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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

COMPARATIVO - CRUZE x BRAVO x 308

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação
Dados de teste: Revista Carro


Mesmo interessante, o segmento de hatches médios continua sendo maltratado pelas montadoras e importadoras que atuam no Brasil. Elas se justificam dizendo que os lucros só chegam quando os modelos estão mais maduros. Ou melhor, mais velhos.

Só para exemplificar o caso, o líder de vendas é o Ford Focus, com 2.816 unidades vendidas em julho. Lançado na Europa em 2004 e no Brasil em 2008, ele já está desatualizado em relação ao mercado externo e aqui deve ser substituído em abril do ano que vem. O segundo mais vendido é o Hyundai i30 (1.843), ainda em sua primeira geração. A nova chegaria este ano, mas só deve vir em meados do ano que vem. Afinal, se o antigo está vendendo bem...

O quarto colocado é o Golf (1.663), projeto de 1997 que no Brasil chegou como importado no ano seguinte e começou a ser fabricado em nossas terras em 1999. Na Europa, a sétima geração acabou de ser revelada. Aqui, nós paramos na quarta, com um face-lift meia-boca adotado em 2007. A Volkswagen garante que a nova versão vai chegar finalmente, mas há um impasse: representantes do sindicato dos metalúrgicos do Paraná querem que ele seja fabricado somente em São José dos Pinhais, mas a fabricante alemã quer dividir a produção com o México.

Como a regra dos comparativos no Guscar é reunir somente os mais modernos, os três únicos mais acessíveis que sobraram para este confronto foram o Chevrolet Cruze Sport6 (nome brasileiro da versão hatch do médio), o Fiat Bravo e o Peugeot 308, que, apesar de ter chegado ao país em março deste ano, está em seus últimos momentos de sintonia com a Europa, pois lá será substituído em breve por uma nova geração que manterá o nome, pela primeira vez na marca francesa.
Cruze, Bravo e 308 serão comparados com câmbio automático (automatizado no Fiat), transmissão mais procurada entre os modelos deste porte. O Chevrolet será desafiado na versão LT, mais simples, com motor Ecotec 1.8 16 válvulas. O Bravo na intermediária Sporting E.TorQ 1.8 16v e o Peugeot na top Feline, com motor 2.0 16v. O francês é o único importado do trio (vem da Argentina). 

No mesmo ranking de vendas da Fenabrave, que não vai contar pontos no comparativo, o melhor colocado de julho foi o Cruze (em terceiro, com 1.760 unidades). O Peugeot 308 foi o quinto (1.136) e o Bravo, o sétimo (952). No total semestral, o melhor dos três modernos é o Fiat, que está há mais tempo no mercado, onde chegou em 2010. Mas e na matemática dos itens técnicos? Quem será o melhor?


Estilo e Acabamento



Por incrível que pareça, o modelo mais moderno deste comparativo já está desatualizado no Brasil. O Cruze ganhou novos para-choques e detalhes internos na Europa. Mesmo assim, ele ainda é atraente, pela sua traseira esportiva, bem inclinada e com lanternas horizontais ovaladas no canto da tampa do porta-malas, que é limpa. Supera até o sedã que lhe deu origem. Apareceu no exterior em 2010 e chegou ao nosso país em abril deste ano. O Bravo se destaca pela elegância das suas linhas, apresentadas na Itália em 2007, mas perde para o Cruze em originalidade, pois lembra o compacto Punto, salvo pela traseira arredondada. Apesar de ter a frente mais moderna que o europeu e de ainda chamar atenção nas ruas (até porque chegou aqui em março e ainda é novidade), o Peugeot 308 ficou em terceiro. Além da falta de originalidade, ficará rapidamente desatualizado quando os europeus conhecerem o novo 308.


O acabamento dos três é refinado e suave no revestimento do painel e portas. O do Cruze e do 308 tem detalhes em alumínio no console central. Empate. O Peugeot tem desenho simples e no Bravo o console é voltado para o motorista. 


