segunda-feira, 18 de setembro de 2017


Não acho que o novo Volkswagen T-Roc, apresentado pela primeira vez como conceito há três anos no Salão de Genebra 2014, no qual estive pessoalmente, tenha um estilo atraente. Muito reto, com teto baixo e colunas largas, parece um buggy fechado. Só gostei do desenho da frente. O roadster do conceito era mais atraente, pois seria um carro de nicho. 

O T-Roc também lembra bastante o Audi Q2, com o qual divide a plataforma modular MQB. Digamos que o Volks seja uma versão mais simples do primo da marca premium. 

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017


Até o surgimento do Q3 em 2011, o Q5 era o menor utilitário da Audi. O agora modelo intermediário da marca alemã chega ao Brasil em sua segunda geração, importado do México, com a missão de encantar mais pelo conteúdo do que pelo seu estilo demasiadamente padronizado com outros SUVs da marca das quatro argolas.
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017


No ano passado, apresentei a segunda geração do Audi A5 Coupé como lançamento internacional. Alguns meses depois foi revelada a versão de quatro portas, chamada Sportback, atraente pela caída fastback do teto, a traseira curta e o capô ressaltado e vincado. O restante já faz parte do padrão da marca alemã, como a grade mais larga e hexagonal, os faróis horizontais delineados por LED e as lanternas traseiras horizontais.

Para o Brasil, país traumatizado pelos carros de duas portas e que, desde a chegada dos importados, prefere os de quatro, a Audi trouxe primeiro o Sportback. 

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sexta-feira, 1 de setembro de 2017


O veículo fabricado por mais tempo no Brasil estaria completando 60 anos. Sua história se encerrou no final de 2013, por causa da obrigação de todo o carro fabricado no país ser equipado com airbags frontais e freios ABS a partir do ano seguinte, o que era inviável na Kombi.

Sindicalistas e o ex-ministro da fazenda do desgoverno do PT tentaram adiar a morte do utilitário, isentando a Kombi desta obrigação. Mas o bom senso falou mais alto.

Na Alemanha, a Kombi nasceu em outubro de 1949, sugerida dois anos antes por Ben Pon, um empresário holandês, dono de concessionária que se tornou o primeiro representante da Volkswagen em seu país natal e fora do país de origem da marca. Pon rabiscou em seu caderno de anotações o esboço de um automóvel revolucionário que pudesse transportar cargas de forma eficaz. A ideia veio do Plattenwagen, uma espécie de carrinho motorizado de transporte de peças dentro da fábrica da Volkswagen, que tinha chassi e motor de Fusca, mas a cabine com o volante ficava na parte de trás.


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segunda-feira, 28 de agosto de 2017


Lançado em 2003, o Ford Ecosport foi o primeiro SUV compacto do mercado brasileiro, abrindo as portas para vários modelos do gênero, nacionais ou importados. A primeira carroceria passou por dois face-lifts (2007 e 2010) e em sete anos viu surgir os primeiros concorrentes, como o Citroën Aircross e o Renault (Dacia) Duster.

Em 2012, o Eco ganhou uma nova geração, com carroceria, estilo e plataforma inteiramente novos, mas que não foram capazes de resolver os problemas de espaço e acabamento. No primeiro caso, o estepe continuou exposto na tampa do porta-malas para aumentar a capacidade de bagagem. E os painéis continuaram abusando do plástico duro.






Ford Ecosport 2013


Em compensação, se tornou um carro mundial, com fabricação na Índia e exportação de lá para a Europa, onde é vendido sem o "cafona" estepe na tampa traseira. Por aqui, a concorrência foi ficando ainda mais forte. No ano seguinte surgiu o Chevrolet Tracker. Mas foi a partir de 2015 que o Ecosport ficou definitivamente para trás, tanto em modernidade, quanto em vendas. Surgiram no mesmo ano, quase no mesmo mês o Honda HR-V, Jeep Renegade e o Peugeot 2008. No ano passado chegaram o o face-lift do Tracker, o Nissan Kicks e este ano a sua versão nacional, o Hyundai Creta e o Renault (autêntico) Captur. O Chevrolet foi até prejudicado pelas cotas limitadas do México, onde é fabricado. Hoje, o Ecosport ocupa o quarto lugar em vendas acumuladas no ano em seu segmento. 

