terça-feira, 27 de abril de 2010

Texto: Gustavo do Carmo e Site Carros na Web
Fotos: Divulgação

Começo hoje uma nova seção no Guscar: Importados de Ontem vai falar de modelos importados nos anos de 1990 que ninguém se lembra que já foram vendidos oficialmente no Brasil, mas na época o pessoal vivia babando por eles nas concessionárias instaladas nos shoppings. Alguns ganharam fama até de carro-sapato, aquele que o mercado não quer e não sai do seu pé. Outros fizeram algum sucesso e nem são tão esquecidos assim, como o Peugeot 405, falado na estreia da coluna.

O modelo médio-grande da montadora francesa foi vendido na Europa entre os anos de 1988 e 1995, quando foi substituído pelo 406. Aqui no Brasil, o 405 foi um dos primeiros modelos importados pela Peugeot, a partir de 1992, primeiro nas versões sedã GL 1.6 (com carburador e 86cv) e depois chegaram a SRi 2.0i (121cv) e perua (chamada Break) também SRi 2.0. Dois anos depois passou a ser importado da Argentina nas versões GRi e SRi (1.8 103cv). A GL 1.6 ganhou injeção e 90cv. Da França, entretanto, ainda vinham a versão esportiva Mi 16 com motor 2.0 16V e 152 cv, com bancos em couro, e a luxuosa STi, além da perua.


O Peugeot 405 era um carro espaçoso, econômico, estável, confortável, bem acabado e recheado de equipamentos de série. A GL básica já vinha com ar condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos. O câmbio automático de quatro marchas era opcional. Rodas de alumínio, retrovisores e teto solar elétricos, abertura das portas por controle remoto e freios ABS eram requintes da versão SRi 2.0, que depois passaram para a STi 2.0.

Em 1996, a perua e o sedã nas versões STi e Mi 16 deixaram de ser importados e o resto da linha passou a vir inteiramente da Argentina. Em 1998 a importação foi suspensa definitivamente com a vinda de algumas unidades 1999 do modelo argentino na versão SRi.

Hoje a série é representada pelo luxuoso 407, mas seu correspondente no mercado é o 307 Sedan, que em breve será substituído pelo 408 ou 308.


Pontos Fortes:
+Equipamentos
+Estabilidade
+Porta-malas
+Consumo


Pontos Fracos:
- Manutenção cara
- Ruídos internos


Recomendação: Faça uma revisão na suspensão, que nem sempre suporta com a devida resistência as condições do piso brasileiro

Faixa de preço:
Sedã - R$ 6.165 (GL 1.6 1992) a R$ 11.933 (SRi 2.0 1999).
Mi 2.0 16v -R$ 10.427,00 (1994) e R$ 11.495,00 (1995)
Perua Break - R$ 8.884,00 (1993) a R$ 10.305,00 (1995)


Clique na imagem para ampliar a tabela

Fontes:

Portal Carros na Web - http://www.carrosnaweb.com.br/405.asp
Tabela da FIPE - http://www.fipe.org.br/web/index.asp
Bestcars Website - http://www.bestcars.com.br/
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terça-feira, 20 de abril de 2010

Texto: Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação


A Volkswagen conseguiu a façanha de reunir, no Brasil, três gerações do Golf em sua linha. A quarta, lançada na Europa em 1997, está presente no hatch original, importado em 99, nacional desde 2000 e recauchutado em 2007. A quinta aparece representada no sedã Jetta, importado do México. Agora a montadora alemã lança a sexta geração do Golf, mas apenas na perua Jetta Variant, também vinda do país latino, parceiro comercial do Brasil.

Desta vez, a culpa não foi da filial brasileira e, sim, da matriz, que ainda não finalizou o projeto da nova versão três volumes. Talvez apareça em Paris, em outubro. Por enquanto, só apareceu um conceito de duas portas no Salão de Detroit, o New Compact Coupé. Na Europa, as peruas são mais valorizadas que os sedãs, por isso, surgiu primeiro.

O que importa mesmo é que a Jetta Variant chega ao nosso país apenas seis meses depois de apresentada no Salão de Frankfurt no fim do ano passado. A grade cromada com prolongamento em V no para-choque dianteiro, que simbolizava outra filosofia de estilo, deu lugar à grade escura, com apenas dois frisos, máscara negra nos faróis de contornos mais pontudos e um para-choque mais simples. É o novo "uniforme" da marca alemã que está presente desde o Fox brasileiro até a grande van alemã Multivan, uma evolução da Kombi, inédita aqui. Lateral e traseira continuam as mesmas, embora esta última também poderia ter sido modernizada, pois as lanternas são muito caretas.