Espaço interno e Porta-malas



De acordo com a medição feita pela revista Carro Hoje, Peugeot 308 e Chevrolet Cruze são os mais espaçosos no banco de trás. O francês oferece mais espaço para as pernas: 23 cm contra 19 cm do Cruze, que favorece os passageiros mais altos (93 cm para a cabeça contra 90 cm do rival). Na soma, o 308 ganhou por um centímetro, mas declarei empate técnico. O Bravo ficou em terceiro nas duas situações: 17 e 89 cm.


Foto: Diogo de Oliveira / Revista Autoesporte

No porta-malas, o Cruze também dividiu tecnicamente a sua superioridade, mas agora com pequena vantagem sobre o Bravo: 402 contra 400 litros. A Peugeot declara que o bagageiro do 308 tem 430 litros. Mas essa medição foi obtida com água, que se infiltra em vãos que uma bagagem comum não se encaixa. Com blocos sólidos, mais adequados, a capacidade do francês fica nos 348 litros, portanto, atrás dos rivais. 

Motor e Câmbio 


 

Quando lançou o sedã 408 no ano passado, a Peugeot foi criticada por oferecer um velho conjunto motor/câmbio. O propulsor disponibilizado foi o 2.0 16 válvulas em vez do moderno 1.6 THP, com turbo e injeção direta, que rende 165 cavalos. O erro foi corrigido no início deste ano. 

Porém, a Peugeot repetiu o erro e voltou a equipar o hatch 308, que tem a mesma plataforma do sedã, com opção de motor 2.0 em vez do THP. O problema mais uma vez deve ser corrigido no Salão do Automóvel. Mas será que foi mesmo um erro?  Bicombustível e rendendo 143 cavalos com gasolina e 151 cv com álcool, o 2.0 16v supera os 140/144 cv do Ecotec 1.8 16v do Cruze e os 130/132 cv do E.TorQ 1.8 16v do Bravo.




Como temos três modelos com três tipos de câmbio diferentes, a caixa de mudanças vai contar pontos neste comparativo. A melhor transmissão automática é a sequencial com seis marchas do Cruze. É por causa da quantidade de relações, tanto do automático, quanto do manual, que o hatch da Chevrolet é chamado de Sport6 no Brasil. Em segundo vem o automatizado de cinco marchas do Bravo, que foi modificado na linha 2013. O Dualogic Plus, nome da nova versão, ganhou função para diminuir o tranco nas mudanças automáticas de marcha. Se o motor antigo foi suficiente para dar o status de mais potente ao 308, o câmbio não teve a mesma sorte. Como a tecnologia é a que conta, a caixa automática de apenas quatro marchas do Peugeot ficou para trás. O novo sequencial de seis velocidades, com dupla embreagem e mudanças no volante deve chegar junto com o motor 1.6 THP.

Desempenho e Consumo 

Mais por causa dos superiores 151 cavalos de potência do motor 2.0 do que pelo antigo câmbio de quatro marchas, o Peugeot 308 anda mais. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos e retoma a velocidade entre 60 e 120 km/h em 9,8 segundos. Imagina como seria o resultado com o motor THP e câmbio de dupla embreagem... Cruze e Bravo recuperam a mesma faixa de velocidade no mesmo tempo: 12,7 segundos, mas o Chevrolet acelera mais rápido até os 100 km/h: 11,5 contra 12,3 segundos. 

O consumo de combustível foi inversamente proporcional ao desempenho: quem andou menos poupou mais combustível. Assim, o Bravo, que não correu muito, foi o mais econômico, com média de 7,1 km/l na cidade e 10,7 km/litro na estrada. Em segundo ficou o Cruze (6,3 e 10,4 km/l, respectivamente). O 308 consumiu mais (5,1 e 9,8 km/l). Todos os dados, tanto de desempenho quanto de consumo, foram obtidos com álcool no tanque pela revista Carro, irmã mais velha e mensal da Carro Hoje. 

Segurança e Conforto


Os três hatches estão bem servidos de segurança passiva básica e oferecem apoio de cabeça e cinto de segurança de três pontos para os três passageiros no banco de trás, além de airbags frontais e freios ABS com EBD. O Cruze traz bolsas de ar laterais, que no 308 é exclusivo da versão top Feline, que ainda tem airbags de cortina. Chevrolet e Peugeot também têm auxílio de frenagem de emergência.