Assim, cansada de ver o seu querido produto fragilizado, a Ford resolveu se mexer. Reestilizou a frente do seu pequeno SUV, dando-lhe faróis maiores e uma grade mais avantajada que a anterior, lembrando o luxuoso Edge. Foi a única mudança externa, pois o estepe continua lá na tampa do porta-malas, ainda de abertura lateral, já que o brasileiro se incomodaria em perder mais espaço para bagagem do que ele não tem (são 356 litros). Pior que perdeu mesmo sem tirar o estepe do lugar. O assoalho ganhou reforço para permitir três níveis de acomodação, inclusive plano. 


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segunda-feira, 21 de agosto de 2017


Carros subcompactos não são muito populares no Brasil. Mas há quem goste. E para essas pessoas existem opções desde o Mini Dacon dos anos 80, os primeiros Renault Twingo e Ford Ka na década de 90 e o Fiat 500, na última década. Só que o Dacon era fora de série, o francês não é mais vendido no país há mais de quinze anos, o 500 ficou com a importação suspensa por alguns meses e o Ka precisou se transformar em hatch compacto comum para ser aceito no mercado.

Mesmo com modelos que não pegaram, o segmento ainda existe. Atualmente, três opções são o chinês Chery QQ, em sua segunda geração e agora fabricado em Jacareí, interior de São Paulo, o Fiat Mobi e o Volkswagen Up!, que se enfrentam neste comparativo. O também chinês JAC J2 só não foi incluído porque também parou de ser importado. 

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017





Embora muito querido pelos norte-americanos, o Honda Accord nasceu no Japão, país de origem do seu fabricante, em 1976. No mesmo ano começou a ser exportado para os Estados Unidos, onde chegou a ser o carro de passeio mais vendido em 1992, 1993 e 1994.

Inicialmente era um hatch de duas portas, com 4,12m de comprimento e 2,38m de distância entre-eixos. A versão sedã de quatro portas só foi lançada três anos depois. Foi reestilizado em 1981, 1986, 1990, 1994, 1997, 2002, 2007, 2013 e agora em 2017. O Brasil recebeu todas a partir da quarta geração, sempre importado. Chegou a vir do México, mas hoje vem do Japão e, se a nova vier, será oriunda dos Estados Unidos, onde chegou a ser o mais vendido.


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domingo, 6 de agosto de 2017


Cultuado no Brasil, o Honda Civic é bem aceito nos Estados Unidos. Tanto que a atual geração foi lançada lá. Mas o queridinho mesmo dos norte-americanos é o sedã grande Accord, considerado médio por eles e um dos carros mais vendidos do país de Donald Trump.

O Accord está chegando à sua décima geração desde 1976, quando o carro, então um hatch compacto (ou médio para nós), foi lançado no Japão e exportado para eles. 

O atual Civic emprestou (é a palavra mais correta, tamanha a semelhança entre os dois) o estilo e a sua plataforma modular para o novo Accord (e também para o utilitário CR-V), com aço mais resistente e ao mesmo tempo mais leve.
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017


A tradicional marca britânica Jaguar, hoje controlada pelo grupo indiano TATA, estreou na categoria de utilitários esportivos no ano passado, com o médio F-Pace. Agora, ela segue o exemplo de suas concorrentes premium, Mercedes, BMW, Audi, Porsche e Volvo, e começa a se expandir em seu novo segmento com o compacto E-Pace.



Com a mesma plataforma modular iQ-AI do F-Pace, usada também pelo sedã XE e os Land Rover Discovery Sport e Evoque (do mesmo grupo indiano), o E-Pace tem um estilo mais arrojado que o irmão mais velho. As linhas, com o vidro traseiro quase horizontal, e o desenho bem pontudo das janelas laterais se aproximam de um cupê. Mas a grade ampla e plana, com tela colmeiada até o para-choque, e as lanternas horizontais finas posicionadas a maioria na lateral são características da Jaguar. A identidade frontal do E-Pace está no desenho 1/4 de círculo dos faróis, delineados pelas luzes diurnas de LED, diodo que também compõe a iluminação principal. A inspiração veio do cupê esportivo F-Type. 
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domingo, 30 de julho de 2017


A partir do primeiro Audi A8, em 1994, os modelos da marca alemã da antiga Auto Union evoluíram em estilo. Os quadradões 80, 100 e V8 deram lugar aos arredondados A4, A6 e A8. E ainda surgiram os compactos A1, A2 e A3, os cupês A5, A7, TT e R8 e os utilitários Q7, Q5, Q3 e Q2, além de outras variações.

