze, de 150 e 153 cavalos. Chegou nas versões LT (R$ 79.990), LTZ (R$ 89.990) e LTZ2 (que acrescenta apenas seis airbags, por R$ 92.990)



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