O 308 também é o que freia em menos espaço: 23,4 metros a 80 km/h. Logo depois vem o Cruze, com 25,1 metros. O Bravo também ficou na lanterna na segurança ativa: 26,2 m. Números da revista Carro, que dá uma consolação para o Fiat e o aponta como o mais silencioso a 120 km/h com 64,3 decibéis, seguido pelos empatados tecnicamente Peugeot (65,3 dB) e Chevrolet (65,4).


Preço, Equipamentos e Manutenção

A versão Feline é a mais completa do Peugeot 308, só tem câmbio automático e custa R$ 65.990. Um pouco mais barato é o Cruze LT, por R$ 65.039, o automático e R$ 60.094 com transmissão manual. O Bravo Sporting Dualogic básico custa R$ 60.600 (58.140 com câmbio manual).

Mas o Fiat é o menos equipado do trio. Para ter ar condicionado digital e bancos em couro, que os rivais oferecem de série, o preço sobe para R$ 64.824. Mesmo assim, ainda é o mais barato e é bem equipado. Tem de série o teto solar Skydome, airbags frontais, ar condicionado manual, faróis e luzes de neblina, freios ABS com EBD, banco do motorista com regulagem de altura, cinto de 3 pontos e apoio de cabeça para todos, computador de bordo, ISOFIX, rodas de 17 polegadas, direção elétrica com dois programas de condução, volante com regulagem de altura, rádio CD/Player com MP3, alarme, volante em couro com comandos do rádio, piloto automático e chave canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas e vidros. GPS (monocromático, só com setas), rebatimento do espelho retrovisor externo, sensores de estacionamento dianteiro traseiro e sistema multimídia por comando de voz e Bluetooth são opcionais e com eles o Bravo se torna o mais caro, com o preço de R$ 68.783.


O Cruze LT com câmbio automático traz de série os airbags frontais e laterais, faróis e lanternas de neblina, faróis com regulagem de altura, controle eletrônico de estabilidade e tração, freios ABS com EBD e sistema de frenagem de urgência, ISOFIX, rodas de alumínio de 17 polegadas, ar condicionado digital, computador de bordo, direção elétrica progressiva, espelhos retrovisores elétricos com desembaçador, vidros elétricos, volante com comandos do som, piloto automático e bluetooth, rádio AM/FM com CD Player, MP3, USB, entrada auxiliar e 6 alto-falantes, bancos em couro, alarme, porta-malas e travamento das portas por controle remoto, coluna de direção regulável em altura e profundidade, sensor de chuva, bancos dianteiros com regulagem de altura e distância. O Cruze manual não tem revestimento em couro e nem sensor de chuva, considerado opcionais junto com a transmissão automática. Sensor de estacionamento e navegador GPS são vendidos como acessórios. O teto solar elétrico é exclusividade da versão LTZ e não há saída de ar na traseira, como nos dois rivais.

O 308 Feline vem com airbags frontais, laterais e de cortina, acendimento automático dos faróis, apoios de braço individuais nos bancos dianteiros, ar-condicionado automático digital bi-zone com saída de ar traseira, bancos em couro, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, comando de rádio na coluna de direção, computador de bordo, controles eletrônico de estabilidade (ESP) e de tração (ASR), faróis de neblina dianteiros, freios ABS com EBD e auxílio a frenagem de urgência, iluminação "follow me home" (nome que pertence à Fiat), limpador de pára-brisa automático com sensor de chuva e indexado à velocidade, luzes diurnas de LED no para-choque, pára-brisa acústico, piloto automático com limitador de velocidade, retrovisores externos elétricos e rebatíveis eletricamente, rodas de liga leve 17'', sensor de estacionamento traseiro, pedais e soleira de porta cromada, vidros elétricos dianteiros e traseiros, volante revestido em couro, rádio CD Player, MP3, conexão USB e auxiliares e Bluetooth e o mais charmoso deles, o teto panorâmico de vidro. O navegador GPS retrátil eletricamente é o único opcional e adiciona mais 2 mil reais. 