Mas desde a segunda geração do sedã médio-grande A6, em 1998 (a primeira era um mero face-lift do 100), as linhas dos Audi ficaram estagnadas. E repetitivas. Só se diferem no formato da carroceria (sedã, cupê, cupê de quatro portas, utilitário ou perua). Não há como negar que a Audi priorizou seu investimento em tecnologia. E o novo A8 é um grande exemplo disso.


A quarta geração do seu maior sedã continua com o teto arredondado, presente na Audi desde a década de 1990, mas evoluiu na grade, que ficou mais larga e com o formato hexagonal mais definido, nos faróis a laser e nas lanternas interligadas por um friso iluminado por OLEDs e uma fina barra cromada. A carroceria convencional mede 5,17m de comprimento e a alongada, chamada A8L, 5,30m.


Se o novo A8 não revolucionou o estilo, não podemos reclamar da tecnologia. Só o interior tem três telas de alta definição: uma de 12,3 polegadas que ocupa o quadro de instrumentos e tem 1920 x 720 pixels; a segunda de 10 polegadas e resolução de 1540 x 720 no centro do painel, responsável pelo sistema multimídia, e a terceira, de 8,6 polegadas e 1280x660, que fica no túnel do console e representa a tela do sistema de climatização. Tudo comandado por toque, gestos e voz, dispensando, pela primeira vez, o tradicional botão giratório MMI.


Os difusores de ar ficam escondidos por uma tampa revestida de madeira quando o carro está desligado. A tela multimídia, por sua vez, está protegida por um filme escuro e também some durante a hibernação do veículo, camuflando-se no acabamento em preto brilhante do painel. 


Os bancos dianteiros possuem ventilação, aquecimento e massagem com sete programas e três níveis de intensidade. Os de trás têm os mesmos recursos de conforto, mas opcionalmente é oferecido um pacote executivo, com apenas dois lugares, sendo que o direito tem reclinação, apoio para as pernas, mesa de trabalho e até aquecimento e massagem para a sola dos pés. Entre o "patrão" e o "secretário" há um compartimento refrigerado e uma tela de OLED (no concorrente Série 7 é um tablet removível) para ajustar a climatização e botões para o ajuste elétrico dos bancos. Na versão L, os dois têm direito a uma tela de entretenimento de 10 polegadas nas costas dos bancos da frente. A iluminação interna pode ser em LED, OLED ou laser, dependendo da versão.




No entanto, o protagonista tecnológico do novo A8 é o sistema que o coloca no nível 3 de condução autônoma, que vai de 0 a 5. É o primeiro automóvel do mundo a atingir esse nível. Na fase de lançamento o sedã já pode andar sozinho em rodovias a até 60 km/h. Já é possível até, se a legislação local deixar (o que não acontece no Brasil) tirar a mão do volante e ficar fazendo outra coisa durante o trajeto. O sistema é comandado por uma unidade de controle (zFAS) e funciona através da mescla de dados das câmeras 360º, sensores de radar, sensores ultrassônicos e, pela primeira vez, scanners a laser, embora de menor alcance, mas com mais definição. O AI, como é chamado, gerencia a saída da imobilidade, a aceleração, a direção e a frenagem. Ele é ativado por um botão no console. Caso seja necessário, o motorista é "chamado" para assumir o controle. No ano que vem, ele já vai poder estacionar sozinho, mesmo sem a presença do motorista no carro, que também pode manobrá-lo do lado de fora através de um aplicativo do smartphone.


Inicialmente, o novo A8 terá apenas motores V6 3.0 turbo a gasolina (TFSI, de 340 cv) e a diesel (TDI, de 286 cv). Também em 2018 serão lançadas as motorizações V8 4.0 turbo, também a gasolina (TFSI de 460 cv) e diesel (435 cv). Em  2019 será a vez da híbrida E-tron, associando um motor elétrico a um V6 TFSI, combinando uma potência de 455 cv, e a W12, de doze cilindros, que na verdade são dois V6 unidos. Este e os motores V8 possuem sistema de desativação de metade dos cilindros e anulação de ruído interno, que faz com que o auto-falante inverta o sinal de som. O sistema também está presente na versão E-tron. O câmbio é automático de oito marchas e a tração é integral Quattro. 



