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quinta-feira, 30 de abril de 2015

PRÉ-ESTREIA - QOROS 2 SUV PHEV

TEXTO : WEVERTON GALEASE | FOTOS : DIVULGAÇÃO

 É na própria casa, o Salão de Xangai, que a Qoros apresentou seu novo modelo, conceito e futurista. O curioso design do chamado Qoros 2 SUV PHEV não tem nenhuma semelhança com os três outros carros, que a marca já vende. Além das linhas futuristas para a própria marca, este SUV vêm com um moderno sistema híbrido, e sendo assim, o motor segue o princípio 'Don't touch a cable'.

terça-feira, 28 de abril de 2015

LANÇAMENTO - JEEP RENEGADE

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


A paz do Ford Ecosport e do Renault Duster pode ter acabado definitivamente com a chegada do Jeep Renegade, já à venda em três versões de acabamento: Sport, Longitude e Trailhawk. E ainda vêm por aí o Peugeot 2008, o Suzuki S-Cross e o JAC T5. O Honda HR-V também já está no mercado, mas até agora não vi anúncio nos Classificados nos jornais do Rio e nem o seu comercial na televisão. Deve ser a fila de espera. 

O Renegade é produzido na nova e moderna unidade do grupo FCA (Fiat-Chrysler Automotive) em Goiana, interior de Pernambuco. É o primeiro modelo da divisão Jeep fabricado no Brasil. O velho Jeep Willys, que teve a sua produção cessada pela Ford em 1982, ainda não tinha a sua marca independente. Hoje, o grupo Chrysler pertence à Fiat.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

BABA, BRASIL! - RENAULT ESPACE

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO 


Quem assiste à reprise da novela O Dono do Mundo, no Canal Viva, vai se lembrar, ao ver o carro do personagem Rodolfo, vivido por Kadu Moliterno, que a Renault Espace, primeira minivan exclusivamente para passageiros lançada na Europa em 1984, já foi vendida no Brasil. 

Claro. Não pela própria Renault, que só chegaria oficialmente aqui no ano seguinte à novela de 1991, mas uma adaptação "pirata" com mecânica e componentes do Ford Del Rey, produzida quase artesanalmente por uma extinta encarroçadora de São Paulo, subsidiária de uma concessionária da Ford, chamada Grancar Design, de propriedade do famoso estilista Toni Bianco. E o nome da Espace brasileira também era outro: Futura. Só durou um ano e meio e mal foi vendida no Rio de Janeiro.


No mesmo ano da novela, a Espace original conhecia a sua segunda geração.  A terceira, de 1996, chegou a ser cogitada para ser importada oficialmente, mas a primeira alta do dólar após o Plano Real, em 1999, sepultou a ideia, pois a minivan, já grande e luxuosa, chegaria cara demais. A quarta, de 2002, com linhas bem angulosas, sequer foi cogitada.

A quinta foi lançada no ano passado. Ela rompeu com o conceito de minivan e se tornou um crossover, com desenho baixo e esportivo, com a imponente grade recortada "padrão Renault", as janelas que ocupam quase toda a lateral acima da linha de cintura e as lanternas em formato de bumerangue, com extensão horizontal na tampa do porta-malas. Se vem para o Brasil? Estamos bem servidos com o Dacia Duster ou com a van Master. Temos que babar mesmo. 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - KIA OPTIMA

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Mal se passaram três anos do lançamento do Kia Optima no Brasil, quando eu falei dele aqui no Guscar, e o sedã médio-grande sul-coreano já conhece a sua nova geração, apresentada no último Salão de Nova York, o mesmo evento onde foi revelada a reestilização de um dos seus concorrentes, o Chevrolet Malibu.

terça-feira, 21 de abril de 2015

LANÇAMENTO - JAC T6


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS


Os carros chineses ficaram mundialmente conhecidos, na década passada, por plagiarem o estilo de vários modelos de qualquer marca do mundo. E também por serem nada zelosos com o acabamento. Por outro (bom) lado, graças à mão-de-obra barata local, ofereciam modelos mais equipados por menos preço.