A reestilização não foi exclusiva da dianteira. No interior o painel ficou mais sofisticado e integrado ao console central, lembrando, um pouco, o novo painel do Fox. Claro que muito mais requinte. O quadro de instrumentos também é novo, com velocímetro e conta-giros separados por módulos. O volante de três braços foi padronizado com aquele braço vazado na parte de baixo. O console central ganhou um monitor de 6,5 polegadas, colorido e sensível ao toque que reúne comandos do som com MP3, ar condicionado e os gráficos do sensor do de estacionamento. Pena que faltou o GPS. O teto solar panorâmico, opcional, foi mantido.

Também foram mantidos os fartos de equipamentos de série: freios com sistemas ABS (antitravamento), ASR (controle de tração), ESP (controle de estabilidade), seis bolsas infláveis (duas frontais, duas laterais dianteiras e duas cortinas para a área envidraçada das quatro portas), revestimento dos bancos em couro, computador de bordo, ar-condicionado automático de duas zonas, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro com indicação gráfica no painel, controlador de velocidade e caixa automática de seis marchas com operação manual sequencial. Tudo por R$ 83.990, cerca de R$ 1.200 a menos que a versão anterior.

Além do teto de vidro, faróis com lâmpadas de xenônio em ambos os fachos, limpador de para-brisa automático e retrovisor interno fotocrômico são opcionais que levantam o preço da perua para mais onze mil reais.


O motor continua o 2.5 de cinco cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, e 170 cavalos de potência, que proporciona uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos e velocidade máxima de 205 km/h.

A nova Jetta Variant está em um mercado carente de peruas médias, onde só tem duas concorrentes diretíssimas bem desatualizadas como a Renault Mégane Grand Tour e a Peugeot 307SW. Já de monovolumes (Chevrolet Zafira, Citroën C4 Picasso e também Grand Picasso) e utilitários esportivos (Kia Sportage, Hyundai Tucson, Honda CR-V, Toyota RAV4) ela está bem servida de rivais.

Além de oferecer uma alternativa a esses outros tipos de veículos familiares, a Jetta Variant volta renovada para tentar fazer renascer no Brasil um tipo de veículo que foi popularizado pela Chevrolet Caravan e Ford Belina, mas modernizado pela própria Volkswagen com a Quantum, lançada há exatos 25 anos.



FICHA TÉCNICA - VOLKSWAGEN JETTA VARIANT 2.5

Motor: transversal, 5 cilindros, gasolina, 2.480 cm³, 170cv
Aceleração de 0-100 km/h: 9,2 seg.
Velocidade Máxima: 205 km/h
Consumo Médio: não divulgado
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,55/1,78/1,46/2,58 m
Porta-malas: 560 litros
Preço básico: R$ 83.990
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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Por Gustavo do Carmo
Fotos: Divulgação



Dois sedãs compactos bem populares do mercado brasileiro estão de cara nova e já se consideram em 2011. Primeiro foi o Chevrolet Classic, lançado há quatorze anos como Corsa Sedan. Ele ganhou mais do que uma cara nova. Ganhou novas lanternas traseiras, também. E só.

Nesta última semana foi a vez da Renault apresentar a nova grade dianteira do Logan, modelo projetado pela romena Dacia para países pobres como o nosso, com estilo dos anos 90 e acabamento simples. Tudo para economizar dinheiro e dar mais lucro para os franceses.

Apesar de voltados para o mercado popular, famílias com renda entre 2.000 e 4.000 reais que procuram espaço interno e preço baixo, os dois se sofisticaram. O Classic foi renovado para ganhar uma sobrevida nos próximos cinco anos. Já o Logan precisava de fôlego e uma imagem mais moderna para concorrer com o Fiat Siena, o VW Voyage, o Ford Fiesta, que será renovado na semana que vem, e o próprio Classic, que já o derrotou em um comparativo que eu fiz em 2007 no antigo fotolog Guscar.


Chevrolet Classic


Começando pelo mais velho. O novo visual do Classic foi aproveitado do Sail chinês, que um dia já foi Buick (marca de luxo da General Motors), mas passou a ser Chevrolet e saiu de linha recentemente para dar lugar a uma nova geração. Ainda aqui, a esperança é ver um sedã mais moderno derivado do Agile.