Outro show de tecnologia do A8 está na suspensão. Além de pneumática, ela tem um motor elétrico em cada roda, que prepara os eixos para os obstáculos da pista, devidamente detectados pela mesma câmera frontal do sistema de direção autônoma. Em caso de iminência de colisão lateral, a suspensão se eleva automaticamente no lado do acidente, de modo que a estrutura das soleiras das portas absorva o máximo de impacto possível. E as rodas traseiras também são esterçáveis, ou seja, viram no mesmo sentido das rodas da frente para melhorar a estabilidade ou no sentido contrário, para facilitar as manobras em curvas.  Pena que boa parte destes equipamentos aqui citados sejam opcionais. 


O Audi A8 2018 começa a ser vendido na Alemanha em setembro, a partir de 90.600 euros para a carroceria normal e 94.100 euros para a L. Convertendo para o real, custaria R$ 335.220 e R$ 348.170, respectivamente. Isso sem o imposto de importação, que levaria o modelo para os 600 mil, preço da versão V8 4.0 da geração atual vendida no Brasil. A carroceria longa custa R$ 839 mil com motor W12. 

Como todos esses recursos de condução autônoma dependem de mudanças na legislação, provavelmente o novo modelo vai chegar ao Brasil desfalcado de boa parte deles. 


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 
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quarta-feira, 26 de julho de 2017


Para o Brasil, o Alfa Romeo 164 marcou a volta, em 1990, da marca italiana ao país, quatro anos depois de encerrar a produção do antigo modelo 2300ti em Betim, Minas Gerais. E também o reinício das importações, após quinze anos de proibição. Inicialmente, custava 135 mil dólares e era praticamente inacessível. Mas a partir de 1993, com a redução da alíquota de importação, seu preço caiu para 55 mil dólares, o que o colocou como um forte concorrente do Chevrolet Omega nacional.

Na Europa, o 164 está comemorado, em 2017, 30 anos de produção. Fazia parte do projeto Tipo 4, uma plataforma que seria usada, além da Alfa Romeo, pela sueca Saab (9000, de 1984 - única marca fora do grupo Fiat a fazer parte do projeto), a Fiat (Croma, lançado em 1985), a Lancia (Thema, de 1986) e finalmente o 164, último a ser apresentado, no Salão de Frankfurt de 1987, quando a Alfa Romeo já pertencia à Fiat desde o ano anterior, mas o projeto havia começado em 1978, quando a marca da Lombardia ainda era independente.

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sábado, 22 de julho de 2017


Nos últimos anos, marcas premium como Jaguar, Alfa Romeo e até a Bentley têm investido pesado no segmento de utilitários esportivos. A primeira, que já tem o F-Pace, até lançou o seu segundo modelo recentemente, o E-Pace.

As montadoras alemãs já se estabeleceram no gênero e até se expandiram para outros tamanhos e conceitos. A Mercedes, por exemplo, entrou em 1997, com o Classe ML, hoje chamado GLE. Seguiram o GL (hoje GLS), GLK (GLC), GLA e as versões Coupé do GLC e do GLE.

Com a linha completa, a Mercedes agora investe em outro segmento de bastante retorno: o de picapes médio-grandes. O tipo de carroceria não é inédito, pois a marca alemã já teve uma picape baseada no sedã W115, a La Pick up 220d, fabricada na Argentina entre 1972 e 1976, inclusive com versão de cabine dupla. Mas picapes projetadas como tal é novidade e a Classe X é o seu primeiro modelo da categoria.

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quarta-feira, 19 de julho de 2017


A Peugeot agora pode dizer que tem um SUV autêntico. Pelo menos no estilo do 3008, recém-convertido ao segmento da moda. Pois o ex-monovolume pretende passar longe das trilhas enlameadas e muito menos tem tração integral e nem o Grip Control (que seleciona os tipos de terreno) do compacto 2008. Mas das esburacadas ruas brasileiras o agora utilitário de shopping francês não vai escapar.

O Peugeot 3008 já está à venda no país em versão única, A Griffe THP,  custando R$ 135.990. O motor já é o banalizado 1.6 THP com turbo e injeção direta. Como é um produto importado, vem com a versão apenas a gasolina, com potência de 165 cavalos. Para ter demorado a chegar, deveria já ter trazido a versão Flex, de 166 e 173 cv. O câmbio é automático de seis marchas, com alavanca no console semelhante a um joystick.