Se o leitor optar pela versão Allure, a mais simples com motor 2.0, ele paga R$ 59.500 com câmbio automático. Esta também tem transmissão manual por R$ 55.800. Passa a ser mais barata, mas o comprador perde as bolsas laterais e de cortina, o alarme, as luzes diurnas de LED, o sensor de estacionamento traseiro, o teto panorâmico (que se torna opcional por 2.500 reais) e os cromados da soleira e dos pedais. Mas a qualidade da lista de equipamentos é superada pelo Cruze. O resultado final do comparativo, no entanto, não muda.

O Peugeot e o Fiat têm versões ainda mais baratas, mas com poucos equipamentos. O 308 tem a Active (R$ 50.200) e a Allure (R$ 52.990), ambas com motor 1.6 16v Flex Start. Abaixo da Sporting, o Bravo tem a Essence, com câmbio manual (R$ 53.140) ou Dualogic (R$ 55.600), com o mesmo bloco 1.8 da versão analisada aqui. Acima tem a Absolute Dualogic (R$ 62.140), mais discreta que a Sporting, também 1.8. A T-Jet (R$ 66.280) é a única com motor 1.4 Turbo. O Cruze, por outro lado, tem a versão superior LTZ, vendida por R$ 72.094.


Os três modelos possuem manutenção cara, com pacote de peças na faixa dos 3 mil reais, segundo a revista Carro Hoje. O mais "barato" é o Cruze, que custa R$ 3.337. Depois vem o 308, com R$ 3.459 e o Bravo, com R$ 3.724. Inversamente proporcional é o custo das revisões até os 30 mil quilômetros. A Fiat pede 760 reais, a Peugeot R$ 799 e da Chevrolet é ainda mais caro: R$ 1.260. Após a soma deste dois altos valores, o menos caro é o 308, com R$ 4.258. Em segundo ficou o Bravo, com R$ 4.484 e o Cruze é o rei do alto custo, com R$ 4.597.

Conclusão

Foi um comparativo equilibrado. Os três modelos empataram no acabamento e ganharam mais de quatro itens. O Peugeot 308 se destacou em mais deles, mas não levou. Ficou em segundo. Perdeu por dividir com o Bravo o maior número de terceiros lugares. A diferença foi de quatro pontos do terceiro para o vencedor, que superou o 308 por dois pontos.


Antes vamos falar do Fiat Bravo, o terceiro colocado. Entre estes "últimos" lugares, estão o motor 1.8 de apenas 132 cavalos, o desempenho, a frenagem, o espaço interno e a lista de equipamentos. Ficou três vezes no mediano segundo lugar: câmbio, estilo e manutenção. As suas vitórias exclusivas foram no preço, consumo e nível de ruído. No porta-malas ficou no empate técnico com o Cruze. É um belo e bom carro, mas foi castigado pelos seus pontos fracos.


O Peugeot 308 se destacou na potência do velho motor 2.0, que também lhe deu o melhor desempenho, na frenagem, na lista de equipamentos de série (desde que se considere a versão Feline) e na manutenção menos cara. Com o Cruze dividiu o melhor espaço interno. Mas por ter ficado em último lugar em tantos itens como o Bravo acabou perdendo o comparativo por dois pontos. Seus pontos fracos são o câmbio automático de quatro marchas, o consumo de combustível, o porta-malas e o estilo, não por ser feio, pois com quatro anos ainda é moderno, mas por já estar em vias de ser substituído, quando chegou ao Brasil há apenas seis meses.


O Chevrolet Cruze mostrou regularidade e venceu o comparativo. Só peca pela manutenção cara. No resto, ou ganhou ou ficou em segundo, como no preço, motor, desempenho, consumo, frenagem, nível de ruído e equipamentos. Dividiu o primeiro lugar no espaço interno com o 308 e no porta-malas com o Bravo. Mas foi no superior mesmo no câmbio e no estilo, que apesar de ter mudado o para-choque lá na Europa, é agressivo, esportivo e atrai olhares por onde passa. Às vezes, vale a pena gastar um pouco mais.