Voltando ao Classic, o projeto original brasileiro de novembro de 1995 trocou os faróis ovalados pelos triangulares, lembrando muito o Celta, o Prisma e o Corsa atual. A grade deixou de ser de plástico, que dava um toque de improviso, para ganhar um friso cromado com a gravata dourada da Chevrolet cravada no centro. O objetivo foi seguir o novo padrão visual da marca, mas o resultado ficou mais próximo do Omega 2004 do que os atuais Agile e Captiva. Mas poderia ter sido pior se tivesse adotado o visual mexicano.
A traseira também mudou forte. Saíram as lanternas verticais de canto para a entrada de um par menor com apliques horizontais na tampa do porta-malas, que ficou mais plana e ganhou um vinco acima da placa.


Já no interior, quase nenhuma novidade. As mudanças ocorreram, mas foram bem pequenas. O rádio agora oferece o sistema PRDS, que recebe mensagens informativas da GM diretamente no visor, além de apresentar um novo visual com display azulado, mas que continua sendo oferecido como acessório de concessionária. O acabamento manteve o tecido, que está cada vez mais simples, embora ainda lembre os bons tempos em que porta de carro nacional era bem revestida por dentro. O volante do Vectra antigo sem airbag continua lá, mas o símbolo agora é dourado.

O motor continua sendo o VHCE 1.0 8v Flexpower com potência de 77 cavalos com gasolina e 78cv com álcool, combustível com o qual acelera de 0 a 100 km/h em 13,6 segundos.

Mercadologicamente, outra alteraçã0 importante é a nomenclatura da versão única: LS, dando continuidade ao novo padrão estreado no LT e LTZ do Agile. Por R$ 28.294 traz desembaçador elétrico do vidro traseiro, vidros verdes, preparação para som e imobilizador eletrônico como itens de série. Ar-condicionado e direção hidráulica são opcionais. Assim como o rádio, vidros, travas elétricas e as rodas, acessórios. Completo, seu preço sobe para R$ 34.534.

O Classic é o terceiro sedã mais vendido da história do mercado brasileiro com pouco mais de 1 milhão de unidades produzidas. Perde somente para o Fusca (3.150.000 unidades) e para o Chevette, que teve 1.065.113. Para tentar superar os dois, o Classic será fabricado em São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambos em São Paulo.


FICHA TÉCNICA - CHEVROLET CLASSIC LS 1.0 FLEXPOWER

Motor: transversal, 4 cilindros, gasolina e álcool, 999 cm³, 77 cv (G) e 78 cv (A)
Aceleração de 0-100 km/h: 13,9 (G) e 13,6 (A) seg.
Velocidade Máxima: 165 (G) e 166 (A) km/h
Consumo Médio: 15,2 (G) e 10,7 (A) km/litro
Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,15/1,77/1,43/2,44 m
Porta-malas: 390 litros

Preço básico: R$ 28.294

Renault Logan

O paranaense Renault Logan tem uma história mais recente e, por isso, externamente, precisou de mudanças mais leves. Os faróis passam a integrar os piscas, mas mantiveram o desenho. A alteração mais visível foi na grade dianteira, que deixou o padrão bipartido na cor do carro para adotar uma régua cromada e uma grelha grafite, dando-lhe um aspecto semelhante ao argentino Symbol, que ocupa um segmento acima. Vendo mais de perto, a nova grade chega a lembrar o Honda City. A nova frente foi adotada pela Dacia em 2008 e serviu para baratear o custo de transformação para Renault.

A traseira ganhou um ressalto na quina da tampa do porta-malas, criando uma espécie de aerofólio embutido. As pontas superiores das lanternas passaram a acompanhar esta ondulação, mas, de longe, parece que nada mudou. Como no Siena, a Renault colocou também um friso cromado na parte inferior da mesma tampa, mas só na versão Expression.

No interior, as portas ganharam novos painéis iguais aos do Sandero, mais sofisticados, com comando dos vidros elétricos (que saíram do console central), puxadores de desenho mais moderno e pintados na cor prata e tecidos de nova textura, além da melhora do isolamento acústico. Os ótimos espaço interno e o porta-malas de 510 litros continuam os mesmos.

Como no Classic, os motores também não mudaram. Além do 1.0, chamado de Hi-Flex, com 16 válvulas e 76/77 cv, o Logan também tem o 1.6 de oito válvulas, que rende entre 92 e 95 cv. O conjunto desta mesma cilindrada com quatro válvulas por cilindro já havia deixado o Logan há algum tempo, ficando restrita ao Symbol. Desta vez, acabou também a versão Privilége.