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sábado, 15 de julho de 2017


A Fiat lançou o seu novo hatch, o Argo, para substituir, de uma só vez, o Bravo, o Punto e o Palio com motores 1.4 e 1.6. Claro que prevalece o porte de um compacto e o preço de um médio. Com motor 1.8, o novo modelo vai concorrer com o Hyundai HB20, o Ford Fiesta, Peugeot 208 e o futuro Volkswagen Polo. Já os Argo 1.0 e 1.3 vão disputar mercado com o Chevrolet Onix, Ford Ka e Volkswagen Gol, além do HB20.
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sexta-feira, 7 de julho de 2017


A exemplo do Toyota Corolla, o Honda Civic nasceu como um carro compacto, com motor de baixa cilindrada, e hoje é um fastback médio-grande de luxo. Lançado no Japão em 1972, está completando 45 anos. Seis anos mais novo que o maior rival, tem uma geração a menos: dez contra onze.
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sábado, 1 de julho de 2017


A espanhola SEAT, marca do grupo Volkswagen, esteve no Brasil na década de 90 com um pequeno sucesso com os seus Ibiza e Cordoba quando 0 km, mas bastante rejeitada no mercado de usados e manutenção. Este ano, ela volta a ter importância para nós por dois motivos.

O primeiro foi o hatch Ibiza que antecipou o Polo, construído sobre a mesma plataforma. Dito e feito. O Volkswagen já foi revelado, inclusive aqui no Guscar, que também falou do modelo espanhol. Agora é a vez do utilitário esportivo compacto Arona, que vai dar origem ao SUV da marca alemã e também utiliza a base modular MQB A0 dos hatches já apresentados. 
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sexta-feira, 30 de junho de 2017


Hoje modelo intermediário na linha de utilitários esportivos da alemã BMW, já tendo gerado até uma variação "cupê", o X4, o X3 era o menor SUV da marca de Munique. Isso de 2004 - quando foi lançado - até 2009, época do aparecimento do X1.

O agora utilitário médio chega a sua terceira geração, mantendo o formato "capô longo, traseira alta, com janelas laterais ascendentes", usado desde a estreia há doze anos. Foi preciso comparar com fotos da versão anterior para encontrar as diferenças. E elas foram facilmente localizadas.
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domingo, 25 de junho de 2017



As picapes médias no Brasil já merecem ser chamadas de full-size. Tamanho crescimento que tiveram nos últimos vinte anos. Só para se ter uma ideia, a "compacta" Fiat Toro tem o mesmo porte da primeira geração da S10 lançada por aqui. Hoje esta mede 5,41m de comprimento, 2,13m de largura e 1,84m de altura. Mas em 1995, tinha 4,85m, 1,88m  e 1,70m. A Toro tem 4,92m, 1,84m e 1,74m.

Só não chamamos ainda porque temos em nosso mercado a Ram, antiga Dodge. Se estou chamando esses utilitários de picapes médias é simplesmente por força do hábito.

Contudo, na renovação pela qual todas passaram recentemente, o momento é das asiáticas, que mudaram toda a estrutura. A Toyota Hilux foi a primeira a ganhar nova geração no final de 2015. Ano passado foi a vez da Mitsubishi L200 Triton, que ganhou o sobrenome Sport. E este ano foi lançada a nova Nissan Frontier.

Já as picapes ocidentais ganharam apenas face-lifts. Chevrolet S10 e Ford Ranger mudaram com mais vigor na frente, atualizando o seu estilo ainda moderno e incorporando novos equipamentos como sistema multimídia, alerta de colisão e de mudança de faixa de rolamento. A Volkswagen Amarok praticamente não mudou por fora e tem a carroceria mais antiga do segmento. Mas ganhou novo painel interno.

Aproveitando esse momento de mudanças, reuni as seis picapes médias (ou full size, se preferir) do mercado, comparando-as nas versões completas, equipadas com motor a diesel, tração 4x4 e câmbio automático: Toyota Hilux 2.7 SRX, Mitsubishi L200 Triton Sport HPE Top 2.4, Nissan Frontier LE 2.3 (versão única), Chevrolet S10 High Country 2.8, Ford Ranger Limited 3.2 e Volkswagen Amarok Highline 2.0 TDI.

No mercado há um equilíbrio entre asiáticas e ocidentais, com a liderança estando nas mãos da Hilux. Mas aqui no comparativo, uma ocidental deu o troco. E não foi a Ranger, vencedora do último comparativo, de 2013. Leia para saber quem foi.