Classificação 

 1º CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT ECOTEC 1.8 16v AUTOMÁTICO - 30 pontos

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.796 cm³, 16 válvulas
Potência: 140 (gasolina) e 144 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,56 segundos (Revista Carro, com álcool)
Velocidade máxima: 197 km/h (idem, mas dados são do fabricante)
Consumo: 6,3 km/litro na cidade e 10,4 km/l na estrada (Carro, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,51/1,79/1,48/2,69 m
Porta-malas: 402 litros
Tanque: 60,3 litros
Preço: R$ 65.039

2º PEUGEOT 308 FELINE 2.0 16V  - 28 pontos

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.997 cm³, 16 válvulas
Potência: 143 (gasolina) e 151 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,8 segundos (Revista Carro, com álcool)
Velocidade máxima: 206 km/h (idem, mas dados são do fabricante)
Consumo: 5,1 km/litro na cidade e 9,8 km/l na estrada (Carro, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,28/1,82/1,50/2,61m
Porta-malas: 348 litros
Tanque: 60 litros
Preço: R$ 65.990


3º FIAT BRAVO SPORTING DUALOGIC E.TORQ 1.8 16v  - 26 pontos

Motor: Quatro cilindros, transversal, flex, 1.747 cm³, 16 válvulas
Potência: 130 (gasolina) e 132 cv (álcool)
Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,3 segundos (Revista Carro, com álcool)
Velocidade máxima: 193 km/h (idem, mas dados são do fabricante)
Consumo: 7,1 km/litro na cidade e 10,7 km/l na estrada (Carro, com álcool)
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,34/1,79/1,49/2,60m
Porta-malas: 400 litros
Tanque: 58 litros
Preço: R$ 60.600




Minha Escolha

O Bravo é o mais barato. O 308 é o mais racional. Mas o mais bonito e cativante é o Cruze Sport6. 

6 comentários:

Richard Barbosa disse...

Gostaria de ler comparativos que não sejam tendenciosos. Fica claro que o 308 é um melhor conjunto, e ficou claro também sua tendência pelo cruze.

Anônimo disse...

Richard Barbosa, tive a mesma impressão que vc achei bem tendencioso o post pro lado do Cruze!

Anônimo disse...

Cruze mais bonito que o 308??? Viajou, a reportagem perdeu crédito por ser uma opinião pessoal e não técnica. na minha opinião o 308 é infinitamente mais bonito e mais carro.

Francisco gabardo cruz disse...

Vendo assim esse 1.8 é fraco demais para o Bravo, se fosse um 1.8 de 160cv seria foda... se é para fazer assim que a Fiat faça tipo a VW com o novo Golf, apenas motores turbo um "fraquinho" 1.4 no caso, e pega um 2.0 com uns 250cv... a Fiat é dona de tantas fabricas de carro foda, mas fiat fiat mesmo nenhum esportivo de verdade atualmente... tipo o Marea que fazia de 0 a 100 em menos de 8s.... deveria ter um Palio turbo... infelizmente nunca teve!

Anônimo disse...

Eu não entendo porque sempre pegam a versão errada para os comparativos! Estão usando a versão top de linha do Peugeot e do Cruze, mas não do Bravo. Ou já esqueceram o T-Jet? Se colocar no comparativo a versão TOP do Bravo, desbanca qualquer um! Tem 152cv e torque de 21Kg, bebendo igual um motor 1.6. De série tem ar-condicionado digital com duas zonas, câmbio de 6 marchas e suspensão acertada para perfil mais esportivo. Além do interior muito mais bonito que os demais.
Da próxima vez escolham as versões certas para comparar. Mesmo sendo o mais velho de todos, até hoje o Bravo T-Jet desbanca qualquer rival.

Gustavo do Carmo disse...

O Bravo T-Jet não tem versão Dualogic para competir com os outros que têm câmbio automático. Pela mesma razão ele voltou a ficar de fora do comparativo feito no ano passado. Este já é um anterior, de 2012.