Os anos se passaram e as marcas do país asiático foram amadurecendo, criando estilo próprio e refinando o acabamento. Atravessaram fronteiras e invadiram o mundo, inclusive o Brasil. Também compraram marcas tradicionais como a MG e a Volvo. Ao mesmo tempo, foram encarecendo a mão de obra e o preço final. Sem falar na redução da oferta de equipamentos, especialmente aqui, onde também passaram a produzir seus carros.

Só que o plágio estético, a baixa qualidade de acabamento e, no bom sentido, o baixo custo continuam. E o JAC T6, que acaba de desembarcar em nosso país, é um exemplo disso. E olha que a JAC também faz parte das marcas amadurecidas.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

HISTÓRIA - CHEVROLET S10 E BLAZER: 20 ANOS NO BRASIL

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO E REVISTA QUATRO RODAS


As picapes médias já eram sucesso nos Estados Unidos, onde são consideradas compactas, uma década antes de chegarem ao Brasil. Com a abertura das importações promovida pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, modelos como Toyota Hilux, Mitsubishi L200, Mazda B2200 e Nissan Frontier (então chamada de King Cab) invadiram o mercado brasileiro com mais conforto e tecnologia que as arcaicas e pesadas Chevrolet A/C/D20 e Ford F1000.

Motivadas pela forte concorrência, estas duas montadoras norte-americanas, as com maior tempo em atividade no país, decidiram se mexer e apostaram no novo segmento de picapes, que, além do menor tamanho (em altura e largura), tinham a dirigibilidade de uma caminhonete suavizada, inserindo um conforto de carro de passeio e mantendo a agilidade de um veículo fora de estrada.

A Ford saiu na frente e trouxe, direto dos Estados Unidos, a Ranger, ainda em 1994, já em nova geração, mais moderna que a original norte-americana de 1982. A Chevrolet, por sua vez, chegou depois por um motivo nobre: resolveu fabricar a sua S10 (também nascida lá em 82 e já reestilizada) aqui mesmo no Brasil. E com frente diferenciada da matriz. Chegou por volta de março de 1995, apenas com cabine simples. Há vinte anos.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - CHEVROLET MALIBU 2016

TEXTO : WEVERTON GALEASE | FOTOS : DIVULGAÇÃO


O Chevrolet Malibu foi lançado no Brasil em 2010, importado diretamente dos Estados Unidos. Foi prejudicado pelo custo-benefício pouco atraente: era mais caro que o rival Ford Fusion e ainda tinha poucos equipamentos. Foi por isso que a GMB enrolou, enrolou e nem lançou a geração seguinte aqui. 

Em sua casa, a situação foi pior. O modelo 2013 (lançado em 2012), reestilizado, mergulhou na indiferença, especialmente em comparação aos concorrentes, que estavam cada vez mais criativos, como o elegante Hyundai Sonata e o próprio Fusion. Tanto que no ano seguinte já ganhou um face-lift. Três anos depois, o Malibu reaparece totalmente novo de novo.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

NO MERCADO - MINI COOPER 4 PORTAS

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


A carroceria de quatro portas do Mini Cooper é o símbolo do amadurecimento de um modelo que nasceu há mais de 55 anos como um compacto prático e barato para o inglês adquirir o seu primeiro carro e evoluiu em 2001, na forma de um veículo sofisticado e estiloso como uma roupa de grife (no caso a BMW). Para preservar a alma do velho Mini Morris, foi lançado apenas com duas portas.

Após tantas variações da releitura, entre os clássicos Cabriolet e Clubman e os inéditos Coupé, Countryman e Paceman, faltava uma versão de quatro portas do Mini Cooper moderno para se adaptar às atuais exigências de mercado. O Clubman e Countryman já tinham. Entretanto, na perua as portas laterais traseiras eram curtas e de abertura suicida e o último é considerado um crossover.

Assim, somente na terceira geração surgiu o Mini Cooper 4 portas, lançado no final do ano passado e que agora, apenas seis meses depois, está à venda no Brasil em três versões, com preços entre R$ 106 e 140 mil.