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sábado, 24 de junho de 2017



Quando lançou o Golf em 1974, a Volkswagen já estava disposta a não deitar sobre o sucesso do novo modelo e logo no ano seguinte apresentou o Polo, um hatch menor e com o mesmo estilo do seu então promovido hatch médio.

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terça-feira, 20 de junho de 2017


Na Europa, o Volkswagen Polo é um compacto tradicional, lançado em 1975 e que estava em sua quinta geração ininterrupta. No Brasil, o Volkswagen Polo foi vendido nas gerações 3 e 4 europeias. A terceira veio somente na versão sedã de quatro portas, com motor 1.8 e sobrenome Classic. Já a quarta, de 2002, teve também o hatch e até motor 1.0 por alguns meses (até o governo igualar o IPI para motores 1.0, 1.6 e 2.0).

Mesmo fazendo sucesso aqui, foi abandonado e não teve a quinta geração lançada na Europa em 2009. Apenas um segundo face-lift para uniformizá-lo com os outros carros da Volkswagen (a frente original tinha dois pares de faróis redondos separados entre si).

Agora, a Volkswagen decidiu relançar o Polo em nosso país por volta de outubro, mesma época em que começará a ser vendido na Europa. A intenção era unificá-lo com o nosso tradicional Gol, mas (minha suposição) a matriz alemã não deixou, insistindo no perfil mundial do Polo, agora com a variação da plataforma modular MQB, chamada A0. Restou ao hatch brasileiro, que foi o carro mais vendido por mais de 25 anos, ser reposicionado para abaixo do Up!.
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quinta-feira, 15 de junho de 2017


Lindo o Hyundai Kona não é. O novo crossover compacto da marca sul-coreana tem detalhes polêmicos em seu estilo, como os faróis no para-choque, as luzes diurnas de LED finas no capô, a coluna lateral traseira inacabada, com aplique preto e as lanternas traseiras de neblina em posição elevada. Mas tem linhas arredondadas que o nosso Creta (criado para mercados emergentes) não tem. 

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sábado, 27 de maio de 2017



O primeiro Opel Kadett surgiu em 1936 como um compacto, com versões de duas e quatro portas e roadster (Strolch), concorrente do Volkswagen, este incentivado por Adolf Hitler. O nome seguiu a linha de referências militares da marca alemã iniciada pelo grande Admiral e Kapitän (almirante e capitão). Mas quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial a produção do Kadett foi interrompida em 1940 e a fábrica da Opel apropriada seis anos depois pelo governo russo, como espólio de guerra.

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segunda-feira, 22 de maio de 2017


A Opel Kadett Caravan A é a versão perua da primeira geração do Kadett e tataravó da nossa Chevrolet Ipanema.

Primeiro compacto da marca alemã criado depois da Segunda Guerra Mundial, o Kadett foi idealizado em 1957. Hans Mersheimer, engenheiro-chefe da Opel, foi convocado para projetar o carro que deveria ser o anti-Fusca. Em outubro de 1962 o carro ficou pronto e resgatou o nome usado em 1938, um ano antes do conflito interromper a produção desta versão. O Kadett do pré-guerra também seria o concorrente do Fusca de Hitler, mas a fabricação foi suspensa e a fábrica da Opel confiscada pelo governo nazista.
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sábado, 13 de maio de 2017


O Passat CC nasceu em 2008 para ser o cupê de quatro portas do tradicional sedã da Volkswagen. Perdeu o nome do seu "pai" no face-lift de 2012 e agora está sendo substituído pelo Arteon, derivado da atual geração do Passat, de 2015, com a plataforma modular MQB. A marca alemã, entretanto, garante que o novo modelo é mais luxuoso que o antecessor e não o substituirá. De fato, ele é maior que o CC: tem 4,86m de comprimento (contra 4,80m), 1,87m de largura (1,85m), 1,43m de altura (1,42m) e 2,84m de distância entre-eixos (2,71m). Mas ainda não há planos de um verdadeiro substituto do CC. 

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sábado, 6 de maio de 2017


No início da década de 90, os recém-chegados importados, mais luxuosos, começavam a tirar compradores dos nossos sedãs top de linha.

Volkswagen Santana, Ford Versailles, Chevrolet Monza e Omega e Fiat Tempra, os dois últimos lançados em 1992, eram ameaçados por modelos como Renault 21, Peugeot 505 e 605, Citroën BX e XM, BMW Série 3, Mercedes 190E e Audi 80. A maioria nem tão moderna, já naquela época.