O Logan 2011 fica agora com as versões Authentique com motor 1.0 e Expression 1.0 e 1.6. Sem opcionais essas versões custam, respectivamente R$ 28.690, R$ 30.190 e R$ 32.690.

O Authentique traz de série apenas imobilizador de motor, terceira luz de freio, conta-giros e temporizador do limpador. Com direção assistida e ar-condicionado ele vai a R$ 32.690, mesmo preço de um Expression 1.6 básico. No Expression 1.0, ar quente e desembaçador vêm de série. Ar e direção estão associados a volante ajustável em altura, faróis de neblina, computador de bordo e vidros dianteiros e travas elétricos em um pacote opcional de R$ 4.700. Por mais R$ 2.000 levam-se bolsas infláveis frontais, freios antitravamento (ABS), volante revestido de couro e o terceiro apoio de cabeça traseiro. Quem optar pelo Expression 1.6 pode adquirir ainda rodas de alumínio de 15 pol (R$ 750) e pacote com alarme, vidros traseiros e retrovisores elétricos e rádio/CD com MP3 e comando junto ao volante (R$ 1.000). O preço máximo de um Logan, assim, chega a R$ 42.440 com pintura metálica.


FICHA TÉCNICA - RENAULT LOGAN 1.0 HIFLEX AUTHENTIQUE / 1.6 HIFLEX EXPRESSION


Motor: transversal, 4 cilindros, gasolina e álcool, 998 cm³, 76 (G) e 77 cv (A) / idem, 1.598 cm³, 92 (G) e 95 (A) cv

Aceleração de 0-100 km/h: 14,3 (G) e 14,2 (A) seg. / 12,2 (G) e 11,8 (A) seg.

Velocidade Máxima: 160 (G) e 161 (A) km/h / 173 (G) e 175 (A) km/h

Consumo Médio: não disponível

Comprimento/largura/altura/entre-eixos: 4,28/1,74/1,53/2,63 m

Porta-malas: 510 litros

Preço básico: R$ 28.690 / 32.690

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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Fotos: Divulgação
Texto: Gustavo do Carmo


A Citroën brasileira usou o Twitter no último domingo para divulgar as primeiras fotos do seu novo carro, que será lançado definitivamente em agosto, com vendas em setembro: o AirCross. Foi uma estratégia de marketing, tanto para promover o seu perfil na rede de microblogs quanto para evitar o vazamento de imagens oficiais e flagras do carro.



Trata-se de um utilitário de aparência esportiva que tentará destronar o Ford Ecosport do segmento de utilitários esportivos compactos. Tem para-choques robustos, para-lamas emoldurados, saias laterais imitando estribos, bagageiro no teto destacado que se une com as colunas do para-brisa e o irresistível estepe na tampa traseira. Fora isso, também chamam atenção os cromados espalhados pela grade, estribo, bagageiro, para-choques, as belas rodas de liga-leve escuras e o suporte da placa de licença traseira.



O nome AIRCROSS também é destacado na parte inferior das portas e o para-choque de trás tem a assinatura CITROËN em relevo. As lanternas traseiras elevadas são herança do projeto do C3 Picasso, uma espécie de monovolume da nova geração do seu compacto premium, que também originou o luxuoso cupê DS3. O C3 Picasso também será fabricado em Porto Real, estado do Rio, mas o Aircross virá primeiro pela maior preferência do brasileiro por veículos que parecem fora-de-estrada.




Uma curiosidade que pode explicar essa opção da Citroën é que o Ecosport se originou da "perua" Fusion, bem mais careta e comportada que o nosso modelo. Foram os marqueteiros da Ford quem apostaram de que um visual off-road por aqui daria mais certo e acertaram em cheio.


Além dos apetrechos esportivos o Aircross tem uma grade diferente do Picasso, que é fechada. O esportivo brasileiro tem uma abertura cromada emoldurada pelo emblema da marca francesa.


O motor será o 1.6 16v Flex que poderá render 113 cavalos com álcool. As opções de transmissão provavelmente serão as mesmas do C3: manual de cinco marchas ou automática Tiptronic, de quatro. Seu preço ficará entre R$ 55.000 e R$ 60.000.



Se o Aircross vai conseguir vencer o Ecosport só o mercado dirá, mas, pelo menos, o jipe da Ford terá o seu concorrente mais próximo de um utilitário esportivo, diferente do hatch Crossfox, da perua Palio Adventure, do furgão Doblò e das picapes Saveiro Cross e Strada Adventure.




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