As quatro montadoras do país tentaram enfrentar a nova concorrência oferecendo equipamentos tecnológicos como freios ABS e CD Player, novidades naquela época. A General Motors oferecia painel digital, porta-luvas refrigerado, vidros elétricos com sistema antiesmagamento e computador de bordo no Omega. Ainda não era suficiente.

Então, a General Motors continuou se mexendo e apresentou, em setembro de 1993, o Chevrolet Vectra. Para lançá-lo rapidamente, importou 35% de peças, como os painéis da carroceria, e as montou em São Caetano do Sul, São Paulo, junto com a maioria de componentes nacionais.

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sexta-feira, 5 de maio de 2017


Há 35 anos era lançado no Brasil um dos modelos mais desejados da época: o Chevrolet Monza. Por três anos consecutivos, entre 1984 e 1986, ele foi o veículo mais vendido no país. O único médio a conseguir este feito, superando até o Fusca e o Chevette.

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sábado, 29 de abril de 2017


No ano passado, Honda Civic e Chevrolet Cruze foram completamente renovados e o Nissan Sentra ganhou um face-lift. Não os comparei logo no lançamento porque eu estava esperando a renovação frontal do líder do mercado, o Toyota Corolla, que começou a ser vendido somente no início de abril.

Então, finalmente, decidi reunir estes quatro modelos e o Ford Focus Fastback para mais um comparativo de sedãs médios. As versões consideradas, como sempre, foram as top: Civic Touring, Cruze LTZ completa, Sentra SL, Corolla Altis e Focus Titanium Plus. Civic e Cruze usam motor turbo e os demais 2.0, sendo que o do Ford tem injeção direta.

Desta vez, Renault Fluence (vencedor de todos os comparativos que participou), Citroën C4 Lounge e Volkswagen Jetta ficaram de fora. O tempo deles já passou e eles precisam se renovar completamente para voltarem à briga.


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quinta-feira, 13 de abril de 2017


Enquanto as picapes ocidentais (Chevrolet S10, Ford Ranger e Volkswagen Amarok) foram renovadas levemente, a Nissan Frontier "fecha" o ciclo de renovação total das picapes médias japonesas, iniciado com a Toyota Hilux em 2015 e a Mitsubishi L200 Triton Sport no ano passado.

E como toda a picape média, a quarta geração da Frontier vendida no Brasil (no mundo é a 12ª desde a década de 1930) está cada vez mais se tornando um carro de passeio numa carroceria que vai ficando mais full-size, com 5,25m de comprimento por 1,85m de largura e altura. O novo estilo ficou mais alto, com menos vincos, e com faróis e grade maiores e mais parrudos. 
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sábado, 8 de abril de 2017


Desde o lançamento da atual geração do Toyota Corolla, em 2014, vários concorrentes se modernizaram: o Focus Sedan ganhou nova frente e virou Fastback, Renault Fluence, Volkswagen Jetta e Nissan Sentra ganharam face-lift e, o mais importante, Chevrolet Cruze e o arquirrival Honda Civic ganharam uma nova geração.

Mesmo assim, o Corolla continuou liderando o mercado. Mas ficou para trás em atualidade e, por isso, a Toyota decidiu se mexer e mexê-lo. Deu-lhe uma nova frente, com faróis mais finos e espichados, grade mais fechada e zangada e para-choques bem vincados. O conjunto ótico frontal e também as lanternas traseiras (que continuam com o mesmo formato) ganharam luzes de LED. A antena agora tem formato de barbatana de tubarão. 

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quinta-feira, 6 de abril de 2017


As vans comerciais do grupo PSA, Citroën Jumpy (Dispatch no Reino Unido) e Peugeot Expert, que vão chegar ao Brasil no final do ano, não são uma novidade na Europa. Elas já estão na terceira geração de uma linha lançada em 1994, através de uma parceria do grupo francês com a italiana Fiat, que tinha a Scudo na mesma forma. Na época, foi o segundo produto do consórcio, que também já tinha as vans grandes Citroën Jumper, Peugeot Boxer e Fiat Ducato desde o ano anterior.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017


Nos últimos quinze anos, a Porsche, que só fabricava cupês e conversíveis esportivos desde que começou a produzir, em 1948, diversificou a sua linha. Começou em 2002 com o primeiro SUV da marca alemã, o Cayenne, que se tornou o seu segundo carro mais vendido, perdendo apenas para o clássico 911. O Panamera, de 2009, não conseguiu ser o primeiro Porsche de quatro portas, mas foi o primeiro sedã-cupê de luxo da empresa. O Macan, de 2014, foi o primeiro SUV "compacto".

No ano passado, foi lançada a segunda geração do Panamera, que já chegou ao Brasil. E na carona do novo modelo, a Porsche apresentou no último Salão de Genebra a sua primeira perua, ainda que tenha um estilo esportivo, chamado shooting brake, Sport Turismo.
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sexta-feira, 31 de março de 2017


Mesmo com grande importância para a frota das empresas, os furgões são bem negligenciados pelas filiais brasileiras das fabricantes multinacionais. O exemplo mais clássico é o da Volkswagen Kombi, que durou 56 anos com a mesma carroceria, tendo apenas algumas modificações pontuais. Também podemos citar os Fiat Ducato/Peugeot Boxer/Citroën Jumper, lançados em 1998 e que só ganharam um face-lift em 2006, o Renault Kangoo, lançado há 20 anos, e o Fiat Doblò há 15. 

Algumas marcas tentaram quebrar o marasmo  na última década. A Ford até tentou com o Transit, de 2009 a 2014, mas não vingou e já saiu do mercado. Renault e Fiat reestilizaram Master e Fiorino em 2013, mas este último sequer recebeu os dois face-lifts do Uno, do qual é derivado. O último lançamento foi o Vito da Mercedes, que chegou no ano passado.




E será justamente para concorrer com o Vito que as duas montadoras francesas do grupo PSA (Peugeot e Citroën) vão trazer do Uruguai (da planta de Nordex, em Montevidéu) dois modelos para modernizar o segmento, prometendo um preço mais acessível que o do rival alemão. 

O Citroën Jumpy e o Peugeot Expert são dois monovolumes médios que, na Europa, estão na terceira geração, apresentada no ano passado. Possuem linhas arredondadas, capô curto, carroceria alta (até 1,95m), versões de carga (vidrada ou fechada) e passageiros e três tamanhos de comprimento, além da picape no chassi. Só se diferem no estilo frontal exclusivo para cada marca. A Toyota também faz parte do projeto com o ProAce, mas este não deve vir. A marca japonesa substituiu a Fiat no "consórcio" de vans. A fabricante italiana fabricava o Scudo, correspondente das duas gerações anteriores dos modelos da PSA, e agora o trocou pela Renault, com a qual lançou o Talento, baseada na Trafic.
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terça-feira, 28 de março de 2017


Depois da discreta primeira geração, que chegou ao Brasil em 2006, o Kia Picanto tornou-se um objeto de desejo em sua segunda edição de carroceria, lançada em 2011. Desenhado pelo alemão Peter Schreyer, o subcompacto da marca sul-coreana renasceu com um estilo mais esportivo e ao mesmo tempo simpático, sem deixar de lado a praticidade do seu tamanho. Sua marca registrada era a grade em forma de "dente de tigre" (que chegou a ser usada no face-lift do primeiro Picanto) e os faróis grandes e espichados lateral adentro.



Picanto 2011 com face-loft, Na primeira foto, no alto, o Picanto 2006


Por um breve período, o sucesso se estendeu por aqui no Brasil, abrindo o caminho para os motores 1.0 de três cilindros (que já era usado a partir de 2008 desde o de primeira geração, em substituição ao 1.1) e compactos com câmbio automático (o de primeira geração também já tinha). Mas o aumento do IPI para 30% para os carros importados três meses depois do lançamento jogou uma ducha de água fria no modelo cujo nome sugeria apimentar o mercado e não aquela palavra indecente. E com isso, o Picanto ficou tímido em nosso mercado.

Picanto 2012

Agora em 2017, no último Salão de Genebra, a Kia lançou a terceira geração do Picanto (chamado de Morning em alguns mercados), que ficou ainda mais agressivo, mas não abandonou a sua identidade. A grade de tigre ficou maior, com tela de colmeia e agora se alinha aos faróis, que ficaram menos arredondados e passam a contar com luzes de LED. A logomarca KIA migrou-se para o capô. A entrada de ar no para-choque cresceu. Na lateral, a base das janelas é levemente ascendente na parte traseira. As lanternas, antes em formato de bumerangue, agora são em vírgula e a tampa traseira está um pouquinho mais plana. 

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